Tarifas americanas sobre Brasil
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Os Estados Unidos anunciaram, nesta quinta-feira (23), uma tarifa adicional de 12,5% sobre exportações brasileiras, sob a alegação de que o Brasil não combate adequadamente o trabalho forçado. A medida se soma à sobretaxa de 25% que entrou em vigor na quarta-feira (22), após uma investigação do governo norte-americano concluir que o país adota práticas consideradas desleais de comércio em relação aos EUA. Diante do aumento das barreiras comerciais, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirmou que a principal estratégia para reduzir os impactos sobre a indústria brasileira é manter abertas as negociações entre os dois países. Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, nesta quinta-feira, Alban reforçou que o setor produtivo continuará apoiando os esforços do governo brasileiro para buscar uma solução negociada. “Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando”, disse o presidente da CNI em entrevista coletiva. Ações emergenciais e de longo prazo Segundo Alban, governo e setor produtivo definiram uma estratégia em duas frentes: medidas emergenciais e ações estruturantes. No curto prazo, a proposta é oferecer apoio imediato às empresas prejudicadas, em parceria com o MDIC, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a CNI, por meio do Serviço Social da Indústria (SESI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Já a frente de longo prazo prevê a criação de uma nova missão do programa Nova Indústria Brasil (NIB) para fortalecer a inserção internacional da indústria brasileira e mitigar os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos.
📍Setores veem risco para economia sobre “tarifaço” e pedem diálogo em vez de agir com reciprocidade 📍Vietnã propõe proibir menores de 16 anos de publicar conteúdo nas redes sociais 📍Pronasci Juventude seleciona profissionais em Psicologia e Pedagogia em Pernambuco ✍🏻 Post por Natália Rodrigues e Mariana Granja #GiroDeNotícias #CNF #CaruaruNoFace #Notícia
Entra em vigor, nesta sexta-feira (24), a nova tarifa de 12,5% anunciada na quinta (23) pelos Estados Unidos para produtos brasileiros. Para a maior parte das exportações afetadas, uma sobretaxa de 25%, imposta na semana passada, será somada. A partir disto, milhares de itens terão uma tributação adicional de até 37,5% para entrar no mercado do EUA. Com isto, a alíquota coloca o Brasil entre os parceiros comerciais mais sobretaxado pelo país norte-americano, ficando atrás da China. O governo de Donald Trump acusa o Brasil, com base na Seção 301 do Trad Act de 1974, de não combater de forma adequada o trabalho forçado em certas cadeias de produção, adotando a medida no âmbito da investigação conduzida pelas autoridades dos Estados Unidos. Com informações do Metrópoles. Notícia completa no link da bio.
Sob pressão do tarifaço de Trump contra o Brasil, o governo brasileiro negocia hoje, “em estágio avançado”, acordos de livre comércio com os Emirados Árabes Unidos e o Canadá, além de sinalizar progressos recentes com Japão, Coreia do Sul e outros países asiáticos. A informação foi dada pelo embaixador Maurício Lyrio, secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, durante a cerimônia de sanção do programa Brasil Soberano 3, realizada nesta 4ª feira (22.jul.2026), em Brasília. Os acordos fazem parte da estratégia do governo para diversificar os destinos das exportações brasileiras. Na mesma cerimônia, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, disse que a diversificação dos mercados já está em curso. Citando dados da ApexBrasil, afirmou que 73% das cerca de 2.400 empresas brasileiras que exportam para os Estados Unidos passaram a acessar outros mercados desde o ano passado. Segundo o ministro, as empresas ampliaram seus destinos de exportação sem necessariamente reduzir as vendas ao mercado norte-americano. Como exemplo, ele mencionou o setor de máquinas e equipamentos, com avanços na aproximação comercial com Cingapura, para onde parte da produção antes destinada aos EUA passou a ser exportada. Segundo Elias Rosa, o Brasil registrou neste ano crescimento de mais de 40% nas exportações para 54 destinos ou mercados diferentes, e mantém recorde na balança comercial desde 2023. O governo concentra esforços para concluir negociações já abertas e iniciar novas frentes comerciais. Acordos do Mercosul Segundo Maurício Lyrio, os primeiros acordos do Mercosul fora da América do Sul foram firmados com Egito, Israel e Palestina, negociados nos 2 primeiros mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O tratado com a Palestina, assinado em 2011, foi o último do bloco por mais de uma década. Por Portal PE10
Lula (neutro)O governo brasileiro rechaçou a decisão do governo dos Estados Unidos de impor nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação 301, relativa à proibição de importação relacionada ao trabalho forçado, e afirmou que irá acionar a Lei da Reciprocidade. "Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC", diz a nota divulgada nesta quinta-feira, 23, pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. Para a União, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) optou por manipular temas caros aos direitos humanos. "Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais." (Foto: Ricardo Stuckert/PR) #brasil #lula #tarifaço #eua *ls *digital #digital
Lula (neutro)Apesar de iniciar o processo, o Brasil não deve fazer nenhuma retaliação antes da eleição, em outubro para não colocar em risco a reeleição do presidente Lula Os Estados Unidos confirmaram nesta quinta-feira (23/7) a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, que começa a valer já a partir desta sexta-feira (24/7) e se somará aos 25% já incidentes sobre quase um quinto das exportações do país e chega a 37,5%. Em resposta, o governo brasileiro deve iniciar na próxima semana os trâmites para acionar a Lei de Reciprocidade na Câmara de Comércio Exterior (Camex) e abrir consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC), embora interlocutores afirmem que nenhuma retaliação deve ocorrer antes da eleição de outubro. A nova taxa anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) cria duas camadas de tarifas. Ainda não está claro qual será o alcance do percentual adicional sobre a pauta exportadora. A decisão é resultado de uma investigação aberta contra 60 países que os Estados Unidos acusam de não ter, ou não aplicar, legislação que proíba o uso de trabalho forçado na produção de bens exportados para o mercado americano. As alíquotas adicionais serão aplicadas aos produtos declarados para consumo ou retirados de armazéns para consumo a partir de 0h01 desta sexta-feira, no horário da costa leste dos Estados Unidos. Não estarão sujeitas à nova tarifa, porém, as mercadorias embarcadas no porto de origem e já em trânsito pelo modal final de transporte antes desse horário, desde que sejam declaradas para consumo ou retiradas de armazéns para consumo até 0h01 de 28 de julho, também no horário da costa leste americana. O Brasil vai entrar em guerra comercial contra os Estados Unidos, com todo o seu potencial de combate. O presidente Lula certa vez disse que o Exército do Brasil não tem dinheiro nem para comprar bala para treinamento, agora ele vai ter que provar que seu governo tem força para enfrentar os EUA no setor de exportação dos produtos taxados pelo governo Norte-Americano.
Lula (negativo)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (22) que o Brasil continuará buscando diálogo com os Estados Unidos, apesar de afirmar que não encontrou reciprocidade nas negociações sobre as tarifas impostas aos produtos brasileiros. Segundo o presidente, o governo permanecerá na mesa de negociação, mas também buscará novos mercados para os produtos nacionais afetados pela medida. A declaração foi feita durante cerimônia no Palácio do Planalto para anunciar medidas de apoio a empresas impactadas pelo tarifaço norte-americano. A nova tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros entrou em vigor nesta quarta-feira (22), após o governo dos Estados Unidos concluir uma investigação sobre práticas comerciais adotadas pelo Brasil.
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (22) que seu governo não vai ficar "chorando" e buscará novos mercados diante da tarifa de 25% que os Estados Unidos impuseram a diversos produtos brasileiros. A sobretaxa entrou em vigor nesta quarta-feira, após uma investigação conduzida por Washington sobre supostas práticas comerciais desleais por parte da maior economia da América Latina. O Brasil rejeita a acusação e considera a tarifa injusta. "Não vamos ficar chorando produto que a gente não vendeu para eles, porque nós vamos procurar outros compradores", disse Lula durante o anúncio de um plano de crédito destinado aos setores afetados pela sobretaxa. Inicialmente, o presidente havia anunciado que utilizaria uma lei de reciprocidade comercial. No entanto, seu vice-presidente, Geraldo Alckmin, abaixou o tom na terça-feira ao descartar uma retaliação. "A gente não vai sair da mesa de negociação. Eles que não querem negociar", afirmou Lula nesta quarta-feira. As sobretaxas se desenham como um importante ponto de conflito na corrida para as eleições presidenciais de outubro, nas quais Lula enfrentará o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado do presidente americano, Donald Trump. O governo disponibilizará créditos no valor de 18,5 bilhões de reais para as empresas afetadas e anunciou que ajudará a "diversificar" seus mercados. Produtos como carne bovina e café ficaram isentos da nova tarifa, mas os setores de máquinas, calçados, madeira e plásticos serão atingidos. O Brasil está entre os vários países que poderão, em breve, estar sujeitos a novas tarifas de 12,5% por não imporem restrições à importação de bens produzidos com trabalho forçado. O governo Lula rejeita essa acusação feita por Washington e espera que, caso essa segunda sobretaxa seja aplicada, ela não seja cumulativa com a tarifa de 25%, declarou aos jornalistas o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa.
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (neutro)A nova tarifa americana direcionada ao Brasil entrou em vigor nesta quarta-feira (22), enquanto outros parceiros comerciais de Washington se preparam para uma nova rodada de medidas tarifárias diante do vencimento, nesta semana, das temporárias impostas pelo presidente Donald Trump. A tarifa de 25% sobre o Brasil vem na esteira de uma investigação dos Estados Unidos, que acusou o gigante americano de práticas comerciais desleais. Isso provocou fortes críticas, embora o vice-presidente Geraldo Alckmin, tenha dito em entrevista coletiva na terça-feira que o país buscará resolver o problema por meio de negociações, em vez de recorrer a represálias. Vários produtos, como carne bovina, café e peças de aviões, ficarão isentos, e aproximadamente metade das exportações do Brasil para os Estados Unidos continuará livre de tarifas, estima Valentina Sader, do centro de estudos Atlantic Council. Ainda assim, a medida vem em um momento em que Trump renova sua aposta no uso de tarifas como ferramenta de pressão, o que desperta temores de represálias e de maiores tensões. Washington pode estar "utilizando o Brasil como exemplo para enviar uma mensagem mais ampla sobre suas prioridades e sua abordagem de negociação", disse Sader à AFP. Embora a Suprema Corte dos Estados Unidos tenha anulado muitas das tarifas de Trump em fevereiro, desferindo um golpe em sua capacidade de impor novos impostos a seu critério, Washington avançou na reconstrução de sua agenda comercial recorrendo a outros poderes. O fato de os Estados Unidos afirmarem que as tarifas ao Brasil foram impostas porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não negociou de boa-fé "reforça a percepção de que a medida não se dirige apenas às práticas comerciais do Brasil, mas que também possui um componente político contra o próprio Lula", apontou Sader. O gravame desponta como um importante ponto de conflito na campanha para as eleições presidenciais de outubro no Brasil. A Câmara de Comércio Americana para o Brasil alertou recentemente que a medida de Washington afeta mais de 11 bilhões de dólares em exportações. As informações são da AFP. Leia mais no link da bio. Foto: Filip SINGER/POOL/AFP
Lula (negativo)O novo tarifaço promovido de 25% contra produtos brasileiros pelos Estados Unidos começou a valer na madrugada desta quarta-feira (22). A taxa foi anunciada pelo governo Donald Trump na semana passada e deve impactar diretamente cerca de 2,4 mil empresas, que respondem juntas por cerca de 18% das exportações brasileiras com destino aos EUA. Segundo estimativa da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), esse percentual corresponde a transações estimadas em 7,4 bilhões de dólares. Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, os exportadores mais atingidos são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e açúcar. Para conter o impacto, os importadores devem contar com uma série de medidas como linhas de crédito para capital de giro, investimentos e com apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países. No último dia 15, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros alegando supostas práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil. Para o governo brasileiro, a disputa comercial tem um forte componente político. Integrantes do Planalto avaliam que, embora o uso de tarifas faça parte da política comercial de Trump, a ofensiva contra o Brasil também foi influenciada pela pressão sobre o governo e o Supremo Tribunal Federal em temas relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Apesar da consciência do componente político, o Brasil rejeita uma retaliação. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que a Lei da Reciprocidade serve como um instrumento de defesa, mas deve ser usada com cautela e no momento oportuno. “A ideia não é retaliação. Não é. Dizem que [no] olho por olho, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos”, afirmou Alckmin. O ‘plano A’ do governo brasileiro é insistir na negociação para reverter ou reduzir a taxa extra. VEJA A MATÉRIA COMPLETA ATRAVÉS DO LINK DA BIO. Por PE Notícias
Jair Bolsonaro (negativo)A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país entra em vigor nesta quarta-feira (22). A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA. Entre os exemplos citados estão o sistema de pagamentos PIX e a regulação de plataformas digitais. A sobretaxa alcança cerca de 3 mil itens e será cobrada dos importadores americanos no momento em que os produtos brasileiros entrarem nos EUA. Enquanto isso, outros mais de 2 mil produtos ficaram de fora da medida. Muitos deles foram excluídos por serem considerados estratégicos para a economia americana, seja pelo risco de encarecer produtos essenciais, seja porque o país não produz quantidade suficiente desses itens. Entre os 50 principais produtos brasileiros exportados aos EUA em 2025, ficaram de fora da nova tarifa itens como petróleo bruto, café em grão, aeronaves, carne bovina, celulose, sucos de laranja, ferro-gusa e ferro-nióbio. Por outro lado, produtos como máquinas industriais, pneus, açúcar, etanol, tabaco, madeira, calçados e alguns itens de alumínio passam a estar sujeitos à tarifa adicional. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que o novo tarifaço atingirá 18% das exportações brasileiras para os EUA. Post por Patriota Júnior Imagem: Reprodução
