Suspensão de pesquisas eleitorais em PE
25 posts · 25 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:31:40
Sentimento da audiência por candidato
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Do Blog do Magno A Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação da pesquisa Datatrends sobre o cenário eleitoral para o Governo de Pernambuco e o Senado. Conforme a decisão, proferida pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, o levantamento tem indícios de irregularidades metodológicas que podem comprometer o resultado, que tinha divulgação prevista para o fim da noite deste domingo (26). A liminar foi concedida a pedido do MDB. Segundo o partido, o instituto subdimensionou a margem de erro e não previu a indicação do nível econômico dos entrevistados, embora esse seja um indicador obrigatório por lei para pesquisas do tipo. A Justiça concordou com as alegações, avaliando que a análise dos documentos revela indícios que “tornam o registro [da pesquisa] irregular”. “A veiculação de dados estatísticos possivelmente viciados alcança de forma irreversível o eleitorado, sendo replicada por veículos de comunicação e redes sociais, o que pode comprometer a paridade de armas e a liberdade de escolha consciente do cidadão”, afirmou o desembargador, determinando a suspensão da divulgação do levantamento e estipulando uma multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão. Da redação/Itapuama FM. #pesquisaeleitoral #pesquisasuspensa #datatrends #eleicoes2026 #trepe
A Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação da pesquisa Datatrends sobre o cenário eleitoral para o Governo de Pernambuco e o Senado. Conforme a decisão, proferida pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, o levantamento tem indícios de irregularidades metodológicas que podem comprometer o resultado, que tinha divulgação prevista para o fim da noite deste domingo (26). A liminar foi concedida a pedido do MDB. Segundo o partido, o instituto subdimensionou a margem de erro e não previu a indicação do nível econômico dos entrevistados, embora esse seja um indicador obrigatório por lei para pesquisas do tipo. A Justiça concordou com as alegações, avaliando que a análise dos documentos revela indícios que “tornam o registro [da pesquisa] irregular”. “A veiculação de dados estatísticos possivelmente viciados alcança de forma irreversível o eleitorado, sendo replicada por veículos de comunicação e redes sociais, o que pode comprometer a paridade de armas e a liberdade de escolha consciente do cidadão”, afirmou o desembargador, determinando a suspensão da divulgação do levantamento e estipulando uma multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão.
Durante sua participação na convenção do partido Republicanos, nesta terça (21), no Recife, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, @joaocampos (PSB), foi questionado pelo Blog Cenário sobre a pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Simplex. Apesar de nos bastidores circular que a pesquisa do Instituto Simplex foi impugnada, o que não procede. Na tarde desta terça, o MDB entrou com uma ação contra o estudo, porém, não pediu liminar, o que deve protelar a análise do caso. Enquanto isso, a divulgação do levantamento segue autorizada pela Justiça Eleitoral. #Politica #Pernambuco #JoaoCampos #RaquelLyra #BlogCenario
João Campos (neutro)Raquel Lyra (neutro)Justiça suspende divulgação de pesquisa eleitoral após questionamentos; contrato da empresa com a Empetur entra em debate A divulgação de uma pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Simplex e veiculada pela CBN Recife foi suspensa por decisão da Justiça Eleitoral após o ajuizamento de uma ação que questiona a regularidade do levantamento. Entre os argumentos apresentados está a informação de que a empresa responsável pela pesquisa mantém um contrato de prestação de serviços com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), órgão vinculado ao Governo do Estado. Os autores da ação sustentam que essa relação contratual poderia comprometer a percepção de imparcialidade do levantamento e pediram a suspensão de sua divulgação até a análise do mérito. A Justiça acolheu o pedido em caráter inicial, determinando a suspensão enquanto o caso é examinado. A medida tem natureza provisória e não representa decisão definitiva sobre a validade da pesquisa. O contrato entre a Simplex Consultoria e a Empetur, citado no processo, refere-se à prestação de serviços contratados pelo órgão estadual. A existência do contrato, por si só, não comprova irregularidade na pesquisa, mas passou a integrar os argumentos analisados pela Justiça no processo. Especialistas em Direito Eleitoral observam que a legislação exige o cumprimento de requisitos técnicos e formais para pesquisas eleitorais, como registro no sistema da Justiça Eleitoral, metodologia, plano amostral e identificação do contratante. Questionamentos judiciais sobre levantamentos são comuns em períodos pré-eleitorais e são apreciados caso a caso. Até a publicação desta reportagem, a decisão conhecida era de caráter liminar. O mérito da ação ainda deverá ser analisado, oportunidade em que todas as partes poderão apresentar suas manifestações e documentos antes de uma decisão definitiva.
