Fim da escala 6x1
120 posts · 32 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:29:23
Sentimento da audiência por candidato
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Maurício Rands critica Nikolas Ferreira em vídeo sobre debate da jornada de trabalho O pré-candidato a deputado federal pelo Avante nas eleições de 2026, Maurício Rands, divulgou um vídeo nas redes sociais em que faz críticas ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) durante um comentário sobre a discussão em torno da redução da jornada de trabalho no Brasil. Na publicação, Rands afirma que Nikolas Ferreira é contrário à proposta defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de reduzir a jornada semanal para assegurar dois dias consecutivos de descanso aos trabalhadores. Segundo o pré-candidato, o parlamentar mineiro sustenta que o país deveria priorizar o aumento da produtividade e da eficiência. Ao contestar esse argumento, Maurício Rands questiona a atuação parlamentar de Nikolas Ferreira. No vídeo, ele afirma ter visto o deputado em viagens durante a Copa do Mundo e também cita supostas ausências em sessões da Câmara dos Deputados. “Depois eu vi ele em outros vídeos passeando na Copa do Mundo em vez de produzir a função dele lá na Câmara dos Deputados e passeando com o dinheiro público. Depois eu vi o mesmo Nikolas Ferreira faltando 37 sessões. Então que produtividade é essa?”, declarou. Na parte final da gravação, Rands afirma que a cobrança por produtividade, na visão de parte da direita, recai apenas sobre os trabalhadores. “A produtividade na cabeça desse pessoal é a produtividade apenas a ser exigida do povo brasileiro, dos trabalhadores mais pobres. Isso não é eficiência, isso não é produtividade. Então um pouquinho mais de coerência gente como o Nikolas Ferreira deveria ter”, concluiu o pré-candidato.
Lula (neutro)Uma alegria esse encontro com o companheiro @carlosverass, pré-candidato à reeleição a deputado federal. Presidimos a CUT, defendemos o mesmo projeto político e seguimos lado a lado pelo fim da escala 6x1, sem redução de salário. Somos do time de Lula! ⭐️ #JoaoPauloDoPT #Pernambuco #DeputadoEstadual #timelula
Lula (positivo)O Congresso Nacional entra em recesso a partir desta sexta-feira (17) sem analisar uma série de pautas que estavam previstas para o primeiro semestre e acabaram tendo a análise adiada. A retomada dos trabalhos deve ocorrer somente em agosto, embora o calendário deva ser afetado pela campanha para as eleições gerais de outubro, na qual muitos parlamentares devem se engajar como candidatos. Entre os principais projetos que aguardam votação está a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais. Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre, em meio à campanha eleitoral. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) #congresso #pec6x1 #politica *ls *digital #digital
Em entrevista ao jornalista Waldiney Passos na Rádio Rural FM, o deputado federal Fernando Filho comentou a repercussão em torno da proposta de fim da escala de trabalho 6x1. O parlamentar ressaltou a importância de ouvir todos os setores envolvidos e alertou para as possíveis adaptações do mercado de trabalho. Fernando pontuou que, embora o desejo por mais tempo de descanso e qualidade de vida seja unânime, a mudança mexe com um regime consolidado há décadas no país, exigindo uma discussão profunda com entidades e organizações. O parlamentar sugeriu que o debate caminhe para modelos que permitam maior flexibilidade contratual, mencionando exemplos internacionais baseados no pagamento por horas trabalhadas. O deputado fez um alerta sobre os pequenos negócios e o comércio que funcionam aos sábados. Segundo ele, há relatos de comerciantes que avaliam fechar as portas nesses dias para evitar o aumento de custos com novas contratações ou horas extras, o que exige cautela para evitar a perda de produtividade. O projeto, que já passou pela Câmara, segue em tramitação no Senado Federal.
#Levantamento Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 15 de julho, mostra que 69% dos eleitores são favoráveis ao fim da escala de trabalho 6x1. Os que dizem ser contrários à redução da jornada de trabalho são 22%. Outros 4% não possuem opinião formada e 5% não souberam, ou não quiseram, responder. Questionados sobre como aproveitariam uma eventual redução da jornada de trabalho, 53% disseram que pretendem descansar e passar mais tempo com familiares. Outros 13% afirmaram que buscariam outra fonte de renda no tempo livre e 12% declararam que usariam o tempo para estudos. Os que acham que vão trabalhar menos horas semanais em caso de aprovação do fim da escala 6x1 são 50%, enquanto 45% discordam. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder. 📸: Diego Campos / Secom-PR 📲 Confira matéria completa no site. O link para acessar está na bio e story. #Escala6x1 #jornadadetrabalho #brasil #pesquisa
Proposta em debate na comissão retoma a chamada ultratividade, extinta pela reforma trabalhista de 2017 📸 Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
O Congresso Nacional se aproxima do recesso parlamentar, previsto para começar neste sábado (18), sem concluir a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais. Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre. Na Câmara dos Deputados, a expectativa é para se votar o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres. O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) #politica #escala6x1 #noticias *ls *digital #digital
Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar uma vaga de ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6), Sérgio Torres Teixeira, afirmou que a regulamentação de novas modalidades de trabalho será decisiva para reduzir conflitos trabalhistas. As declarações foram dadas nesta segunda-feira (13), em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal. No início da entrevista, o magistrado ressaltou que ainda depende de sabatina e aprovação do Senado Federal para assumir o cargo. Segundo ele, a expectativa é que a data seja definida nas próximas semanas. Ao falar sobre os desafios atuais da Justiça do Trabalho, Torres Teixeira afirmou que temas como trabalho por aplicativos e pejotização ainda carecem de definições legais, o que acaba ampliando a judicialização. Segundo ele, a expectativa é que o Congresso avance na regulamentação dessas relações e que o STF estabeleça um entendimento sobre a pejotização. "Quando você não tem regras legais definindo exatamente como será o tratamento envolvendo essa relação, você permite um espaço para discussões." O desembargador também avaliou que o elevado número de ações trabalhistas decorre, em muitos casos, da busca por maior segurança jurídica. Segundo ele, empregadores frequentemente preferem formalizar acordos na Justiça do Trabalho para que eles sejam homologados por um juiz, evitando questionamentos futuros. Para Torres Teixeira, esse cenário explica parte do crescimento das demandas trabalhistas nos últimos anos, embora a tendência seja de estabilização com o amadurecimento das relações de trabalho e da legislação. Ao comentar o debate sobre mudanças na jornada de trabalho, o desembargador afirmou que eventuais alterações podem gerar dificuldades na fase inicial de adaptação, mas defendeu que os efeitos positivos tendem a prevalecer no longo prazo. "Quando ambas as partes se habituarem com essa nova realidade, será reconhecido que a mudança, em termos de progresso social, terá sido benéfica não apenas para a classe trabalhadora, mas também para a classe empresarial." Foto: Ascom/TRT 6 *jk *card *politica *digital
Lula (neutro)Maurício Rands defende fim da escala 6x1 e cobra avanço de proposta no Congresso O pré-candidato a deputado federal pelo Avante, Maurício Rands, participou de um debate na sede da OAB Pernambuco sobre a proposta que busca acabar com a escala de trabalho 6x1 e ampliar o descanso dos trabalhadores. Durante o encontro, o político defendeu a adoção da jornada 5x2 e afirmou que a mudança representa uma discussão sobre qualidade de vida. Em sua fala, Rands criticou a demora na tramitação da proposta no Congresso Nacional e afirmou que o tema poderia avançar ainda neste semestre. “Até se quiser votar neste semestre, dá para votar. O presidente Alcolumbre está sentado na PEC desde o dia que ele deu o despacho para a comissão especial”, declarou. O pré-candidato também questionou a decisão de deixar o debate para depois das eleições e disse que a redução da jornada precisa ser tratada como uma pauta de interesse dos trabalhadores. “Dizer que é melhor votar depois da eleição é dizer para dezenas de milhões de trabalhadores e trabalhadoras que esse assunto, o direito à vida e a ter mais tempo útil para a própria vida, deve ser deixado para depois”, afirmou. Durante o evento, Maurício Rands destacou ainda que a discussão precisa envolver diferentes setores da economia, incluindo micro e pequenas empresas. Segundo ele, é necessário construir uma regulamentação que permita a implementação da jornada reduzida sem comprometer os empregos. “Vamos juntos em busca da escala 5x2”, reforçou o pré-candidato. Mais detalhes no www.folhadecaruaru.com.br 📲 #folhadecaruaru #caruaru
Maurício Rands defende fim da escala 6x1 e cobra votação da proposta no Congresso O pré-candidato a deputado federal pelo Avante, Maurício Rands, defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 durante debate realizado na sede da OAB Pernambuco. Ao participar da discussão sobre a proposta que prevê a adoção da jornada 5x2, Rands afirmou que a mudança representa um avanço na qualidade de vida dos trabalhadores e cobrou maior agilidade do Congresso Nacional na análise da matéria. Durante o evento, o pré-candidato criticou a demora na tramitação da proposta e afirmou que há condições para que o texto seja votado ainda neste semestre. Segundo ele, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mantém a Proposta de Emenda à Constituição parada desde o despacho para criação da comissão especial. Rands também rebateu a ideia de deixar a discussão para depois das eleições, argumentando que milhões de trabalhadores aguardam uma definição sobre um tema que considera fundamental para garantir mais tempo de descanso e convivência familiar. Maurício Rands destacou ainda que a redução da jornada deve ser debatida de forma ampla, levando em consideração os impactos para diferentes segmentos da economia, especialmente micro e pequenas empresas. Para o pré-candidato, é possível construir uma regulamentação que preserve os empregos e permita a implementação da escala 5x2, defendendo que o debate avance de forma equilibrada entre os interesses dos trabalhadores e do setor produtivo.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE) promoveu, nesta quinta-feira (9), audiência pública em que debateu a proposta de extinção da escala de trabalho 6×1. O encontro aconteceu no auditório da sede da instituição, no bairro de Santo Antônio, no Recife, e reuniu representantes da advocacia, do Ministério Público do Trabalho (MPT), do movimento sindical, da sociedade civil e da política para discutir os impactos jurídicos, sociais e econômicos da matéria. A discussão ocorre em um momento de ampla repercussão nacional sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, com o fim da escala 6×1 e sem redução salarial. A proposta encontra-se em tramitação no Congresso Nacional. O debate foi aberto pela vice-presidente da OAB Pernambuco, Schamkypou Bezerra, conduzido pelo secretário-geral, Max Maciel, e contou com a participação do presidente da Comissão Especial de Direito Sindical do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Jairo Souza.
Se tem uma coisa que tem pautado as conversas no Brasil inteiro é o fim da escala 6x1. Quem trabalha 6 dias pra descansar só 1 sabe que isso não é vida, é sobrevivência. No Senado, seguimos na luta, mas é na rua, com o trabalhador, que esse debate se resolve. Chegou a hora de ter tempo pra viver. Um Brasil melhor começa respeitando quem trabalha.
Proposta restabelece a ultratividade das normas trabalhistas até nova negociação 📸 Marcelo Camargo/Agência Brasil ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
A senadora Teresa Leitão (PT-PE) defendeu, nesta quarta-feira (8), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), após críticas feitas pelo líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), sobre a tramitação da PEC que propõe o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. A proposta, que prevê mudanças na escala de trabalho dos brasileiros, tem gerado debates entre parlamentares sobre o ritmo de análise no Congresso. Teresa Leitão afirmou que é necessário respeitar o processo legislativo e o diálogo entre as instituições. Foto: Gontijo/Senado Federal *digital *bm #digital #radiojornal #edicaodomeiodia #politca #teresaleitao #davialcolumbre
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE) realiza, nesta quinta-feira (9), às 17h, uma audiência pública para discutir a proposta de extinção da escala de trabalho 6x1. O encontro ocorrerá no auditório da sede da instituição, no bairro de Santo Antônio, no Recife, e reunirá representantes da advocacia, do Ministério Público do Trabalho (MPT), do movimento sindical e da sociedade civil. O debate acontece enquanto tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. A abertura será conduzida pela presidente da OAB-PE, Ingrid Zanella. Também participarão o presidente da Comissão Especial de Direito Sindical do Conselho Federal da OAB, Jairo Souza; o presidente da Comissão de Direito do Trabalho da OAB-PE, Ricardo Varjal; a vice-presidente da seccional, Schamkypou Bezerra; o secretário-geral, Max Maciel; o procurador do MPT em Pernambuco, Leonardo Osório; além de representantes de entidades sindicais e de outros segmentos ligados às relações de trabalho. A audiência é uma iniciativa das comissões de Direito do Trabalho, Direito Sindical, Estudos Constitucionais e Cidadania e Direito da Seguridade Social da OAB-PE, com apoio da Associação dos Advogados Trabalhistas de Pernambuco (AATP). Segundo a entidade, o objetivo é promover um debate sobre os impactos jurídicos, sociais e econômicos da proposta. Serviço Audiência Pública – Fim da Escala de Trabalho 6x1 Data: 9 de julho de 2026 (quinta-feira) Horário: 17h Local: Auditório da OAB Pernambuco – Rua do Imperador Pedro II, nº 346, Santo Antônio, Recife. 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (UB-AP) afirmou que não aceitará “ameaças e intimidações de quem quer que seja” após declarações do líder do PT na Câmara, Pedro Uczai. O presidente do Senado respondeu às cobranças por mais rapidez na tramitação da PEC do fim da escala 6 por 1. Em nota, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre disse que definir a pauta é prerrogativa exclusiva da Mesa do Senado. Também afirmou que ameaças e tentativas de constrangimentos institucionais não aceleram a tramitação das propostas. Mais cedo, o deputado líder do PT na Câmara, Pedro Uczai declarou que Davi Alcolumbre seria tratado como “inimigo dos trabalhadores” caso não encaminhasse a PEC à Comissão de Constituição e Justiça até a próxima semana.
Em sua atuação como a nova líder do governo no Senado, a senadora Teresa Leitão (PT) ressaltou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que propõe o fim da jornada de trabalho 6x1, é uma prioridade legislativa. Em entrevista à CNN, a parlamentar afirmou que o projeto deve ser tratado como uma questão de convicção social e não como mera ferramenta de disputa eleitoral. "Eu não estou tratando do efeito eleitoral. Eu acho que isso a gente tem que afastar. Se alguém está usando isso como plataforma eleitoral, eu acho que não é bom. Isso é mais do que uma plataforma eleitoral. O interesse do governo em aprovar essa PEC, que não é de sua autoria, é de autoria do legislativo, é um interesse de convicção, de convicção de que o conteúdo dessa PEC vai melhorar a vida da sociedade, vai melhorar a vida de nós mulheres, isso vai ter repercussão positiva na família. Pais, mães e filhos vão ter mais tempo de convívio, e a defesa da família está presente em todas as ações do nosso governo", declarou. Na análise da senadora, a proposta não deve ser tratada sob o calendário eleitoral e ressalta que o pleito não vai atrapalhar "o processo de votação de projetos que são de interesse da população e do povo". "Essa PEC, para mim, se insere nesse contexto. A gente vai ter que ter muita articulação para o tempo calendário não ser maior do que o tempo político e para o tempo político ajudar o tempo calendário. Eu não quero tratar dessas duas questões com o antes ou depois da eleição, porque não estou tratando do efeito eleitoral". Para Teresa Leitão, há necessidade de o Senado destravar o projeto, já aprovado na Câmara dos Deputados. "A Câmara já aprovou. Então, o Senado precisa também destravar o que está travado. Se der tempo da gente votar agora, até antes do recesso, dar os primeiros passos, ótimo. Senão, a gente vai; o recesso termina em 31 de julho. E nós vamos trabalhar com essa realidade". Foto: Rafael Vieira/DP Foto #teresaleitão #escala6x1 #política
ALCOLUMBRE ADIA DEBATE SOBRE O FIM DA ESCALA 6X1 PARA DEPOIS DAS ELEIÇÕES O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu adiar a discussão sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. Segundo o parlamentar, um tema com grande impacto nas relações trabalhistas e na economia não deve ser debatido em meio ao calendário eleitoral, ficando para depois das eleições. A proposta tem mobilizado sindicatos, representantes dos trabalhadores e do setor produtivo. Os defensores da mudança afirmam que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida, a produtividade e a saúde dos trabalhadores. Já empresários e especialistas alertam para possíveis impactos sobre os custos de contratação, especialmente em setores que dependem de mão de obra intensiva. Ao adiar a discussão, Alcolumbre argumenta que o tema precisa ser analisado com equilíbrio, ouvindo trabalhadores, empregadores e especialistas, evitando que o debate seja contaminado pelo ambiente político-eleitoral. Com isso, a expectativa é que a proposta volte à pauta do Congresso apenas após o encerramento das eleições, quando haverá maior espaço para negociações e construção de um consenso entre as diferentes correntes políticas. A decisão mantém em suspenso uma das discussões mais relevantes da agenda trabalhista brasileira, que poderá influenciar diretamente o mercado de trabalho, empresas e milhões de trabalhadores em todo o país. Chefe Renato | Análises, bastidores e a verdade dos fatos.