A Lei da Reciprocidade não deve ser interpretada como uma medida de retaliação aos Estados Unidos, mas como um instrumento para corrigir uma situação considerada injusta pelo governo brasileiro, disse nesta terça-feira (21) o vice-presidente Geraldo Alckmin. "A ideia não é retaliação. Diz que olho por olho pode acontecer de os dois ficarem cegos. A reciprocidade é: nós estamos sendo injustiçados e queremos corrigir isso", afirmou Alckmin. Ele e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, concederam uma entrevista após reunião com empresários dos setores afetados pelo novo tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump. Nos últimos dias, diversas associações de empresários manifestaram preocupação com eventuais retaliações impostas pelo Brasil. O vice-presidente ressaltou que a Lei de Reciprocidade foi aprovada por unanimidade no Congresso no ano passado. Segundo Alckmin, a legislação oferece instrumentos para uma resposta institucional, caso seja necessário, respeitando os trâmites legais, como consultas e audiências públicas. O Executivo finaliza um pacote de apoio aos setores afetados e acelera a busca por novos mercados para as exportações nacionais. Os dois detalharam os principais eixos do pacote de ajuda aos exportadores. O governo estruturou a resposta à sobretaxa americana em três eixos: apoio financeiro às empresas, diversificação de mercados e diálogo permanente com os setores produtivos para dimensionar os impactos. A medida dos Estados Unidos prevê tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com possibilidade de acréscimo de mais 12,5%, atingindo cerca de 18% das exportações destinadas ao mercado americano, o equivalente a aproximadamente US$ 7,4 bilhões. Foto: José Cruz/Agência Brasil #GeraldoAlckmin #Alckmin *politica *brasil *card *vv *digital
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil seguirá buscando negociar com os Estados Unidos para tentar reverter a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Segundo ele, o diálogo continua sendo a principal alternativa do governo. Alckmin disse que a Lei da Reciprocidade está sendo analisada, mas destacou que a intenção não é promover retaliação. De acordo com o vice-presidente, o governo poderá adotar medidas no momento considerado mais adequado. Durante reunião com representantes da indústria, setores produtivos também defenderam a continuidade das negociações. O presidente da Abimaq, José Velloso, afirmou que as empresas são contra uma resposta com retaliações e pediram uma solução por meio da diplomacia. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias, informou que recebeu pedidos do setor produtivo para rever pontos relacionados aos impactos do tarifaço. Segundo ele, o governo ainda avalia as solicitações e aguarda a definição sobre uma possível sobretaxa adicional antes de tomar novas decisões. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo federal inicia nesta terça-feira (21) uma rodada de reuniões com representantes dos setores mais afetados pela tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Foto: Alan Santos/PR *digital *bm #digital #radiojornal #tudoenoticia #trump #brasil #eua #economia
Lula (neutro)#Complicações A confirmação de uma nova rodada de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros reacendeu as discussões em Brasília sobre a condução das relações comerciais entre os dois países. A medida, que prevê uma alíquota adicional de 25% sobre parte das exportações nacionais, levou o governo federal a reforçar o discurso em defesa da soberania nacional, mas também a adotar uma estratégia de cautela para evitar um agravamento das tensões diplomáticas e econômicas. Nos dias que antecederam a oficialização das novas tarifas, integrantes da equipe econômica sinalizaram que o Brasil poderia recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica como resposta à decisão norte-americana. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou a realização de estudos técnicos para medir os impactos da nova tarifa e orientou que qualquer decisão envolvendo a Lei da Reciprocidade seja tomada com prudência. A movimentação do Planalto passou a ser acompanhada de perto por representantes do mercado financeiro, da indústria e por especialistas em comércio exterior, que demonstram preocupação com os possíveis desdobramentos da medida para a economia brasileira. 📸: Agência Brasil/Reprodução redes sociais 📲 Confira matéria completa no site. O link para acessar está na bio e story. #Brasil #Tarifaço #EUA #lula
Lula (neutro)Depois do tarifaço de 25% na semana passada, o governo brasileiro aguarda para esta ou próxima semana a definição sobre novo aumento de 12,5% de tarifas – fruto de uma investigação americana sobre importação de produtos produzidos com trabalho forçado em outros países. A ordem no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é buscar aumentar a lista de exceções de produtos brasileiros sujeitos às novas tarifas e retomar as negociações. As informações são do blog do Valdo Cruz. Nada de radicalismo nem rompantes, como adotar de imediato medidas de reciprocidade, porque é isso, na avaliação de assessores presidenciais, que o presidente norte-americano Donald Trump e o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, desejam. Se isso acontecer, ambos podem atacar o governo Lula de intransigente e afirmar que Lula submete os planos eleitorais aos interesses das empresas brasileiras. O Brasil vai insistir na retomada das negociações, mas avalia que, se antes a equipe do presidente dos Estados Unidos não quis de fato negociar, não será agora que eles vão mudar de posição. “Eles colocaram na mesa temas inviáveis de negociação. E eles sabiam disso. Ceder seria muito prejudicial para as empresas brasileiras, como zerar imposto de importação nos setores químicos, automotivos e de etanol”, reclama um assessor presidencial. O governo Lula calcula bem sua reação às decisões de Donald Trump porque, hoje, a maioria dos brasileiros tem uma avaliação negativa do presidente dos Estados Unidos e associa o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, ao novo tarifaço. Inicialmente, a equipe de Lula falou em acionar a Lei da Reciprocidade Econômica, mas a preferência é por retomar as conversas. De todo modo, isso não está descartado, mas o processo é demorado. A Lei da Reciprocidade Econômica autoriza o governo brasileiro a adotar medidas contra países ou blocos econômicos que imponham barreiras comerciais consideradas prejudiciais ao Brasil. Entre as possibilidades previstas estão a elevação de tarifas sobre produtos importados, a suspensão de benefícios comerciais e outras restriç
Lula (neutro)A China elevou em 55% a tarifa sobre as exportações de carne bovina brasileira que ultrapassam a cota anual estabelecida por Pequim. A medida já afeta frigoríficos nacionais e levanta uma pergunta inevitável: por que o governo Lula não fala em reciprocidade quando a barreira comercial vem da China? Quando os Estados Unidos anunciaram tarifas contra produtos brasileiros, o governo reagiu rapidamente, defendeu a Lei da Reciprocidade Comercial e adotou um discurso duro. Agora, diante de uma medida semelhante imposta pela China, o silêncio prevalece. Nenhuma ameaça de retaliação, nenhum discurso inflamado e nenhuma sinalização de aplicar os mesmos mecanismos que prometeu usar contra Washington. Isso evidencia um governo que adota dois pesos e duas medidas na política externa. A reciprocidade parece valer apenas quando o alvo são os Estados Unidos. Quando a decisão parte de Pequim, Lula prefere preservar a relação política e ideológica com o regime chinês, mesmo que produtores brasileiros sejam prejudicados. Se a reciprocidade é apresentada como um princípio para defender os interesses nacionais, ela deveria ser aplicada independentemente de quem imponha as tarifas. Quando esse princípio desaparece diante da China, fica a impressão de que o governo não age em defesa do Brasil, mas escolhe contra quem está disposto a reagir. Afinal, soberania não deveria depender de quem está do outro lado da mesa. — É o Mundo.
Lula (negativo)O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou na última sexta-feira (17), em São Paulo, que o governo brasileiro estuda medidas de reciprocidade em relação à taxação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil na última quinta-feira (16). “Não cabe falar em retaliação, essa é uma palavra que está fora do nosso escopo. Com o que a gente trabalha: o Congresso Nacional aprovou por unanimidade uma lei que protege os interesses nacionais oferecendo um procedimento próprio para ser utilizado em casos de ataque injustificado ou unilateral de outros países. Nós estamos tomando muito cuidado com isso e não é um cuidado em relação aos Estados Unidos, é em relação à nossa economia”, disse. Segundo Durigan, seu papel é o de garantir que a economia siga estável e numa boa trajetória. “Estamos avaliando [junto com os empresários] com cautela o processo de reciprocidade que o Congresso nos ofereceu para que a gente leve ao presidente. Isso não está sendo feito de maneira açodada, portanto não cabe falar em retaliação e a reciprocidade tem sido avaliada para ser usada na medida e no tempo correto”. Segundo o ministro, a aplicação de tarifas de 25% feita pelo governo norte-americano é injusta e o governo brasileiro não vai deixar de negociar. “Em grande medida, como [o governo dos EUA] não tem um contra-argumento, nos parece que do ponto de vista econômico do debate, o Brasil tem razão. Então, como temos razão, a gente não pode baixar a cabeça. Temos que seguir fazendo um bom debate, um bom enfrentamento. Sob a própria lógica do governo dos Estados Unidos, a tarifa para o Brasil não faz sentido”. *Com informações da Agência Brasil Imagem: Tomaz Silva/Agência Brasil *ab *digital *digital #digital
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que não cabe agora falar em retaliação do Brasil aos Estados Unidos, após a imposição de tarifas de 25% pela Casa Branca a produtos brasileiros. O governo brasileiro está mais empenhado em usar medidas de reciprocidade. "Não cabe falar em retaliação, é uma palavra que está fora do nosso escopo, fora do nosso trabalho", disse Durigan a jornalistas. O ministro disse que o governo brasileiro trabalha neste momento com medidas de reciprocidade. "A reciprocidade tem sido avaliada para ser usada na medida e no tempo correto", afirma. O Congresso aprovou, por unanimidade, ressaltou o ministro, uma lei que protege interesses nacionais oferecendo procedimento próprio para ser utilizado em caso de ataques unilaterais de outros países, como as medidas de reciprocidade. Durigan disse que não se pode usar o "momento político-eleitoral" para fazer ataques políticos e prejudicar a economia. "Meu papel é garantir que a economia siga estável", disse ele. "Seja discutindo com empresários, seja avaliando com cautela qual o processo de reciprocidade que Congresso nos ofereceu". "É evidente que tem um elemento político nas tarifas", disse Durigan. "Como o Brasil ganha o argumento técnico, o argumento de comércio, não sobra outra coisa a não ser um argumento político-eleitoral. E tem gente no Brasil que apoia". Para Durigan, o ponto preocupante, já visto em outros países da região, é uma "interferência cada vez mais à luz do dia" de Washington nas economias locais. "Esse tipo de medida, e o apoio da família Bolsonaro às medidas dos Estados Unidos, afronta o patriotismo mais básico dos brasileiros". "O Brasil não pode se acovardar", disse o ministro da Fazenda, ressaltando que o País tem bons argumentos e razões técnicas nas discussões comerciais. "Temos que seguir fazendo um bom debate, mostrando que isso é prejudicial para o Brasil e para os Estados Unidos". Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados *jk *card *brasil *mundo *economia *politica *digital
Os Estados Unidos deixaram de fora do novo pacote de tarifas alguns dos principais produtos exportados pelo Brasil, como café, carne bovina, petróleo e itens da aviação civil. Juntos, esses setores representaram cerca de um terço das exportações brasileiras para o mercado norte-americano no primeiro semestre deste ano. A sobretaxa de 25%, anunciada pelo governo dos EUA, passa a valer para diversos produtos brasileiros, mas também isenta itens como celulose, minério de ferro, ferro-gusa, laranja e suco de laranja. Por outro lado, setores como aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, máquinas e produtos farmacêuticos foram atingidos pela medida. Segundo as autoridades norte-americanas, as exceções foram concedidas a produtos considerados essenciais para o mercado dos EUA e que não possuem oferta suficiente no país. Já o governo brasileiro criticou a decisão e informou que pretende adotar medidas de reciprocidade e recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC). Foto: Valter Campanato/Agência Brasil *digital *bm #digital #radiojornal #eua #tarifaco #brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (17) que só irá se manifestar sobre a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros após um pronunciamento do presidente norte-americano, Donald Trump. A declaração foi dada durante visita à Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), no Rio de Janeiro. “Eu vou deixar para falar do tarifaço quando o Trump falar. Quando o Trump falar, eu falarei. Enquanto ele não falar, eu não falarei”, disse Lula. O presidente também afirmou que não pretendia abordar o tema durante o evento porque o foco da agenda era a apresentação de ações na área da saúde pública. “A notícia tem que ser o SUS, as nossas carretas da saúde da mulher, o tratamento das mulheres”, declarou. Ao destacar programas e serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Lula defendeu a valorização do país e disse que os brasileiros devem ter orgulho das políticas públicas nacionais. “Não somos os melhores do mundo, mas nós temos que ter orgulho de sermos brasileiros. Ninguém ouse falar mal do Brasil”, afirmou. A tarifa de 25% anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros tem mobilizado discussões no governo federal e no setor produtivo devido aos possíveis impactos sobre as exportações nacionais. Até o momento, o Palácio do Planalto não detalhou quais medidas poderão ser adotadas em resposta à decisão norte-americana. Foto: Reprodução/Instagram *jk *card *mundo *economia *politica *brasil *digital
Lula (neutro)🇧🇷🇺🇸 Após o novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos, o governo brasileiro informou que poderá acionar a Lei da Reciprocidade Econômica. A legislação permite ao Brasil adotar contramedidas, como tarifas, restrições comerciais e suspensão de benefícios, em resposta a ações de outros países que prejudiquem a competitividade nacional. A norma também prevê a busca por soluções diplomáticas antes da adoção dessas medidas. 📲 Entenda como funciona a Lei da Reciprocidade e quais podem ser os próximos passos na matéria completa disponível nos nossos stories. #Economia #Brasil #EstadosUnidos #LeiDaReciprocidade #ComércioExterior #Exportações #Tarifas #Notícias
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, por meio das redes sociais nesta quinta-feira (16), que o governo federal atuará para preservar a soberania do Brasil após o anúncio dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. Na publicação, o chefe do Executivo declarou que a defesa da soberania nacional deve estar acima de disputas partidárias e reforçou que o país não abrirá mão de proteger seus interesses. A nova taxação, que passa a valer em 22 de julho, foi anunciada pelo governo norte-americano após uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Segundo o órgão, a medida foi motivada por supostas práticas comerciais consideradas desleais por parte do Brasil. Apesar da sobretaxa, alguns produtos, como café, mel orgânico, açaí, carne bovina, laranja e terras-raras, ficaram de fora da lista de itens atingidos. Em resposta, o governo brasileiro informou que poderá recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade, que permite a adoção de medidas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais aos produtos nacionais. Além disso, o Palácio do Planalto lamentou a decisão dos Estados Unidos e afirmou que o episódio representa um momento marcante nas relações comerciais entre os dois países.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-RJ) ironizou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (16/7), após o anúncio de que os Estados Unidos imporão uma tarifa de 25% sobre a maioria das importações brasileiras. A manifestação do parlamentar ocorreu em resposta à declaração do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que atribuiu a medida à falta de negociações de “boa-fé” por parte da gestão petista com os norte-americanos. Além de Nikolas Ferreira, o senador Flávio Bolsonaro (PL) utilizou o mesmo episódio para criticar o governo, classificando a administração atual como um “avião sem piloto” e um “perigo para a nação”. O senador, que recentemente defendeu em audiência nos EUA que o tarifação fosse adiada para não influenciar as eleições brasileiras, mudou seu posicionamento após a confirmação da taxa e passou a defender o cancelamento da medida, sustentando que apenas o governo Lula teria interesse na aplicação das tarifas.