Raquel Lyra (negativo)Instituto Conecta esclarece que TRE-PE suspendeu divulgação de cenários com apoios nacionais em pesquisa eleitoral O Instituto Conecta de Pesquisa divulgou uma nota oficial informando que parte dos resultados da pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número PE-04263/2026, teve a divulgação suspensa por decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Segundo o comunicado, a determinação judicial alcança exclusivamente os Cenários 1 e 2 da pergunta nº 4, que simulavam intenções de voto para o Governo de Pernambuco com a associação dos pré-candidatos a apoios políticos nacionais, entre eles o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O instituto ressalta que a decisão não interfere nos demais cenários e resultados da pesquisa, permanecendo suspensa apenas a divulgação das simulações com apoios nacionais enquanto a liminar estiver em vigor. Na nota, o Conecta também solicita que blogs, portais de notícias, perfis em redes sociais e demais veículos de comunicação retirem do ar as publicações que reproduzem os cenários suspensos, em cumprimento à determinação da Justiça Eleitoral. O esclarecimento ocorre em meio à repercussão das pesquisas eleitorais em Pernambuco e reforça que a medida judicial possui alcance específico, sem invalidar os demais dados do levantamento registrados junto à Justiça Eleitoral. Por fim, o Instituto Conecta reafirma que seguirá cumprindo integralmente todas as determinações da Justiça Eleitoral e destaca que a suspensão permanece restrita aos Cenários 1 e 2 da pergunta nº 4, conforme estabelecido na decisão do TRE-PE.
Lula (neutro)Instituto Conecta esclarece que TRE-PE suspendeu divulgação de cenários com apoios nacionais em pesquisa eleitoral O Instituto Conecta de Pesquisa divulgou uma nota oficial informando que parte dos resultados da pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número PE-04263/2026, teve a divulgação suspensa por decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Segundo o comunicado, a determinação judicial alcança exclusivamente os Cenários 1 e 2 da pergunta nº 4, que simulavam intenções de voto para o Governo de Pernambuco com a associação dos pré-candidatos a apoios políticos nacionais, entre eles o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O instituto ressalta que a decisão não interfere nos demais cenários e resultados da pesquisa, permanecendo suspensa apenas a divulgação das simulações com apoios nacionais enquanto a liminar estiver em vigor. Na nota, o Conecta também solicita que blogs, portais de notícias, perfis em redes sociais e demais veículos de comunicação retirem do ar as publicações que reproduzem os cenários suspensos, em cumprimento à determinação da Justiça Eleitoral. O esclarecimento ocorre em meio à repercussão das pesquisas eleitorais em Pernambuco e reforça que a medida judicial possui alcance específico, sem invalidar os demais dados do levantamento registrados junto à Justiça Eleitoral. Por fim, o Instituto Conecta reafirma que seguirá cumprindo integralmente todas as determinações da Justiça Eleitoral e destaca que a suspensão permanece restrita aos Cenários 1 e 2 da pergunta nº 4, conforme estabelecido na decisão do TRE-PE.
Lula (neutro)#Eleições2026🗳️ Poucas hora depois da pesquisa Simplex/CBN ser divulgada com a governadora Raquel Lyra vencendo João Campos (PSB), em todos os cenários e inclusive no primeiro turno com os votos válidos, aliados do ex-prefeito do Recife, passaram a disparar um cenário da pesquisa Conecta que se encontra suspensa e proibida de se compartilhar onde aponta apoios dos pré-candidatos ao governo de Pernambuco com nomes nacionais como o de Lula. No entanto, o próprio Instituto Conecta de Pesquisa divulgou no dia 15 de julho, uma nota de esclarecimento informando que a Justiça Eleitoral determinou a suspensão da divulgação de parte dos resultados da pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-04263/2026, referente à disputa pelo Governo de Pernambuco. Segundo o comunicado, a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) alcança exclusivamente os Cenários 1 e 2 da pergunta nº 4 do questionário, que apresentam simulações de intenção de voto associando os pré-candidatos a apoios políticos nacionais, como o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Instituto pede retirada de publicações No comunicado oficial, o Instituto Conecta solicita que blogs, portais de notícias e perfis nas redes sociais que divulgaram os resultados dos cenários atingidos pela decisão judicial realizem a remoção ou edição das publicações, deixando de divulgar esses dados enquanto a liminar permanecer vigente. O instituto também alerta que a decisão do TRE-PE prevê multa diária de R$ 10 mil para o descumprimento da determinação judicial.