A audiência pública realizada no Senado Federal para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 foi marcada por uma declaração da diretora-executiva jurídica da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luciana Nunes Freire. Durante o debate, a representante da Fiesp questionou como ficaria o funcionamento de alguns serviços caso a jornada de trabalho fosse reduzida. Ao citar os salões de beleza, ela perguntou: "Quem vai abrir o salão?", afirmando que muitas pessoas utilizam esse tipo de serviço aos sábados. Luciana também mencionou o funcionamento de supermercados e farmácias aos domingos como exemplo de setores que, segundo ela, poderiam enfrentar dificuldades com mudanças na jornada de trabalho. A declaração repercutiu entre parlamentares presentes na audiência e nas redes sociais. Defensores da proposta argumentaram que o texto da PEC não prevê o fechamento de estabelecimentos, mas a reorganização das jornadas por meio de escalas de revezamento, de forma a manter os serviços em funcionamento enquanto amplia o período de descanso dos trabalhadores. (Imagem: TV Senado/ Reprodução) #Política #Senado #6X1 *ll *digital
Segundo a representante das indústrias paulistas, reduzir a escala 6x1 pode impedir as mulheres de cuidar dos cabelos e ir ao supermercado no final de semana. Em audiência pública realizada no Senado nesta terça-feira (1º) para debater a redução da jornada de trabalho no Brasil, Luciana Nunes Freire, diretora-executiva jurídica da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) disse ser contrária à redução da escala de trabalho 6×1 porque mulheres vão ao salão de beleza aos sábados. Durante seu pronunciamento, a representante das indústrias paulistas argumentou que a medida afetaria o funcionamento de comércios e serviços essenciais. “Eu trabalho 5×2 e, aos sábados, qualquer mulher que está neste plenário, que está no centro urbano ou que está numa comunidade, vai ao salão de cabeleireiro — e ele vai estar fechado aos sábados para nos atender? Aos domingos eu abasteço o supermercado, eu busco comida para a minha família, eu compro o remédio para a minha mãe; vai estar tudo fechado aos domingos para mim? É certo isso? É certo serviços essenciais fecharem e prejudicarem a população?”, questionou a executiva no plenário do Senado Federal.
Alvo de muitas críticas pela participação na cobertura da Copa do Mundo, enquanto deveria estar cumprindo sua função no Senado, e pela falta de posicionamento a reapeito da votação pelo fim da escala 6x1, Romário deixou claro durante participação virtual em sessão do Senado que irá votar a favor dos trabalhadores. O Senador disse ainda que optou por devolver voluntariamente o salário que receberia durante a Copa do Mundo, mesmo que a tecnologia esteja permitindo suas participações de forma remota no Senado. #Notícias #CopadoMundo #Senado #Romario
Atos públicos pela redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 percorreram as ruas do Recife durante esta terça-feira (30). Convocadas pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, pela CUT, pelo Fórum das Centrais Sindicais e pelo movimento Vida Além do Trabalho (VAT), a mobilização, que acontece em diferentes cidades do país, tem como objetivo ampliar a pressão sobre o Senado Federal para o avanço da tramitação sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, que acaba com a escala. No Recife, os atos começaram pela manhã, às 9h, no cruzamento da Avenida Conde da Boa Vista com a Rua Gervásio Pires, no bairro da Boa Vista, área central do Recife. Às 15h, a panfletagem no Recife voltou a acontecer na avenida e também na Estação Recife do Metrô, no bairro de São José, no centro. Os atos reuniram dirigentes sindicais e trabalhadores em defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial. Hoje, a jornada de trabalho definida é de 44 horas semanais de trabalho para um dia de folga. O presidente da CUT Pernambuco, Paulo Rocha, destaca que o avanço tecnológico permite que o país reduza a jornada de trabalho e gere mais empregos. Ele cita uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que aponta que a redução da jornada de trabalho semanal para 36 horas semanais pode gerar 4,5 milhões de empregos com carteiras assinadas no país. “Temos hoje aproximadamente 5 milhões de desempregados no Brasil, então esses fatores se aproximam. Por outro lado, o Brasil tem um percentual enorme de pessoas que trabalham com adoecimento causado no trabalho e pessoas têm dificuldade de liberação para fazer o seu tratamento. Por vários motivos, acreditamos na aprovação no Congresso Nacional do projeto de lei que trata da redução da jornada de trabalho com fim da escala 6x1 sem redução salarial”, destaca Rocha. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados no dia 27 de maio, foi encaminhada para o Senado Federal e até o momento segue sem avanços. Foto: Agência JC Mazella
Senador Romário anuncia devolução de salário durante a Copa do Mundo para votar PEC do fim da escala 6x1 O senador Romário (PL-RJ) anunciou, em discurso no Plenário do Senado, que devolverá aos cofres públicos o salário correspondente ao período em que atuará como comentarista esportivo na Copa do Mundo de 2026. De acordo com o parlamentar, a decisão de não se licenciar formalmente do cargo foi estratégica: Romário optou por manter o mandato ativo para garantir sua participação na votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a extinção da jornada de trabalho na escala 6x1. “Não receberei salário desde o primeiro dia da Copa e o que for pago será devolvido aos cofres públicos”, declarou o senador. Durante o torneio mundial, Romário continuará exercendo suas funções legislativas e participando das deliberações do Senado de forma remota. #Politica #CopaDoMundo2026 #SenadoFederal
A PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 não deve ser votada pelo Senado antes do recesso parlamentar, previsto para 18 de julho. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, prefere discutir o tema com mais calma e ainda não definiu um prazo para a análise. Nesta quarta-feira (30), o Senado realizará uma audiência pública sobre a proposta. Alcolumbre também deve se reunir com a deputada Erika Hilton, autora da PEC na Câmara dos Deputados. Até o início do recesso, as atividades legislativas devem ocorrer de forma remota, reduzindo o espaço para votação de temas considerados mais sensíveis. #Senado #PEC6x1 #Trabalho #Politica #Brasil
Um levantamento do Ministério do Trabalho aponta que mais de 37 milhões de brasileiros com carteira assinada poderiam ser beneficiados pela redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. Os dados mostram que cerca de 74% dos trabalhadores formais do país cumprem atualmente jornadas superiores a 41 horas por semana e seriam impactados caso a proposta do fim da escala 6x1 seja aprovada pelo Congresso Nacional. ⏰ O debate envolve qualidade de vida, produtividade e os impactos da mudança para trabalhadores e empregadores. 📲 Quer entender como funciona a proposta e quem poderá ser beneficiado? Confira a matéria completa nos Stories! #Escala6x1 #Trabalho #Emprego #JornadaDeTrabalho #Brasil DireitosTrabalhistas Economia Trabalhador Noticias CongressoNacional
Está agendada para quarta-feira (1°)uma sessão de debates temáticosno Senadosobre a proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escalade t... 📸 Tema está em discussão no Senado e já foi aprovado pela Câmara - Foto: Andressa Anholete/Agência Senado ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Aprovamos na Câmara dos Deputados a PEC que acaba com a escala 6x1. Uma conquista histórica construída pela luta e pela mobilização da classe trabalhadora em todo o Brasil. Mas essa luta ainda não acabou. A proposta está parada no Senado. Estamos falando de mais tempo para viver, cuidar da família, descansar e ter qualidade de vida. De garantir dignidade para quem move este país todos os dias. A mobilização precisa continuar. O Senado precisa pautar e aprovar o fim da escala 6x1. Quem trabalha merece tempo pra viver. #aprovasenado
📍Brasil bate recorde de passageiros em voos domésticos em 2026 📍Motoristas de aplicativo têm maior risco de endividamento, alerta pesquisa 📍Fim da escala 6x1 terá sessão de debate temático no Senado ✍🏻 Post por Natália Rodrigues e Mariana Granja #GiroDeNotícias #CNF #CaruaruNoFace #Notícia
A tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Brasil deve seguir travada no Senado em uma semana esvaziada pelas festas de São João, pelo jogo do Brasil contra a Escócia e pelos trabalhos semipresenciais na Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mantém a PEC 221 de 2019 em sua mesa, sem despachá-la para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Como a comissão não marcou reuniões para esta semana, a expectativa é que a PEC siga parada, completando um mês, no próximo sábado (27), desde a aprovação na Câmara dos Deputados. O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), não marca reuniões em semanas semipresenciais, quando os parlamentares podem votar remotamente, devido ao baixo quórum. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil) #alcolumbre #pec6x1 *ls *digital #digital
A tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Brasil deve seguir travada no Senado em uma semana esvaziada pelas festas de São João, pelo jogo do Brasil contra a Escócia e pelos trabalhos semipresenciais na Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mantém a PEC 221 de 2019 em sua mesa, sem despachá-la para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Como a comissão não marcou reuniões para esta semana, a expectativa é que a PEC siga parada, completando um mês, no próximo sábado (27), desde a aprovação na Câmara dos Deputados. O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), não marca reuniões em semanas semipresenciais, quando os parlamentares podem votar remotamente, devido ao baixo quórum. A assessoria da CCJ informou à Agência Brasil que não houve sinalização de Alcolumbre para liberar a PEC. Já a assessoria do presidente do Senado não respondeu à reportagem. Matéria completa no link da Bio.
Hoje celebramos a nova contratação da APAE, que marca o primeiro contrato da Câmara dos Deputados com redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, escala 5x2 e sem qualquer redução salarial. A partir de agora, esse será o padrão para todos os novos contratos da Casa. Um avanço que valoriza quem trabalha, promove mais qualidade de vida e reforça nosso compromisso com condições de trabalho mais justas e humanas.
O governo decidiu retirar a urgência do projeto de lei que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e acaba com a escala 6x1, o que destravaria a pauta da Câmara dos Deputados. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou sobre a decisão do governo a parlamentares na manhã desta terça-feira, 16. O projeto era o único item previsto na pauta da Câmara na tarde desta terça-feira. O relatório, a cargo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA), seria apresentado na reunião de líderes no período tarde. O projeto de lei do governo, que altera regras de categorias específicas, foi encaminhado em abril com urgência constitucional, o que daria a cada Casa legislativa 45 dias para analisar a proposta. Depois disso, passaria a trancar a pauta. No caso da Câmara, a pauta está trancada desde 30 de maio. O governo resistia a retirar a urgência, buscando manter a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que ainda não enviou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a PEC aprovada no final de maio pela Câmara, prevendo o fim da escala 6x1. No entanto, Motta sinalizou insatisfação com a urgência, por travar votações no plenário da Câmara. Na semana passada, o presidente da Casa legislativa disse que tentava com o governo a retirada da urgência. "O governo ainda não retirou a urgência. Caso haja a retirada da urgência até amanhã (quarta-feira), nós devemos apenas pautar o projeto de lei que trata da questão dos combustíveis", completou. Diante da sinalização do Planalto de que manteria a urgência, Motta decidiu pautar o projeto do governo. Segundo governistas, a movimentação foi uma espécie de xeque-mate do presidente da Câmara no governo, que não tem interesse em votar o projeto com o mesmo texto da PEC. Foto: José Cruz/Agência Brasil #HugoMotta #Brasil *politica *lv *digital
Lula (neutro)O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou para a tarde de amanhã (16) uma reunião do colégio de líderes para tratar do projeto de lei (PL) 1838/26, do governo federal, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para cada dia de folga, a escala 6X1. O objetivo é ter pontos do texto esclarecidos pelo relator, o deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA). Encaminhado pelo governo em abril, o projeto define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e oito diárias, além de garantir ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas. (Imagem: Lula Marques/Agência Brasil) *Com informações da Agência Brasil *ab *digital #politica #PL *digital #digital
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que pretende colocar em votação na próxima terça-feira (16) o projeto do governo que trata do fim da escala 6x1. A proposta tramita em regime de urgência e está entre as prioridades da pauta da Câmara. O deputado Leo Prates foi escolhido como relator do texto. Se aprovado pelos deputados, o projeto seguirá para análise do Senado. A proposta prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. #Camara #HugoMotta #Escala6x1 #Politica #Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), travou a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 no Brasil ao manter o texto na Mesa Diretora da Casa, sem despachar para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), disse que não recebeu informação sobre a data de envio da PEC à Comissão. Uma reunião entre Otto e Alcolumbre, prevista para esta semana, foi desmarcada pelo presidente do Senado. Procurada, a assessoria de Alcolumbre não comentou o tema da reportagem. O presidente do Senado também não marcou a reunião de líderes para discutir a pauta. O encontro costuma ocorrer semanalmente. Na semana passada, Alcolumbre afirmou, no plenário, que discutiria a tramitação da PEC do fim da 6x1 na reunião de líderes. Além de instituir a obrigatoriedade de dois dias de descanso remunerado para os trabalhadores por semana, a PEC 221 de 2019 reduz a jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para 40 horas semanais. A cientista política e professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Luciana Santana avalia que o adiamento dessa definição reflete preocupações sobre os impactos econômicos e sobre a resistência, principalmente nos setores empresariais, em relação à redução da jornada de trabalho no Brasil. “É o ano eleitoral. Sobre um tema com essa repercussão social, as lideranças preferem administrar esse tempo da discussão evitando assumir cursos políticos imediatos.” Pesquisas sobre os impactos da PEC na economia têm divergido em relação às consequências para inflação, o Produto Interno Bruto (PIB) e o nível de emprego. De acordo com especialista, a postergação da discussão da PEC sugere que Alcolumbre ainda não tomou decisão política sobre a tramitação, mas pondera que isso não significa rejeição definitiva ao mérito da proposta. Foto: Andressa Anholete/Agência Senado #Escala6x1 *politica *brasil *card *jk *digital
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira 10, que o debate sobre o fim da escala de trabalho 6x1 deve avançar "imediatamente" no País. Atualmente, a proposta está em tramitação no Senado, e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), não dá sinais de que dará a tração desejada pelo Palácio do Planalto. "É importante a gente gerar emprego, valorizar o trabalho, valorizar o salário mínimo e abrir ganho de produtividade. Por isso, a importância da gente avançar com o fim da escala 6x1 imediatamente no País", afirmou Durigan, durante o discurso de abertura da 7ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável (CDESS), mais conhecido como "Conselhão", realizado no Palácio Itamaraty. Durigan disse ainda que discutir a redução da jornada de trabalho significa encarar um tema de "desigualdade no mundo do trabalho". "Quem está na escala 6x1 são os com menor remuneração e que acumulam jornada", comentou. O ministro ainda disse que os trabalhadores brasileiros sofrem pressão para garantir produtividade, destacando a importância do aumento do descanso semanal. "A gente sabe da pressão que os nossos trabalhadores e as nossas trabalhadoras têm para mais eficiência, para ficar engajado de maneira contínua e ininterrupta." Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil #Escala6x1 *jk *card *politica *brasil *digital
Depois que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas foi aprovada na Câmara dos Deputados, uma nova iniciativa apresentada no Senado Federal reacendeu o debate sob outra perspectiva. Trata-se da PEC nº 12/2026, que propõe permitir ao trabalhador a escolha entre o regime tradicional da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e um modelo flexível de remuneração por horas trabalhadas e que nesta terça-feira (9) recebeu a adesão de 1.174 entidades do setor produtivo entre elas as confederações CACB, CNA, CNC, CNI, CNT e da FIESP Elas assinam o manifesto “Uma carta para o Brasil que acorda cedo” defendendo a PEC 12/2026, chamada de PEC do Trabalho Flexível, com o argumento de que ela é a chance de finalmente colocar a decisão na mão de quem move este país: você, trabalhador brasileiro. O manifesto aposta na sinalização do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que propõe que ela seja substitutiva do texto aprovado na Câmara Federal. As entidades avaliam a proposta de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN) é a mais moderna. O novo texto altera o artigo 7º da Constituição Federal para permitir que empregado e empregador, preferencialmente por meio de negociação coletiva, ajustem a jornada de trabalho com base nas horas efetivamente trabalhadas, assegurando a proporcionalidade no pagamento de salários e demais direitos trabalhistas. �E embora reconheça a legitimidade do debate sobre a redução da jornada, a CNC entende que a alteração direta da Constituição tende a elevar custos, exigir reestruturações operacionais e pressionar a geração de empregos formais. Confira mais detalhes em JC.COM.BR Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado #CâmaraFederal #DaviAlcolumbre #Brasil *colunajcnegocios *card *brasil *politica *digital
Senado tem “obrigação” de debater a PEC 6x1, diz Humberto Costa Do Congresso em Foco Durante discurso na tribuna, o senador Humberto Costa (PT) cobrou do Senado o compromisso de avançar com os debates sobre a PEC que extingue a escala de trabalho 6x1. Segundo o parlamentar, a Casa tem a “obrigação” de abordar o tema com profundidade e urgência diante do impacto da proposta na qualidade de vida da população. “Cabe a este Senado, onde a matéria se encontra no momento, votar e aprovar com a urgência devida esse novo marco social para o país e para os seus trabalhadores. Este Senado tem a obrigação de encarar o tema e qualificar o debate com seriedade, com base em evidências e, sobretudo, com compromisso social e olhar humano sobre os milhões de trabalhadores deste país”, declarou. Humberto Costa afirma que a demora do Senado em dar andamento à matéria contribui para a manutenção de “um ciclo contínuo de desgaste que compromete a saúde física, mental e emocional dos trabalhadores; significa famílias esvaziadas de convivência, relações fragilizadas e uma sociedade que naturaliza o cansaço como regra”. Para o congressista, a decisão sobre o fim da escala 6x1 está relacionada ao projeto de sociedade que o país pretende construir. “Eu pergunto: que tipo de sociedade nós queremos ser? Uma sociedade que extrai até o limite a energia do trabalhador e da trabalhadora ou uma sociedade que compreende que o trabalho deve servir à vida, e não o contrário?”, questionou.