Lula (negativo)O governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros exportados para o mercado americano. A medida foi adotada após uma investigação comercial em que os EUA acusam o Brasil de manter práticas consideradas prejudiciais às empresas americanas, especialmente nas áreas de comércio digital, meios de pagamento e acesso ao mercado. Apesar do tarifaço, produtos como café, carne bovina e componentes aeronáuticos ficaram de fora da nova taxação. Ainda assim, a medida deve atingir bilhões de dólares em exportações brasileiras e afetar diversos setores da economia. Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão como injusta e afirmou que o Brasil utilizará a Lei da Reciprocidade Comercial, que permite ao país adotar medidas equivalentes contra nações que imponham barreiras consideradas abusivas aos produtos brasileiros. Especialistas avaliam que empresas exportadoras poderão perder competitividade no mercado americano, enquanto o governo brasileiro busca negociar uma solução e ampliar as vendas para outros países, reduzindo a dependência dos Estados Unidos. Na prática, o tarifaço pode tornar produtos brasileiros mais caros nos Estados Unidos, reduzindo a competitividade de setores exportadores e afetando empresas e empregos ligados ao comércio exterior. Especialistas avaliam que os maiores impactos tendem a ser sentidos pelas empresas que dependem do mercado americano, enquanto o governo busca alternativas para minimizar os prejuízos. By Fênix 🐦🔥 (Recife de Verdade)
Lula (neutro)O governo federal anunciou um plano de socorro para apoiar os setores empresariais atingidos pela nova sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos. As tarifas começam a valer a partir do dia 22 de julho e afetam cerca de 2,4 mil empresas brasileiras. Segundo o USTR (órgão de comércio dos EUA), a medida foi tomada contra supostas práticas "desleais" do Brasil, listando reclamações sobre o comércio digital, acesso ao mercado de etanol e até mesmo o Pix. O governo brasileiro rejeita todas as acusações e classifica o tarifaço como "injusto, indevido e ilegal". 🆘 SETORES AFETADOS E PLANO DE SOCORRO A taxação impacta cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA, atingindo diretamente áreas como: ▪️ Madeira e móveis ▪️ Máquinas e equipamentos elétricos ▪️ Calçados, produtos cerâmicos e açúcar O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que disponibilizará linhas de crédito para capital de giro, investimentos e auxílio para redirecionar os produtos a outros países. Itens de peso na pauta, como carnes, café, óleos e aviação, foram poupados desta vez. 💱 A POLÊMICA DO PIX Um dos alvos das reclamações americanas é o Pix, sob a alegação de que o sistema prejudicaria empresas de cartão de crédito dos EUA. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, rebateu com veemência: "Seria como dizer que criar saneamento básico prejudica quem tem caminhão-pipa. E nem isso é verdade: após o Pix, o mercado de cartão de crédito cresceu 150%. Quem perdeu espaço foram os cheques e o dinheiro físico." 🤝 LEI DA RECIPROCIDADE O vice-presidente Geraldo Alckmin declarou que o Brasil estuda aplicar a Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso, que permite ao país suspender concessões comerciais e responder na mesma moeda a sanções unilaterais estrangeiras. 🗞️ Com Agência Brasil Foto: Diego Baravelli/MInfra #tarifaço *economia *tf *card *digital
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) que retomará o programa de apoio aos setores empresariais atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos (EUA). Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas "desleais" no comércio por parte do Brasil. O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho. "O governo, a partir de agora, tem como prioridade atender e apoiar esses setores por essa injusta, indevida e ilegal tarifação que nos foi imposta", afirmou o ministro Márcio Elias Rosa, titular da pasta Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), durante coletiva de imprensa, em Brasília, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e de outros ministros, incluindo Dario Durigan, da Fazenda. Segundo Rosa, os exportadores mais atingidos desta vez são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e açúcar. Eles deverão contar com linha de crédito para capital de giro, investimentos e com apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países. O vice-presidente Geraldo Alckmin, ex-ministro do MDIC e um dos negociadores brasileiros com os EUA, afirmou que, a partir de agora, o governo vai estudar formas de aplicar a Lei da Reciprocidade. Aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional, a norma estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil. "Nós temos uma lei, a lei da reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional, e o governo, no momento adequado, saberá como implementá-la", disse Alckmin, que chamou o novo tarifaço de "injusto" e "descabido". Leia a íntegra no nosso site! 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Os Estados Unidos confirmaram nessa quarta-feira (15/7) a aplicação do tarifaço de 25% a produtos brasileiros. A decisão conclui investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que acusa o Brasil de “práticas desleais” que prejudicam empresas e exportadores norte-americanos. — Do Metrópoles A nova tarifa passa a valer na próxima semana, no dia 22 de julho. A medida, no entanto, apresenta uma extensa lista de exceções. Produtos como café, carne bovina, peixe, terras-raras e laranja, por exemplo, ficarão de fora do novo tarifaço. “Esta ação é resultado de uma investigação de um ano que constatou que várias práticas do Brasil são desarrazoadas e discriminatórias, restringindo a posição competitiva de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos”, alegou o órgão comercial dos EUA. Em publicação nas redes sociais, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, atribuiu ao governo Lula a imposição da nova tarifa: “Que não haja dúvidas sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé. Suas políticas econômicas são prejudiciais tanto para os americanos quanto para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso”, escreveu. Brasil promete reciprocidade Em nota divulgada após o anúncio norte-americano, o governo brasileiro repudiou a imposição da nova tarifa, prometeu reciprocidade, retrucou a versão de Marco Rubio e classificou a medida dos EUA como um “enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro”. MATÉRIA COMPLETA NO BLOG: https://www.blogtvwebsertao.com.br/2026/07/trump-cumpre-promessa-e-taxa-em-25.html
Jair Bolsonaro (negativo)Lula (negativo)O tarifaço de 25% anunciado pelo presidente Donald Trump contra produtos brasileiros representa um ataque à nossa economia, à nossa soberania e, principalmente, aos empregos de milhares de brasileiros. É uma medida sem justificativa econômica, tomada mesmo diante de uma relação comercial em que os Estados Unidos acumulam superávit com o Brasil. Diante desse cenário, é inaceitável que Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro tenham atuado politicamente junto ao governo americano enquanto o nosso país é alvo de medidas que prejudicam quem produz, exporta e trabalha. Defender interesses partidários jamais pode estar acima dos interesses do Brasil. O governo do presidente @lulaoficial, o Congresso Nacional, o setor produtivo e toda a sociedade precisam estar unidos para enfrentar esse momento com firmeza, diálogo e responsabilidade. Além de buscar a revisão dessa decisão, é fundamental acelerar a abertura de novos mercados e ampliar as oportunidades para os produtos brasileiros no mundo. O Brasil é maior do que qualquer disputa política. Quando empregos, empresas e a economia nacional estão em jogo, o único lado que devemos defender é o do povo brasileiro. #tarifaço #blogdosilvalima #brasil🇧🇷 #pernambuco @silviocostafilho
Lula (positivo)🇺🇸💸🇧🇷 O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como um “marco lastimável” a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A manifestação foi divulgada nesta quinta-feira (16), após a confirmação oficial da medida pelo governo do presidente Donald Trump. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que o dia 15 de julho passará para a história das relações entre Brasil e Estados Unidos de forma negativa, em razão da decisão anunciada por Washington. O governo brasileiro também informou que pretende utilizar os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade Econômica para responder às novas cobranças impostas pelos norte-americanos. A confirmação da tarifa foi feita pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). De acordo com o comunicado, a nova taxa de 25% sobre produtos brasileiros começará a valer a partir do dia 22 de julho. A medida amplia as tensões comerciais entre os dois países e gera preocupação em setores da economia brasileira que dependem das exportações para o mercado norte-americano. O governo federal ainda não detalhou quais ações poderão ser adotadas como resposta, mas reforçou que pretende defender os interesses econômicos do Brasil diante da decisão dos Estados Unidos. O tema deve continuar sendo acompanhado de perto por representantes da indústria, do agronegócio e do comércio exterior, já que a nova tarifa poderá impactar diretamente a competitividade de produtos brasileiros no mercado internacional. 📲 Por: @estacaonoticiasetv / Allyson
Lula (neutro)O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quinta-feira, 16, que houve "expressa motivação política" com a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros aplicada pelos EUA. Como exemplo disso, ele recordou a carta do presidente Donald Trump em julho de 2025, quando a tarifa de 50% foi anunciada. Vieira participa de coletiva de imprensa com outros ministros do governo neste momento. Ele reforçou que o Brasil "sempre teve interesse" em negociar e discutir acordos com os EUA e ressaltou que o presidente Lula quer seguir em diálogo com EUA e todos os países. Mauro Vieira repetiu que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, teria criticado o presidente Lula de forma "inaceitável e ofensiva". Nesta madrugada, ao anunciar a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, Rubio disse, no X, que o governo brasileiro não negociou com os americanos de boa-fé. (Foto: Divulgação/The White House) #trump #brasil #lula #tarifaço *digital #digital
Lula (neutro)O governo brasileiro divulgou uma nota nesta quarta-feira (15) em que repudia a decisão dos Estados Unidos (EUA) de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil.A nota, assinada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e compartilhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na rede social X, afirma que o Brasil não reconhece a legitimidade das investigações conduzidas pelos Estados Unidos, por considerar que elas não possuem respaldo nas regras multilaterais de comércio. Leia mais no blogdellas. Link nos stories
Lula (neutro)TARIFAÇO 💵 Em reação ao novo tarifaço de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o governo Lula afirmou que irá acionar instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade, aprovada no Congresso Nacional no ano passado. ‼ Em nota divulgada na noite desta quinta-feira (16) após o anúncio do governo de Donald Trump, o Palácio do Planalto afirmou que o Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade. 👉 A lei dá poderes à Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério de Indústria e Comércio para suspender concessões comerciais e de investimentos em resposta a países ou blocos econômicos que impactam negativamente a competitividade dos produtos nacionais. ➡ Segundo o texto, a Camex poderá adotar medidas de restrição às importações e suspender concessões, patentes ou remessas de royalties, além de aplicar taxações extras sobre os países a serem retaliados. 📌 Na nota dessa quarta-feira (15), o governo brasileiro afirmou que retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC. O organismo já foi acionado pelo Brasil em agosto do ano passado, em reação ao primeiro tarifaço de Trump, que foi de 50% sobre produtos brasileiros na época. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #tarifas #eua #brasil #governo 📝: Agência O Globo
Lula (neutro)O vice-presidente da República Geraldo Alckmin afirmou nesta quinta-feira (16), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) orientou que o governo federal mantivesse diálogo e negociação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desde que o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) concluiu uma investigação alegando práticas comerciais desleais por parte do Brasil. A acusação do USTR resultou em tarifa de 25% sobre os produtos brasileiros. “Desde o início, o presidente Lula orientou o diálogo. Sempre foi o diálogo. E o diálogo é permanente. O diálogo é sempre. O Brasil está sempre aberto ao diálogo”, disse, durante entrevista coletiva sobre a nova tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. O vice-presidenre disse que a resposta do governo federal não deve ser chamada de retaliação, pois é uma defesa de interesse diplomáticos e nacionais baseada na Lei de Reciprocidade, aprovada em 2025. “A lei não é retaliatória, não há retaliação. Existe uma lei defendendo o interesse nacional, o interesse dos brasileiros, da economia brasileira, que é a reciprocidade, e foi aprovada por unanimidade no Congresso. É um instrumento jurídico, legal, importante, que o governo analisará o momento e a forma de fazer.” Além de Alckmin, participam da coletiva o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira e o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. A coletiva ocorre na sede do MDIC, em Brasília. Estadão Conteúdo Foto: Julio Cesar Silva/MDIC
Lula (neutro)O governo Lula repudiou a imposição pelos Estados Unidos de tarifas de 25% sobre a importação de produtos brasileiros, confirmada pelo governo Trump na noite desta quarta-feira, 15. Segundo o Planalto, a data "passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável". Em nota divulgada no início da madrugada desta quinta-feira, 16, pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o Executivo afirmou que "iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade" e "retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC)". A Lei de Reciprocidade Econômica permite que o País responda a medidas unilaterais adotadas por países ou blocos econômicos que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira. "Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso País. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil", afirma a nota da Secom. (Foto: Ricardo Stuckert/PR) #lula #economia #tarifaço #eua *ls *digital #digital
Lula (neutro)Governo repudia tarifa dos EUA, anuncia reação com Lei de Reciprocidade e responsabiliza família Bolsonaro O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e anunciou que adotará medidas de resposta com base na Lei de Reciprocidade Econômica, além de recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC). Em nota, o Palácio do Planalto classificou a medida como “injustificável”, destacou que os EUA acumulam superávit comercial na relação com o Brasil e afirmou que continuará buscando novos mercados para minimizar os impactos econômicos. O governo também responsabilizou a família Bolsonaro pelo agravamento da situação, afirmando que integrantes do clã colaboraram com as investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos. A manifestação faz referência à participação do senador Flávio Bolsonaro em audiência realizada no início do mês, em Washington, sobre as investigações contra o Brasil.