João Campos (neutro)Raquel Lyra (neutro)O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) concedeu uma liminar e determinou a suspensão imediata da divulgação de parte dos resultados da pesquisa do Instituto Conecta para o Governo do Estado. Conforme o documento ao qual o Blog Cenário teve acesso, o questionário apresentava suposto “vício insanável” na pergunta nº 4, por submeter os entrevistados a três cenários de intenção de voto baseados em apoios políticos nacionais, mas de uma forma que poderia induzir ao erro. 👉 Leia a matéria completa, link nos stories, ou acessando www.araripinaemfoco.com 📝 Edição: Alline Ribeiro ✍🏻 Redação: Renan David 📸 Reprodução #araripina #noticias #araripinaemfoco #pernambuco #sertaodoararipe
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, por meio de decisão liminar, a suspensão da divulgação de parte dos resultados da pesquisa eleitoral do Instituto Conecta para o Governo de Pernambuco. A ação foi apresentada pelo diretório estadual do Solidariedade e questionou a forma como um dos cenários da pesquisa foi elaborado. Segundo a decisão do desembargador auxiliar Fernando Braga Damasceno, a pergunta nº 4 do levantamento apresentava um possível "vício insanável", ao vincular os pré-candidatos a diferentes apoios políticos nacionais, o que poderia influenciar ou induzir a resposta dos entrevistados. Nos cenários questionados, o pré-candidato João Campos (PSB) aparecia associado ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) era apresentada alternadamente como apoiada por Ronaldo Caiado, Flávio Bolsonaro ou como candidata independente. Com a decisão, a pesquisa registrada sob o protocolo PE-03909/2026 poderá ser divulgada, porém sem os resultados referentes aos três cenários da pergunta nº 4. O magistrado também determinou que o Instituto Conecta apresente, no prazo de 48 horas, documentação complementar para comprovar a origem dos recursos utilizados no custeio do levantamento. Em caso de descumprimento da decisão judicial, foi fixada multa diária de R$ 10 mil para a divulgação dos cenários suspensos. A pesquisa tinha divulgação prevista para a próxima segunda-feira (13).
João Campos (neutro)Lula (neutro)Raquel Lyra (neutro)O TRE-PE concedeu uma liminar e determinou a suspensão imediata da divulgação de parte dos resultados da pesquisa do Instituto Conecta para o Governo do Estado. O levantamento foi registrado sob o protocolo nº PE-03909/2026 e tinha previsão de ser veiculada na próxima segunda (13). A ação foi protocolada pelo diretório estadual Solidariedade e a decisão foi assinada nesta quinta (9) pelo desembargador auxiliar Fernando Braga Damasceno. Conforme o documento ao qual o Blog Cenário teve acesso, o questionário apresentava suposto “vício insanável” na pergunta nº 4, por submeter os entrevistados a três cenários de intenção de voto baseados em apoios políticos nacionais, mas de uma forma que poderia induzir ao erro. O pré-candidato a governador João Campos (PSB) aparece em todos os cenários associado ao apoio do presidente Lula, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) é vinculada de forma alternada aos apoios de Ronaldo Caiado (PSD), Flávio Bolsonaro (PL) ou identificada como “independente”. Segundo a representação, essa estrutura não mede a intenção de voto de forma neutra, mas induz o entrevistado por meio da identificação ideológica. O Solidariedade também alegou insuficiência na comprovação da origem dos recursos próprios declarados para custear a pesquisa, no valor de R$ 30 mil. Ao analisar o caso, o desembargador entendeu que a estrutura como o questionário foi construído na pergunta citada na ação pode comprometer a neutralidade exigida para pesquisas eleitorais. Na decisão, o magistrado afirma que a assimetria do questionário pode funcionar como “mecanismo de indução ao eleitor”. Também destacou que a discrepância entre o valor da pesquisa e a situação financeira demonstrada na documentação contábil recomenda maior transparência. Com isso, o desembargador determinou que a pesquisa poderá ser divulgada, porém, excluindo os resultados referentes aos três cenários da pergunta nº 4. Ele também determinou que a empresa apresente, no prazo de 48 horas, documentação contábil complementar, como extratos bancários ou fluxo de caixa, para comprovar a disponibilidade financeira destinada ao custeio da pesquisa. *Do Blog Cenário
João Campos (neutro)Lula (neutro)Raquel Lyra (neutro)O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) concedeu uma liminar e determinou a suspensão imediata da divulgação de parte dos resultados da pesquisa do Instituto Conecta para o Governo do Estado. O levantamento foi registrado sob o protocolo nº PE-03909/2026 e tinha previsão de ser veiculada na próxima segunda (13). A ação foi protocolada pelo diretório estadual Solidariedade e a decisão foi assinada nesta quinta (9) pelo desembargador auxiliar Fernando Braga Damasceno. Conforme o documento ao qual o Blog Cenário teve acesso, o questionário apresentava suposto “vício insanável” na pergunta nº 4, por submeter os entrevistados a três cenários de intenção de voto baseados em apoios políticos nacionais, mas de uma forma que poderia induzir ao erro. O pré-candidato a governador @joaocampos (PSB) aparece em todos os cenários associado ao apoio do presidente Lula, enquanto a governadora @raquellyraoficial (PSD) é vinculada de forma alternada aos apoios de @ronaldocaiado (PSD), @flaviobolsonaro (PL) ou identificada como “independente”. Segundo a representação, essa estrutura não mede a intenção de voto de forma neutra, mas induz o entrevistado por meio da identificação ideológica. O Solidariedade também alegou insuficiência na comprovação da origem dos recursos próprios declarados para custear a pesquisa, no valor de R$ 30 mil. Ao analisar o caso, o desembargador entendeu que a estrutura como o questionário foi construído na pergunta citada na ação pode comprometer a neutralidade exigida para pesquisas eleitorais. Na decisão, o magistrado afirma que a assimetria do questionário pode funcionar como “mecanismo de indução ao eleitor”. Também destacou que a discrepância entre o valor da pesquisa e a situação financeira demonstrada na documentação contábil recomenda maior transparência. 👉Confira matéria completa wwww.blogcenario.com #Politica #Pesquisa #Pernambuco #Governador #BlogCenario