💼📢 PEC DO FIM DA ESCALA 6×1 AVANÇA NO SENADO O Senado Federal deve definir nesta semana o cronograma de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. O texto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, estabelece dois dias de descanso por semana e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. A expectativa é que a proposta comece sua análise pelas comissões da Casa, iniciando pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Antes de seguir para votação em plenário, o Senado pretende ouvir representantes de diversos setores envolvidos no tema. Para ser aprovada, a PEC precisará obter o apoio de pelo menos três quintos dos senadores em duas votações consecutivas. Caso o texto seja alterado, retornará à Câmara dos Deputados para nova análise. A proposta tem gerado amplo debate entre trabalhadores, empregadores e especialistas, principalmente pelos impactos que pode trazer às relações de trabalho e à organização das atividades econômicas no país. 📲 E você, o que pensa sobre a possibilidade de uma jornada semanal com dois dias obrigatórios de descanso? #PEC6x1 #Trabalho #SenadoFederal #JornadaDeTrabalho #Economia #Brasil #DireitosTrabalhistas #Notícias
O Senado Federal deve dar início, ainda essa semana, às discussões sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem apenas um dia de descanso. A expectativa é que o tema seja debatido entre os líderes partidários e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em reunião prevista para esta semana. A reportagem da CNN destaca que a proposta chegou ao Senado após ser aprovada pela Câmara dos Deputados e é considerada uma das pautas mais progressistas em discussão no Congresso Nacional. Apesar da pressão por uma tramitação rápida, Alcolumbre já sinalizou que o texto deverá passar pela análise das comissões da Casa antes de seguir para votação em plenário. Leia a matéria completa, link nos stories, ou acessando www.araripinaemfoco.com 📝 Edição: Alline Ribeiro ✍🏻 Redação: Renan David 📸 Reprodução #araripina #noticias #araripinaemfoco #pernambuco #sertaodoararipe
“Mês de São João” esvazia Congresso na pré-campanha e ameaça votações Por: Luciana Daraiva Do Metrópoles As festas de São João tendem a esvaziar o Congresso Nacional em junho todos os anos. Em 2026, porém, o impacto pode ser maior, com reflexos sobre o calendário de votações importantes para o ano eleitoral. É o caso de matérias de diferentes áreas, como a trabalhista, cuja pauta principal é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1, e a econômica, como o Projeto de Lei Complementar (PLP) que busca baratear os combustíveis. Quais pautas estão pendentes: * PEC do fim da 6×1: redução do teto constitucional de 44 para 40 horas semanais e dois dias de descanso. Tramita no Senado. * PEC da Segurança: inclusão do Sistema Único da Segurança Pública na Constituição e endurecimento no tratamento de facções criminosas e milícias. Tramita no Senado. * PLP dos Combustíveis: cria exceção na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para permitir o uso da arrecadação extra com petróleo como fonte de financiamento para reduzir tributos sobre combustíveis. Tramita na Câmara. * PL dos Minerais Críticos: cria a política nacional de minerais críticos e estratégicos, além da criação de fundo de exploração e comitê especial. Tramita no Senado. * PL das especificidades do fim da 6×1: projeto enviado pelo governo para o fim da 6×1 em regime de urgência constitucional. Deverá conter as regras setoriais para a redução de jornada. Tramita na Câmara. Além dele, o governo deverá discutir regras e exceções para empreendedores individuais na redução da escala.
Vamos falar sobre o fim da escala 6x1? A proposta prevê que o trabalhador passe a ter duas folgas semanais remuneradas, em vez de apenas uma, reduzindo a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Mas é importante destacar que o projeto ainda não está aprovado. Após avançar na Câmara, ele agora segue para análise no Senado, onde ainda deverá passar por diversas comissões antes de uma possível aprovação. Ou seja, ainda existe um longo caminho pela frente. De qualquer forma, a sua empresa já deve começar a acompanhar o tema, se planejar e avaliar os possíveis impactos dessa mudança na rotina e nos custos do negócio.
Ontem foi o Dia Mundial da Corrida. E eu aproveito para celebrar esse esporte que venho descobrindo e que tem me desafiado a cada nova etapa. Seguimos correndo também por uma causa justa. Aprovamos na Câmara o fim da escala 6x1, uma conquista histórica para a classe trabalhadora brasileira. Agora, a mobilização da sociedade é fundamental para pressionar o Senado e garantir a aprovação dessa mudança com a urgência que o povo merece. Seguimos ao lado do presidente Lula, trabalhando por mais qualidade de vida, mais tempo para a família, para o lazer, para os estudos e para viver.
Lula (positivo)Durante a reunião do Conselho Deliberativo da FETAEPE, destaquei a importância de mantermos acesa nossa luta pela aprovação do fim da escala 6x1, projeto que tramita no Senado. Devemos seguir em sentinela, porque ainda enfrentamos forças atrasadas que tentam impedir o avanço das conquistas da classe trabalhadora — que clama pelo direito a uma vida digna, com tempo para a convivência familiar, o descanso e o lazer. Vamos avançar na luta! #fimdaescala6x1 #trabalhodigno #direitoaolazer
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, afirmou que a PEC que prevê o fim da escala 6x1 deverá tramitar pelas comissões da Casa antes de ser votada em plenário. Segundo Alcolumbre, o objetivo é ampliar o debate sobre a proposta e permitir que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados possa ser “melhorado” pelos senadores. O senador também defendeu que a discussão ocorra “sem pressa”, ouvindo representantes de trabalhadores, empresários e diferentes setores da sociedade. A definição sobre o rito de tramitação deve ocorrer após reunião de líderes na próxima semana. Durante pronunciamento, Alcolumbre criticou a pressão para que o Senado apenas confirme o texto aprovado pelos deputados sem aprofundar o debate sobre a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. Caso a PEC seja modificada pelos senadores, a proposta precisará retornar à Câmara para nova análise dos deputados. Foto: Lula Marques/Agência Brasil *digital *bm #digital #radiojornal #alcolumbre #politica #fimdaescala6x1 #brasil
Lula (neutro)Os líderes partidários do Senado devem se reunir na próxima terça-feira (9) que vem para discutir o cronograma de análise da PEC que põe fim à escala 6 por 1. Nesta terça (2), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a Casa não pode apenas "carimbar" a proposta que acaba com a escala 6 por 1 e reduz a jornada de trabalho. A PEC foi aprovada pela Câmara na semana passada e agora precisa do aval dos senadores. O projeto aprovado pelos deputados prevê duas folgas semanais e reduz a jornada de 44 para 40 horas por semana em até 14 meses. Segundo Alcolumbre, o texto deverá passar por pelo menos uma comissão antes de ser analisado pelo plenário. #noticias
ALCOLUMBRE DESCARTA VOTAÇÃO IMEDIATA DA PEC 6X1 NO SENADO O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a escala 6×1 não será votada diretamente no plenário, mas passará pelas comissões do Senado para uma avaliação aprofundada. Alcolumbre enfatizou a importância de debater a proposta, que afeta as relações de trabalho, e rejeitou pressões para acelerar a votação. Ele destacou que o Senado deve agir com cautela, especialmente em um ano eleitoral, e que a tramitação da PEC aprovada pela Câmara ainda aguarda despacho para início. Além disso, uma proposta alternativa da oposição, que permite jornadas de trabalho de até seis dias e prioriza acordos diretos entre empregado e empregador, também está em tramitação. Alcolumbre reiterou a necessidade de tempo para uma análise cuidadosa e possível aperfeiçoamento da proposta.
A pré-candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes, destacou a aprovação da PEC que reduz a jornada de trabalho e propõe o fim da escala 6×1 como uma conquista histórica, especialmente para as mulheres brasileiras, principais afetadas pela sobrecarga de trabalho dentro e fora de casa. Defensora da pauta, Marília afirmou que a proposta vai além da questão trabalhista e impacta diretamente a qualidade de vida das famílias. “Essa é uma conquista histórica porque significa devolver tempo de vida às pessoas. Para as mulheres, que enfrentam dupla e até tripla jornada, isso representa mais qualidade de vida, mais convivência familiar e mais divisão das tarefas domésticas”, afirmou. Segundo ela, a aprovação da PEC também representa uma vitória das forças progressistas e do governo do presidente Lula diante da resistência de setores conservadores. Apesar do avanço na Câmara dos Deputados, Marília ressaltou que a mobilização precisa continuar, já que a proposta seguirá para análise no Senado Federal. “Não podemos tratar essa conquista como uma batalha encerrada. O Senado será uma etapa decisiva e a participação da sociedade continuará sendo fundamental”, destacou. Para Marília, a mudança representa um passo importante para a construção de um país mais justo, valorizando o trabalho sem abrir mão da dignidade e do fortalecimento das famílias.
Lula (positivo)O deputado estadual Lucas Ramos voltou a defender o fim da escala 6x1 e a construção de uma jornada de trabalho mais justa, equilibrada e humana para os trabalhadores brasileiros. Segundo Lucas Ramos, avançar de verdade significa valorizar a vida de quem acorda cedo todos os dias para ajudar a construir o futuro do país. Para ele, o debate sobre o fim da escala 6x1 vai além de produtividade e números econômicos, tratando principalmente de dignidade e qualidade de vida. “O trabalhador merece ter tempo para a família, para o descanso, para o estudo e para viver além do emprego. Quem gera a riqueza do nosso país precisa ser respeitado”, destacou. O parlamentar também defendeu a modernização das relações de trabalho, afirmando que saúde mental, bem-estar e equilíbrio entre vida pessoal e profissional devem ser prioridades dentro das políticas trabalhistas. “O trabalho dignifica, mas o descanso é um direito básico. Uma sociedade mais justa também passa por garantir melhores condições para quem move a economia diariamente”, afirmou. Lucas Ramos reforçou ainda apoio às discussões que buscam reduzir jornadas exaustivas e ampliar os direitos trabalhistas, defendendo mais equilíbrio, qualidade de vida e respeito aos trabalhadores brasileiros.
A Proposta de Emenda à Constituição que institui o fim da escala de trabalho 6x1 foi aprovada pela maioria da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (27). Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra. Agora, o texto segue para aprovação do Senado Federal. Os deputados federais pernambucanos votaram a favor da proposta no primeiro e segundo turno, com exceção do deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), que esteve ausente na última sessão. Segundo o texto, a redução da carga horária semanal será sem redução de salários e haverá uma transição para chegar às 40 horas. Depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional, já valerão os dois dias de descanso remunerado por semana, um dos quais preferencialmente aos domingos. A PEC garante que as 8 horas diárias e 40 horas semanais com dois dias de descanso serão aplicadas aos contratos de trabalho em vigor sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie. A manutenção do salário será aplicada inclusive aos pisos salariais. Vídeo: Reprodução/TV Câmara
Coronel Meira (neutro)A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição que decreta o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de folga). De acordo com a proposta, a implementação deve durar até 14 meses. Antes de ser promulgado, o texto ainda vai ser discutido no Senado. No entanto, o projeto deve encontrar resistências no Senado. Interlocutores do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), apontam que apesar do apelo social, a tramitação não será acelerada no Casa, mas que o texto deve ser aprovado antes das eleições deste ano. Quando as mudanças começam a valer? Segundo o texto aprovado pelos deputados, o fim da escala 6x1 passará a valer 60 dias após a promulgação da PEC, mas as empresas terão até 14 meses para se adaptarem às novas regras. A redução da jornada semanal será feita de forma gradual: - redução inicial de duas horas semanais em até dois meses após a promulgação; - redução total de quatro horas em até 12 meses após a primeira etapa. O fim da escala 6x1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto. A promulgação só acontece se a proposta for aprovada no Senado. Caso a casa modifique a PEC, o novo texto volta para a Câmara que aceita ou rejeita as mudanças. Se houver rejeição, a proposta volta ao Senado. O texto final precisa ser aprovado pelas duas casas para ser promulgado. Fonte: G1
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g1 – A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição que decreta o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de folga). De acordo com a proposta, a implementação deve durar até 14 meses. Antes de ser promulgado, o texto ainda vai ser discutido no Senado. Uma PEC é um projeto legislativo que altera o texto da Constituição Federal, a principal norma do Estado brasileiro. Como mudam a Constituição, as PECs precisam ser aprovadas em dois turnos nas duas casas do Congresso Nacional. No entanto, o projeto deve encontrar resistências no Senado.Interlocutores do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), apontam que apesar do apelo social, a tramitação não será acelerada no Casa, mas que o texto deve ser aprovado antes das eleições deste ano. Quando as mudanças começam a valer? Segundo o texto aprovado pelos deputados, o fim da escala 6×1 passará a valer 60 dias após a promulgação da PEC, mas as empresas terão até 14 meses para se adaptarem às novas regras. A redução da jornada semanal será feita de forma gradual: redução inicial de duas horas semanais em até dois meses após a promulgação; redução total de quatro horas em até 12 meses após a primeira etapa. O fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto. A promulgação só acontece se a proposta for aprovada no Senado. Caso a casa modifique a PEC, o novo texto volta para a Câmara que aceita ou rejeita as mudanças. Se houver rejeição, a proposta volta ao Senado. O texto final precisa ser aprovado pelas duas casas para ser promulgado. O período de transição foi um dos principais pontos de negociação nas últimas semanas. Empresários e entidades patronais pediam prazo para adaptação às novas regras. Inicialmente contrário à transição, o governo acabou fechando acordo para permitir a implementação gradual das mudanças, em um período de até 14 meses. O que muda com a PEC O texto determina que: trabalhadores terão direito a duas folgas remuneradas por semana; pelo menos uma delas deverá ocorrer, preferencialmente, aos domingos; Leia mais em www.blogdofinfa.com.br
O senador Humberto Costa (PT) projeta a aprovação da PEC que extingue a escala de trabalho 6x1, sem redução salarial, no Senado Federal. A matéria foi aprovada na Câmara dos Deputados, nessa quarta-feira (28), e agora precisa passar pela Casa Alta, onde exige o apoio de três quintos dos senadores, ou seja, 49 votos favoráveis, em dois turnos de votação. "Sou muito otimista quanto à possibilidade de aprovarmos a PEC. A pressão será maior e mais eficaz do que foi na Câmara dos Deputados. Mas tem que haver pressão, não pode deixar de haver", afirmou o senador. A PEC altera a Constituição Federal para garantir dois dias de repouso semanal remunerado, tornando a escala 5x2 o modelo de referência, sem redução salarial para o trabalhador. Em 60 dias após a promulgação, a jornada semanal cai de 44 para 42 horas, chegando a 40 horas semanais após o fim de 12 meses. O senador assegurou que está plenamente engajado na mobilização pela pauta dentro do Senado, que ainda não tem data prevista votar o projeto. "Trabalhadoras e trabalhadores terão mais tempo para o descanso, para ficar com a família, com os filhos, para praticar sua fé, para o lazer. No Senado, vamos lutar firmemente pela rápida aprovação. Não vamos esmorecer", afirmou o parlamentar. Humberto Costa também cobra que os senadores críticos à PEC expliquem aos eleitores porque votariam contra uma mudança que beneficiará milhões de trabalhadores. "Nossa luta no Senado será para que votemos a PEC até antes do recesso parlamentar, que começa em 17 de julho. Não podemos deixar para depois. É um assunto de hoje, que está mobilizando a população brasileira e o Senado precisa dar uma resposta rápida em favor do trabalhador brasileiro. Essa luta é do povo e o povo está atento a isso, está atento ao Senado e ao posicionamento dos senadores em relação a essa pauta", finalizou o parlamentar. #CaruaruAgora #Caruaru
Humberto Costa (neutro)A Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6 x 1 — jornada em que o trabalhador só tem um dia de folga na semana. Foram 461 votos a favor e apenas 19 contra no segundo turno de votação. O texto agora segue para o Senado Federal, onde precisará do apoio de 3/5 dos parlamentares (49 votos dos 81 senadores). Por se tratar de uma PEC, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos nas duas Casas do Congresso, com texto idêntico em ambas. "Estamos em um dia histórico para o Brasil, para os trabalhadores brasileiros e para este Parlamento", disse o presidente da Câmara, Hugo Motta, que abraçou a proposta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após mobilização liderada por trabalhadores organizados no Movimento VAT (Vida Além do Trabalho). "Hoje, a Câmara dos Deputados deu o primeiro passo para escrever na nossa Carta Magna uma mudança fundamental para os trabalhadores e trabalhadoras, a maior parte do país. A maior [mudança para os trabalhadores] do país desde a Constituição de 1988", reforçou Motta. Opositores da proposta dizem que o Palácio do Planalto adotou a redução da jornada de trabalho como bandeira eleitoral para tentar impulsionar a reeleição de Lula. A PEC prevê uma transição curta para a mudança, o que pode trazer impactos ainda neste ano. Após acordo selado na segunda-feira (25/5) entre Hugo Motta e Lula, o texto aprovado prevê que a obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga entre em vigor 60 dias depois da promulgação da alteração constitucional, etapa que ocorre logo após a aprovação no Congresso. Já a redução da jornada de 44 horas semanais para 40 horas entraria em vigor em duas etapas. Primeiro, haveria a redução para 42 horas, também após os 60 dias. O limite de 40 horas seria alcançado após mais um ano.