Lula (neutro)#Declaração O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conduziu negociações “de boa-fé” com o governo norte-americano e associou essa postura à decisão de Washington de impor uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. A declaração foi publicada por Rubio em suas redes sociais, um dia após a confirmação da nova medida comercial, que entra em vigor em 22 de julho. Segundo o secretário, o governo brasileiro teria deixado de buscar um entendimento que, na visão da administração norte-americana, poderia beneficiar os dois países. 📸: Divulgação e Ricardo Stuckert 📲 Leia a matéria completa no site. O link para acessar está na bio e no story. #portaldeprefeitura #Lula #MarcoRubio #Tarifas
Lula (negativo)Geraldo Eugênio analisa os bastidores da política externa dos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump e os riscos que essa postura representa para o Brasil. O colunista lembra que, em abril de 2025, tarifas de até 50% chegaram a ser anunciadas contra o país,e alerta que novas medidas comerciais podem ocorrer a partir 📌de 17 de julho de 2026, com impacto direto sobre o agronegócio e sobre os mercados do Nordeste. 👉Na análise, Geraldo Eugênio também resgata um capítulo pouco lembrado da história americana: a doutrina "América para os americanos", lançada em 1823 pelo presidente James Monroe, e que, segundo o colunista, ainda molda a forma como os Estados Unidos tratam seus vizinhos e parceiros comerciais até hoje. Entre tarifas, retaliações e disputas geopolíticas, a colunista, defende que o Brasil precisa adotar medidas de proteção diante das pressões externas. 📖 Leia a coluna completa no link da bio! #JornalDoSertão #GeraldoEugênio #Coluna #Brasil #EstadosUnidos Trump PolíticaExterna Agronegócio Sertão Pernambuco
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou a imposição pelos Estados Unidos de tarifas de 25% sobre a importação de produtos brasileiros, confirmada pelo governo Trump na noite desta quarta-feira, 15. Segundo o Planalto, a data “passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”. Em nota divulgada no início da madrugada desta quinta-feira, 16, pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o Executivo afirmou que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade” e “retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”. A Lei de Reciprocidade Econômica permite que o País responda a medidas unilaterais adotadas por países ou blocos econômicos que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira. “Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso País. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil”, afirma a nota da Secom. “O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais”, prossegue o comunicado. O texto ainda destaca que o governo “seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros”, além de “continuar a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para os produtos do País”. A nota da Secom responsabiliza a família Bolsonaro pelo novo tarifaço: “É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso País, movidos por objetivos eleitoreiros”. Foto: Ricardo Stuckert/PR #Lula #Tarifaço *politica *brasil *card *vv *digital
Jair Bolsonaro (negativo)Lula (neutro)#Resposta O governo brasileiro divulgou nota repudiando a decisão dos Estados Unidos (EUA), anunciada na quarta-feira, 15 de julho, de impor tarifas de 25% sobre produtos vindos do Brasil. A nota, assinada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, destaca que o Brasil não reconhece a legitimidade dessas investigações, que não teriam amparo nas regras multilaterais de comércio. E acrescenta que não há justificativa para medidas unilaterais dos Estados Unidos contra o Brasil. 📸: Daniel Torok/Casa Branca 📲 Leia a matéria completa no site. O link para acessar está na bio e no story. #portaldeprefeitura #Lula #Tarifas #EUA
Lula (neutro)O governo brasileiro criticou a decisão dos Estados Unidos de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, que entram em vigor a partir da próxima quarta-feira (22), classificando a medida como um marco negativo nas relações entre os dois países. Em resposta, o Brasil anunciou que acionará a Lei de Reciprocidade que foi aprovada recentemente pelo Congresso Nacional que pode ser usada justamente em situações como estas e recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo afirma que a decisão americana não tem justificativa, destacando que os EUA registram superávit comercial com o Brasil há 15 anos. Também rejeitou as acusações relacionadas ao PIX, à regulação de plataformas digitais e ao desmatamento, defendendo o sistema de pagamentos como um patrimônio nacional e reafirmando que continuará protegendo seus interesses e sua soberania. Post por Natália Rodrigues Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Lula (neutro)O governo dos Estados Unidos confirmou uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos importados do Brasil. A cobrança entrará em vigor em 22 de julho e atingirá mercadorias como açúcar, máquinas, aço, etanol, tabaco e ferro-gusa. A medida foi adotada após uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. O órgão acusa o Brasil de manter práticas comerciais consideradas injustas, argumento rejeitado pelo governo brasileiro. Produtos importantes da pauta de exportação, como café, carne bovina, suco de laranja e componentes aeronáuticos, ficaram fora da nova taxação. As exceções alcançam aproximadamente US$ 11 bilhões em comércio anual. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão como injustificada e afirmou que o Brasil poderá reagir por meio da Lei da Reciprocidade Econômica e recorrer à Organização Mundial do Comércio. A taxação amplia as tensões comerciais entre as duas maiores economias das Américas.
Lula (neutro)O governo brasileiro divulgou nota repudiando a decisão dos Estados Unidos (EUA), anunciada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos vindos do Brasil. A medida estadunidense passa a valer a partir do próximo dia 22, com base em investigações feitas por Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR). A nota, assinada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, destaca que o Brasil não reconhece a legitimidade dessas investigações, que não teriam amparo nas regras multilaterais de comércio. E acrescenta que não há justificativa para medidas unilaterais dos Estados Unidos contra o Brasil. “O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”. A nota diz ainda que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada “imediatamente”, além de instrumentos para solução de conflitos no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). “O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC”. (Agência Brasil/Foto: Luzitanija/ Adobe Stock) #estadosunidos #brasil #tarifaço #impostos
Lula (neutro)O governo dos Estados Unidos detalhou, nesta quinta-feira (16), os motivos para a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida, anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), tem previsão de entrar em vigor em 22 de julho. Segundo o órgão, uma investigação concluiu que práticas adotadas pelo Brasil seriam “injustificáveis e discriminatórias”, prejudicando a competitividade de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos. Entre os argumentos apresentados estão críticas ao sistema de pagamentos Pix, às políticas de combate à corrupção, a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo plataformas digitais, à política tarifária brasileira, à proteção da propriedade intelectual, às tarifas sobre o etanol e ao desmatamento. Em relação ao Pix, o USTR afirma que o Banco Central teria favorecido o sistema nacional em detrimento de empresas americanas do setor de pagamentos. O documento também aponta um suposto afastamento do Brasil de padrões internacionais de combate à corrupção, citando dados do Índice de Percepção da Corrupção, da organização Transparency International. O governo americano ainda questiona decisões do STF, como o bloqueio da plataforma Rumble e a suspensão temporária da rede social X, alegando impactos no comércio digital. Além disso, o USTR acusa o Brasil de adotar políticas tarifárias que favoreceriam outros parceiros comerciais e afirma que o país não oferece proteção adequada à propriedade intelectual. Sobre o etanol, os Estados Unidos argumentam que o Brasil deixou de manter um tratamento tarifário considerado equilibrado. O desmatamento também foi citado como fator de desequilíbrio comercial. Segundo o documento, as práticas adotadas no Brasil prejudicariam a competitividade da indústria madeireira americana. Apesar do caráter comercial da medida, autoridades americanas também adotaram um discurso político sobre o tema. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, acusou o governo brasileiro de não negociar “de boa-fé”. Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil utilizará a Lei da Reciprocidade Econômica para reagir à decisão.
Lula (neutro)O novo tarifaço anunciado pelo governo dos Estados Unidos contra o Brasil gerou forte repercussão no cenário político nacional. A medida, assinada pelo presidente Donald Trump, prevê uma tarifa de 25% sobre a maioria dos produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano, atingindo diversos setores da economia, embora alguns itens, como café, carne bovina, suco de laranja, produtos energéticos e componentes aeronáuticos, tenham ficado de fora da cobrança. Diante da decisão, pré-candidatos à Presidência da República se manifestaram. O presidente Lula (PT) repudiou a medida, classificou a decisão como injustificável, anunciou que recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC), prometeu proteger os setores afetados e responsabilizou a família Bolsonaro pelo agravamento da crise comercial. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) culpou o governo federal pela situação e afirmou que Lula não tem mais condições de governar o país. Ronaldo Caiado (PSD) alertou para os impactos econômicos do tarifaço e criticou tanto o governo brasileiro quanto a postura dos Estados Unidos. Romeu Zema (Novo), por sua vez, condenou a tarifa imposta por Trump e também fez críticas à condução das negociações pelo Palácio do Planalto. A decisão americana aumenta a tensão nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e coloca o tema no centro do debate político às vésperas da disputa presidencial. ➡️ SIGA NOSSO PERFIL @manhanordestina
O governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros nesta quarta-feira (15). A medida entra em vigor no dia 22 de julho. Em resposta, o Palácio do Planalto divulgou nota nesta quinta-feira (16) classificando a data como um "marco lastimável" na relação entre os dois países e anunciou que vai acionar a Lei de Reciprocidade contra as novas cobranças. Em comunicado, o governo brasileiro afirmou repudiar a decisão e disse não haver justificativa para medidas unilaterais contra o país. O texto lembra que os Estados Unidos acumularam US$ 424,5 bilhões em superávit comercial de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos. A nota também classificou como "descabidas" as acusações contra o sistema de pagamentos Pix e a regulação de plataformas digitais brasileiras, além de chamar de "absurdas" as alegações relacionadas ao desmatamento. O governo afirmou ainda que sempre esteve disposto a negociar e nunca deixou a mesa de conversas com os americanos. A tarifa é resultado de uma investigação de um ano conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da legislação americana, que trata de práticas comerciais consideradas desleais. Itens como café, carne bovina, mel orgânico, açaí, laranja, terras-raras e peças de aeronaves ficaram fora da lista de produtos taxados. O Planalto informou que vai recorrer também ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC). A Lei de Reciprocidade, que autoriza o Brasil a retaliar países que imponham barreiras comerciais unilaterais, foi aprovada por unanimidade no Congresso em abril de 2025. Por ChicoSabeTudo
Lula (neutro)O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou a imposição pelos Estados Unidos de tarifas de 25% sobre a importação de produtos brasileiros, confirmada pelo governo Trump na noite desta quarta-feira, 15. Segundo o Planalto, a data “passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”. Em nota divulgada no início da madrugada desta quinta-feira, 16, pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o Executivo afirmou que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade” e “retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”. A Lei de Reciprocidade Econômica permite que o País responda a medidas unilaterais adotadas por países ou blocos econômicos que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira. “Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso País. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil”, afirma a nota da Secom. “O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais”, prossegue o comunicado. O texto ainda destaca que o governo “seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros”, além de “continuar a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para os produtos do País”. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou no início do mês de audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), em Washington, sobre as investigações comerciais contra o Brasil. Na ocasião, ele criticou o governo Lula e disse que as tarifas têm sido usadas pelo atual governo para benefício político. Com informações do Estadão Conteúdo. Foto: Ricardo Stuckert / PR #Lula #Trump #FlavioBolsonaro
Lula (neutro)O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (16) que o dia 15 de julho "passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável" na relação entre os dois países, após o governo de Donald Trump confirmar a aplicação de tarifas 25% sobre produtos brasileiros. O Planalto também anunciou que usará instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade contra as novas cobranças impostas por Washington. Segundo comunicado divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), a medida entra em vigor em 22 de julho. As informações são da CNN. A sobretaxa é resultado da investigação conduzida pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, aberta após o presidente americano Donald Trump anunciar, em julho de 2025, uma ofensiva comercial contra o Brasil. "O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. [...] Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país", disse em nota. A gestão federal voltou a argumentar que os Estados Unidos têm superávit comercial na relação bilateral, tendo acumulado, segundo o comunicado, saldo positivo de US$ 424,5 bilhões em bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos. Além disso, o governo disse que a maior parte dos produtos norte-americanos entraram em território brasileiro sem pagar imposto. O Planalto afirmou que, mesmo avesso às premissas do tarifaço, aceitou conversar com os norte-americanos e que nunca deixou a mesa de negociações. No comunicado, o governo também defendeu o Pix e que são “descabidas” as alegações contra o sistema de pagamentos “e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento”. Leia a íntegra no nosso site! 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Lula (neutro)LULA DIZ QUE ADOTARÁ LEI DA RECIPROCIDADE O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) anunciou, nesta quinta-feira (16), o encerramento da investigação sobre práticas comerciais brasileiras consideradas injustas pelo governo americano e confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos. A medida, chancelada pelo presidente Donald Trump, entra em vigor no próximo dia 22 de julho. Após o anúncio, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a decisão foi consequência da postura adotada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante as negociações. Em publicação na rede social X, Rubio declarou que o governo brasileiro "não negociou com os EUA de boa-fé" e atribuiu ao presidente Lula a responsabilidade pela medida. "Não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé. Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso", escreveu. Em resposta, o governo brasileiro classificou a decisão como um "marco lastimável" nas relações entre os dois países e informou que pretende utilizar os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade para responder às novas tarifas impostas por Washington.
Lula (negativo)Em nota, o Palácio do Planalto diz que “repudia” a taxa, afirma que irá acionar a Lei de Reciprocidade e critica a família do ex-presidente Jair Bolsonaro O governo brasileiro afirmou, em nota, que o “dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”, por causa da aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pela administração de Donald Trump. Por meio do comunicado distribuído pela Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República, o governo brasileiro “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade” contra os Estados Unidos. A sobretaxa é resultado da investigação do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, aberta após Trump anunciar, em julho de 2025, uma ofensiva comercial contra o Brasil. Esse trecho da Lei de Comércio dos Estados Unidos permite ao país investigar práticas e aplicar sanções a outras nações. Contra o Brasil, os EUA usam o Pix, o tratamento a big techs, o desmatamento, as barreiras ao etanol norte-americano e até a Rua 25 de Março, em São Paulo. “O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais”, ressalta a nota da Secom. O texto lembra que, nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço. “Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao USTR pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil”, afirma. Governo volta a defender o Pix Materia completa em didigalvao.com.br
Jair Bolsonaro (negativo)Lula (neutro)O governo federal classificou como "lamentável" a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros exportados ao mercado norte-americano. A medida foi criticada pelo Palácio do Planalto, que afirmou estudar ações de reciprocidade, conforme prevê a legislação brasileira para casos de restrições comerciais consideradas injustificadas. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informaram que acompanham o caso e mantêm diálogo com autoridades norte-americanas e representantes do setor produtivo. A avaliação do governo é de que a nova tarifa poderá afetar a competitividade de empresas brasileiras e gerar impactos sobre exportações e empregos em diversos segmentos da economia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil continuará defendendo seus interesses comerciais por meio do diálogo diplomático, mas ressaltou que o país dispõe de instrumentos legais para responder a medidas consideradas discriminatórias. Entre eles está a Lei da Reciprocidade Econômica, que permite a adoção de providências em resposta a barreiras impostas por outros países. Especialistas em comércio exterior avaliam que uma escalada de medidas tarifárias pode aumentar a insegurança nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, dois importantes parceiros econômicos. Eles defendem que a negociação diplomática seja priorizada para evitar prejuízos ao fluxo de investimentos e ao comércio bilateral. Enquanto isso, entidades ligadas ao agronegócio e à indústria acompanham as negociações e aguardam novos desdobramentos. O governo brasileiro informou que continuará dialogando com o setor produtivo para avaliar os impactos da medida e definir os próximos passos.
