Casos de Tribunal do Júri
17 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:36:08
Sentimento da audiência por candidato
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Acontece nesta terça-feira, no Fórum de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, o julgamento de Antônio Vitor Alves da Silva. Ele é acusado de matar e decapitar uma idosa em um crime de extrema violência cometido na véspera de Natal de 2022. De acordo com as investigações da época, o suspeito caminhava pelas ruas armado com um facão em busca de um alvo quando encontrou a vítima, que tinha dificuldades de locomoção e havia pedido ajuda para atravessar a via. A tese de insanidade mental alegada pela defesa logo após a prisão acabou atrasando o andamento do processo por anos. No entanto, os laudos periciais oficiais foram concluídos e atestaram que o réu estava pleno de suas faculdades mentais no momento da ação criminosa. Antônio Vitor responde perante o tribunal por feminicídio - sob a forma de menosprezo à condição de mulher -, com qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além do crime de estupro e outros agravantes. #TVGuararapes #Record #Feminicídio #Violência
Confira o destaque do Balanço Geral PE desta terça-feira (14): Homem acusado de matar e decapitar idosa vai a julgamento. Fique bem informado com @gernandlopes na tela da sua TV Guararapes. #balançogeralpe #jornalismo #tvguararapes #record
Sari Corte Real, condenada pela morte do menino Miguel Otávio, teve negado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) pedido para receber crédito estudantil integral pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A ex-primeira-dama de Tamandaré, na Mata Sul, alegou que cumpria os requisitos previstos na lei e nas regulamentações do programa, como renda familiar bruta per capita inferior a três salários mínimos e desempenho acadêmico mínimo exigido pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O acórdão, que de forma unânime negou pedido de Sari para acessar o financiamento, foi assinado no último dia 25 de junho. Em 2023, ela foi aprovada em uma faculdade privada de medicina em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A mulher teve o pedido de financiamento do Fies negado sob alegação de não ter alcançado nota mínima no Enem. O programa do Governo Federal financia a graduação de estudantes matriculados em cursos não gratuitos e com avaliação positiva. Após a negativa, Sari ajuizou o caso no TRF1, que atua em 12 estados mais o Distrito Federal - Pernambuco está na área de atuação do TRF da 5ª Região. A autora da ação pediu na Justiça o reconhecimento de que preenche os requisitos para receber o financiamento integral pelo Fies e que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e a Caixa Econômica Federal fossem obrigados a conceder o benefício. Ela afirmou nos autos que a exigência de nota mínima no Enem seria ilegal, pois a lei que disciplina o Fies não estabeleceria tal requisito. A reportagem procurou a defesa de Sari Corte Real, mas não obteve posicionamento até a publicação. Caso Miguel Em maio, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decidiu, por maioria de votos, rejeitar recurso apresentado pela defesa de Sari e manteve sua condenação a sete anos de prisão em regime fechado pela morte de Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos. Sari Corte Real foi denunciada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) por abandono de incapaz com resultado morte. Leia a matéria completa no link da bio. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
A primeira audiência de instrução e julgamento do caso da pequena Ester, assassinada em outubro de 2025, foi realizada nesta quarta-feira (18), no Fórum de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife. O repórter Emerson Pereira (@EmersonPereiratv) traz todos os detalhes ao longo da nossa programação. #crime *ll *digital *ep
Nesta quinta-feira (18), acontece a primeira audiência de instrução e julgamento do caso da pequena Ester, de 4 anos, encontrada morta em uma cacimba, em São Lourenço da Mata. Durante a sessão, estão sendo ouvidos familiares, peritos e testemunhas de acusação e defesa. Segundo o Ministério Público, o principal acusado teria atraído a criança para a própria residência, onde o crime teria acontecido. Outros dois investigados são acusados de ajudar a ocultar o corpo e eliminar provas. O caso segue em tramitação e a família busca respostas e justiça pela morte da menina.