Lula (neutro)Durante debate sobre a PEC que discute o fim da escala 6x1, o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou atenção ao defender a redução da jornada de trabalho para que os trabalhadores tenham mais tempo com a família e possam “fazer seu s3xo em paz”. Segundo o parlamentar, a escala 5x2 garante mais dignidade e qualidade de vida para os trabalhadores brasileiros. A PEC 221/19 em discussão prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, mantendo os salários e garantindo dois dias de descanso por semana. O tema tem gerado grande repercussão e dividido opiniões nas redes sociais e no meio político. #PEC6x1 #EscalaDeTrabalho #Brasil #Política #Trabalhador
Deputados aprovam PEC pelo fim da escala de trabalho 6x1. Saiba mais na reportagem acima. #tvtribunape #jornaldatribuna1ªedição
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou nas redes sociais a aprovação da proposta que prevê o fim da escala 6x1 na Câmara dos Deputados. Em publicação feita nesta quinta-feira (28), Lula classificou a medida como uma “conquista histórica e civilizatória”, destacando que a proposta garante redução da jornada de trabalho sem corte de salários. Segundo o presidente, a mudança representa mais qualidade de vida para os trabalhadores, permitindo mais tempo para descanso, convivência com a família, estudos e cuidados com a saúde. Lula também afirmou que a medida beneficia especialmente as mulheres, que historicamente enfrentam jornadas mais longas e desiguais. O presidente ainda agradeceu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, e aos parlamentares que apoiaram a proposta. Agora, o texto segue para análise no Senado Federal. Foto: Reprodução/Internet #CaruaruAgora #Caruaru
A Proposta de Emenda à Constituição que institui o fim da escala de trabalho 6x1 foi aprovada pela maioria da Câmara dos Deputados na última quarta-feira
O BRASIL PODE ESTAR PRESTES A DAR ADEUS À ESCALA 6X1 A Câmara dos Deputados aprovou a PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso para os trabalhadores brasileiros. A proposta, que ainda será analisada pelo Senado, promete mudar a rotina de milhões de pessoas que trabalham seis dias seguidos para folgar apenas um. O texto prevê: ▪️ redução gradual da jornada; ▪️ fim da escala 6x1; ▪️ dois dias de descanso semanal; ▪️ manutenção dos salários. O debate divide opiniões entre trabalhadores e empresários, mas já entrou para a história como uma das maiores discussões trabalhistas do país nos últimos anos. Leia o artigo completo em filonoticias.net / charlesaraujo.com.br #FiloNoticias #Escala6x1 #Trabalho #Brasil #CLT #DireitosTrabalhistas #JornadaDeTrabalho #Noticia
Veja como votaram os deputados pernambucanos A Câmara dos Deputados aprovou na noite da quarta-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite o fim da escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais (veja vídeo acima). Os 25 deputados pernambucanos votaram no primeiro turno, mas Eriberto Medeiros (PSB) faltou à segunda discussão (veja mais abaixo). O texto segue agora para avaliação do Senado, onde ainda não tem previsão para ser votada. Após 60 dias da promulgação, todas as convenções e acordos coletivos que sejam incompatíveis com as novas jornadas de trabalho perdem a validade automaticamente. Na Câmara Federal, a proposta foi aprovada por 472 votos a 22 em primeiro turno e 461 a 19 votos no segundo turno. Para aprovar uma PEC é necessário o voto de 308 deputados em dois turnos. Ainda não há data para votação no Senado, onde são necessários 49 senadores favoráveis nos dois turnos. Veja como os deputados federais pernambucanos votaram: Primeiro turno André Ferreira (PL-PE) - votou sim Augusto Coutinho (Republican-PE) - votou sim Carlos Veras (PT-PE) - votou sim Clarissa Tércio (PP-PE) - votou sim Clodoaldo Magalhães (PV-PE) - votou sim Coronel Meira (PL-PE) - votou sim Eduardo da Fonte (PP-PE) - votou sim Eriberto Medeiros (PSB-PE) - votou sim Felipe Carreras (PSB-PE) - votou sim Fernando Coelho (União-PE) - votou sim Fernando Monteiro (PSD-PE) - votou sim Fernando Rodolfo (PRD-PE) - votou sim Guilherme Uchoa (PSD-PE) - votou sim Iza Arruda (MDB-PE) - votou sim Lucas Ramos (PSB-PE) - votou sim Luciano Bivar (MDB-PE) - votou sim Lula da Fonte (PP-PE) - votou sim Maria Arraes (PSB-PE) - votou sim Mendonça Filho (PL-PE) - votou sim Pastor Eurico (PSDB-PE) - votou sim Pedro Campos (PSB-PE) - votou sim Renildo Calheiros (PCdoB-PE) - votou sim Silvio Costa Filho (Republican-PE) - votou sim Túlio Gadêl ha (PSD-PE) - votou sim Waldemar Oliveira (Avante-PE) - votou sim
Coronel Meira (neutro)Eduardo da Fonte (neutro)Mendonça Filho (neutro)Túlio Gadelha (neutro)FIM DA ESCALA 6×1: SAIBA COMO VOTARAM OS DEPUTADOS DE PERNAMBUCO O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira, 27 de maio, em primeiro e segundo turnos, a Proposta de Emenda à Constituição que põe fim à escala de trabalho 6×1. Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra. No primeiro turno, todos os deputados federais de Pernambuco a favor da proposta, que estabelece jornada de trabalho de 40 horas semanais em cinco dias com dois de descanso. Mais tarde, na segunda votação, o deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE) estava ausente. Os demais integrantes da bancada pernambucana mantiveram votos favoráveis à PEC. Confira a lista completa: Primeiro turno – Votos favoráveis: André Ferreira (PL-PE) Augusto Coutinho (Republicanos-PE) Carlos Veras (PT-PE) Clarissa Tércio (PP-PE) Clodoaldo Magalhães (PV-PE) Coronel Meira (PL-PE) Eduardo da Fonte (PP-PE) Eriberto Medeiros (PSB-PE) Felipe Carreras (PSB-PE) Fernando Coelho (União-PE) Fernando Monteiro (PSD-PE) Fernando Rodolfo (PRD-PE) Guilherme Uchoa (PSD-PE) Iza Arruda (MDB-PE) Lucas Ramos (PSB-PE) Luciano Bivar (MDB-PE) Lula da Fonte (PP-PE) Maria Arraes (PSB-PE) Mendonça Filho (PL-PE) Pastor Eurico (PSDB-PE) Pedro Campos (PSB-PE) Renildo Calheiros (PCdoB-PE) Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) Túlio Gadêlha (PSD-PE) Waldemar Oliveira (Avante-PE) Segundo turno – Votos favoráveis: André Ferreira (PL-PE) Augusto Coutinho (Republicanos-PE) Carlos Veras (PT-PE) Clarissa Tércio (PP-PE) Clodoaldo Magalhães (PV-PE) Coronel Meira (PL-PE) Eduardo da Fonte (PP-PE) Felipe Carreras (PSB-PE) Fernando Coelho (União-PE) Fernando Monteiro (PSD-PE) Fernando Rodolfo (PRD-PE) Guilherme Uchoa (PSD-PE) Iza Arruda (MDB-PE) Lucas Ramos (PSB-PE) Luciano Bivar (MDB-PE) Lula da Fonte (PP-PE) Maria Arraes (PSB-PE) Mendonça Filho (PL-PE) Pastor Eurico (PSDB-PE) Pedro Campos (PSB-PE) Renildo Calheiros (PCdoB-PE) Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) Túlio Gadêlha (PSD-PE) Waldemar Oliveira (Avante-PE) Ausência: Eriberto Medeiros (PSB-PE) Leia mais em www.blogradardenoticias.com.br
Coronel Meira (positivo)Eduardo da Fonte (positivo)Mendonça Filho (positivo)Túlio Gadelha (positivo)A aprovação, na Câmara dos Deputados, do debate em torno do fim da escala seis por um coloca o Congresso diante de um dos temas mais sensíveis da atualidade: a relação entre produtividade, qualidade de vida e mercado de trabalho. A pauta ganhou força nas redes sociais, encontrou eco entre trabalhadores e passou a pressionar diretamente parlamentares, sobretudo em grandes centros urbanos, onde a discussão sobre saúde mental e jornadas exaustivas virou tema cotidiano. Politicamente, a proposta tem um forte apelo popular. Defender o fim da escala seis por um é falar diretamente com milhões de brasileiros que convivem com rotina pesada e pouco tempo para a família. Por outro lado, setores empresariais já acendem o alerta sobre impactos econômicos, aumento de custos e dificuldades operacionais, principalmente no comércio e nos serviços. O debate tende a dividir o Congresso entre o discurso social e a preocupação fiscal e econômica. No meio dessa disputa, o governo Lula tenta se aproximar de uma agenda mais conectada ao trabalhador, enquanto a oposição deve explorar os possíveis impactos econômicos da medida. Em Pernambuco, o tema também tem potencial de repercussão eleitoral, sobretudo entre categorias urbanas e trabalhadores do setor de serviços. A discussão saiu das redes e entrou de vez no campo político.
Lula (neutro)A Proposta de Emenda à Constituição que institui o fim da escala de trabalho 6x1 foi aprovada pela maioria da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (27). Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra. Agora, o texto segue para aprovação do Senado Federal. Os deputados federais pernambucanos votaram a favor da proposta no primeiro e segundo turno, com exceção do deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), que esteve ausente na última sessão. Segundo o texto, a redução da carga horária semanal será sem redução de salários e haverá uma transição para chegar às 40 horas. Depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional, já valerão os dois dias de descanso remunerado por semana, um dos quais preferencialmente aos domingos. A PEC garante que as 8 horas diárias e 40 horas semanais com dois dias de descanso serão aplicadas aos contratos de trabalho em vigor sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie. A manutenção do salário será aplicada inclusive aos pisos salariais. 🎥Reprodução/TV Câmara #escala6x1 #deputados #política
Coronel Meira (neutro)Eduardo da Fonte (neutro)Mendonça Filho (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Nesta última quarta-feira (27) foi aprovada o fim da escala 6x1 na Câmara dos Deputados em Brasília. Uma votação muito aguardada que contou com amplo apoio do a presidente Lula, inclusive em propagandas institucionais do governo federal. A oposição a Lula se demonstrou sempre desfavorável a tal proposta, especialmente por se tratar de um ano eleitoral e tal aprovação favorecer o presidente Lula da disputa a reeleição. Entretanto a luta pelo fim da escala 6x1 foi se tornando popular entre os cidadãos e pressionados pelo seu eleitor, significativa parte da oposição acabou votando junto com o governo. Em Pernambuco todos os parlamentares votaram pelo fim da escala 6x1. Dos 25 deputados, 24 votaram a favor, o único que não votou foi Eriberto Medeiros (PSB) que esteve ausente da votação. Os nomes mais conservadores que poderiam somar aos votos contrários, como Clarissa Tércio (PP), Coronel Meira (PL) e André Ferreira (PL), porém votaram favoráveis a proposta.
Coronel Meira (positivo)Lula (positivo)Deputada Federal Clarissa Tércio (PL-PE) postou em suas redes sociais sua comemoração pela aprovação na Câmara do fim da escala 6x1. A fala de Clarissa em suas redes desmente a narrativa construída pelos seus opositores de que a mesma teria votado pela manutenção da escala 6x1. Blog Ponto 81. Pernambuco de ponto a ponto.
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em dois turnos, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6x1. Foram 461 votos favoráveis e 19 contrários, no segundo turno. Informação completa em nosso site.
Mais um passo para o fim da escala 6x1 Houve muito debate, até porque faz parte do trabalho legislativo, mas a proposta que põe fim a escala 6x1 foi aprovada com tranquilidade no plenário da Câmara Federal. Foram 472 votos a favor e 22 contra. O curioso de toda essa discussão foi a saída encontrada pelo PL para orientar - e não exigir - que seus deputados votassem contra. Os liberais defendiam a sugestão da deputada Erika Houston, de extrema esquerda filiada ao Psol, para que a jornada de trabalho fosse de 4x3. Era pura balela bolsonarista, pois nem Erika vinha insistindo nessa ideia vista como inviável. No entanto, cada parlamentar procurou aproveitar da melhor forma possível, já que é ano de eleição. Esse, por sinal, foi o motivo para tanta pressa para aprovar. O tema surgiu quando a deputada do Psol começou a defender o fim da escala 6x1, no início do ano, e rapidamente ganhou adeptos. Só que não era intenção do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), levar adiante, pois não bater de frente com classe empresarial. O setor patronal é contra por receio de tomar prejuízo com a contratação de mais funcionários para suprir os dois dias de folga de quem já está empregado. Foi aí que o presidente Lula (PT) aproveitou a situação e enviou projeto para ser votado em regime de urgência e criou um deus-nos-acuda na cabeça de Motta e muitos parlamentares. Restou ao paraibano agilizar a tramitação e juntar os dois textos para Lula não ser o pai da criança exclusivo. A peleja passará a ser no Senado. A pressão empresarial continuará, mas a reeleição de vários senadores que precisam do voto popular está em jogo. Coluna diária no dantasbarreto.com
Lula (neutro)A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em primeiro turno, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que a acaba com a escala de trabalho 6x1. Foram 472 votos favoráveis e 22 contrários. Os deputados federais precisam votar a proposta em segundo turno da proposta, em que são necessários no mínimo 308 votos dos 513 deputados. Após a aprovação, o texto segue para o Senado onde serão necessários os votos de no mínimo 49 senadores. O texto da PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e sem redução salarial. Pela proposta, o fim da escala 6x1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, das quais uma preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.