Lula (neutro)O governo dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira (15) uma nova tarifa de 25% sobre alguns produtos importados procedentes do Brasil, cujo governo repudiou a medida e informou que pretende acionar uma lei de reciprocidade aprovada no ano passado. A tarifa, que entrará em vigor em 22 de julho, é resultado de uma investigação de um ano conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre as políticas comerciais do Brasil, informou à imprensa um funcionário de alto escalão do governo americano. Alguns produtos, entre eles carne bovina, café e algumas peças de aeronaves, ficarão isentos, além de outros bens que os Estados Unidos não produzem, acrescentou a fonte. “As práticas comerciais desleais do Brasil impediram que trabalhadores e produtores americanos tivessem acesso a este importante mercado”, justificou posteriormente em um comunicado o próprio representante de comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer. “Seguimos abertos a prosseguir com as negociações com o Brasil para alcançar as mudanças necessárias”, acrescentou. O governo do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva repudiou pouco depois da meia-noite a nova tarifa e afirmou que “não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio”, em referência ao processo conduzido pelo USTR. “Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil”, afirma um comunicado compartilhado pelo presidente na rede social X. O texto também destaca que o governo brasileiro “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade”, aprovada por unanimidade em abril de 2025 pelo Congresso, em meio à ofensiva tarifária que o governo de Donald Trump iniciou naquele ano contra dezenas de países. Com informações da AFP. Foto: SAUL LOEB / AFP #Trump #Brasil #EUA
Lula (neutro)O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como um “marco lastimável” a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A manifestação foi divulgada nesta quinta-feira (16), após a confirmação oficial da medida pelo governo do presidente Donald Trump. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que o dia 15 de julho passará para a história das relações entre Brasil e Estados Unidos de forma negativa, em razão da decisão anunciada por Washington. O governo brasileiro também informou que pretende utilizar os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade Econômica para responder às novas cobranças impostas pelos norte-americanos. Fériase eventos sazonais A confirmação da tarifa foi feita pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). De acordo com o comunicado, a nova taxa de 25% sobre produtos brasileiros começará a valer a partir do dia 22 de julho. A medida amplia as tensões comerciais entre os dois países e gera preocupação em setores da economia brasileira que dependem das exportações para o mercado norte-americano. O governo federal ainda não detalhou quais ações poderão ser adotadas como resposta, mas reforçou que pretende defender os interesses econômicos do Brasil diante da decisão dos Estados Unidos. O tema deve continuar sendo acompanhado de perto por representantes da indústria, do agronegócio e do comércio exterior, já que a nova tarifa poderá impactar diretamente a competitividade de produtos brasileiros no mercado internacional. ‒ Acesse essa e outras notícias completas e exclusivas através do link na descrição do nosso perfil! 🔎 ‒ Tags desta notícia: #notícia #informação #blogdobrunomuniz #mundo #brasil
#Economia O governo federal aguarda a publicação oficial da decisão da Casa Branca sobre a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros para definir quais medidas serão adotadas em resposta. A expectativa é de que o anúncio seja formalizado nesta quarta-feira, 15 de julho, mas integrantes do Palácio do Planalto avaliam que o conteúdo completo da medida, especialmente a relação de produtos que poderão ficar de fora da cobrança, será determinante para calcular os impactos sobre a economia brasileira. Nos bastidores, a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha com diferentes cenários e considera que o alcance das exceções poderá influenciar tanto o posicionamento oficial do governo quanto uma eventual aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica, instrumento que permite ao Brasil adotar medidas semelhantes contra países que imponham barreiras comerciais consideradas injustificadas. Antes da possível formalização da tarifa, o presidente Lula reuniu-se, nesta quarta-feira (15), com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, no Palácio do Planalto para discutir a situação. Paralelamente, representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Itamaraty e da Assessoria Especial da Presidência participaram, na terça-feira (14), de uma nova rodada de negociações com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro, porém, terminou sem acordo. 📸: Reprodução 📲 Confira matéria completa no site. O link para acessar está na bio e story. #EUA #Brasil #Tarifaço #lula
Lula (neutro)O chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer, disse a interlocutores do governo Lula que já levou para o presidente Donald Trump a recomendação final de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros, mas sinalizou um aumento da lista de exceções. Na última reunião entre os dois países, realizada nesta terça-feira (14), Greer deu as negociações por encerrado e reclamou da falta de empenho por parte do Brasil. Conforme esses relatos, os argumentos de Greer foram imediatamente rebatidos por autoridades como o ministro Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e pelos embaixadores Mauricio Lyrio (um dos principais negociadores do Itamaraty) e Audo Faleiro (assessor internacional da Presidência da República). Eles enfatizaram a falta de argumentos técnicos dos Estados Unidos para subsidiar a investigação no âmbito da Seção 301, como as acusações sobre aumento do desmatamento no Brasil, quando os números referentes à Amazônia indicam o contrário. As autoridades brasileiras lembraram ainda que, quando colocaram na mesa a possibilidade de reduzir as tarifas de importação sobre etanol em troca de mais acesso ao açúcar no mercado americano, o USTR descartou qualquer chance de isso ocorrer. Greer disse, segundo duas fontes ouvidas pela CNN, que não haverá uma “lista dinâmica” de exceções às novas tarifas. Isso foi entendido como um aviso de que, diferentemente das alíquotas aplicadas em 2025, não haverá aumentos graduais da lista de produtos isentos. O chefe do USTR, no entanto, afirmou ter “tomado nota” dos argumentos apresentados pelo setor privado e pelo governo brasileiro sobre uma ampliação das exceções já na divulgação do tarifaço.
Lula (neutro)O chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer, disse a interlocutores do governo Lula que já levou para o presidente Donald Trump a recomendação final de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros, mas sinalizou um aumento da lista de exceções. As informações são da CNN. Na última reunião entre os dois países, realizada nesta terça-feira (14), Greer deu as negociações por encerrado e reclamou da falta de empenho por parte do Brasil, segundo relatos feitos à CNN. Conforme esses relatos, os argumentos de Greer foram imediatamente rebatidos por autoridades como o ministro Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e pelos embaixadores Mauricio Lyrio (um dos principais negociadores do Itamaraty) e Audo Faleiro (assessor internacional da Presidência da República). Eles enfatizaram a falta de argumentos técnicos dos Estados Unidos para subsidiar a investigação no âmbito da Seção 301, como as acusações sobre aumento do desmatamento no Brasil, quando os números referentes à Amazônia indicam o contrário. As autoridades brasileiras lembraram ainda que, quando colocaram na mesa a possibilidade de reduzir as tarifas de importação sobre etanol em troca de mais acesso ao açúcar no mercado americano, o USTR descartou qualquer chance de isso ocorrer. Greer disse que não haverá uma "lista dinâmica" de exceções às novas tarifas. Isso foi entendido como um aviso de que, diferentemente das alíquotas aplicadas em 2025, não haverá aumentos graduais da lista de produtos isentos. O chefe do USTR, no entanto, afirmou ter "tomado nota" dos argumentos apresentados pelo setor privado e pelo governo brasileiro sobre uma ampliação das exceções já na divulgação do tarifaço. Leia a íntegra no nosso site! 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Lula (neutro)O chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer, disse a interlocutores do governo Lula que já levou para o presidente Donald Trump a recomendação final de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros, mas sinalizou um aumento da lista de exceções. Na última reunião entre os dois países, realizada nesta terça-feira (14), Greer deu as negociações por encerrado e reclamou da falta de empenho por parte do Brasil, segundo relatos feitos à CNN. No fim do encontro virtual, Greer demonstrou disposição em manter o canal aberto para tratativas com o governo brasileiro. Ouviu, antes do término, a seguinte frase das autoridades brasileiras: “Nós estamos aqui”. (CNN/Foto:Alex Wong/Getty Images) #estadosunidos #brasil #tarifaço
Lula (negativo)Portal CNN O chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer, disse a interlocutores do governo Lula (PT) que já levou para o presidente Donald Trump a recomendação final de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros, mas sinalizou um aumento da lista de exceções. Na última reunião entre os dois países, realizada ontem, Greer deu as negociações por encerrado e reclamou da falta de empenho por parte do Brasil. Conforme esses relatos, os argumentos de Greer foram imediatamente rebatidos por autoridades como o ministro Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e pelos embaixadores Mauricio Lyrio (um dos principais negociadores do Itamaraty) e Audo Faleiro (assessor internacional da Presidência da República). Eles enfatizaram a falta de argumentos técnicos dos Estados Unidos para subsidiar a investigação no âmbito da Seção 301, como as acusações sobre aumento do desmatamento no Brasil, quando os números referentes à Amazônia indicam o contrário. As autoridades brasileiras lembraram ainda que, quando colocaram na mesa a possibilidade de reduzir as tarifas de importação sobre etanol em troca de mais acesso ao açúcar no mercado americano, o USTR descartou qualquer chance de isso ocorrer. Greer disse, segundo duas fontes ouvidas pela CNN, que não haverá uma “lista dinâmica” de exceções às novas tarifas. Isso foi entendido como um aviso de que, diferentemente das alíquotas aplicadas em 2025, não haverá aumentos graduais da lista de produtos isentos. Íntegra no meu blog
Lula (neutro)O governo brasileiro voltou a classificar como "injusta" a possível imposição de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais durante reunião de alto nível realizada nesta terça-feira (14) com o representante estadunidense de Comércio, Jamieson Greer. O encontro ocorreu na véspera do prazo final para a decisão da administração do presidente Donald Trump sobre a adoção das sobretaxas. Em nota, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) informou que essa foi a quinta reunião entre autoridades dos dois países desde 7 de maio, quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump decidiram criar um grupo de trabalho voltado ao diálogo comercial. No comunicado, o Mdic destacou que o governo brasileiro reiterou que as recomendações do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) não têm fundamento técnico e não justificam a adoção de novas barreiras comerciais. As críticas envolvem tanto a proposta de sobretaxa de 25% específica para produtos brasileiros quanto a tarifa adicional de 12,5% relacionada à investigação sobre trabalho forçado, aplicável também a outras 59 economias. (Foto: Divulgação/ATM Terminals) #eua #tarifaço #brasil #economia *ls *digital #digital
Lula (neutro)O governo brasileiro voltou a classificar como "injusta" a possível imposição de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais durante reunião de alto nível realizada nesta terça-feira (14) com o representante estadunidense de Comércio, Jamieson Greer. O encontro ocorreu na véspera do prazo final para a decisão da administração do presidente Donald Trump sobre a adoção das sobretaxas. Em nota, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) informou que essa foi a quinta reunião entre autoridades dos dois países desde 7 de maio, quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump decidiram criar um grupo de trabalho voltado ao diálogo comercial. No comunicado, o Mdic destacou que o governo brasileiro reiterou que as recomendações do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) não têm fundamento técnico e não justificam a adoção de novas barreiras comerciais. As críticas envolvem tanto a proposta de sobretaxa de 25% específica para produtos brasileiros quanto a tarifa adicional de 12,5% relacionada à investigação sobre trabalho forçado, aplicável também a outras 59 economias. "O governo brasileiro reiterou que a aplicação de qualquer sobretaxa se mostra injusta e não é o caminho para que possamos formular um acordo bilateral mutuamente adequado", afirmou a pasta. Além do Mdic, participaram da reunião representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Assessoria Especial da Presidência da República. Segundo o governo, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é manter o diálogo com Washington e buscar uma solução negociada para evitar a adoção das tarifas. Nos bastidores, interlocutores do governo avaliam que, embora as negociações tenham registrado avanços nos primeiros meses, a posição americana se tornou mais rígida nas últimas semanas. Foto: Divulgação #Brasil #EstadosUnidos #Tarifaço *mundo *politica *economia *card *vv *digital
Lula (neutro)Sem previsão de acordo à vista, vence nesta quarta-feira (15) o prazo estabelecido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para definir sobre a aplicação, ou não, da tarifa adicional de 25% sobre a importação de parte dos produtos brasileiros. Contribuem para dificultar o acordo tanto a negativa do Brasil de negociar mudanças no Pix quanto a oposição dos Estados Unidos (EUA) em aceitar a redução da sobretaxa que o país impõe ao açúcar brasileiro em troca de mudanças na tarifa do etanol que entra no Brasil. Para especialistas consultados pela Agência Brasil, o tarifaço tem motivação política, e não estritamente econômica. Nesse contexto, serviria como mecanismo de pressão para enquadrar o Brasil na nova doutrina do governo Donald Trump para América Latina. Apelidada de corolário Trump à Doutrina Monroe, a nova política de segurança dos EUA busca reafirmar a proeminência de Washington no continente frente à ascensão econômica da China. O professor de direito internacional Paulo Borba Casella, da Universidade de São Paulo (USP), afirmou à Agência Brasil que os EUA “não disfarçam” que a medida tem motivação política, dificultando o fechamento de um acordo. Casella relembrou que Trump chamou o Brasil de país “desagradável” e que o tarifaço proposto é uma forma de “interferir na política interna”. “Qualquer negociação e possível acordo dependem de interesse e boa vontade recíprocas. Na medida em que isso não seja encontrado por parte deles, ficaria difícil de alcançar algum entendimento”, concluiu. Usando a Seção 301 da legislação estadunidense, o USTR alega “prática desleal” do Brasil em relação ao Pix, etanol, desmatamento ilegal, entre outros pontos. O professor de relações internacionais do Ibmec-SP, Alexandre Pires, destacou que o governo Trump tem “endurecido” a postura com países que não estão alinhados às políticas de Washington, o que incluiria o Brasil. Leia a matéria completa através do link nos stories. Fotos: Ricardo Stuckert/PR e AFP #tarifaço #economia #eua
Lula (neutro)Questionado por jornalistas sobre o início da imposição de novas tarifas dos Estados Unidos sobre o Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “não vai ter tarifaço”. O presidente esteve, nesta segunda-feira (13), em evento para o lançamento de turbina movida a etanol, em São José dos Campos (SP). Após o evento, Lula respondeu a questionamentos dos repórteres sobre a possibilidade de um novo “tarifaço”. As informações são da CNN. Até a próxima quarta-feira (15), os norte-americanos vão definir se aplicam uma taxa de 25% contra o Brasil com base em investigação da chamada “seção 301”. Como mostrou a CNN, o Palácio do Planalto espera que representantes brasileiros tenham ainda uma última reunião junto ao chefe do USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos), Jamieson Greer, antes do dia 15. O encontro deve acontecer no âmbito de um grupo de trabalho entre os países. De acordo com relatos do governo brasileiro, pesam para a avaliação sinais negativos em reuniões com os norte-americanos, o histórico negocial da administração de Donald Trump, mas também falas públicas recentes do chefe do USTR. “Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acredito que ainda há uma grande distância entre nós; portanto, vocês verão uma decisão final sobre o Brasil muito em breve, pois temos um prazo legal que se encerra em 15 de julho”, disse Greer em entrevista na última semana. A expectativa é de que neste encontro o USTR já indique ao Brasil qual será a decisão no âmbito da investigação. Esta será a quinta reunião de Greer com membros do governo brasileiro. Íntegra no meu blog