Na luta incansável por justiça, Mirtes Renata usou as redes sociais para desabafar sobre a dor da saudade do filho, Miguel Otávio Santana da Silva: "6 anos sem ouvir a voz do meu filho, 6 anos sem poder abraçá-lo", escreveu. Há exatos seis anos, em 2 de junho de 2020, Miguel, que tinha 5 anos de idade, morreu ao cair do nono andar de um prédio de luxo localizado no bairro de São José, na área central do Recife. Ele foi deixado sozinho no elevador pela ex-patroa da mãe, Sarí Corte Real. Na ocasião, Mirtes precisou levar os cachorros de Sarí para passear. Condenada pelo crime de abandono de incapaz com resultado morte, Sarí permanece em liberdade enquanto a defesa apresenta recursos contra a sentença. No mês passado, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) manteve a pena de sete anos de prisão, mas agora o processo deve ser levado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). "Seis anos vendo recursos, adiamentos da prisão da condenada e o tempo passar diante dos meus olhos. Eu olho para tudo isso e me pergunto: Quanto tempo mais?", cobrou Mirtes. "Eu tenho medo de que a lentidão vença. Tenho medo de que a demora se transforme em impunidade. Tenho medo de que, enquanto a condenada segue vivendo sua vida, viajando, sorrindo e construindo novas memórias, a história do meu filho continue presa em recursos sem fim", disse, na publicação. "Depois de quase 6 anos, eu só tenho forças para fazer um pedido: Não me deixem lutar sozinha. Essa luta é de todos. Essa luta precisa ser de todos. Justiça por Miguel", concluiu. Foto: Amanda Remigio/TV Jornal *jk *card *colunaseguranca *digital
O Tribunal do Júri da Comarca de Surubim, no Agreste de Pernambuco condenou Robson Silva de Souza a mais de 51 anos de prisão pelo assassinato de duas pessoas no Sítio Catolé de Casinhas, na zona rural do município de Casinhas, também no Agreste. Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), os crimes ocorreram em 30 de março de 2013 e tiveram como vítimas Vital Pedro de Andrade e José Marcos da Silva Lima, mortos com disparos de espingarda calibre 12. Durante a sessão plenária do júri, o representante do MPPE sustentou a condenação do acusado nos termos da decisão de pronúncia, enquanto a defesa pediu absolvição por negativa de autoria. Por maioria de votos, no entanto, os jurados reconheceram a materialidade e a autoria dos dois homicídios, além das qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa das vítimas. Na sentença, o juiz Guilherme Alves Gian Gregorio Rodrigues destacou diversas circunstâncias negativas para aumentar a pena do réu. Entre elas, o fato de o crime ter sido cometido na presença de crianças, em plena luz do dia e diante de várias pessoas, além do temor causado pelo acusado na comunidade local, segundo relatos de testemunhas. O magistrado também ressaltou a brutalidade da ação criminosa e a frieza demonstrada pelo condenado durante a execução dos homicídios. Ao fixar a pena definitiva, a Justiça determinou o cumprimento inicial em regime fechado e decretou a prisão imediata do condenado, com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a soberania das decisões do Tribunal do Júri. Fonte: Diário de Pernambuco
O Tribunal do Júri da Comarca de Surubim, no Agreste de Pernambuco condenou Robson Silva de Souza a mais de 51 anos de prisão pelo assassinato de duas pessoas no Sítio Catolé de Casinhas, na zona rural do município de Casinhas, também no Agreste. Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), os crimes ocorreram em 30 de março de 2013 e tiveram como vítimas Vital Pedro de Andrade e José Marcos da Silva Lima, mortos com disparos de espingarda calibre 12. Durante a sessão plenária do júri, o representante do MPPE sustentou a condenação do acusado nos termos da decisão de pronúncia, enquanto a defesa pediu absolvição por negativa de autoria. Por maioria de votos, no entanto, os jurados reconheceram a materialidade e a autoria dos dois homicídios, além das qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa das vítimas. Na sentença, o juiz Guilherme Alves Giangregorio Rodrigues destacou diversas circunstâncias negativas para aumentar a pena do réu. Entre elas, o fato de o crime ter sido cometido na presença de crianças, em plena luz do dia e diante de várias pessoas, além do temor causado pelo acusado na comunidade local, segundo relatos de testemunhas. O magistrado também ressaltou a brutalidade da ação criminosa e a frieza demonstrada pelo condenado durante a execução dos homicídios. Ao fixar a pena definitiva, a Justiça determinou o cumprimento inicial em regime fechado e decretou a prisão imediata do condenado, com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a soberania das decisões do Tribunal do Júri. Fonte: Diario de Pernambuco
Familiares e amigos pedem JUSTIÇA no caso de Leonardo Albuquerque que foi assassinado a facadas no Brejo da Madre de Deus. Segundo informações da família, na próxima segunda-feira vai acontecer uma audiência do caso.