A Câmara dos Deputados aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim gradual da escala de trabalho 6x1, modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos e folga apenas um. A proposta agora segue para análise do Senado Federal. O texto reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, além de garantir dois dias de descanso por semana. Caso a medida seja aprovada também pelos senadores, a mudança será implantada em etapas. Segundo a proposta, após 60 dias da promulgação, a carga horária semanal cairá de 44 para 42 horas, garantindo aos trabalhadores dois dias de folga. Depois de um ano, a redução definitiva para 40 horas semanais entrará em vigor. A discussão sobre o fim da escala 6x1 ganhou força nos últimos meses após mobilizações populares e campanhas promovidas pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que critica o modelo por provocar desgaste físico e mental nos trabalhadores. Defensores da PEC afirmam que a medida pode melhorar a qualidade de vida, reduzir o cansaço e até aumentar a produtividade. Já críticos apontam possíveis impactos econômicos, como aumento de custos para empresas, crescimento da informalidade e risco de demissões em alguns setores. O texto também prevê exceções para profissionais de alta renda com ensino superior, que poderão negociar jornadas diferenciadas por meio de acordos coletivos. Agora, a proposta será debatida no Senado, onde precisará ser aprovada antes de entrar em vigor. #CaruaruAgora #Caruaru
A Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno a PEC que reduz a jornada semanal para 40 horas e amplia o descanso remunerado para dois dias por semana. A proposta foi aprovada por 461 votos favoráveis e 19 contrários e agora segue para análise do Senado. Enquanto apoiadores falam em avanço histórico para os trabalhadores, críticos alertam para possíveis impactos econômicos e no mercado de trabalho. O que realmente muda na prática? 👀 Comente sua opinião e compartilhe este post. 👉 Link da matéria na bio. #PEC6x1 #Jornada40Horas #Congresso #Trabalho #PortalFalaNews
Câmara aprova em primeiro turno PEC que reduz jornada de trabalho para 40 horas e prevê fim da escala 6×1 O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e abre caminho para o fim da escala 6×1 no Brasil. A proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. O texto ainda precisará ser analisado em segundo turno na própria Câmara antes de seguir para votação no Senado Federal. Para que uma PEC seja aprovada, são necessários ao menos 308 votos favoráveis na Câmara e 49 no Senado, em dois turnos de votação em cada Casa. Mais cedo, a proposta já havia sido aprovada em comissão especial da Câmara. O parecer do relator, deputado Leo Prates, recebeu 34 votos favoráveis e quatro contrários. Apenas parlamentares do PL e do Novo votaram contra o relatório na comissão. O texto aprovado prevê uma transição em duas etapas. Sessenta dias após a promulgação da emenda constitucional, a jornada semanal passaria das atuais 44 para 42 horas, já garantindo dois dias de descanso semanal remunerado. Após um período de 12 meses, a carga horária máxima seria reduzida definitivamente para 40 horas semanais, sem redução salarial. (Agência Brasil) Durante a votação, os deputados também rejeitaram um destaque apresentado pelo PL que buscava alterar o período de transição para a adoção da escala 5×2, mantendo o texto original apresentado pelo relator no início desta semana. A proposta tem sido tratada como uma das principais pautas trabalhistas em discussão no Congresso Nacional em 2026 e ganhou forte repercussão nas últimas semanas, após acordo entre o governo federal e lideranças da Câmara para acelerar a tramitação da PEC.
🚨 A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a PEC que prevê o fim da escala 6x1 no Brasil. O texto aprovado reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garante dois dias de descanso por semana e mantém os salários sem redução. A proposta foi aprovada por 34 votos favoráveis e quatro contrários e agora segue para votação no plenário da Câmara, onde precisará de pelo menos 308 votos em dois turnos. 📌 A mudança será feita em duas etapas: ➡️ Após 60 dias da promulgação: jornada cai para 42 horas semanais; ➡️ Após 12 meses: redução definitiva para 40 horas semanais. O relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) unificou propostas que defendiam a redução da carga horária e o fim da escala 6x1, tema que tem movimentado o debate político e trabalhista em todo o país. Acesse o link 🔗 na bio e saiba tudo. #PEC6x1 #FimDaEscala6x1 #CâmaraDosDeputados #Brasília #JornadaDeTrabalho 40Horas Trabalhador DireitosTrabalhistas Política Brasil CongressoNacional LeoPrates ErikaHilton ReginaldoLopes Notícias PortalDeNotícias Atualidades
🚨 A comissão especial da Câmara aprovou a PEC do fim da escala 6x1 por 34 votos a 4. O texto prevê a redução gradual da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso por semana. A proposta ainda precisa passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado Federal. Entenda o que muda, os impactos debatidos no Congresso e quais setores podem ter regras específicas. 👀 👉 Link da matéria na bio. #PEC6x1 #Política #Trabalho #Congresso #PortalFalaNews
Após quase quatro horas de leitura do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1, o deputado Maurício Marcon (PL-RS) pediu vista, isto é, mais tempo para analisar o texto. Com isso, a sessão desta segunda-feira (25/5) foi suspensa. A comissão especial volta a analisar o parecer elaborado pelo relator Léo Prates (Republicanos-PB) na quarta-feira (27/5), após o prazo regimental de dois dias para mais tempo de análise da matéria. A previsão é que, se aprovada, a PEC seja votada no plenário na quinta-feira (28/5), onde precisa de 2/3 dos votos para seguir para o Senado, o que equivale a 308 votos em dois turnos de votação. O texto do parecer foi costurado pelo relator com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após reunião na manhã desta segunda. Segundo o relatório, a jornada será reduzida a 42 horas em 2026 e 40 horas em 2027. Em 60 dias após a promulgação do texto, haverá uma redução imediata de duas horas. Mais duas horas serão reduzidas da jornada após 12 meses. Com a definição, a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais será aplicada em uma prazo máximo de 14 meses. O texto estabelece que não haja redução salarial. Quem é o Deputado Em 2024, o TRE do Rio Grande do Sul cassou o diploma do deputado federal, então no Podemos, porque seu partido à época usou candidatura laranja para fraudar a cota de mulheres nas eleições de 2022. Ele foi “diretamente beneficiado pela fraude à quota de gênero e interferência do poder econômico e dos meios de comunicação social”. Mas Marcon segue no mandato enquanto o TSE não avalia o caso. Ele se filiou ao PL e é ligado à família Bolsonaro.
Lula (neutro)A Câmara dos Deputados teve na manhã desta quarta-feira (27) sessão rápida no plenário da Casa para destravar a votação do fim da escala 6×1 na comissão especial. A reunião no plenário durou apenas oito minutos. Foi presidida pelo deputado Charles Fernandes (PSD-BA) e contou apenas com discursos. Não foram realizadas votações. O deputado Jorge Solla (PT-BA) foi o único a discursar na tribuna e falou em defesa da redução da jornada de trabalho. O parecer da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre o fim da escala 6×1 foi apresentado na segunda-feira (25) pelo relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). O texto, no entanto, foi alvo de pedido de vista (mais tempo para análise), solicitado pela oposição. O prazo da vista considera duas sessões de plenário. Para isso, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou sessões deliberativas na tarde de terça-feira (26) e na manhã desta quarta. A comissão especial da PEC 6×1 tem reunião prevista nesta manhã para a votação da proposta. Se for aprovada, a expectativa é que a matéria seja analisada no plenário já nesta quarta ou na manhã de quinta-feira (28). Uma nova sessão do plenário está prevista para a tarde desta quarta, a partir de 15h. Hugo Motta e a base governista têm pressa para votar a proposta, avaliada como um ativo eleitoral. O parecer, acordado com o governo, prevê uma redução de duas horas na jornada de trabalho e dois dias de descanso após 60 dias da promulgação da nova regra. Depois de um ano, o texto prevê mais duas horas de diminuição na carga horária semanal para chegar às 40 horas.
A PEC que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada para 40 horas semanais teve a votação adiada na Câmara dos Deputados. O texto prevê duas folgas semanais, transição gradual e manutenção dos salários. Enquanto trabalhadores defendem mais qualidade de vida, empresários alertam para impactos econômicos. O debate promete movimentar Brasília nos próximos dias. O que pode mudar na prática? 👀 Comente sua opinião e compartilhe com quem trabalha na escala 6x1. 👉 Link da matéria na bio. #Escala6x1 #Jornada40Horas #Trabalho #Política #PortalFalaNews
O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), disse na noite desta terça-feira (26) que o partido não apenas votará a favor do fim da escala 6×1, como apresentará um destaque defendendo a escala 4×3, de quatro dias de trabalho e três de descanso. “Nós tomamos a decisão de amanhã, na hora da votação em plenário, apresentar destaque de preferência para votarmos a escala 4×3”, disse Sóstenes em discurso na tribuna da Câmara. Ele depois confirmou a posição em uma publicação no X. A manifestação é uma alteração total no posicionamento do partido, uma vez que o PL foi um dos partidos que defendeu a emenda que abria a possibilidade para o aumento da jornada de trabalho para 52 horas semanais, bem como uma transição de 10 anos para a redução a 40h. “Agora queremos ver: quem diz defender o trabalhador terá a oportunidade de provar no voto”, escreveu o líder do PL na rede social. A provocação foi destinada ao governo federal, que anteriormente considerou que reduzir a jornada para 36h semanais, em quatro dias de trabalho, seria uma mudança muito brusca. O parecer do relator da redução da jornada na comissão especial da Câmara já foi lido, mas um pedido de vista adiou sua votação para a quarta-feira (27). O texto deve ir a plenário no mesmo dia ou no dia seguinte.
O líder do Partido Liberal na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a legenda não apenas apoiará o fim da escala 6x1, mas defenderá a implementação da jornada 4x3. A decisão busca posicionar o partido ao lado do descanso do trabalhador, embora a cúpula da sigla mantenha críticas severas à condução econômica do atual governo. Segundo o parlamentar, a intenção é apresentar um Destaque de Preferência para votar o modelo de quatro dias de trabalho por três de folga já nesta quarta-feira (27). A manobra é vista por integrantes da legenda, como o deputado Nikolas Ferreira, como uma forma de desidratar o que chamam de "discurso populista" da esquerda. A estratégia foca em evitar um estigma negativo sobre o partido e, ao mesmo tempo, responsabilizar a gestão federal por eventuais impactos econômicos futuros da medida. Enquanto isso, a PEC 221/19, que funde propostas de Reginaldo Lopes (PT) e Erika Hilton (PSOL), será votada nesta quarta-feira (27), em Comissão Especial, após Pedido de Vista de deputado do PL. O texto atual da proposta prevê uma redução gradual da jornada de 44 para 42 horas semanais logo após a aprovação, chegando ao patamar de 40 horas após um ano. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, o texto não depende de sanção presidencial para entrar em vigor, caso seja aprovado pelas duas casas do Congresso. Acompanhe os bastidores dessa votação decisiva e os impactos para o setor produtivo no site. Link na bio. #Escala4x3 #JornadaDeTrabalho #CâmaraDosDeputados #PL #PoliticaBrasileira #Trabalho #SóstenesCavalcante #Economia #Brasilia #Jamildo
Lula defende fim da 6×1 e diz que mulher tem ‘dupla jornada’ com trabalho em casa O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, hoje, o fim da escala de trabalho 6×1, ideia encampada pelo governo que está em análise no Congresso Nacional. Durante discurso em Manaus (AM) – onde entregou 576 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida – o petista, ao falar sobre a 6×1, disse que a vida da mulher é “mais grave” porque, além do emprego, tem dupla jornada com os afazeres de casa. “Nós vamos acabar com a escala 6×1 e vamos botar a escala 5×2, o povo vai trabalhar cinco dias e vai poder descansar dois porque a vida da mulher é mais grave ainda, a mulher trabalha e, quando chega em casa, ela tem que lavar a louça, tem que lavar o banheiro, tem que lavar roupa, tem que cuidar das coisas, a mulher tem dupla jornada”, afirmou o petista. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, as mulheres dedicaram 9,6 horas por semana a mais do que os homens aos afazeres domésticos ou ao cuidado de pessoas. Essa desigualdade na divisão de tarefas domésticas é alvo de críticas, sobretudo, de mulheres e de movimentos feministas. Ainda sobre a redução de jornada, Lula disse que o governo fez um acordo com o Congresso para o avanço da proposta que acaba com a escala 6×1. Ontem, o deputado Léo Prates (Republicanos-BA) apresentou relatório na comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho. O relatório de Prates prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, em um prazo de até 14 meses após a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). O texto ainda será votado pela comissão especial, onde deve ser aprovado, e a expectativa é de que a análise da PEC no plenário principal da Câmara ocorra na quinta-feira (28).
Lula (neutro)A vereadora do Recife, Kari Santos, utilizou a tribuna da Câmara Municipal do Recife, nesta terça-feira (26), para comentar o adiamento da votação sobre o fim da escala 6x1 no Congresso Nacional. Durante o pronunciamento, a parlamentar destacou que debates travados em Brasília impactam diretamente a vida da população nos municípios e, por isso, devem ser acompanhados e discutidos também pelas câmaras municipais. Kari afirmou que a discussão sobre jornada de trabalho, descanso e qualidade de vida da classe trabalhadora não pode ser tratada como um tema distante da realidade local e ainda parabenizou a doceria Delikata, por ser a primeira empresa do Recife a acabar com a escala 6x1 e adotar a 5x2. Segundo a vereadora, milhares de trabalhadores e trabalhadoras do Recife enfrentam rotinas exaustivas sob a escala 6x1, especialmente em setores como comércio, serviços e telemarketing. Na fala, a parlamentar também cobrou posicionamento dos vereadores da extrema direita da Casa sobre o tema. “Quero saber qual é a opinião dos vereadores da extrema direita aqui da Câmara do Recife sobre a escala 6x1 e sobre o adiamento dessa votação. Porque quando o assunto é a vida do trabalhador, não dá para se esconder”, declarou. O adiamento da votação acontece em meio à pressão de setores da oposição e do Centrão por mudanças no texto da proposta, incluindo uma regra de transição de até 10 anos para o fim da escala 6x1. Kari Santos reforçou ainda que o debate precisa envolver toda a sociedade e todos os mandatos comprometidos com os direitos trabalhistas, destacando que reduzir a jornada sem redução salarial é uma pauta ligada à dignidade, saúde mental e convivência familiar da população trabalhadora. ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Quase 383 mil trabalhadores em Pernambuco podem ser beneficiados com o fim da escala 6x1. 📊 O projeto enviado pelo Governo Federal prevê jornada semanal de 40 horas, dois dias de descanso e manutenção dos salários. A proposta já movimenta debates entre trabalhadores, empresários e especialistas sobre impactos econômicos e qualidade de vida. O que mudaria na prática? Quem seria afetado? E como está a tramitação? 👉 Link da matéria na bio. #Pernambuco #Escala6x1 #Trabalho #Economia #PortalFalaNews
Lula (neutro)Fim da escala 6×1: 12 categorias estão na mira do governo A comissão especial que debate o fim da escala de trabalho 6×1 na Câmara reuniu-se nesta segunda-feira (25) para a leitura do parecer do relator, deputado Leo Prates. O texto prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas em duas etapas, garantindo dois dias de folga para todos os trabalhadores. A sessão, presenciada por sindicalistas e assessores, foi conduzida por Prates e pelo presidente da comissão, Alencar Santana. O período de transição, ponto de grande impasse, foi definido após reunião entre Hugo Motta e o presidente Lula. O parecer prevê uma redução inicial de duas horas 60 dias após a promulgação da PEC, e as outras duas horas em um ano. A expectativa é de votação na comissão entre quarta e quinta-feira, podendo chegar ao plenário nesta semana antes de seguir para o Senado, onde o processo exigirá quórum mais alto. O analista Pedro Venceslau destacou que a aprovação não encerra as negociações. Das 50 áreas com legislação própria, 12 exigem atenção do governo: bancários, jornalistas, médicos, advogados, aeronautas, técnicos em radiologia, motoristas, engenheiros, telemarketing, vigilantes, domésticas e professores. Essas categorias precisarão se adaptar às duas folgas semanais, o que pode gerar complexidades operacionais (como realocar equipes inteiras). Além disso, sindicalistas temem um “cavalo de troia”: o receio de que o projeto de lei ordinária que regulamentará a PEC seja usado para alterar direitos já consolidados e favoráveis a esses profissionais. Dessa forma, a segunda etapa de negociações promete ser bastante tensa.
