O governo dos Estados Unidos confirmou uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos importados do Brasil. A cobrança entrará em vigor em 22 de julho e atingirá mercadorias como açúcar, máquinas, aço, etanol, tabaco e ferro-gusa. A medida foi adotada após uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. O órgão acusa o Brasil de manter práticas comerciais consideradas injustas, argumento rejeitado pelo governo brasileiro. Produtos importantes da pauta de exportação, como café, carne bovina, suco de laranja e componentes aeronáuticos, ficaram fora da nova taxação. As exceções alcançam aproximadamente US$ 11 bilhões em comércio anual. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão como injustificada e afirmou que o Brasil poderá reagir por meio da Lei da Reciprocidade Econômica e recorrer à Organização Mundial do Comércio. A taxação amplia as tensões comerciais entre as duas maiores economias das Américas.
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- Lulaneutro
Nome citado; reportagem atribui ao presidente Lula a classificação da tarifa como 'injustificada' e a intenção de reagir via Lei da Reciprocidade e OMC.
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