A Seção Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) rejeitou, por 6 votos a 5, o recurso da defesa de Sari Corte Real e manteve a condenação a sete anos de prisão em regime inicialmente fechado pela morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (21) e confirmou a decisão anterior da Terceira Câmara Criminal do TJPE. Miguel, de 5 anos, morreu em junho de 2020 após cair do nono andar de um edifício de luxo no Recife, enquanto estava sob os cuidados de Sari, então primeira-dama de Tamandaré. Sari foi denunciada por abandono de incapaz com resultado morte e já havia sido condenada em primeira instância. A defesa pediu redução da pena, mas a maioria dos desembargadores votou pela manutenção da sentença. O caso ganhou repercussão nacional e segue sendo acompanhado por familiares e movimentos sociais. A defesa de Sari informou que vai recorrer da decisão. Até o trânsito em julgado do processo, ela responde em liberdade. #jornalismo #tvglobo #globopernambuco #ne2 #g1
O caso que chocou Pernambuco e repercutiu em todo o país volta a ganhar destaque com o júri popular marcado para esta sexta-feira (15). A servidora da UFPE, Tamires de Almeida, de 34 anos, foi assassinada com cerca de 40 facadas em novembro de 2024, em uma casa de veraneio da família. Segundo as investigações, o crime teria sido premeditado pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. A família pede justiça e tenta se preservar diante da dor de relembrar a violência do caso.
O Tribunal do Júri da Comarca de Carpina, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, absolveu na terça-feira (12) Milton Nazário Coutinho, acusado de matar a companheira, Ivonete Maria da Silva, utilizando uma armadilha elétrica improvisada na zona rural do município. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o crime teria ocorrido no dia 5 de fevereiro de 2024, no Sítio Três Paus, na área rural de Carpina. De acordo com as investigações, Milton Nazário teria energizado trilhos metálicos ligados a uma extensão elétrica improvisada e enrolado o material em uma peça de roupa. Conforme os autos do processo, Ivonete teria tocado no objeto e sofrido uma descarga elétrica fatal, morrendo ainda no local. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o acusado agiu com intenção de matar e utilizou meio cruel, além de recurso que dificultou a defesa da vítima. A perícia apontou alterações nos fios de cobre da extensão elétrica, indicando modificações para ampliar a condução de energia na estrutura. A defesa apresentou tese de negativa de autoria e pediu, de forma subsidiária, a retirada das qualificadoras atribuídas ao réu. Após votação secreta, o Conselho de Sentença decidiu, por maioria dos votos, absolver Milton Nazário da acusação de homicídio contra a companheira. O acusado estava preso preventivamente desde a época do caso, após ser autuado em flagrante e passar por audiência de custódia. Após a decisão do júri, a Vara Criminal da Comarca de Carpina expediu alvará de soltura em favor do réu. O julgamento aconteceu no Fórum Dr. José Gonçalves Guerra e foi presidido pelo juiz Rafael Costa Vasconcelos Santos. A acusação foi conduzida pelo promotor Vinícius Araújo. 📝 Post por Guilherme Camilo 📸 Reprodução
A audiência do caso que investiga a morte do motociclista Zenildo Cabral foi adiada no Fórum Thomaz de Aquino, no Centro do Recife. A família, que esteve no fórum cobrando justiça, lamenta a demora no andamento do processo. O crime aconteceu após uma discussão no trânsito, e o suspeito responde em liberdade.