João Campos (neutro)Lula (neutro)Raquel Lyra (neutro)Em decisão liminar, Justiça suspende pesquisa do Instituto Opinião em Pernambuco. A divulgação da pesquisa eleitoral foi registrada em parceria com o jornalista Magno Martins. A medida impede a publicação dos resultados do levantamento de intenção de voto para o Governo de Pernambuco e para o Senado Federal nas eleições de 2026, até que sejam cumpridas as exigências previstas na legislação eleitoral. O desembargador José Ronemberg Travassos da Silva, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), proferiu a medida após o partido Solidariedade apresentar uma representação à Justiça Eleitoral. Segundo a decisão, o registro da pesquisa, identificado pelo número PE-02274/2026, não atendeu integralmente às exigências previstas na legislação eleitoral. De acordo com o magistrado, houve ausência da nota fiscal referente à contratação da pesquisa. Documento, inclusive, considerado obrigatório para demonstrar a origem dos recursos utilizados na realização do levantamento. A falta da comprovação, segundo a decisão, compromete a transparência do processo e dificulta a fiscalização por parte da Justiça Eleitoral e dos demais interessados. Matéria completa no site. Link na bio.
Do Blog Ricardo Antunes A Justiça Eleitoral de Pernambuco barrou a divulgação da pesquisa do instituto Opinião Pesquisas Sociais, contratada pelo Blog de Magno Martins, um dos grandes incentivadores e defensores da campanha de pré-candidato João Campos (PSB). O levantamento, registrado sob o número PE-02274/2026, pretendia medir as intenções de voto para os cargos de governador e senador em Pernambuco nas eleições de 2026. A decisão, assinada pelo desembargador José Ronemberg Travassos da Silva, foi publicada oficialmente no dia 07 de julho de 2026, após um questionamento feito pelo partido Solidariedade (SD). O motivo central para a suspensão foi uma falha técnica grave: a ausência da nota fiscal no registro da pesquisa. Segundo as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como o levantamento não foi custeado com recursos próprios do instituto, é obrigatória a apresentação do documento para comprovar quem pagou pelo serviço. O desembargador entendeu que essa falta de transparência impede a fiscalização adequada da regularidade do trabalho e fere a legislação eleitoral vigente. 📲 Leia matéria completa no Farol 🔗 Link na bio e nos stories ✨ *15 anos dedicados à notícia* 🗞️ Denúncia ou sugestão? 📩 Fale com o Farol 🗼 ☎️ (87) 99981-2171
João Campos (neutro)A Justiça Eleitoral de Pernambuco determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa de intenção de voto para as eleições de 2026, registrada sob o número PE-02274/2026. O levantamento foi realizado pelo Instituto Opinião Pesquisas Sociais e contratado pelo jornalista Magno Martins. A decisão foi assinada pelo desembargador José Ronemberg Travassos da Silva, após uma representação apresentada pelo Solidariedade. Segundo a decisão, a pesquisa deixou de apresentar a nota fiscal exigida pela legislação eleitoral. De acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando o levantamento não é financiado com recursos próprios do instituto responsável, é obrigatória a apresentação da documentação que comprove quem custeou a pesquisa. Com isso, o Instituto Opinião e o Blog de Magno Martins estão proibidos de divulgar ou compartilhar qualquer resultado da pesquisa em sites, redes sociais, emissoras de rádio ou qualquer outro meio de comunicação até que a situação seja regularizada. A Justiça também determinou que o instituto apresente a nota fiscal no prazo de 24 horas. Em caso de descumprimento da decisão, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada ao valor máximo de R$ 100 mil. A suspensão permanecerá válida até que todas as exigências da Justiça Eleitoral sejam cumpridas.
Justiça Eleitoral barra divulgação de pesquisa do Instituto Opinião para governo de Pernambuco A Justiça Eleitoral de Pernambuco determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Opinião Pesquisas Sociais e contratada pelo jornalista Magno Martins. O levantamento, registrado sob o número PE-02274/2026, pretendia medir as intenções de voto para os cargos de governador e senador nas eleições de 2026 em Pernambuco. A decisão foi assinada pelo desembargador José Ronemberg Travassos da Silva, após representação apresentada pelo partido Solidariedade (SD). De acordo com a decisão, o principal motivo para o impedimento da divulgação foi a ausência da nota fiscal no registro da pesquisa. Conforme as normas estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando o levantamento não é custeado com recursos próprios do instituto responsável, é obrigatória a apresentação do documento fiscal que comprove quem financiou a pesquisa. Para o magistrado, a falta dessa documentação compromete a transparência e dificulta a fiscalização da regularidade do levantamento, em desacordo com a legislação eleitoral. Com a decisão, o Instituto Opinião e o Blog de Magno Martins ficam proibidos de divulgar, publicar ou compartilhar qualquer resultado, tabela ou cenário da pesquisa em qualquer meio de comunicação, incluindo redes sociais, sites e emissoras de rádio. O desembargador também estabeleceu prazo de 24 horas para que o instituto apresente a nota fiscal correspondente no sistema da Justiça Eleitoral, sob pena de manutenção da suspensão. A decisão prevê ainda multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da ordem judicial, limitada ao valor de R$ 100 mil. A medida permanecerá em vigor até que as exigências determinadas pela Justiça Eleitoral sejam cumpridas.