Lula (neutro)A poucos dias do fim do prazo estabelecido pelo governo dos Estados Unidos, o Palácio do Planalto trabalha com a avaliação de que a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros tornou-se o cenário mais provável. A decisão da administração do presidente Donald Trump deve ser anunciada até a próxima quarta-feira (15), encerrando meses de negociações entre Brasília e Washington. Na última sexta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu ministros no Palácio do Planalto para discutir os desdobramentos das tratativas. Participaram do encontro o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. O Correio confirmou com interlocutores do governo que Lula reconheceu que os sinais emitidos pela administração norte-americana indicam uma elevada possibilidade de retaliação comercial, mas determinou que as negociações sejam mantidas até o último momento. A orientação do presidente é esgotar todas as possibilidades de diálogo antes da decisão final dos Estados Unidos. O governo brasileiro considera as tarifas "injustas e injustificáveis" e afirma que não pretende fazer concessões em temas considerados sensíveis, como eventuais mudanças relacionadas ao sistema de pagamentos Pix. Apesar do pessimismo, interlocutores ligados ao governo confirmaram que o Planalto está trabalhando para viabilizar uma última reunião com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, antes do prazo final. O encontro, no entanto, ainda não foi confirmado. Desde a reunião entre Lula e Trump na Casa Branca, em maio, representantes brasileiros já se encontraram quatro vezes com Greer para discutir o tema. A percepção de que o tarifaço está cada vez mais próximo ganhou força após declarações públicas do chefe do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Em entrevista na última quinta-feira (9), Greer afirmou que as negociações seguem distantes de um entendimento. As informações são do Correio Braziliense. Leia a matéria completa através do link na bio. Foto: Ricardo Stuckert/PR #eua #tarifaço #economia
Lula (neutro)Após diversas tentativas de negociações, o governo brasileiro chega aos últimos dias para tentar barrar o tarifaço de Donald Trump. Trump anunciou taxas de 12,5% para 60 países que, segundo o governo americano, falham no combate ao trabalho forçado. Entre essas nações está o Brasil. Além disso, o presidente americano propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. Isso aconteceu após uma investigação feita pelo governo Trump sobre assuntos como desmatamento e o pix. Apesar da primeira tarifa já estar em vigor, a segunda será definida nesta quarta-feira (15). Com isso, o governo Lula corre contra o tempo para tentar impedir a adoção dessa nova taxa. O presidente considera improvável que o presidente norte-americano desista dessa medida, mas pede para que os seus auxiliares continuem com as negociações até o último dia. (Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil) *digital *lh #digital #lula #eua #brasil #tarifaço
Lula (neutro)O governo de Donald Trump deve anunciar nos próximos dias a decisão sobre a aplicação de novas tarifas a exportações brasileiras, com base na investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que apura práticas comerciais consideradas desleais. Embora mantenham as negociações, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veem pouca possibilidade de reversão do tarifaço. Na última sexta-feira (10), o petista se reuniu com os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, responsáveis por conduzirem as negociações com os norte-americanos. Na ocasião, Lula e auxiliares projetaram cenários para a decisão de Trump, que deverá ser divulgada na quarta-feira (15). As informações são do Metrópoles. O Palácio do Planalto trabalha com duas possibilidades: a primeira, e a mais provável, é que haverá taxação — resta saber o alcance da medida em relação ao percentual e os produtos que serão afetados. Em junho, a investigação do USTR sugeriu a aplicação de tarifa de 25% sobre importações brasileiras para o EUA. O processo tem como base a Seção 301 da Lei de Lei de Comércio de 1974. Entre as práticas investigadas, estão uso do Pix, desmatamento ilegal e regras de proteção de propriedade intelectual. A avaliação do governo brasileiro é que os negociadores norte-americanos não devem levar em consideração os argumentos técnicos apresentados e, portanto, os países estão longe de um entendimento. A mesma impressão foi compartilhada pelo chefe do USTR, Jamieson Greer, na última semana. Em entrevista à Fox Business, ele reconheceu que há “muita distância” entre as partes e pontuou que a decisão está próxima de ser tomada. “Estamos tentando negociar, mas eu acho que há muita distância entre nós, então você verá a decisão final sobre o Brasil muito em breve”, disse Greer. Leia a íntegra no nosso site! 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Lula (neutro)O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, evitou falar sobre a participação do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), na audiência pública do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), realizada em Washington, entre segunda (6), e terça-feira (7). "Eu prefiro não falar absolutamente nada. Eu prefiro falar, absolutamente, apenas aquilo que, de fato, está ocorrendo, que é essa representação importante para a negociação", respondeu a jornalistas ao ser questionado se a atuação do senador poderia prejudicar o trabalho das autoridades brasileiras na negociação com os EUA. "Nós devemos focar agora, o prazo é curto, nós devemos focar naquilo que pode dar resultado positivo para o Brasil", prosseguiu o ministro. Em relatório preliminar divulgado em 1º de junho, o USTR sugeriu a aplicação de sobretaxa de 25% sobre os produtos importados brasileiros, com exceção de grande parte dos produtos agropecuários. A audiência realizada nesta semana nos EUA integra as etapas finais da investigação feita pelo governo americano. A decisão sobre a eventual implementação das medidas está prevista para 15 de julho. Questionado sobre o fato de o senador Flávio Bolsonaro ter tocado na questão do Banco Master na audiência desta terça, o ministro disse não ter tido conhecimento disso. E afirmou que o que importa são as participações de setores produtivos brasileiros empenhados na negociação. "Essas participações de brasileiros comprometidos com a questão econômica do Brasil é que tem, de fato, real valia", defendeu. Márcio Elias voltou a dizer que o presidente Lula tem orientado que o governo brasileiro não saia da mesa de negociação. "Que nada nos retira desse campo de multilateralismo e do campo democrático. Com muito respeito ao que outros reivindicam, mas sem jamais substanciar dos interesses do Brasil. É isso que o presidente Lula nos pede todo dia", finalizou. As informações são do Estadão Conteúdo. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Lula (neutro)O governo brasileiro afirmou que identificou uma abertura dos Estados Unidos para ampliar a cooperação no combate ao crime transnacional durante as negociações para evitar novas tarifas sobre produtos brasileiros. Ao mesmo tempo, o Brasil mantém a posição de excluir o etanol das discussões comerciais e busca um acordo antes da decisão final do governo americano. Confira a reportagem completa no Portal Fala News. 🔗www.falanews.com.br #Brasil #EstadosUnidos #ComércioExterior #Etanol #Economia
Lula (neutro)As multinacionais norte-americanas Coca-Cola, eBay e Tesla se manifestaram contra a proposta do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. As empresas enviaram contribuições ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) durante o período de consulta pública, encerrado em 1 de julho, pedindo mudanças na medida anunciada pelo governo de Donald Trump. A proposta foi apresentada com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, que permite aos Estados Unidos impor tarifas sobre produtos de países considerados responsáveis por práticas que prejudiquem o comércio americano. O governo Trump justificou a iniciativa alegando preocupações relacionadas ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Nas manifestações encaminhadas ao USTR, as empresas argumentam que a taxação pode provocar aumento de custos, prejudicar cadeias globais de suprimentos e afetar consumidores e fabricantes dos próprios Estados Unidos. Para mais informações, acesse o Portal JCPE em JC.COM.BR (Imagem: The White House) *digital *lh #digital #trump #lula #tarifas #política
Lula (neutro)O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, apresentou nesta segunda-feira (6) ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) uma contestação formal sobre investigação conduzida pelo órgão que alegou falhas do Brasil no combate ao trabalho escravo. Em carta, o chanceler classificou a apuração como “arbitrária” e “incompleta”. “O Brasil interagiu de forma construtiva com o USTR, inclusive mediante a apresentação de vasta documentação comprobatória, a participação em consultas governamentais e o fornecimento de informações detalhadas sobre seus marcos legais e de fiscalização. O Relatório da Seção 301 sobre Trabalho Forçado e a Notificação de Conclusões, contudo, não abordam de maneira substantiva — muito menos refutam — as evidências apresentadas pelo Brasil”, relatou o chanceler. No documento, Vieira disse que a investigação ignora as políticas brasileiras de combate ao trabalho análogo à escravidão e necessita de base legal. O ministro declarou não haver “qualquer indício” de que produtos fabricados por trabalho forçado tenham entrado no mercado dos Estados Unidos a partir do Brasil. Ao USTR, Vieira afirmou também que o Brasil apresenta um dos sistemas mais robustos do mundo de combate ao trabalho análogo à escravidão. O chanceler pediu ao USTR que retire o Brasil de “qualquer decisão decorrente da investigação”, não aplique tarifas adicionais de 12,5% nem “outras medidas comerciais contra produtos brasileiros”. O ministro argumentou que as taxas “não são um meio viável nem eficaz para eliminar o trabalho forçado”. Com informações da Jovem Pan.
O ex-ministro da república, Gilson Machado Neto, concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira, dia 6, ao programa ‘Cidade em Foco’, da Rede Pernambuco de Rádios. Gilson está filiado ao Podemos e é pré-candidato a deputado federal na eleição deste ano. No programa desta segunda ele falou sobre sua ida aos Estados Unidos, onde ao lado do senador Flávio Bolsonaro, do PL, tentará conseguir o fim da taxação norte-americana a produtos brasileiros. Gilson Machado disse que está na viagem representando a Valexport (Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco). O ex-ministro falou de sua preocupação com as consequências da taxação dos produtos brasileiros pelos Estados Unidos, alertou para o risco de desemprego e polos produtores e exportadores e culpou o presidente Lula pela ação norte-americana. “Esse governo sempre tratou os Estados Unidos como um país inimigo, diferente do que fazíamos no governo de Bolsonaro. O governo de Lula trata terroristas como vítimas dos norte-americanos, é um governo que não é amigo dos Estados Unidos, por isso a taxação acontece”.
Lula (negativo)O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que pretende "reverter o estrago" que, segundo ele, foi provocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita antes de sua participação, nesta terça-feira (7/7), em uma audiência pública nos Estados Unidos sobre a possível aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. O Brasil é alvo de uma investigação comercial por supostas práticas consideradas "irrazoáveis". Flávio participa da audiência promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), etapa considerada decisiva da investigação aberta pelo governo norte-americano antes da decisão prevista para 15 de julho. O senador terá cinco minutos para apresentar seu posicionamento. Antes do evento, o parlamentar respondeu às críticas sobre sua presença na audiência e afirmou que viajou aos Estados Unidos para defender os interesses do Brasil. “Eu estou aqui para defender os interesses do povo brasileiro, mesmo sem ser o presidente do Brasil, ainda. Vejo notícias dizendo que posso atrapalhar. Está de brincadeira! O Lula já atrapalhou e vai ser difícil reverter o estrago que ele causou. Não vou me omitir. Farei a minha parte para defender os interesses do povo brasileiro, sempre”, disse em vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (6). Durante a declaração, Flávio atribuiu ao governo Lula a responsabilidade pelo atual cenário de tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos. Segundo o senador, a atuação do governo brasileiro contribuiria para a adoção das tarifas pelo governo norte-americano. “Na minha opinião, o comportamento de Lula é deliberado para atrair as tarifas. Ele é o principal fator de risco para o Brasil ser tarifado.” Vídeo: Reprodução/Flávio Bolsonaro/Instagram | Fotos: Jorge Saenz/Associated Press/Estadão Conteúdo e Raul Luciano/Ato Press/Estadão Conteúdo #FlávioBolsonaro #Lula *brasil *politica *video *vv *digital
Lula (negativo)O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, do nome original inglês) realiza nesta segunda-feira (6), em Washington, a primeira audiência pública sobre a proposta estadunidense de sobretaxar produtos exportados pelo Brasil em 25%. Ao menos 40 entidades e empresas brasileiras e estadunidenses se inscreveram para participar da sessão, previsão para se estender até esta terça-feira (7). Entre as organizações brasileiras credenciadas para apresentar seus argumentos durante a audiência estão a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); o Conselho Brasileiro de Exportadores de Café (Cecafé); a Confederação Nacional da Indústria (CNI); União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica); Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Embraer, entre outras. O senador Flávio Bolsonaro também consta entre os inscritos a participar, na terça (7). Instaurada em 15 de julho de 2025, a análise estadunidense dos “atos, políticas e práticas brasileiras” se debruça sobre seis aspectos: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais; combate à corrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Cada participante terá até cinco minutos para defender os argumentos já apresentados ao USTR, contra ou a favor da taxação. Ao final deste tempo, representantes do escritório estadunidense poderão fazer perguntas adicionais que julgarem necessárias. A investigação do USTR foi proposta com base na chamada Seção 301, da Lei de Comércio dos Estados Unidos, de 1974, que permite ao governo norte-americano investigar práticas comerciais de outros países que considere desleais ou prejudiciais aos interesses estadunidenses. Notificado no início de junho, o estado brasileiro contestou os argumentos dos que defendem o tarifaço das exportações brasileiras e as conclusões preliminares do USTR. Em um documento enviado ao escritório, o Itamaraty argumentou que as práticas comerciais brasileiras não prejudicam os EUA e as empresas estadunidenses. 📲 veja a matéria completa no blog www.ed
Os Estados Unidos iniciaram uma audiência pública para discutir a proposta de aplicar uma sobretaxa de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil. Representantes de empresas, entidades brasileiras e norte-americanas participam das discussões, apresentando argumentos favoráveis e contrários à medida. O governo brasileiro também contesta a proposta e defende que não há justificativa legal para a imposição das tarifas. 📲 Quer saber quais setores podem ser afetados e os próximos passos dessa discussão? Confira a matéria completa nos nossos Stories. #Economia #Brasil #EstadosUnidos #Tarifaço #Exportações #ComércioExterior #Negócios #Indústria #Agronegócio #Atualidades
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projetou nesta segunda-feira (6) que, caso o governo dos Estados Unidos adote as novas propostas de taxação contra o Brasil - de 25% e 12,5% - cerca de 4.187 produtos exportados pelo Brasil serão afetados, o equivalente a US$ 14,9 bilhões em exportações. Segundo a CNI, todos esses produtos estão hoje submetidos à tarifa adicional temporária de 10% prevista na Seção 122 da legislação comercial norte-americana, vigente até dia 24 de julho. Nesta semana acontecem as audiências públicas para tratar de possíveis duas novas tarifas que produtos brasileiros podem sofrer: uma investigação especificamente sobre o Brasil que sugere sobretaxa de 25% e outra investigação sobre trabalho forçado onde o Brasil também está incluído e pode sofrer uma taxa de 12,5%. Se as duas novas propostas forem adotadas, haverá um acréscimo de 27,5 pontos percentuais sobre esses bens, dos quais 62% são intermediários, utilizados como insumos em processos produtivos. Neste caso, a taxação contra o Brasil chegaria em 37,5% para exportações aos EUA. Para a o presidente da CNI, Ricardo Alban, novas tarifas contra o Brasil também vão elevar custos para empresas, consumidores e cadeias produtivas dos Estados Unidos. "O aumento das tarifas compromete uma relação comercial construída ao longo de décadas e prejudica empresas dos dois países. Estamos falando de cadeias produtivas altamente integradas, nas quais muitos produtos brasileiros são essenciais para a indústria norte-americana", explica. As informações são do Estadão Conteúdo. Foto: Divulgação #tarifaço #eua #taxas
Começa hoje, às 11h (horário de Brasília), a audiência pública entre representantes do setor produtivo e o governo dos Estados Unidos para discutir as novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Recomendadas pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), as novas alíquotas são resultado da investigação conduzida com base na Seção 301, que aponta o suposto favorecimento ao Pix, acordos comerciais preferenciais, etanol, desmatamento, corrupção e pirataria como justificativas para a imposição de novas tarifas contra o Brasil. Entre esta segunda e terça-feira, representantes dos setores brasileiros afetados, assim como integrantes do setor produtivo americano, terão a última oportunidade de defender medidas menos severas antes da decisão final, prevista para o próximo dia 15.