PERNAMBUCO ⚖️ Foi com faixas pedindo por justiça que os familiares de Emilly Vitória Guimarães, de 6 anos, aguardaram pela primeira audiência de instrução e julgamento do caso, na manhã desta segunda-feira (27). A sessão acontece na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão dos Guararapes e será presidida pela juíza Inês Maria de Albuquerque. 🚓 Quem senta ao banco dos réus é Sérgio Heverton da Silva Carvalho, de 30 anos, acusado de ter entrado atirando em uma festa de aniversário infantil. Os disparos atingiram Emilly em um dos braços e na cabeça. O crime ocorreu na noite do domingo, 20 de julho de 2025. Outras duas pessoas foram atingidas, mas sobreviveram. A menina teve morte encefálica confirmada, cinco dias após ter sido baleada. 👉 Sérgio é acusado de homicídio qualificado, por motivo torpe e uso de recurso que impossibilitou meio de defesa da vítima. Ao relembrar a noite do crime, a dona de casa Shirlane Mayara Xavier, de 36 anos, que é mãe de Emilly, se emocionou. Aflita e ainda abalada, ela garante que está pronta para ficar frente a frente com o homem que atirou na filha dela. 💬 “Estou bastante nervosa, mas quero justiça, porque são nove meses sem a minha filha, uma menina alegre e cheia de vida. Mas foi interrompida de seguir. Ela só tinha 6 anos e eu quero justiça por ela. Eu lembro de tudo. Eu havia colocado-a na festa, que só tinha criança. Eu não quis ficar [dentro da casa]. Pensei que ela estaria segura na festa. Fui para fora e fiquei esperando por ela. Foi quando ele desceu armado, passou por mim, pelo meu compadre e minha comadre e entrou na festa atirando. Eu gritei e me desesperei, porque eu sou mãe e eu senti como se aqueles tiros fossem em mim”, descreve. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #crime #justiça #pernambuco #emillyvitoria 📝/📹: Thalis Araújo/Folha de Pernambuco 📸: Matheus Ribeiro/Folha de Pernambuco
JUSTIÇA ⚖️ Familiares de Emilly Vitória se reuniram na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão dos Guararapes, no Fórum da Muribeca para pedir por justiça, na primeira audiência de instrução e julgamento do caso da morte dela, nesta segunda-feira (27). 🚔 O crime aconteceu há 9 meses, quando a menor foi baleada numa festa infantil, em Jardim Jordão, aos 6 anos. A sessão se inicia às 9h. 👉 Antes de entrar para o tribunal do júri, a mãe de Emilly, Shirlane Xavier, de 36 anos, contou a expectativa para a audiência, em entrevista à Folha de Pernambuco. 💬 “Eu quero justiça pela minha filha, porque são nove meses sem Emilly, uma menina alegre, cheia de vida, tinha tudo e avida dela foi interrompida”, desabafou. ‼️ Edmilson Barbosa, 46, pai de Emilly também relembra de como soube do crime. “Eu achei que ela tivesse desmaiado por uma queda [...] quando cheguei no hospital foi que eu soube que tinha sido dois tiros”. ➡️ Segundo o advogado da família, João Victor Ribeiro, o réu responde por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e uso de recurso que impossibilitou meio de defesa da vítima. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #pernambuco #justiça #emillyvitoria 📝: Portal Folha de Pernambuco 📹: Thalis Araújo/Folha de Pernambuco 📸: Matheus Ribeiro/Folha de Pernambuco