PESQUISA ENCOMENDA POR BLOG ALIADO DE JOÃO CAMPOS E SUSPENSA PELO TRE . O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou a suspensão da divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o nº PE-02274/2026, referente à disputa pelo Governo do Estado e ao Senado Federal. A decisão foi proferida pelo desembargador **** após questionamentos sobre a documentação apresentada no registro da pesquisa, realizada pelo Instituto Opinião e divulgada em parceria com o Blog do Magno Martins. De acordo com a decisão, a suspensão ocorreu em razão da ausência da nota fiscal exigida para comprovação das informações financeiras do levantamento. O instituto terá 24 horas para apresentar a documentação e regularizar o registro. Enquanto a determinação estiver em vigor, ficam proibidas a divulgação dos números, gráficos e conclusões da pesquisa em blogs, portais, emissoras de rádio e redes sociais. A decisão ainda estabelece multa diária de R$ 10 mil, limitada ao total de R$ 100 mil, em caso de descumprimento da ordem judicial. A suspensão tem caráter cautelar e está relacionada à regularidade documental da pesquisa. A medida não representa conclusão sobre eventual fraude, manipulação ou inconsistência dos resultados, podendo ser revista após a análise da documentação pela Justiça Eleitoral. O caso segue em tramitação e aguarda nova manifestação do TRE-PE após o prazo concedido para a regularização
João Campos (neutro)TRE-PE suspende pesquisa após ação do Podemos apontar favorecimento a João Campos O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, por meio de decisão liminar, a suspensão da divulgação da pesquisa eleitoral PE-05044/2026, registrada pelo Instituto Conecta de Pesquisa. A medida foi tomada após representação apresentada pelo Podemos, que apontou supostas irregularidades metodológicas no levantamento e alegou favorecimento ao pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos. Na ação, o partido sustentou que a pesquisa apresentava tratamento desigual entre os nomes avaliados, beneficiando João Campos em detrimento da governadora Raquel Lyra. O caso foi analisado pelo desembargador eleitoral José Ronemberg Travassos da Silva, que entendeu estarem presentes os requisitos necessários para a concessão da tutela de urgência. De acordo com a decisão, um dos principais problemas identificados foi a formulação do questionário. O magistrado observou que apenas João Campos aparecia associado ao “apoio de Lula”, enquanto Raquel Lyra e os demais pré-candidatos eram apresentados de forma independente. Para o desembargador, essa diferença de tratamento compromete a neutralidade metodológica exigida em pesquisas eleitorais. A decisão também aponta possíveis inconsistências entre o plano amostral apresentado pelo instituto e as faixas de renda utilizadas durante a aplicação do questionário. Além disso, foram levantadas dúvidas sobre a documentação referente ao estatístico responsável pelo levantamento. Com a liminar, o Instituto Conecta está proibido de divulgar qualquer resultado, percentual ou dado relacionado à pesquisa até nova deliberação da Justiça Eleitoral. Em caso de descumprimento da determinação, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente ao valor de R$ 100 mil.