O governo brasileiro confirmou nesta quinta-feira (2) uma nova etapa das negociações com os Estados Unidos para tentar evitar a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros. Após reunião de alto nível entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Márcio Elias Rosa, e o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, os dois países decidiram intensificar as tratativas com encontros técnicos já no início da próxima semana. Segundo nota divulgada pelo Mdic, o diálogo foi considerado "construtivo", mas ainda será necessário mais tempo para detalhar propostas e reduzir divergências. A expectativa é promover um novo encontro ministerial antes de 15 de julho, prazo estabelecido pelo governo norte-americano para definir eventuais medidas comerciais. (Foto: Ricardo Stuckert/PR) #lula #eua #trump #tarifa *ls *digital #digital
Lula (neutro)O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou nesta terça-feira (2) que o Brasil e o representante do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), Jamieson Greer, reconhecem que será preciso mais tempo para detalhar propostas e aproximar posições. O chefe do MDIC, Márcio Elias Rosa, afirmou que, nesta manhã, teve a quinta conversa de alto nível sobre a taxação dos Estados Unidos, cujo prazo para defesa do Brasil vence em 15 de julho. O ministro esteve acompanhado das equipes do Ministério das Relações Exteriores e da Assessoria Especial do Presidente da República. Elias informou que o objetivo é construir uma solução de consenso. "Ambos reconhecemos que o diálogo tem sido construtivo e que mais tempo será preciso para detalhar propostas e aproximar posições. Nesse sentido, determinamos que nossas equipes técnicas se reúnam no início da próxima semana, em preparação para nova reunião de alto nível antes de 15 de julho", escreveu o governo em nota. Segundo Elias Rosa, a cada reunião o Brasil avança um pouco, mas o tempo está trabalhando contra. "Nós estamos separando item por item e debatendo", disse Elias, ressaltando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva repete sempre para que os ministros não saiam da mesa de negociação. Com informações do Estadão Conteúdo. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Lula (neutro)O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), disse em entrevista à CNN que seria “mesquinho” transformar as tarifas impostas pelos Estados Unidos em debate eleitoral. De acordo com ele, o governo brasileiro seguirá as orientações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de manter o “diálogo” e “buscar o entendimento”. “O presidente Lula tem deixado claro, é diálogo e buscar entendimento. Então no que depender de nós, nós vamos transformar isso em disputa eleitoral, seria uma coisa muito mesquinha”, afirmou ao CNN 360°. As informações são da CNN. Segundo o vice-presidente, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a ideia é trabalhar para mostrar que as taxações não são justas. “Então nós vamos trabalhar com o diálogo e mostrando que não é justo, que a nossa tarifa é muito baixa, eles tem superávit na balança comercial brasileira, não tem déficit nenhum e nós podemos ampliar o mercado e a complementação econômica e investimentos específicos”, acrescentou. O USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) propôs, em 02 de junho, a imposição de tarifas de 25% sobre todas as importações do Brasil, exceto para mercadorias que se enquadram como “sujeitas às tarifas de segurança nacional”. O órgão afirma ter determinado que as políticas do governo brasileiro sobre comércio digital, certas tarifas e desmatamento ilegal são passíveis de ação judicial nos termos da chamada Seção 301 da Lei – ferramenta de política comercial que permite aos americanos investigar e retaliar outras nações contra práticas comerciais consideradas injustas. Nesse grupo, carne bovina, café certas frutas e nozes, especiarias, petróleo e minérios metálicos estariam isentos de tarifas punitivas.
Lula (neutro)O Brasil criticou as novas medidas adotadas pela União Europeia (UE) para restringir as importações de produtos siderúrgicos. Em nota conjunta, os Ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) afirmaram que as mudanças reduzem o acesso ao mercado europeu e não representam uma solução para o excesso de capacidade na indústria mundial do aço. Segundo o governo brasileiro, a UE passou a adotar novas restrições quantitativas para a entrada de produtos siderúrgicos e elevou as tarifas cobradas sobre importações que ultrapassarem as cotas estabelecidas. Na avaliação brasileira, as medidas atingem a maior parte dos parceiros comerciais do bloco e ampliam as barreiras às exportações, mesmo após o fim do sistema de salvaguardas criado em 2018. O Brasil também afirmou que é afetado pelo excesso de produção mundial de aço e continuará defendendo soluções multilaterais para o problema em fóruns internacionais. A nota acrescenta que restringir o comércio de países que não são responsáveis pela sobreoferta global não resolve a questão e pode provocar uma escalada de medidas de defesa comercial. O governo informou ainda que não houve acordo com a União Europeia sobre compensações pelas novas tarifas, conforme previsto no Artigo XXVIII do Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio (GATT). Apesar das divergências, o governo afirmou que continuará negociando com a União Europeia para buscar uma solução considerada aceitável para ambas as partes. (Imagem: Pexeels) *Com informações da Agência Brasil *ab *digital #economia *digital #digital
Lula (neutro)O governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil. O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil. A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses. O Brasil rebateu que os argumentos não são legítimos e que a decisão parte de uma tentativa de ingerência em assuntos internos, além de expressar o protecionismo comercial unilateral de Washington. O governo vem questionando as tarifas adicionais dos EUA com o argumento de que a tarifa média aplicada pelo Brasil sobre as importações dos EUA é de 2,7%, o que não justificaria o argumento de que as empresas norte-americanas seriam prejudicadas no acesso ao mercado brasileiro. O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. Essa foi a data fixada pela USTR para uma definição sobre o tema. Tal prazo ainda poderia, em tese, ser prorrogado. Com isso, os negociadores brasileiros esperam ter mais tempo para um acordo, uma vez que o prazo inicial estipulado após a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, no mês passado, foi de 30 dias que terminam neste domingo (7). Confira mais detalhes no JC.COM.BR ou no link dos stories. Foto: Ricardo Stuckert/PR #Lula #DonaldTrump *politica *brasil *mundo *card *vv *digital
Lula (neutro)COMÉRCIO INTERNACIONAL 🇪🇺 A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro. 📢 Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5). 🇧🇷 Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais. ❌ Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais. 🐄 As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina. 🥩 A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #exportação #brasil #carnebrasileira 📝: Agência Brasil
Lula (neutro)A despeito de toda reação furibunda do presidente Lula à fixação de uma taxação de 25% sobre os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, é importante ter presente que, quando assessores do Itamaraty dizem em privado que o Brasil já esperava por isso, estão falando a verdade, até porque a experiência da chancelaria consegue identificar claramente os comunicados entre países. O Brasil teve sua taxação comunicada oficialmente no dia 9 de julho do ano passado quando o presidente Donald Trump após se queixar do tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro e afirma já no primeiro parágrafo que o processo era uma “Caça as Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!” informou estava “instruindo o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil”. A frase selou a aplicação de uma taxa nas exportações brasileiras, embora no último texto o presidente americano tenha afirmado que “Se o senhor desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do relacionamento com seu país. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América”. O “nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta” indicava claramente que estávamos perdidos. Como se pode ler no texto do Representante Comercial dos Estados Unidos determinou, nos termos da Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 atendendo a “determinação específica do Presidente, em 15 de julho de 2025”, a leitura sobe os sobre os atos, políticas e práticas do Governo do Brasil relacionado ao comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais desleais; aplicação de medidas anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal apenas dava base legal para a decisão do presidente americano comunicado a Lula. Confira mais detalhes em JC.COM.BR Foto: Alex Brandon / Estadão Conteúdo *jk *card *politica *jcnegocios
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (negativo)O USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) propôs, em documento divulgado na noite de segunda-feira (1°), a aplicação de novas tarifas de 25% sobre todas as importações brasileiras. Porém, a proposta exclui alguns produtos considerados estratégicos ao mercado americano, como café, minérios e commodities energéticas. A proposta de taxação dos EUA considera como motivação atos, políticas e práticas do governo brasileiro relevantes e “passíveis de medidas legais”, suscetíveis de serem investigados por meio da Seção 301, da Lei do Comércio de 1974. A legislação visa combater práticas estrangeiras desleais que afetam o comércio dos EUA e pode ser usada para responder a práticas injustificáveis, desarrazoadas ou discriminatórias de governos estrangeiros que oneram comercialmente o país norte-americano. Produtos que podem ficar de fora da medida A audiência sobre a ação proposta pela USTR está marcada para 6 de julho deste ano, com prazo para aplicação da “medida corretiva” em 15 de julho. Ainda assim, devem ser excluídos da imposição tarifária os produtos brasileiros abaixo: Carne bovina Café Frutas Nozes Especiarias Petróleo Minérios metálicos Peças de aeronaves No documento divulgado, o favorecimento do Pix, acordos de comércio preferenciais, etanol, desmatamento, entre outras questões, estão entre os tópicos citados pelos Estados Unidos como motivo para a recomendação de imposição de tarifas de 25% sobre todas as importações do Brasil. A proposta já causa apreensão no mercado. Em comunicado divulgado pela Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio), nesta terça-feira (2), novas tarifas de 25% aumentarão custos, reduzirão competitividade e criarão obstáculos bilaterais.
Lula (negativo)Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (2/6), o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa; e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmaram que o Governo do Brasil considera injusta a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) de taxar em 25% os produtos brasileiros. O governo do presidente Lula vai trabalhar para que ela não se converta, para que ela não ocorra. É uma recomendação feita pelo USTR e o caminho é o caminho do diálogo, aliás, que já vinha ocorrendo. Mas sempre que o diálogo avança, infelizmente, falsos patriotas, sabotadores, prejudicam e colocam seus interesses pessoais e eleitorais acima do interesse do país e do interesse público. O caminho vai ser trabalhar, dialogar, para que elas não se convertam e mostrar todos os argumentos para a gente poder avançar mais” - Geraldo Alckmin, vice-presidente da República. “O governo brasileiro recebe com indignação e entende ser extremamente injusta a recomendação, a proposta do USTR ao presidente Trump”, ressaltou Geraldo Alckmin, que criticou as manobras realizadas junto ao governo dos Estados Unidos por representantes da família Bolsonaro e classificou a recomendação como “descabida”. “O governo do presidente Lula vai trabalhar para que ela não se converta, para que ela não ocorra. É uma recomendação feita pelo USTR e o caminho é o caminho do diálogo, aliás, que já vinha ocorrendo. Mas sempre que o diálogo avança, infelizmente, falsos patriotas, sabotadores, prejudicam e colocam seus interesses pessoais e eleitorais acima do interesse do país e do interesse público. O caminho vai ser trabalhar, dialogar, para que elas não se convertam e mostrar todos os argumentos para a gente poder avançar mais”, prosseguiu o vice-presidente. ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Lula (neutro)TARIFAÇO 📌O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não aplicasse tarifas sobre empresas brasileiras durante encontro realizado na semana passada na Casa Branca, em Washington. O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) concluiu a investigação comercial contra o Brasil e propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, com exceções previstas em uma lista específica de produtos. 🗣— Eu pedi expressamente 'não taxem as empresas brasileiras'. Em 2027 vocês vão ter um governo que vai sentar aqui com vocês, vai negociar de igual para igual. O nosso agro alimenta o mundo e não é justo taxar as nossas empresas. Temos que valorizar a nossa tecnologia, o nosso pix, o nosso etanol, que é uma energia limpa. A gente tem que incentivar esse nosso capital que é o etanol. Nós temos tudo para sentar de igual para igual — afirmou Flávio em entrevista à Rádio Itatiaia, em Belo Horizonte, onde ele cumpre agendas nesta terça-feira. ➡Segundo o parlamentar, ele defendeu que uma eventual volta da direita ao Palácio do Planalto em 2027 poderia abrir caminho para uma relação mais próxima entre os dois países. Durante a entrevista, Flávio relatou ter solicitado diretamente que os Estados Unidos evitassem medidas que afetassem empresas brasileiras e afirmou que um futuro governo alinhado politicamente a Washington poderia ampliar a cooperação bilateral em temas econômicos, incluindo agronegócio, Pix e etanol. ‼O senador também disse que discutiu com Trump a atuação de facções criminosas brasileiras. De acordo com ele, um dos pedidos apresentados ao presidente americano foi o enquadramento do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Dias após o encontro, o governo dos EUA anunciou a classificação das duas facções nessa categoria. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #flaviobolsonaro #trump 📝: Agência O Globo
O governo dos Estados Unidos concluiu nesta segunda-feira, 1º de junho, uma investigação comercial aberta contra o Brasil e afirmou que algumas práticas adotadas pelo país prejudicam o comércio americano. Entre os pontos questionados estão regras do comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, incluindo o Pix, proteção à propriedade intelectual, combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e questões relacionadas ao desmatamento ilegal. O relatório propõe a aplicação de tarifas retaliatórias de 25% sobre produtos brasileiros, mas a medida ainda não foi definida. O governo americano seguirá recebendo contribuições do público até 1º de julho e realizará uma audiência pública em 6 de julho. Segundo o representante-geral de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, houve reuniões consideradas construtivas entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump nas últimas semanas. Apesar disso, ele afirmou que permanecem divergências significativas sobre os temas apontados na investigação. As negociações devem continuar até 15 de julho, antes de qualquer decisão final sobre possíveis sanções comerciais.
Lula (neutro)"O governo dos Estados Unidos concluiu na segunda-feira (01/06) uma grande investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado — e disse que certas práticas do governo brasileiro são "irrazoáveis" e "oneram ou restringem o comércio dos EUA". O documento propõe tarifas retaliatórias de 25% a produtos brasileiros — mas essas medidas ainda não foram definidas e serão discutidas ao longo das próximas semanas. As supostas práticas brasileiras condenadas pelo governo americano são relacionadas ao comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. O governo americano ainda está recebendo consultas do público até o dia 1º de julho sobre as medidas. No dia 6 de julho, haverá uma audiência pública. O representante-geral de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, disse que teve "reuniões construtivas" que "se intensificaram nas últimas semanas" com os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump — e que espera dar continuidade a esse diálogo com o governo brasileiro até 15 de julho, antes de adotar qualquer medida de resposta." Informações da @bbcbrasil 📸 Ricardo Stuckert/PR 🏛️ POLÍTICA COM HISTÓRIA, e vice-versa 🔗 Leia mais em: blogdovandeck.com.br 📍 Link na Bio e nos Stories
Lula (neutro)
Sub-temas nos comentários (68)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- deboche de performances do bolsonarismo50 comentários
"Crítica irônica à agenda familiar ligada a Bolsonaro, sugerindo que o estrago é causado pela família dele."
- deboche sobre tarifas e populismo de Flávio Bolsonaro29 comentários
"Ironia explícita ao sugerir que Flávio Bolsonaro pediu tarifas para o Brasil e agora afirma que vai tirá-las, evidenciando crítica ao papel dele na condução de tarifas e à gestão de Lula."
- deboche de performance de liderança bolsonarista19 comentários
"A crítica irônica ao JC por ainda publicar esse tipo de notícia, insinuando descredibilidade do conteúdo e questionando a relevância da matéria sobre Flávio Bolsonaro."