O homem que interrompeu uma sessão do Tribunal do Júri em São José do Belmonte, no Sertão de Pernambuco, e efetuou disparos com uma arma de fogo contra o réu, identificado como Francisco Cleidivaldo Mariano de Moura, acusado de assassinar seu pai, foi absolvido da acusação de tentativa de homicídio. Cristiano Alves Terto foi julgado no Recife no dia 10 de abril e teve a absolvição decidida pelo Conselho de Sentença da 3ª Vara do Tribunal do Júri da Capital. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) nesta segunda-feira (20). Repercussão O caso ganhou repercussão após o ataque ocorrido em novembro de 2023, dentro do Fórum de São José do Belmonte, quando Cristiano Alves interrompeu o julgamento de Francisco Cleidivaldo, e efetuou disparos no plenário, a tentativa de homicídio foi registrado por câmeras de segurança. O reú foi atingido por seis tiros durante o ataque. Motivação De acordo com o TJPE, Cristiano tentou matar Francisco para vingar a morte do pai, que foi assassinado após uma discussão por causa de um burro que fugiu de uma propriedade da Zona Rural do município. De acordo com o TJPE, o processo envolvendo Francisco Cleidivaldo Mariano de Moura tramita na Vara Única de São José do Belmonte. Após o ataque a tiros contra o réu acusado de homicídio qualificado, o juízo da unidade solicitou a transferência do local de julgamento para garantir a segurança e a imparcialidade. A prática da transferência de julgamento é chamada de “desaforamento” no meio jurídico. “Diante do cenário, o magistrado entendeu ser necessário transferir o julgamento para outra comarca, a fim de garantir a ordem pública, a integridade das partes envolvidas e a lisura do processo. O desaforamento está sob análise”, diz nota do TJPE. Decisão do Júri De acordo com a sentença, os jurados reconheceram que houve materialidade do crime e que Cristiano foi o autor dos disparos. Também entenderam que a tentativa de homicídio não foi consumada por circunstâncias alheias à vontade do acusado. 👇👨💻 Matéria completa no Portal Garanhuns Notícias. 👇 Acesse o Link na Bio.
O homem que invadiu uma sessão do Tribunal do Júri em São José do Belmonte, no Sertão do estado, e atirou contra o réu acusado de assassinar seu pai foi absolvido da acusação de tentativa de homicídio. Cristiano Alves Terto foi julgado no Recife, no dia 10 de abril, pela 3ª Vara do Tribunal do Júri da Capital. A absolvição foi decidida pelo Conselho de Sentença. O caso ganhou grande repercussão após o ataque ocorrido em novembro de 2023, dentro do fórum da cidade sertaneja, quando Cristiano interrompeu o julgamento de Francisco Cleidivaldo Mariano de Moura e efetuou disparos no plenário. De acordo com a sentença, os jurados reconheceram a materialidade do crime e também que Cristiano foi o autor dos disparos. Além disso, entenderam que a tentativa de homicídio não foi consumada por circunstâncias alheias à vontade do acusado. Apesar disso, no quesito final — que questiona se o réu deve ser absolvido — a maioria decidiu pela absolvição. A decisão segue o princípio da soberania dos veredictos do Tribunal do Júri, previsto na Constituição Federal, que permite aos jurados absolver o réu sem necessidade de justificativa formal, inclusive por razões subjetivas, como clemência. Com o resultado, a Justiça julgou improcedente a acusação e determinou a expedição de alvará de soltura, caso o réu não esteja preso por outros motivos. O processo havia sido transferido para o Recife para garantir a segurança dos envolvidos e a imparcialidade do julgamento, após o ataque dentro do fórum. O episódio ocorreu em 29 de novembro de 2023, durante o julgamento do acusado pela morte do pai de Cristiano, crime ocorrido em 2012, na zona rural do município. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que Cristiano entra armado no plenário, se aproxima do réu e dispara várias vezes. Uma mulher ainda tenta contê-lo, sem sucesso. Em seguida, ele agride a vítima com coronhadas, provocando correria entre testemunhas, advogados e servidores presentes. 📝 Post por Guilherme Camilo 📸: Reprodução / G1
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