João Campos (negativo)Raquel Lyra (negativo)O clima político em Pernambuco ganhou mais um capítulo na Justiça Eleitoral após o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinar a suspensão de uma pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá sobre a corrida pelo Governo do Estado. O levantamento, que colocava a governadora Raquel Lyra à frente na disputa, foi alvo de contestação por supostas falhas técnicas e metodológicas. A ação foi apresentada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), integrante da Frente Popular de Pernambuco, que questionou a confiabilidade dos dados divulgados pelo instituto responsável pela pesquisa. Segundo o partido, haveria inconsistências na metodologia utilizada para a realização das entrevistas e na forma como as informações foram registradas. Entre os principais pontos levantados está o uso da metodologia chamada Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT). De acordo com a representação judicial, embora o Instituto Veritá tenha informado que realizou entrevistas em bairros específicos dos municípios pesquisados, os formulários aplicados não continham identificação detalhada dessas localidades, o que levantou dúvidas sobre a execução prática do método apresentado. Outro aspecto considerado relevante pela Justiça foi a ausência de informações detalhadas sobre a distribuição dos entrevistados por setor censitário, item considerado essencial para garantir a transparência e a validação técnica de pesquisas eleitorais. Na decisão liminar, o desembargador Marcelo Labanca Corrêa de Araújo apontou indícios de possível descumprimento das normas estabelecidas pela legislação eleitoral e pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para divulgação de levantamentos eleitorais. Com a determinação do TRE-PE, o Instituto Veritá deverá interromper a divulgação da pesquisa no prazo de 24 horas, incluindo a retirada de conteúdos publicados em plataformas digitais ligadas à Meta, como Facebook e Instagram. Em caso de descumprimento da medida judicial, foi estipulada multa diária de R$ 5 mil. Não é a primeira vez que o instituto enfrenta questionamentos na Justiça Eleitoral. Em abril deste ano, *MATÉRIA COMPLETA NO LAGOAGRANDENOTICIAS. COM
Raquel Lyra (neutro)O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) suspendeu pesquisa do Instituto Veritá, divulgada na semana passada, que apontava uma suposta liderança da governadora Raquel Lyra (PSD) em intenções de votos nas eleições deste ano. A Justiça entendeu que uma série de irregularidades comprometeram a credibilidade do levantamento da empresa, que já havia sido punida com outra suspensão, em abril, por conta de falhas metodológicas que poderiam interferir nas impressões do eleitorado pernambucano sobre a corrida ao Governo do Estado. O pedido de suspensão partiu do MDB, partido que faz parte do arco de alianças da Frente Popular de Pernambuco. A legenda apontou a existência de vícios metodológicos estruturais e cumulativos, como a impossibilidade material de execução do método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT) declarado, já que nenhuma das 26 questões da pesquisa do Veritá coletou informações sobre bairros. Apesar disso, o relatório da sondagem garantiu ter ouvido eleitores em todos os bairros das cidades pesquisadas. O TRE entendeu que a falta de registro do número de eleitores sondados em cada setor censitário compromete o próprio registro da pesquisa. “Os itens acima identificados, considerados isoladamente ou em seu conjunto, evidenciam, em juízo preliminar e não exauriente, o descumprimento dos requisitos formais e materiais do art. 2º da Resolução TSE nº 23.600/2019, c/c o art. 33 da Lei nº 9.504/1997”, decidiu o desembargador Marcelo Labanca Corrêa de Araújo, determinando a suspensão da divulgação da pesquisa eleitoral em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, e a retirada de postagens sobre os números de redes sociais ligadas à Meta.
Raquel Lyra (neutro)O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) suspendeu pesquisa do Instituto Veritá, divulgada na semana passada, que apontava uma suposta liderança da governadora Raquel Lyra (PSD) em intenções de votos nas eleições deste ano. A Justiça entendeu que uma série de irregularidades comprometeram a credibilidade do levantamento da empresa, que já havia sido punida com outra suspensão, em abril, por conta de falhas metodológicas que poderiam interferir nas impressões do eleitorado pernambucano sobre a corrida ao Governo do Estado. O pedido de suspensão partiu do MDB, partido que faz parte do arco de alianças da Frente Popular de Pernambuco. A legenda apontou a existência de vícios metodológicos estruturais e cumulativos, como a impossibilidade material de execução do método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT) declarado, já que nenhuma das 26 questões da pesquisa do Veritá coletou informações sobre bairros. Apesar disso, o relatório da sondagem garantiu ter ouvido eleitores em todos os bairros das cidades pesquisadas. O TRE entendeu que a falta de registro do número de eleitores sondados em cada setor censitário compromete o próprio registro da pesquisa. (Matéria/ @blogdomagno )
Raquel Lyra (neutro)Justiça suspende mais uma pesquisa pró-Raquel Lyra por irregularidades O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) suspendeu pesquisa do Instituto Veritá, divulgada na semana passada, que apontava uma suposta liderança da governadora Raquel Lyra (PSD) em intenções de votos nas eleições deste ano. A Justiça entendeu que uma série de irregularidades comprometeram a credibilidade do levantamento da empresa, que já havia sido punida com outra suspensão, em abril, por conta de falhas metodológicas que poderiam interferir nas impressões do eleitorado pernambucano sobre a corrida ao Governo do Estado. O pedido de suspensão partiu do MDB, partido que faz parte do arco de alianças da Frente Popular de Pernambuco. A legenda apontou a existência de vícios metodológicos estruturais e cumulativos, como a impossibilidade material de execução do método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT) declarado, já que nenhuma das 26 questões da pesquisa do Veritá coletou informações sobre bairros. Apesar disso, o relatório da sondagem garantiu ter ouvido eleitores em todos os bairros das cidades pesquisadas. O TRE entendeu que a falta de registro do número de eleitores sondados em cada setor censitário compromete o próprio registro da pesquisa. “Os itens acima identificados, considerados isoladamente ou em seu conjunto, evidenciam, em juízo preliminar e não exauriente, o descumprimento dos requisitos formais e materiais do art. 2º da Resolução TSE nº 23.600/2019, c/c o art. 33 da Lei nº 9.504/1997”, decidiu o desembargador Marcelo Labanca Corrêa de Araújo, determinando a suspensão da divulgação da pesquisa eleitoral em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, e a retirada de postagens sobre os números de redes sociais ligadas à Meta. Do Magno Martins
Raquel Lyra (neutro)📌 Trecho destacado no julgamento De acordo com o voto apresentado no TRE-PE: “Essas duas candidaturas femininas foram artificiais para cumprir a cota de gênero. Suas candidaturas foram instrumentalizadas pelo partido.” O relator votou pela manutenção integral da sentença de primeira instância, que já havia reconhecido a fraude à cota de gênero e determinado a cassação dos registros de candidatura de todos os candidatos proporcionais do PRD nas eleições de 2024.