- crítica irônica a eleitores de Lula40 comentários
"Crítica irônica ao apoio entusiasmado a Lula por parte de eleitores que celebram o candidato com tom de campeão, repetindo o voto em Lula mesmo diante de críticas ao governo Lula."
- apoio entusiasmado a figuras bolsonaristas41 comentários
"Apoio entusiasmado à família Bolsonaro."
- apoio massivo a Lula / campanha pró-Lula33 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula na eleição de 2026."
- crítica irônica sobre tarifas e mídia51 comentários
"Crítica irônica ao “tarifaço” com 55% da China, sugerindo que o comentário reage com humor às promessas de políticas comerciais de governos de esquerda."
- deboche de políticas de segurança públicas11 comentários
"Ironizando com o apoio entusiasmado à família Bolsonaro em meio a críticas às políticas econômicas e à relação com o bolsonarismo, o comentário sugere desdém e torcida pela família Bolsonaro ao invés de uma resposta direta aos temas de comércio internacional."
- deboche de nuances nas tarifas internacionais82 comentários
"Apoio entusiasmado à tariba/proposta de reciprocidade anunciada pelos EUA, com elogio a Bolsonaro?"
- crítica de culpa a Lula pela tarifa externa22 comentários
"Crítica irônica à política econômica do governo Lula, responsabilizando o governo pela tarifa de 25% aos brasileiros e sugerindo que a culpa é compartilhada, sem endosso direto ao presidente Lula."
- apoio entusiasmado ao Lula e aliados43 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula da Silva, com endorsement ao projeto de João Campos e rejeição a críticas ao PT."
- crítica irônica à reciprocidade com China e retaliação22 comentários
"Crítica direta à gestão de Lula, atribuindo a culpa pelas tarifas dos EUA ao presidente Lula e ao seu governo, com tom de indignação pelo atraso em negociações."
- apoio irônico ao Lula com crítica aos opositores11 comentários
"Crítica irônica à oposição que atribui todos os problemas a “outros” enquanto cita casos de corrupção para deslegitimar a atuação de Lula e do governo federal."
- cobrança por retaliação econômica e autonomia49 comentários
"Humor sarcástico que ridiculariza a ideia de que o Pix é terrorista, criticando a ironia da postagem sobre regulamentos de crédito e tecnologia no contexto de uma reportagem sobre sanções comerciais."
- crítica aos eleitores por desinformação e apoio cego38 comentários
"Crítica irônica aos apoiadores da direita extremista, afirmando que o DNA da extrema direita inclui trair o Brasil, cortar direitos dos trabalhadores e acabar com os programas sociais."
- deboche de reciprocidade externa9 comentários
"Crítica irônica a Lula e ao governo Lula por recusar negociações com os EUA de boa-fé, sugerindo que o acordo com as tarifas seria ruim para o Brasil e para os brasileiros."
- descrença no discurso oficial10 comentários
"Crítica irônica à política externa de Lula, sugerindo que ele aceitaria ser subalterno aos EUA para agradar o governo norte-americano."
- apoio entusiasmado a Lula da Silva pela reeleição26 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula da Silva, tratado como cabo eleitoral pelas risadas do comentário."
- crítica irônica a figura de Flávio Bolsonaro41 comentários
"Crítica irônica à ideia de atribuir a culpa a todos menos a ele, apontando que a responsabilidade recai sobre o líder que concentra poderes e decisões, em resposta à política econômica envolvendo o governo Lula e a família Bolsonaro."
- deboche de performances do ministro25 comentários
"Crítica irônica ao comentarista que questiona a publicação sobre Gilson Machado Neto, sugerindo que o conteúdo do post merece ser desconsiderado e recebendo risadas."
- apoio entusiasmado a candidatos aliados23 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula da Silva, embora a crítica ao legado e à gestão seja evidenciada pela expressão de orgulho em votar nele."
- cobrança por accountability na relação EUA-Brasil19 comentários
"Crítica irônica ao Lula e ao governo por defender uma postura que não baixa a cabeça para agressões internacionais, associando a frase a uma visão de que o presidente Lula prefere confrontos a soluções que beneficiem o povo."
- força contra interferência externa15 comentários
"Crítica irônica àquele que, em defesa de interesses dos EUA, quer que o Brasil se submeta economicamente, evidenciando aprovação do governo Lula nesse cenário."
- apoio a Lula em relação aos EUA20 comentários
"Apoio crítico a Lula e ao governo brasileiro na gestão da política externa, acusando o presidente de alinhar-se a regimes autoritários (Maduro) ao pedir a ajuda de Trump."
- crítica contundente ao Lula e à China8 comentários
"Crítica irônica à ideia de entregar riquezas ao exterior, insinuando desprezo à negociação com os EUA e à política econômica do Lula."
- apoio entusiasmado a Lula até 203013 comentários
"Apoio entusiasmado à família Bolsonaro no Brasil, com Lula a ser eleito até 2030."
- crítica irônica à política de carne da UE8 comentários
"Crítica irônica ao comentário que celebra carne mais barata para o brasileiro, sugerindo a percepção de impacto positivo limitado da decisão da UE sobre exportação brasileira."
- deboche de performances do candidato10 comentários
"Ataque hostil e depreciativo aos eleitores que apoiam Bolsonaro, insinuando desgraça e desgoverno no Brasil."
- crítica irônica ao Lula pelo tarifasço19 comentários
"Comentario ironiza o atual governo ao comparar a bandeira de responsabilidade com o suposto peso político de Bolsonaro, sugerindo apoio a Bolsonaro em tom sarcástico e minimizar o papel de Lula na tarifa dos EUA."
- defesa de bolsonarismo frente a tarifas13 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula? Não: o comentário ironiza a afirmação polarizada com a palavra “É TETRA Lula”, servindo como crítica ao tom extremado de defesa de Lula no debate sobre comércio e política externa."
- deboche de performances do governo diante de tensões EUA44 comentários
"Crítica irônica ao entusiástico apoio ao bolsonarismo com o foco na briga entre Trump e Lula, sugerindo que a inflação de tarifas é culpa do desgaste entre Bolsonaro e Lula e prejudica o cidadão."
- crítica sarcástico a Flávio Bolsonaro20 comentários
"Crítica irônica ao comentário que chama Flávio Bolsonaro de traidor da pátria, destacando a hostilidade a ajustes de tarifas e a defesa de alinhamento com Washington como estratégia de Lula."
- crítica ironica ao governo Lula por tarifas16 comentários
"Comentários ironizam a falta de foco na tarifação da China enquanto criticam a política externa de Lula, destacando a discrepância entre a imprensa e a agenda de tarifas com tom sarcástico."
- crítica ironiza apoiadores de Flávio Bolsonaro13 comentários
"Crítica irônica à legião de eleitores que apoiam Lula e associam Flávio Bolsonaro à agenda de rebatização de políticas no governo Lula, sugerindo que a eleição de Lula intoxica as relações com o Brasil."
- deboche de performances do eleitorado bolsonarista18 comentários
"A crítica à gestão do governo Lula pelas tarifas dos EUA é apresentada como defesa de Lula, mas o comentário expresou ironia ao responsabilizar Lula pela política comercial e pela retórica eleitoral."
- critica irônica ao tema de tarifas externas21 comentários
"Crítica irônica ao governo Lula e à política externa brasileira, sugerindo que o autor não se importa com a China nem com tarifas dos EUA, e que culpa Bolsonaro é usada como justificativa"
- crítica irônica a posicionamento externo do governo8 comentários
"Crítica irônica à narrativa da esquerda que, no contexto da política externa e das relações Brasil-Estados Unidos, é apresentada como derrotada, zombando da suposta derrota de argumentos progressistas."
- defesa de autonomia frente a EUA23 comentários
"Apoio crítico a Lula e rejeição às acusações de falsidade, destacando que o comentário aponta traição de boa-fé nas negociações com os EUA e associa o manejo político da família Bolsonaro como prejudicial."
- apoio entusiasmado a Lula com foco em 202612 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula, mas ironia do comentário sobre Lula2026 mistura apoio ao PT com endosso a Lula como candidato, desconsiderando a neutralidade do contexto."
- deboche irônico a políticas protecionistas12 comentários
"A crítica ironiza a vitória de Lula diante do “tarifaço” e sugere que a agenda de Lula falha, reduzindo a situação a deboche com a foto de Lula rindo."
- crítica ao tom desdenhoso sobre Flávio Bolsonaro21 comentários
"Ironia evidente na crítica ao eleitorado do Flávio Bolsonaro, sugerindo que o comentário ironiza o apoio a Flávio Bolsonaro e o impacto negativo de suas ações para o povo brasileiro."
- deboche de narrativas de desinformação19 comentários
"Apoiou absurdamente a notícia, tratando como verídica a afirmação de que o jornal do comércio seria mentiroso, sem checar a fonte."
- humor sarcástico sobre Lula como líder12 comentários
"Atribui ironia à crítica de que Lula está falhando, afirmando que o Brasil agora é de Flávio, defendendo que o comentário menospreza o governo Lula com tom sarcástico sobre mudança de liderança."
- endosso de Lula com críticas veladas aos adversários10 comentários
"Apoio entusiasmado a Gilson Machado Neto."
"Crítica irônica ao pessimismo extremo com Flávio Bolsonaro, reduzindo a crítica ao partido do senador ao ser inimigo do povo brasileiro."
- crítica contundente a Lula e defesa de queda de governo16 comentários
"Crítica ao desamparo frente ao crime organizado no Brasil e cobrança sobre a atuação do governo Lula na segurança, apontando que o país está dominado pelo crime."
- crítica irônica ao discurso de promessas vazias11 comentários
"Crítica irônica ao eleitor que não encontra propostas entre os candidatos, acusando-os de só atacarem sem apresentar ideias reais."
- crítica contundente à gestão e corrupção10 comentários
"Desqualificação do desgoverno atual por incompetência, agravando crises e impactos negativos na economia e gestão pública."
- crítica irônica ao desgoverno Lula na gestão econômica45 comentários
"Crítica irônica ao governo Lula pela gestão atribuindo falhas à imprensa, com menção implícita à incompetência na condução da política econômica, externa e de comunicação."
- crítica ironica a responsabilidade do Lula22 comentários
"Crítica ática irônica aos eleitores que apoiam ou esperam justificar falhas de gestão de Anderson Ferreira ou de seus aliados, associando-se a um tom de bandido e culpando a gestão Lula, com referência ao debate entre Brasil e EUA e às dívidas, destacando o tom de ataque político a oposição."
- deboche de acusações contra Lula21 comentários
"Crítica irônica ao Lula pelos ataques verbais, sugerindo que o comentário acusa o presidente de fazer “merda” e responsabiliza o governo por resultados ruins, com tom sarcástico e zombeteiro."
- descrença no voto de outubro21 comentários
"Crítica contundente ao apoio a Lula refletindo insatisfação com a condução econômica e a política externa, indicando rejeição ao governo Lula."
- crítica desdenhosa ao eleitorado bolsonarista14 comentários
"Crítica irônica ao eleitorado que apoia a postura de Bolsonaro diante de ações contra o Brasil, destacando o aspeto de que a figura mencionada é um ex-presidiário que espalha informações negativas sobre os EUA."
- crítica irônica à política externa Lula9 comentários
"Comentário ironiza ou critica a reciprocidade como tema de política externa; sustenta posição crítica à política econômica externa do governo Lula, sugerindo que a reciprocidade é necessária para ajustar relação com os EUA e proteger interesses nacionais."
- cobrança por accountability do voto9 comentários
Sem candidatos identificados nos comentários deste sub-tema.
"Crítica irônica ao eleitorado que apoia o PT enquanto aponta o custo de vida e acusa falta de visão, destacando o tom agressivo do comentário."
- deboche com defesa de tarifas13 comentários
"Apoio irônico a Lula por atribuir culpa a Flávio no caso da tarifaço, criticando a narrativa do governo ao transferir responsabilidade para adversários."
- desprezo a figura de Flávio Bolsonaro11 comentários
"Crítica irônica a Flávio Bolsonaro por postura agressiva contra Lula, insinuando que o comentário disputa cadeia e reafirmando o alinhamento bolsonarista com o tom de desrespeito à legalidade."
- crítica contundente a apoiadores da família Bolsonaro11 comentários
"Crítica contundente à família bolsonarista pela percepção de que buscam destruir o Brasil, associando a Bolsonaro e aliados a danos para o país."
- crítica irônica à soberania econômica vs EUA9 comentários
"Crítica irônica à política externa brasileira, defendendo resistência a pressões externas e resistência a negociar com EUA."
- crítica irônica à polarização sobre drogas8 comentários
"Apoio cego ao Brasil no combate às drogas não se sustenta diante da ligação de pesquisas com o governo Lula; o comentário critica a notícia destacando o retrato externo e a leitura liberal de segurança pública."
- crítica irônica a culpabilização externa29 comentários
"Crítica contundente a Lula e ao PT pela política de tarifas e pela defesa de medidas protecionistas, associando o apoio a Lula a uma suposta cumplicidade na “quadrilha” ligada ao tarifasço."
- crítica irônica à política externa brasileira e à China10 comentários
"Comentário ironiza a posição de Lula e culpa alguém na China, atribuindo incoerência na crítica externa ao governo brasileiro."
- apoiar Lula contra tarifa Trump10 comentários
"Comentários ironicamente defendem ataques ou agressões contra Lula ou esquerda, chamando de “Lalau” o que sugere ataque pessoal envolvendo Lula; o comentário transforma insulto em apoio a políticas de Estado ou em ataque próximo ao governo, porém aqui o comentário é de ataque pessoal."
- crítica a tarifas e impostos de governo federal9 comentários
"Crítica irônica aos eleitores que defendem Lula e o PT enquanto criticam impostos, sugerindo hipocrisia do campo esquerdista ao abordar tributação."
- deboche de performances do Flávio Bolsonaro24 comentários
"Crítica irônica a quem acusa Lula e aliados de traição e corrupção, sinalizando rejeição a Lula e aos aliados do chamado eixo “Deus, pátria e família” de Araque por distorcerem a verdade e agirem com teatralização"
- crítica irônica a postura de Flávio Bolsonaro11 comentários
"Crítica irônica ao comentário que sugere que o interlocutor pretende fingir desinformação sobre Flávio Bolsonaro, ao mesmo tempo em que debocha de quem tenta defender ações políticas de Lula."
- ironia com apoio político e impacto econômico10 comentários
"Apoio irônico aos bolsonaristas no Nordeste, criticando a atuação de Bolsonaro e de seu campo político na condução do país."
- deboche de defesa de Bolsonaro10 comentários
"Crítica irônica ao comportamento exibicionista de Flávio Bolsonaro que usa a imprensa para justificar ações políticas e atribuir responsabilidades ao Lula."