Lula (neutro)Uma emenda apresentada durante a tramitação da PEC que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho prevê, na prática, a possibilidade de trabalhadores brasileiros cumprirem até 52 horas semanais. O texto, assinado por cinco deputados federais de Pernambuco, também adia para 2036 o início das mudanças na carga horária e vem enfrentando pressão popular e retirada de apoios em outros estados. Dos 25 deputados federais pernambucanos em exercício na Câmara, cinco seguem como signatários da emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS): Pastor Eurico (PSDB), Clarissa Tércio (PP), Coronel Meira (PL), Fernando Coelho Filho (União Brasil) e Augusto Coutinho (Republicanos). No último fim de semana, cerca de 40 parlamentares retiraram apoio ao texto, reduzindo o número de assinaturas para 136. Apesar disso, até o momento, nenhum deputado pernambucano recuou da adesão à proposta, mesmo após manifestações realizadas no Recife e em outras capitais contra o texto alternativo. Procurado pela reportagem do Diario, o deputado Fernando Coelho Filho disse ser a favor das reduções de jornada e escala de trabalho. “No entanto, ele irá aguardar o texto final do Projeto de Lei, que chega à Câmara nesta semana, para análise e fundamentação do voto”, disse o parlamentar através de sua assessoria. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, a deputada Clarissa Tércio também afirmou ser favorável à redução da escala de trabalho e melhorias reais para o trabalhador brasileiro, mas defende um período de transição para menores impactos. Também procurado pelo Diario, o deputado Augusto Coutinho destacou, por meio da assessoria, que é contrário ao teor da emenda e favorável ao fim da escala 6x1, mas como líder de bancada é natural assinar este tipo de emenda a pedido de outro membro, como ocorrido neste caso. Fotos: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados, Thiago Cristino/Câmara dos Deputados e Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Coronel Meira (negativo)O governo federal e a Câmara fecharam acordo para acabar com a escala 6x1 no Brasil. Pela proposta, em até 60 dias após a aprovação da PEC, trabalhadores passarão a ter direito a dois dias de folga por semana. 📌 Veja como ficará: ➡️ Em 60 dias: jornada cai de 44h para 42h semanais e começa a escala 5x2 ➡️ Em 1 ano: carga horária será reduzida para 40h semanais A proposta agora será votada na Câmara e no Senado. E você, é a favor do fim da escala 6x1? Comente 👇 #Brasil #Escala6x1 #Trabalho #PEC #CongressoNacional Lula HugoMotta Noticias CLT Trabalhador Emprego
Lula (neutro)O deputado João Paulo afirmou que o acordo firmado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para o fim da escala 6×1 representa um avanço histórico para os trabalhadores brasileiros e uma das mais importantes conquistas recentes dos direitos trabalhistas no país. “O Brasil deu um passo civilizatório hoje com o acordo para o fim da escala 6 x 1, sem redução de salário”, disse o parlamentar. “É o resultado concreto de um processo democrático vivo, alimentado pela mobilização de milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Esta vitória pertence ao povo brasileiro e aconteceu graças ao empenho do presidente Lula”, acrescentou. Leia mais no blogdellas. Link nos stories
Lula (positivo)O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (25), após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que a proposta de fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de folga) deve prever a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salários, e um período de transição de um ano. Segundo Motta, o texto também deve estabelecer uma implementação escalonada, com redução inicial de duas horas após 60 dias da promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e mais duas horas ao fim de 12 meses. Matéria no Blog da Renata
Lula (neutro)Apesar da pressão de setores, o governo Lula chega a uma semana decisiva para a tramitação da PEC do fim da jornada 6×1 com a ideia de seguir sem compensação para empresas afetadas. O modo “zero compensação”, no entanto, pode ter uma exceção: as micro e pequenas empresas. Para este segmento em específico, o governo avalia inserir um dispositivo na PEC para dar o gatilho para um projeto de lei complementar. Outra opção seria um aceno aos pequenos empresários, como por exemplo uma linha de crédito ou outra medida via decreto presidencial, sem a necessidade de mexer com o congresso. A opção para fazer um aceno aos demais empresários seria topar a criação de uma regra de transição para a redução das 44 horas para 40h. O governo defende, originalmente, que não haja transição. O Planalto, no entanto, estaria disposto a negociar uma transição de dois anos para baixo. As conversas também giram em torno do tempo de entrada em vigor das mudanças: o relator, inicialmente, queria 120 dias, mas estaria disposto a reduzir para 90. O governo ainda defende 60 dias. O relatório deve ser votado ainda nesta semana na comissão especial. A expectativa é de que a votação em plenário também possa ocorrer até quinta-feira. O calendário depende de acordo sobre eventuais pedidos de vista para ser fechado.
Lula (neutro)Pernambuco teria 382.697 trabalhadores diretamente beneficiados com o fim da escala 6x1 no Brasil. O número corresponde ao total de pessoas no estado que hoje atuam nesse modelo de jornada e que, com a mudança, passariam a trabalhar em escala 5x2. Os dados levantados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que Pernambuco possui hoje 915.345 trabalhadores já inseridos na escala 5x2, o equivalente a 70,52% do total identificado. Isso significa que 29,48% estão atualmente submetidos à escala com apenas um dia de descanso semanal. O fim da 6x1 é pauta prioritária para o Governo do Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 13 de abril, mensagem presidencial formalizando o envio ao Congresso Nacional, com urgência constitucional, de projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, assegura dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. O objetivo é garantir mais tempo para a família, o lazer, a cultura e o descanso, com reflexos positivos também na produtividade. “Não faz sentido que, em pleno século 21, com toda a evolução tecnológica, milhões de brasileiros e brasileiras tenham que trabalhar seis dias por semana para descansar apenas um dia. Para as mulheres, a situação é muito mais difícil. Elas chegam cansadas do trabalho e, na maioria das vezes, ainda precisam cuidar da casa e dos filhos”, afirmou o presidente Lula, em pronunciamento no Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. NACIONAL – O levantamento do MTE identificou a jornada de trabalho de 44,7 milhões de pessoas no Brasil. Desse total, cerca de um terço ainda trabalha no regime 6x1, o equivalente a 14,9 milhões de trabalhadores que seriam beneficiados pela mudança para o modelo 5x2. ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Lula (positivo)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara Hugo Motta devem se reunir até segunda-feira (25) para definir os últimos detalhes da PEC que propõe o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial e com dois dias de folga. O relator da proposta, Leo Prates, afirmou que o texto será enxuto e focado principalmente na redução da carga horária. Segundo ele, a intenção é que os dois dias de folga passem a valer já em 2026, sem período de transição. Um dos pontos ainda em discussão é como será feita a redução gradual da jornada semanal. Parlamentares avaliam uma transição de até três anos para chegar às 40 horas semanais, enquanto integrantes do governo defendem a aplicação imediata da mudança. A expectativa é que o relatório seja apresentado na comissão especial na próxima segunda-feira e votado até quinta-feira (28), podendo seguir para análise no plenário da Câmara no mesmo dia.
Lula (neutro)“Quem trabalha seis dias e só descansa um não tem tempo para viver”, diz Humberto Costa em ato pelo fim da escala 6x1, no Recife Foto: Antônio Henrique O senador Humberto Costa (PT) participou, neste domingo (24), do Ato Político-Cultural pelo Fim da Escala 6x1, realizado na Rua da Aurora, no Recife, e reafirmou o apoio à causa dos trabalhadores que lutam por uma jornada de trabalho mais justa e digna. O movimento seguiu pelas ruas da capital até o Marco Zero. “Quem trabalha seis dias para descansar apenas um não tem tempo para a família, para a saúde, para a vida. Essa luta é justa e o Senado precisa estar ao lado dos trabalhadores”, afirmou Humberto Costa. O senador participou do ato ao lado de deputados estaduais, vereadores, além de lideranças de movimentos sociais, sindicalistas e cidadãos contrários ao modelo de trabalho que obriga milhões de brasileiros a cumprir seis dias de jornada para apenas um de descanso. Humberto tem acompanhado de perto o debate sobre a reforma da escala de trabalho sem redução de salário que ocorre no Congresso Nacional, e defende a aprovação de medidas que garantam mais equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos trabalhadores brasileiros. O projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados e pode ser votado na comissão especial ainda nesta semana, para, depois, seguir para o plenário. Caso aprovado, o texto vai para apreciação do Senado. “O Brasil que a gente quer construir é um Brasil onde trabalhar dignamente não signifique abrir mão de viver. Nós estamos nessa luta”, concluiu Humberto Costa.
Humberto Costa (neutro)A esquerda está espalhando fake news, dizendo que a direita votou contra o fim da escala 6x1. Mentira!Somos a favor do fim da escala 6x1, mas queremos preservar os empregos. Do jeito que está colocado, de cada 4 empregos 1 pode ser perdido. Vai ter fim da escala 6x1, mas com responsabilidade.
A discussão sobre o fim da escala 6×1 tem se transformado em uma das pautas mais sensíveis da corrida presidencial de 2026. Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a proposta dialoga diretamente com o trabalhador, sua base de votos. Lula, que vai se reunir até a segunda-feira (25) com Hugo Motta para debater a pauta, aposta na narrativa social, de que uma redução da jornada garante mais tempo com a família e valorização do trabalhador. Os nomes da direita e do campo liberal, como Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, principais adversários do pleito deste ano, caminham em outro sentido. Eles defendem maior flexibilidade, acordos individuais e menos rigidez da CLT, argumentando que uma mudança brusca pode gerar desemprego, informalidade e aumento de custos para empresas e municípios. O debate, porém, não será apenas econômico, será emocional e como se diz nos bastidores, eleitoral. Lula tenta transformar a pauta em símbolo de modernização trabalhista e aproximação popular, enquanto seus adversários buscam associar a medida ao risco de desequilíbrio econômico e populismo eleitoral. A direita tenta ocupar o espaço do “trabalhador moderno”, defendendo a liberdade de escolha da jornada, enquanto o governo tenta se consolidar como o lado que garante proteção social. No meio disso, empresários e setores produtivos pressionam por transição gradual, temendo impactos principalmente sobre pequenas e médias empresas. No fim, a escala 6×1 pode virar um divisor político. Se aprovada e bem recebida pela população, Lula tende a colher os frutos eleitorais. Mas, se a pauta gerar aumento de preços, desemprego ou instabilidade econômica, os adversários ganharão discurso pronto para derrubar uma possível reeleição do petista em 2026.
Lula (neutro)Movimentos sociais, entidades estudantis e partidos políticos realizam neste domingo, 24 de maio de 2026, um ato político-cultural no centro do Recife para reivindicar o fim da escala de trabalho 6x1. O protesto defende a redução da jornada laboral sem diminuição nos salários e começará às 14h, com concentração em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Rua da Aurora. A mobilização também vai expor a oposição aos deputados federais do Estado que assinaram uma emenda que adia a extinção do modelo por dez anos e eleva a carga horária semanal. A proposta criticada pelos manifestantes prevê uma transição de uma década para o fim do regime atual (no qual o funcionário trabalha seis dias e folga um). O texto também abre brecha para aumentar a jornada de trabalho para mais de 50 horas semanais em determinados setores econômicos. Segundo os organizadores do evento, a emenda desfigura o projeto original e penaliza a classe trabalhadora, o que motivou a decisão de usar o ato para pressionar a bancada pernambucana no Congresso a recuar do apoio à medida. Após a concentração inicial na Alepe, os participantes seguirão em caminhada pela Rua Princesa Isabel e pela Avenida Rio Branco, com encerramento programado para o Marco Zero, no Bairro do Recife. O protesto assumirá o formato de um grande cortejo cultural, acompanhado por agremiações e brinquedos populares da tradição local. A estratégia visa aproximar o público geral do debate e alertar sobre os impactos da carga horária excessiva na saúde física e mental dos profissionais. Durante o percurso, as lideranças vão incentivar a população a aderir à plataforma digital "Na Pressão" (https://napressao.org.br/), que facilita o envio de mensagens diretas aos gabinetes dos parlamentares em Brasília para cobrar o arquivamento de emendas que estendam o prazo de transição ou ampliem o limite de horas de serviço. ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz a jornada e a escala máximas de trabalho no Brasil, atualmente de 44 horas e seis dias por semana (escala 6×1), deve ser votada ainda em maio na Câmara. Apesar da forte influência dos setores empresariais sobre o Congresso, votar contra o interesse de 71% da população em ano eleitoral é um risco alto para os parlamentares. O mais provável é a aprovação da mudança na lei. Cientes disto, um grupo de deputados tenta alterar o texto da PEC para torná-lo mais favorável aos setores empresariais, prejudicando a classe trabalhadora. Nada menos que 176 deputados federais apoiam uma emenda de autoria de Sérgio Turra (PP-RS). O projeto afirma que a redução da escala e da jornada de trabalho só poderá ser efetivada daqui a 10 anos, em 2036. Outro trecho da emenda autoriza que empresários “negociem” com seus trabalhadores jornadas de até 30% acima das 40 horas, o que significa jornadas de 52 horas semanais, que seriam jornadas superiores a 10 horas por dia ou ainda cinco dias de 9 horas trabalhadas e um dia com turno de 6 horas. O projeto também sugere que o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que hoje paga o seguro-desemprego, abono salarial e programas sociais, passe a ser destinado a apoio financeiro para empresas realizarem a transição para jornadas inferiores a 40 horas semanais. O texto ainda prevê outras benesses aos empresários, como a redução do pagamento ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) relativo a cada trabalhador, saindo dos atuais 8% sobre o salário para 4%; e a isenção por alguns anos da contribuição patronal (hoje de 20% sobre o salário) ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) relativo aos novos trabalhadores contratados. Cinco deputados federais de Pernambuco apoiam as mudanças — todos identificados com o espectro político da direita. São eles: Pastor Eurico (PSDB), Clarissa Tércio (PP), Coronel Meira (PL), Fernando Bezerra Coelho Filho (União Brasil) e Augusto Coutinho (Republicanos). A lista é composta basicamente de nomes da direita brasileira, em sua maioria associados ao bolsonarismo. Fonte: Brasil de Fato
Coronel Meira (negativo)O senador Cleitinho Azevedo voltou a gerar debate ao criticar a atual jornada de trabalho no Brasil e cobrar avanço nas discussões sobre o fim da escala 6x1. Durante discurso, o parlamentar afirmou que o trabalhador brasileiro recebe, na prática, cerca de R$ 50 por dia, valor que, segundo ele, não é suficiente para cobrir despesas básicas. A fala também trouxe críticas ao Congresso Nacional do Brasil, acusado por ele de não avançar no debate e apresentar justificativas para travar pautas que impactam diretamente a vida da população. Cleitinho ainda comparou a realidade dos trabalhadores com a de agentes públicos, destacando a diferença entre salários e .. Comente e compartilhe sua opinião.
João Campos reafirma apoio ao fim da escala 6×1 Durante agenda no Agreste pernambucano, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), voltou a defender o fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa apenas um. Em entrevista concedida a uma rádio de Lajedo, nesta semana, o socialista afirmou que o partido fechou questão em favor da proposta e que a bancada federal da legenda deve votar unida pela mudança. Segundo João Campos, a defesa da redução da jornada está alinhada à trajetória histórica do PSB e ao compromisso da legenda com os direitos trabalhistas. “O meu posicionamento e o do PSB é bem claro: somos pelo fim da escala 6×1 e vamos votar para defender o trabalhador. Porque o trabalhador e a trabalhadora merecem mais do que sobreviver. Eles merecem viver uma vida com seu trabalho valorizado e com a garantia de ter tempo para aproveitar bons momentos com quem amam”, declarou. João também destacou que a proposta deve vir acompanhada de medidas compensatórias para pequenos empreendedores e microempreendedores individuais, de modo a reduzir possíveis impactos econômicos. “É importante ajudar principalmente o microempreendedor individual e o pequeno empreendedor para que eles possam ter medidas compensatórias para os pequenos negócios”, acrescentou. O pré-candidato lembrou ainda que o partido tem como referências os ex-governadores Miguel Arraes e Eduardo Campos, que, segundo ele, construíram suas trajetórias políticas em defesa dos trabalhadores brasileiros. A pauta do fim da escala 6×1 ganhou força no debate nacional e tem mobilizado sindicatos, centrais trabalhistas e parlamentares. O tema prevê a redução da jornada semanal, com o objetivo de garantir mais tempo de descanso e convivência familiar aos trabalhadores. João Campos já havia se manifestado publicamente sobre o assunto em outras ocasiões no Recife, incluindo entrevistas à imprensa e eventos políticos, como o encontro promovido pela senadora Teresa Leitão. Foto: Edson Holanda.