Nessa sexta-feira (24) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou o julgamento definitivo que, A UNANIMIDADE, negou provimento ao Agravo Interno da ex-Vereadora Juliana Tenório que buscava a reforma da decisão monocrática do Ministro Antônio Carlos Ferreira que confirmou o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, mantendo a cassação do diploma e inelegibilidade por 08 anos dela, Dr. Waldir Tenório (Presidente do Partido), Jéssica Bianca (Candidata Fraudulenta) e Michele Barros (Candidata Fraudulenta). No julgamento do plenário virtual do TSE, o plenário pontuou ”ter concluído que a fraude na cota de gênero em relação à candidatura de Jéssica Bianca e Silva e de Ana Michele de Barros Silva se caracterizou pela presença das seguintes circunstâncias, comuns a ambas: (a) votação inexpressiva; (b) ausência de atos efetivos de campanha; e (c) simulação de despesas mediante a contratação fictícia de militantes que, em verdade, prestaram serviços à candidata adversária Juliana Aparecida Correa Tenório, eleita pela mesma legenda, então presidida por seu esposo, Waldir Tenório Júnior.” Reforçou ainda que “não prosperam os argumentos suscitados pelos agravantes, pois, consoante demonstrado, o TRE/PE não ignorou “[…] a existência de gastos reais da ordem de R$ 16.460,00 e de R$ 10.420,00 […]” por parte das candidatas, tampouco desprezou o fato de que ambas receberam votos. Apenas concluiu que, assim como os atos de campanha, as despesas por elas realizadas se destinaram à candidatura Juliana Aparecida Correa Tenório, adversária do mesmo partido político, presidido por seu esposo, Waldir Tenório Júnior.” 📘 Leia matéria completa no Farol 🔗 Link na bio e nos stories ✨ 15 anos dedicados à notícia 📷 Denúncia ou sugestão? 📩 Fale com o Farol 🗼 ☎️ (87) 99981-2171
A Justiça Eleitoral de Pernambuco determinou a suspensão imediata da divulgação de uma pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Veritá, que indicava empate técnico entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) após ação movida pelo Diretório Estadual do MDB. Segundo informações do próprio processo, o MDB de Pernambuco questionou a regularidade do levantamento registrado sob o número PE-02184/2026. A legenda, que integra o campo político de apoio a João Campos, apontou uma série de inconsistências na metodologia utilizada pelo Instituto Veritá. O relator do caso, o desembargador Fernando Braga Damasceno, acolheu os argumentos apresentados e determinou não apenas a suspensão da divulgação da pesquisa, como também a retirada de todo o conteúdo já publicado em veículos de comunicação sob responsabilidade do instituto. O prazo estabelecido para cumprimento da decisão é de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Na representação, o MDB-PE destacou falhas consideradas relevantes, incluindo problemas no plano amostral, ausência de informações obrigatórias, inconsistências estatísticas e lacunas na descrição metodológica. Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que há indícios de comprometimento da confiabilidade dos dados apresentados, além do risco de influência indevida sobre o eleitorado. Para o presidente estadual do MDB, Raul Henry, a decisão do TRE-PE reforça a necessidade de rigor na divulgação de pesquisas eleitorais. “Não se pode normalizar a divulgação de pesquisas com fragilidades técnicas que possam distorcer o cenário político. O MDB atuou com firmeza para proteger o eleitor e garantir que o debate público se baseie em informações confiáveis. Pernambuco precisa de um processo eleitoral transparente e à altura do que a população espera”, afirmou. A decisão ainda cabe recurso, mas permanece válida até eventual nova deliberação da Justiça Eleitoral.
João Campos (neutro)Raquel Lyra (neutro)O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou a suspensão imediata da divulgação de uma pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Veritá, divulgada no dia 05 de abril, que indicava empate técnico entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). A decisão da Justiça Eleitoral foi tomada após ação movida pelo Diretório Estadual do MDB. O desembargador Fernando Braga Damasceno, relator do caso, acolheu os argumentos apresentados e determinou não apenas a suspensão da divulgação da pesquisa, como também a retirada de todo o conteúdo já publicado em veículos de comunicação sob responsabilidade do instituto. O prazo estabelecido pelo magistrado para cumprimento da decisão é de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Na representação, o MDB de Pernambuco destacou falhas consideradas relevantes, incluindo problemas no plano amostral, ausência de informações obrigatórias, inconsistências estatísticas e lacunas na descrição metodológica. Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que há indícios de comprometimento da confiabilidade dos dados apresentados, além do risco de influência indevida sobre o eleitorado. Para o presidente estadual do MDB, Raul Henry, a decisão do TRE-PE reforça a necessidade de rigor na divulgação de pesquisas eleitorais. “Não se pode normalizar a divulgação de pesquisas com fragilidades técnicas que possam distorcer o cenário político. O MDB atuou com firmeza para proteger o eleitor e garantir que o debate público se baseie em informações confiáveis. Pernambuco precisa de um processo eleitoral transparente e à altura do que a população espera”, afirmou.
João Campos (neutro)Raquel Lyra (neutro)
Sub-temas nos comentários (25)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- apoio entusiasmado a João Campos25 comentários
"Apoio entusiasmado a João Campos."
- apoio entusiasmado a governante em eventual reeleição33 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra reeleita."
- crítica irônica ao PSB e candidatura João Campos32 comentários
"Crítica irônica aos apoiadores de João Campos que ficam “amarelando de medo” diante de uma pesquisa eleitoral, sugerindo medo de confronto com Lula e com o time nacional."
- endosso entusiasmado a candidato específico17 comentários
"Apoio entusiasmado a João Campos, refletindo apoio ao candidato do PSB no Recife, com tom de fãs nas ruas do litoral."
- deboche de performances do candidato19 comentários
"Crítica irônica ao narrador que duvida das próprias falas na convenção de João Campos, sugerindo que ele não acredita no que diz."
- ironia sobre manipulação de pesquisas37 comentários
"Ironia sobre a pesquisa citada no post, sugerindo ceticismo quanto à validade do levantamento divulgado pelo Instituto Simplex e apontando que a rua não foi consultada."
- apoios concorrentes a Raquel Lyra e João Campos12 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra."
"Crítica à organização de comícios do candidato Joao Campos para comprovar pela presença de gente, com ironia sobre convocar secretarias e ônibus cheios."
- endosso irônico à liderança de Raquel Lyra13 comentários
"A crítica ironiza a candidata Raquel Lyra, com endorsement implícito a Raquel Lyra e rejeição a João Campos, apontando uma preferência por Raquel Lyra."
- apelo entusiasmado a alianças PSB Lula10 comentários
"Apoio entusiasmado a João Campos combinado com apoio a Lula."
- endosso irritado a Raquel Lyra23 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra, combinado com rejeição a João Campos."
- aponto de pesquisa como arma eleitoral13 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra com promessa de vitórias futuras no governo de Pernambuco."
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra, com crítica velada ao João Campos, sugerindo que Raquel é preferida pelo eleitorado"
- cobrança por accountability do voto8 comentários
"Rejeição sarcástica a Raquel Lyra, zombando de que a líder da gestão estadual teria recebido nova condenação de desacreditar pesquisas e de estar em posição de destaque negativamente"
- crítica irônica a candidatura de Campos11 comentários
"Crítica irônica ao desempenho e ambição de Joao Campos, sugerindo que ele deveria se candidatar a Senado ou deputado federal em vez de continuar buscando o governo de Pernambuco."
- deboche de performances do candidato14 comentários
"Crítica irônica a João Campos por ter ficado à frente na convenção e não ter mostrado problema quando estava na liderança."
- críticas ironicas à gestão de Raquel Lyra11 comentários
"A crítica à governadora Raquel Lyra é apresentada como ataque com mentiras e desinformação sobre a gestão estadual."
- crítica irônica a João Campos na convenção8 comentários
"Crítica irônica a João Campos por mentir sobre a pesquisa e a veracidade das informações, sugerindo que ele mente sem vergonha durante a convenção"
- crítica ironia a candidato favorito em confronto8 comentários
"Crítica irônica ao candidato João Campos, apontando que ele vai perder nas ruas, nas pesquisas e nas urnas."
- ironia sobre derrota de João Campos8 comentários
"Declaração irônica de que João Campos não vai vencer ou não vai aparecer na eleição de Pernambuco, sugerindo ceticismo em relação à sua candidatura ao governo."
- crítica agressiva a gestão de João Campos16 comentários
"Crítica severa ao desempenho de João Campos no governo de Pernambuco, retratando Pernambuco como “uma merda” sob sua gestão e que o estado parece ter ficado nos anos 80."
- deboche de performances do prefeito9 comentários
"Crítica irônica a João Campos, questionando escolhas políticas e mantendo foco no uso de recursos públicos para favorecer familiares, com tom de desconfiança sobre justiça e mudança de foco."
- apoio entusiasmado a Raquel Lyra11 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra"
"Crítica irônica ao comentário que sugere que João Campos mentiria, sugerindo rejeição à atuação dele e à cobertura de Cenário sobre a pesquisa de Simplex."
- crítica ambígua sobre liderança de Raquel Lyra8 comentários
"Crítica veemente a Raquel Lyra pela gestão na saúde e segurança pública em Pernambuco, destacando longas filas nos hospitais, falta de médicos e remédios, e insegurança sob o governo estadual."