João Campos (neutro)Em Lajedo, durante entrevista a uma rádio local, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, fez questão de garantir a sua posição pelo fim da escala 6 x 1, pauta nacional sobre a redução da escala de trabalho de seis dias por semana. “O meu posicionamento e o do PSB é bem claro: somos pelo fim da escala 6×1 e vamos votar para defender o trabalhador. Porque o trabalhador e a trabalhadora merecem mais do que sobreviver. Eles merecem viver uma vida com seu trabalho valorizado e com a garantia de ter tempo para aproveitar bons momentos com quem amam. O compromisso com os trabalhadores está na história do PSB e vamos sempre lutar ao lado deles e por eles”, destacou. João Campos já vem defendendo a pauta do fim da escala 6 x 1 em agendas e eventos realizados por Pernambuco. No Recife, em duas ocasiões se posicionou sobre o assunto: na entrega da duplicação da ladeira da Cohab, quando foi entrevistado pela imprensa local, como também no grande encontro realizado pela senadora Teresa Leitão. Presidente nacional do PSB, João disse ter a convicção de que a bancada federal da sua legenda na Câmara dos Deputados vai fechar questão nessa matéria, votando pelo fim da escala atual. “(…) E ajudar principalmente o microempreendedor individual e o pequeno empreendedor para que eles possam ter medidas compensatórias para os pequenos negócios”, completou, acrescentando a referência que ele e o seu partido têm em Miguel Arraes e Eduardo Campos, “figuras históricas que sempre estiveram ao lado do trabalhador brasileiro”.
João Campos (neutro)O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira (19) que considera legítima a discussão sobre o fim da escala 6x1, mas classificou o debate atual como “inoportuno” e com viés eleitoral. Em nota divulgada por sua equipe, o senador defendeu um modelo de remuneração por hora trabalhada, aliado à manutenção dos direitos trabalhistas previstos em lei, como FGTS, INSS, férias e décimo terceiro salário. Segundo Flávio Bolsonaro, a proposta teria como objetivo oferecer mais liberdade ao trabalhador, permitindo jornadas mais flexíveis e aumento da renda de acordo com a quantidade de horas trabalhadas. “A remuneração por hora traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, destacou o parlamentar na nota. O senador também afirmou que o modelo poderia beneficiar principalmente mães solteiras, ao possibilitar uma maior conciliação entre trabalho e cuidados com os filhos. “A mãe brasileira não deveria ter que escolher entre trabalhar e cuidar do filho. Com piso por hora e jornada flexível, ela faz os dois sem precisar abrir mão de nada”, completou. O tema da jornada de trabalho voltou ao centro do debate político e econômico nas últimas semanas, principalmente diante das discussões sobre possíveis mudanças nas relações trabalhistas e propostas ligadas ao fim da escala 6x1 no país. Foto: Reprodução/Internet #CaruaruAgora #Caruaru
🚨 A PEC do fim da escala 6x1 ganhou uma nova emenda que mudou completamente o debate sobre jornada de trabalho no Brasil. O texto cria brechas para jornadas de até 52 horas semanais, amplia acordos individuais e adia mudanças por até 10 anos. A proposta já reúne apoio de 176 deputados e provoca forte repercussão política e sindical. O que muda na prática? Quem apoia? E quais os impactos para trabalhadores e empresas? Comente sua opinião e compartilhe este conteúdo. 👇 #Política #Congresso #Trabalho #PEC6x1 #PortalFalaNews 👉 Link da matéria na bio.
CENTRÃO QUER JORNADAS DE ATÉ 52 HORAS SEMANAIS Uma emenda articulada por deputados do Centrão à PEC 221/2019 propõe uma transição de 10 anos para o fim da escala 6x1 e abre brecha para jornadas de até 52 horas semanais. O texto estabelece 40 horas semanais como limite, mas autoriza acordos que excedam o total em até 30%.A lista de deputados federais por Pernambuco que assinaram a referida proposta, conforme o sistema da Câmara dos Deputados e denúncias públicas inclui: Pastor Eurico (PL) Clarissa Tércio (PP) Coronel Meira (PL) Fernando Coelho Filho (UNIÃO) Augusto Coutinho (REPUBLICANOS) A emenda ainda estipula que a transição de dez anos adie a redução de jornada, mantendo as 44 horas semanais para atividades consideradas essenciais até a criação de uma futura lei complementar. #centrao #fimdaescala6x1 #escala5x2já
Coronel Meira (negativo)A discussão sobre o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho voltou ao centro do debate nacional com força política e apelo popular. A proposta em análise na Câmara sinaliza um movimento de atualização das relações trabalhistas no país, ao prever a redução de 44 para 40 horas semanais, ainda que distante das 36 horas inicialmente defendidas em propostas mais ousadas. A mudança reflete uma tentativa de equilíbrio entre demandas históricas dos trabalhadores por mais tempo de descanso e convivência familiar, e a preocupação do setor produtivo com impactos econômicos e custos operacionais. Ao optar por uma solução intermediária, o Congresso busca construir consenso e evitar resistência excessiva do empresariado. Outro ponto relevante é a valorização da negociação coletiva, permitindo que diferentes setores adaptem a nova realidade conforme suas especificidades. Essa flexibilidade pode ser decisiva para garantir uma transição gradual e menos traumática, especialmente em áreas que dependem de escalas contínuas. Mais do que uma simples alteração de carga horária, o debate envolve produtividade, saúde mental e modernização do mercado de trabalho brasileiro. O desafio agora será transformar a proposta em uma política viável, equilibrando competitividade econômica com melhores condições de vida para milhões de trabalhadores. #Escala6x1 #FimDaEscala6x1 #JornadaDeTrabalho #ReduçãoDaJornada #40HorasSemanais
Ministros do governo Lula e lideranças da Câmara dos Deputados acordaram, nesta quarta-feira (13), que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 deve contar com descanso remunerado de dois dias por semana, por meio da escala 5×2, além de reduzir a jornada semanal das atuais 44 para 40 horas. Ficou acordado também que, além da PEC, será aprovado o projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar celeridade à pauta. No caso do PL, ficou definido que ele vai tratar de temas específicos de algumas categorias, além servir para ajustar a atual legislação à nova PEC.
Lula (neutro)Ministros do governo Lula e lideranças da Câmara dos Deputados acordaram, nesta quarta-feira (13), que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 deve contar com descanso remunerado de dois dias por semana, por meio da escala 5x2, além de reduzir a jornada semanal das atuais 44 para 40 horas. Ficou acordado também que, além da PEC, será aprovado o projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar celeridade à pauta. No caso do PL, ficou definido que ele vai tratar de temas específicos de algumas categorias, além servir para ajustar a atual legislação à nova PEC. “Estabelecemos que o encaminhamento da PEC será pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, com dois dias de descanso, sem redução salarial. Nós queremos também fortalecer as convenções coletivas para que elas possam tratar das particularidades de cada setor”, informou o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). Além de Motta, participaram da reunião o relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), junto com outros membros da Comissão Especial que debate o tema, além dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, do Planejamento, Bruno Moretti, e das Relações Institucionais, José Guimarães. O ministro do Trabalho Luiz Marinho comentou que o Brasil caminha “a passos largos” para aprovar a PEC no Parlamento "e delegando, para o projeto de lei, as especificidades para complementar a PEC", de forma a valorizar a negociação coletiva e para que "as coisas fiquem redondas para trabalhadores e trabalhadoras, e também para todos os empresários”. A Comissão Especial que analisa o tema se comprometeu a votar o parecer da PEC relatado por Leo Prates no dia 27 de maio, com o tema seguindo para o plenário no dia 28 de maio. Se aprovado na Câmara, o tema segue para análise do Senado A Comissão analisa duas PEC, uma do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e outra da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que vinham pedindo a redução da jornada para 36 horas semanais, além do fim da escala 6x1. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil *jk *card *brasil *digital
Lula (neutro)RAQUEL LYRA DIZ SER A FAVOR DA ESCALA 5 X 2 A governadora Raquel Lyra (PSD) em entrevista, ontem, 11/05, disse: “Eu sou a favor em se reduzir a jornada de trabalho. Você permitir que uma mãe ou um pai de família possam estar em casa mais um dia, isso não tem discussão. Permitir dois dias de descanso por semana que, às vezes, nem é descanso”. Diferente da visão contrária à proposta apregoada por lideranças políticas do seu próprio partido (como o pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite), Raquel enxerga a pauta como uma “bandeira importante” e acredita ser “muito difícil isso não ser aprovado no Congresso”. Sobre as preocupações no âmbito empresarial, a governadora entende que são legítimas e precisam ser discutidas. “Como é que se paga a conta? O setor produtivo, o segmento empregador está colocando a necessidade de reduzir o Custo Brasil, para que possa haver contratação sem haver aumento dos produtos”, avaliou. DA REDAÇÃO DO BLOG DE NOTÍCIAS – EMANOEL CORDEIRO – DRT 2378 DRT-PE/JORNALISTA REG 6896 MTPS – PE/MAGNO MARTINS/SIGA O RADAR NO INSTAGRAM https://www.instagram.com/radardenoticiasbr
Raquel Lyra (neutro)No Edição do Meio-Dia desta terça-feira (12), o jornalista Romoaldo de Souza fez uma análise sobre o projeto pelo fim da escala 6x1 interferir no andamento do projeto antifacção. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil *digital *bm #digital #radiojornal #edicaodomeiodia #projetoantifaccao #fimdaescala6x1
A governadora Raquel Lyra (PSD) manifestou-se favorável à redução da jornada de trabalho no modelo 6x1, tema que centraliza debates no Congresso Nacional. Em entrevista no Palácio do Campo das Princesas, a gestora classificou como legítima a discussão sobre a ampliação do tempo de convivência familiar, afirmando ser favorável a medidas que permitam que pais e mães de família passem mais tempo em casa. Para Raquel, a pauta é relevante e dificilmente deixará de avançar no Legislativo federal. Apesar do posicionamento, a governadora ressaltou que o avanço da proposta deve considerar as preocupações do setor produtivo e dos empregadores. Ela destacou a necessidade de discutir o "Custo Brasil" para evitar que a redução da jornada resulte em aumento nos preços dos produtos ou dificuldades na manutenção de postos de trabalho. Raquel observou que diversos segmentos econômicos já operam em escalas diferentes, mas que a mudança teria impacto direto em setores específicos. No Congresso, a tramitação de propostas de deputados como Erika Hilton e Reginaldo Lopes busca reduzir a carga horária semanal de 44 para 36 ou 40 horas. O movimento ganhou força em 2025 com o apoio de lideranças como o presidente da Câmara, Hugo Motta, que encaminhou os textos para a CCJ para acelerar a análise. A pressão de movimentos sociais tem sido fundamental para manter o tema na agenda política de Brasília. O Partido dos Trabalhadores (PT) tem buscado protagonismo na defesa da pauta, planejando associar o fim da escala 6x1 ao discurso econômico e social para 2026. A tendência atual no Legislativo aponta para a construção de um consenso em torno de uma escala de cinco dias de trabalho por dois de descanso. Confira os detalhes sobre o andamento da proposta e os posicionamentos das lideranças políticas no Jamildo.com. Link disponível na bio. #RaquelLyra #Escala6x1 #DireitosTrabalhistas #CongressoNacional #Pernambuco #PolíticaPE #JornadaDeTrabalho #Jamildo #Notícias #Trabalho
Raquel Lyra (neutro)Durante entrevista concedida ao Diario de Pernambuco nesta segunda-feira (11), a governadora Raquel Lyra defendeu a redução da jornada de trabalho no modelo 6x1. Ao comentar o tema, Raquel afirmou que a discussão vai além da questão econômica e envolve diretamente a qualidade de vida das famílias brasileiras. “Você permitir que um pai ou mãe esteja em casa mais um dia não tem discussão”, declarou a governadora durante a sabatina. A fala repercute em meio ao debate nacional sobre mudanças nas relações de trabalho e propostas que discutem novos modelos de jornada no país. Fonte: @diariodepernambuco
Raquel Lyra (neutro)O governo federal lançou neste domingo (3) uma campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6x1 sem redução de salário. O objetivo da proposta é “garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso”. Pelo menos 37 milhões de trabalhadores podem ser beneficiados com a redução. "Para fins de comparação, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil/mês beneficiou cerca de 10 milhões de pessoas. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social ", esclareceu a Secretaria de Comunicação Social (Secom). A proposta do governo estabelece um novo limite de jornada em 40 horas semanais e mantém as oito horas diárias de trabalho (inclusive para trabalhadores em escalas especiais). Com isso, os trabalhadores terão assegurados dois dias de repouso semanal de 24 horas consecutivas, preferencialmente aos sábados e domingos. O modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso poderá ser definido em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade. Post por Patriota Júnior Imagem: Agência Brasil
Lula (positivo)O Governo do Brasil lançou neste domingo, 3 de maio, a campanha pelo fim da escala de trabalho 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso), sem redução de salário. O objetivo central da proposta é garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso. Ao menos 37 milhões de pessoas serão diretamente beneficiadas com a medida. Para fins de comparação, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil/mês beneficiou cerca de 10 milhões de pessoas. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social. A medida estabelece novo limite de jornada em 40 horas semanais e mantém as 8 horas diárias de trabalho (inclusive para trabalhadores em escalas especiais), assegura dois dias de repouso semanal de 24 horas consecutivas (preferencialmente aos sábados e domingos) e consolida o modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso. Os dias de repouso poderão ser definidos em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade. CAMPANHA – Com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.”, a campanha pelo fim da escala 6x1será veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional. A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho. A mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade. ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Lula (neutro)O deputado federal Waldemar Oliveira defendeu o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso, e afirmou ser favorável à adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso semanal. Para o parlamentar, a mudança representa um avanço importante nas relações de trabalho e responde a uma demanda legítima por mais qualidade de vida. Empresário e defensor do setor produtivo, Waldemar destacou que é possível avançar na proteção ao trabalhador sem tratar o empresário como adversário. Segundo ele, o debate precisa ser conduzido com responsabilidade, garantindo uma transição segura para empresas de todos os portes, especialmente pequenos e médios negócios. “Sou a favor do fim da escala 6×1 e defendo a escala 5×2 como um caminho mais justo e equilibrado. O trabalhador precisa ter mais tempo para viver, cuidar da família, estudar e descansar. Ao mesmo tempo, precisamos construir esse caminho junto com quem gera emprego, para que a mudança seja viável e preserve a atividade econômica”, afirmou Waldemar. O deputado reforçou que modernizar as jornadas de trabalho também pode trazer ganhos para as empresas, com equipes mais motivadas, saudáveis e produtivas. Para ele, o Brasil precisa acompanhar as transformações do mundo do trabalho sem abrir mão da competitividade. Waldemar defende que o Congresso construa uma proposta baseada em diálogo, previsibilidade e adaptação por setor. “Defender o trabalhador e defender quem empreende não são posições opostas. O Brasil precisa de equilíbrio para garantir direitos, manter empregos e fortalecer a economia”, completou. 📘 Leia mais no Farol 🔗 Link na bio e nos stories ✨ 15 anos dedicados à notícia 📷 Denúncia ou sugestão? 📩 Fale com o Farol 🗼 ☎️ (87) 99981-2171
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o fim da escala 6x1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países. "A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores", disse Lula em cadeia nacional de Rádio e TV. "Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil", complementou. (Foto: Gov/BR) #lula #escala6x1 #politica *ls *digital #digital *digital #digital
Lula (positivo)🕒 Menos horas, mais qualidade de vida! https://www.plantao365news.com.br/noticias/politica/1695951/1 A Câmara dos Deputados instala amanhã a Comissão Especial da PEC que propõe reduzir a jornada de trabalho no Brasil. O grupo vai analisar propostas que diminuem a carga semanal sem reduzir salários — uma mudança que pode transformar a rotina de milhões de trabalhadores. #PECdaJornada #Trabalho #CâmaraDosDeputados #Brasil #Economia DireitosTrabalhistas Plantão365News
O Brasil está vivendo uma grande jornada demagógica com a correria pelo fim da escala 6x1. O primeiro problema dessa discussão é o seu formato, porque o assunto deveria ser a redução da jornada de trabalho oficial de 44 horas semanais e, ao invés disso, o noticiário só fala em "dias de trabalho". Isso cria uma confusão em relação à opinião pública, proposital para dar a ideia de que todos serão beneficiados com o fim da "escala 6x1". Acontece que os contratos de trabalho são regidos por acordos setoriais entre sindicatos e empregadores e obedecem ao formato de carga horária. Há categorias com jornadas de trabalho de 20 horas semanais como os advogados, 24 horas semanais como os radiologistas e de 30 horas semanais como os bancários, entre outros. Eles podem trabalhar em 6x1 em 5x2, em 4x3, mas cumprem carga diária menor do que o comércio, por exemplo, que faz 44 horas. E qual o motivo de a discussão não estar acontecendo de forma honesta, caso a caso, setor por setor, como ocorreu em outros países e como mandaria a lógica? Demagogia. Porque é mais fácil embalar o "Fim da Jornada 6x1" como um pacote eleitoral, do que abrir dezenas de negociações diferentes com dezenas de categorias diferentes. A confusão que vai dar com essa generalização, resolve-se depois quando a eleição já tiver passado. O presidente Lula (PT) não perde uma oportunidade de jogar para a plateia nesse caso. Mas a maior falácia de toda essa jornada deve ser a de que o trabalhador vai aproveitar o dia de folga a mais para o "lazer com a família". Isso poderia ser verdade se o governo tivesse trabalhado nos últimos anos para melhorar a renda média dos brasileiros. Mas isso não aconteceu, então o trabalhador não terá como descansar se quiser fazer a feira da família. Fotos: Arthur Lamonier/TheNews2/Estadão Conteúdo e Paulo Pinto/Agência Brasil, Cadu Gomes/VPR e Pexels #Escala6x1 #Brasil *colunacenapolitica *politica *brasil *economia *carrossel *vv *digital
Lula (negativo)Alckmin defende debate sobre escala 6×1 com foco nas especificidades de cada setor O presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu nesta segunda-feira (20) que a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil leve em consideração as particularidades de cada área da economia. A declaração ocorre em meio ao avanço do debate no Congresso Nacional sobre a redução da jornada de trabalho no país. Segundo Alckmin, embora a proposta de diminuição da carga horária seja uma tendência global, impulsionada pelos avanços tecnológicos e pelo aumento da produtividade, é necessário avaliar as diferenças entre os setores antes de qualquer mudança definitiva. “Não é tudo igual”, destacou o vice-presidente ao defender a análise das especificidades de cada atividade econômica. O posicionamento do governo ocorre após o envio, com urgência constitucional, de um projeto de lei que propõe o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias e descansa apenas um. A proposta prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salários, além da ampliação do descanso semanal remunerado para dois dias. Alckmin ressaltou que a redução da jornada de trabalho já é uma realidade em diversos países e tende a avançar também no Brasil. No entanto, ponderou que a implementação da medida deve respeitar as particularidades de cada segmento, incluindo diferenças entre empresas de diferentes portes e setores produtivos. Apesar das ressalvas, o vice-presidente classificou a pauta como legítima e alinhada com transformações no mundo do trabalho, reforçando o compromisso do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o tema.
Lula (positivo)A proposta que discute o fim da escala 6x1 no Congresso Nacional voltou a gerar debate entre representantes do setor produtivo e parlamentares. Para entidades da indústria, a medida pode ter impactos relevantes na economia e deveria ser tratada por meio de negociação coletiva. O tema foi abordado em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, com o diretor e representante da FIEP no Conselho de Relações Trabalhistas da CNI, Érico Furtado, que avaliou os possíveis efeitos da proposta sobre o mercado de trabalho e a produtividade no país. Segundo Érico Furtado, a discussão sobre redução de jornada não é nova, mas não deveria ser conduzida por meio de uma mudança generalizada na legislação trabalhista. "Para a gente, indústria, é muito pesado essa modificação de forma generalista". Ele defende que esse tipo de ajuste já pode ser feito por meio de acordos coletivos entre empregadores e sindicatos. "Nós não somos contra a negociação de redução, de escala ou de jornada. Mas desde que seja pelos instrumentos válidos que nós já temos hoje na nossa legislação, que é a Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo de Trabalho" O dirigente também criticou o momento em que a proposta está sendo discutida, afirmando que o tema poderia ter sido tratado anteriormente no governo. "Se isso fosse importante para o país, isso teria sido colocado, mandado ao Congresso no primeiro ano de sua gestão, e não no ano eleitoral". Para ele, a discussão tem caráter político. "Eu diria que está tentando garantir o novo mandato". Arraste para o lado e confira mais detalhes. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil #Escala6x1 *brasil *card *jk *digital
Em entrevista concedida ao Passando a Limpo desta quinta-feira (16), o diretor e representante da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) no Conselho de Relações Trabalhistas da Confederação Nacional a Indústria (CNI), Érico Furtado, falou sobre a proposta contra o fim da escala de trabalho 6x1. O programa completo pode ser acompanhado no canal da Rádio Jornal no YouTube. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil *digital *bm #digital #trabalho #economia #fimdaescala6x1 #passandoalimpo
Um pedido de vista coletivo feito pelas lideranças do PSDB e do PL na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou, nesta quarta-feira (15), a votação sobre a constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1). Temendo atrasos nessa votação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na terça-feira (14), um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6x1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais. O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara. Na sessão de hoje da CCJ, o relator da PEC na CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade do texto, ou seja, deu parecer no sentido de que a redução da jornada é constitucional. Além do fim da escala 6x1, a PEC prevê reduzir a jornada das atuais 44 para 36 horas semanais em um prazo de dez anos. O parecer do deputado Azi ainda precisa ser aprovado pela maioria da CCJ. Os deputados Lucas Redecker (PSDB-RS) e a Bia Kicis (PL-DF) pediram vista para ter mais tempo para analisar o tema. “[O parecer do relator] foi protocolado pela manhã e o relator aqui, habilmente, leu todo o parecer na íntegra, porém, eu e outros deputados temos o interesse de ler minuciosamente em virtude desse parecer e desse texto serem um tema sensível. É prudente nós termos um prazo de debate nesse pedido de vista”, disse Redecker. O parlamentar gaúcho ainda criticou o fato de o presidente Lula ter enviado um PL com urgência constitucional para a Casa, o que, segundo ele, “enterra a discussão da PEC”. “Pelo nosso regimento interno, temos até um prazo de 40 sessões [do plenário da Câmara] para debater uma [PEC na] comissão especial. O prazo que o governo protocolou o regime de urgência será até 45 dias. No dia de hoje, 44 dias. Ou seja, não se vencerá o tempo hábil de debater, na comissão especial, o prazo dessas PECs”, completou. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil #Escala6x1 *brasil *politica *card *jk *digital
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso Nacional nesta terça-feira (14) o projeto de lei que acaba com a escala 6x1. O texto prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado Na prática, isso leva à adoção do modelo 5x2. Segundo o governo, os dias de repouso poderão ser definidos em negociação coletiva, "respeitando as peculiaridades de cada atividade". O texto da proposta já está disponível no sistema da Câmara dos Deputados e aguarda despacho do presidente da Casa para começar a tramitar. A proposta encaminhada mantém escala 12hx36 em casos de acordo coletivo, desde que seja respeitada média de 40 horas semanais. Além disso, proíbe que o salário do trabalhador seja reduzido com as mudanças. Post por Patriota Júnior Imagem: Divulgação
Lula (neutro)O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou nesta terça-feira, 14, o projeto de lei que acaba com a escala de trabalho 6x1. A mensagem sobre o envio ao Congresso Nacional foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) que circula nesta noite. "Hoje é um dia importante para a dignidade da família, de quem constrói o Brasil todos os dias. Encaminhei ao Congresso Nacional, com urgência constitucional, um projeto de lei que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais. E, importante, sem qualquer redução no salário", escreveu Lula nas redes sociais. "A proposta devolve tempo aos trabalhadores e trabalhadoras: tempo para ver os filhos crescerem, para o lazer, para o descanso e para o convívio familiar. Um passo para um país mais justo e com mais qualidade de vida para todos", finalizou o presidente. A mensagem publicada no DOU Extra não traz o texto do projeto. Segundo fontes disseram ao Broadcast Político, o conteúdo deve ser revelado nesta quarta-feira (15), com a inclusão da proposta no sistema da Câmara. O projeto de lei vai propor o fim da escala de seis dias trabalhados e um de descanso e a substituição pela de 5x2. A jornada máxima de trabalho semanal será reduzida de 44 para 40 horas semanais. O projeto será protocolado em regime de urgência. Desta forma, a Câmara terá que votar o projeto em até 45 dias e o Senado no mesmo período. Caso a proposta não seja analisada, a pauta legislativa será travada. Com informações do Estadão Conteúdo. Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Marcelo Camargo/Agência Brasil #Escala6x1 #Lula *brasil *politica *economia *card *vv *digital
Lula (neutro)
Sub-temas nos comentários (32)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- deboche ironico a redução de direitos16 comentários
"A crítica irônica aponta que a proposta de reduzir a jornada de trabalho prejudica trabalhadores mal remunerados, destacando que a discussão é politizada e favorece candidatos do setor produtivo."
- deboche de fake news e empregos20 comentários
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"Crítica contundente à posição de que a escala 6x1 é desumana, destacando que a luta de classes é da classe trabalhadora e ironizando a defesa da burguesia por parte do eleitorado de direita."
- crítica irônica à manipulação midiática da pauta8 comentários
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"A ironia do comentário está em debochar da matéria sobre a agenda de 6x1, sugerindo que a “elite treme” enquanto normaliza a crítica implícita ao jornalismo e ao politicamente correto."
- crítica aos eleitores de promessas bolsonaristas124 comentários
"Crítica irônica à prática de apresentar férias coletivas para os deputados durante a tramitação da PEC, sugerindo que o voto e a atuação dos parlamentares pernambucanos sinalizam desinteresse com a legislatura e com o resultado da reforma"
- crítica irônica à escala 6x138 comentários
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"Sindicalistas e trabalhadores denunciam a exploração na escala 6x1, criticando a postura das elites e a falta de voz dos trabalhadores."
- crítica à suposta desigualdade na jornada11 comentários
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"Crítica irônica aos críticos da PEC 6x1 que confundem escalas de trabalho com flexibilização total, defendendo que a redução da jornada pode prejudicar o funcionamento de serviços como salões, supermercados e farmácias."
- crítica irônica à escravização como arma retórica16 comentários
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"Apoio irônico à redução de desigualdades com a libertação de cativos, criticando a economia do Brasil e o papel histórico da escravidão."
- endosso ambíguo à fim da escala38 comentários
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"Apoio à redução da jornada de trabalho para 5x2 exigindo menos esforço aos trabalhadores, mantendo serviços sem prejuízo."
- deboche de promessas eleitorais20 comentários
"Apoio ao fim da escala 6x1 é mostrado com tom de celebração, sem menção a políticas públicas específicas, indicando apoio a medida sob a retórica de humor e memes."
- apelo a defesa de emprego pelo militarismo16 comentários
"Crítica agressiva ao Coronel Meira por suposto voto a favor do fim da escala 6x1, insinuando desonestidade e covardia."
- deboche de propostas de 6x123 comentários
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"Crítica irônica à defesa da escala de trabalho que manteria serviços abertos aos domingos, criticando quem insiste em manter o CLT trabalhando sem considerar impactos."
- crítica irônica à defesa de trabalhadores pelos donos12 comentários
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"Crítica irônica ao bolsonarismo e à pretensa defesa da escravidão, denunciando o machismo e o retrocesso político representados pelo apoio ao bolsonarismo."
- cobrança por aumento de salários dos políticos27 comentários
"Apoio incondicional ao candidato Jaco, com ênfase em recursos para o bolso, ignorando princípios éticos e o impacto da massa pobre; ironia presente na celebração do dinheiro recebido sem esclarecer a origem política."
- deboche de posicionamento favorável a agenda trabalhista13 comentários
"Crítica irônica a Lula por suposto aumento do desemprego, sugerindo sarcasmo com o uso de emojis para ironizar a gestão federal."
- deboche à narrativa de fake news e defesa de empregos12 comentários
"Apoio crítico à postura da extrema direita que promete manter empregos enquanto acusa a esquerda de fake news, sugerindo que a eleição se aproxima para punir políticas que afetam o trabalhador."
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"Crítica irônica à atuação de Fernando Filho, sugerindo que ele não esteve ao lado do povo ao comentar sobre fim da escala 6x1 e impactos para pequenos negócios."
- crítica irônica à manutenção da escala 6x110 comentáriosapenas neutros
"Crítica irônica à proposta de fim da escala 6x1, cobrando que deputados e senadores também debatam o tema sem privilegiar apenas interesses de determinadas categorias."
- crítica à defesa da 6x111 comentários
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"Crítica contundente à agenda de redução da jornada de trabalho e à visão de que “escala 6x1” é uma forma de escravização, destacando o peso político da proposta e a necessidade de não piorar as condições de trabalho."
- crítica irônica a apoio ao voto 2215 comentários
"Apoio entusiasmado ao voto 22, zombando da crítica à PEC que reduz a jornada de trabalho sem redução salarial."
- apoio entusiasmado a postura conservadora13 comentários
"Apoio entusiasmado ao deputado federal Coronel Meira."
- apoio entusiasmado a candidatos de oposição ao governo11 comentários
"Apoio entusiasmado a uma figura que ataca a vida pública e defende inimigos dos políticos, promovendo perigo a quem se posiciona contra eles."
- apoio entusiasmado a Raquel Lyra15 comentários
"Apoio entusiasmado ao deputado 22 Flávio bolsonaro e à governadora Raquel Lyra."
- crítica ás promessas eleitorais de governadora16 comentários
"Crítica irônica à governadora Raquel Lyra, zombando de que ela move-se por uma pauta trabalhista ambiciosa apesar da cruza com o ambiente político local, insinuando que a proposta 6x1 é tema de palanque em vez de gestão pública."
- crítica ao PT e ao governo Lula associando-se à oposição19 comentários
"Crítica irônica ao viés pró-PEC 6x1 por parte da senadora Teresa Leitão e do governo, enquanto médicos tentam barrar a medida"
- crítica velada a redução de direitos trabalhistas8 comentários
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"Crítica irônica aos eleitores que não devem votar em candidatos do PL nas próximas eleições, associando o trabalhador a votar contra o partido de Anderson Ferreira e o bolsonarismo."
- apoio entusiasmado à redução da jornada10 comentários
"Apoio entusiasmado à ampliação da jornada de trabalho reduzida sem redução salarial, defendida pela luta por PEC 221, com críticas ao governo Lula e aos atrasos no Senado."
"Crítica irônica à deputada Clarissa Tércio por ter perdido votos em Pernambuco e falas sobre redução da jornada de trabalho."
- deboche sobre horarios de trabalho12 comentários
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"Crítica irônica à priorização da comodidade da mulher em detrimento de exaustão de trabalhadores, reforçando a ideia de desigualdade de tratamento entre setores."
- apoio entusiasmado a redução da jornada8 comentários
"Apoio entusiasmado à união do deputado estadual João Paulo do PT de Pernambuco e do deputado federal Carlos Veras na defesa dos trabalhadores e do presidente Lula."
- crítica irônica à cobertura jornalística18 comentários
"Crítica irônica à visão de que os eleitores que apoiam 69% estariam seguindo narrativas da esquerda, sugerindo desinformação e desqualificação do eleitorado."
- deboche de reformas trabalhistas e custo de vida8 comentários
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"Crítica irônica a quem critica mudanças na jornada de trabalho, sugerindo que grupos abastados se encolheram diante de medidas que beneficiam a classe trabalhadora."
- crítica contundente a defesa da PEC 6x1 pela direita15 comentários
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"Ataque agressivo e classista a trabalhadores, defendendo que o Brasil é “um país de vagabundos” e apoiando o socialismo, como reação ao tema da PEC 6x1."