Pix e pagamentos instantâneos
10 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:45:13
Sentimento da audiência por candidato
Barras divergentes a partir de todos os comentários classificados nos posts deste tópico.
Posts neste tópico
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva endureceu o discurso em defesa do Pix e afirmou que o Brasil não aceitará pressão externa para alterar o sistema de pagamentos instantâneos. “Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix”, declarou o presidente. Lula ressaltou que o Pix é uma tecnologia criada pelo Banco Central, gratuita para pessoas físicas, responsável por ampliar a inclusão financeira e reconhecida internacionalmente pela eficiência. A manifestação ocorre após críticas do governo dos Estados Unidos ao sistema brasileiro de pagamentos durante uma investigação comercial contra o Brasil. “O Pix é do Brasil. É público, é de graça e vai continuar sendo do povo brasileiro”, afirmou Lula, reforçando que a soberania nacional “não está em negociação”. Criado em 2020, o Pix revolucionou a forma de realizar pagamentos e transferências no país, sendo utilizado diariamente por milhões de brasileiros. Leia a matéria completa no Portal Filó Notícias. 🌐 filonoticias.net
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o Pix nesta sexta-feira (17), após os Estados Unidos anunciarem a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e apontarem o sistema de pagamentos instantâneos como uma prática considerada irregular no comércio digital. Em uma publicação nas redes sociais, Lula afirmou que o Pix continuará sendo gratuito e público. "Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix. É público, é de graça e vai continuar assim", diz a mensagem compartilhada pelo presidente. Na legenda, ele reforçou: "Nossa soberania não se negocia". A medida dos EUA foi anunciada após uma investigação do Escritório do Representante Comercial (USTR), que alega que o Banco Central favorece o Pix em relação a outros meios de pagamento. O governo brasileiro, no entanto, contesta essa avaliação. Na quinta-feira (16), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que é difícil compreender a posição americana, destacando que a infraestrutura do Pix é aberta e estimula a concorrência. Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou como "completo absurdo" a acusação de que o sistema represente uma prática comercial desleal. Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil *politica *economia *card *al *digital
BRASIL 🇧🇷 Sem fazer um pronunciamento público sobre o tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concentrou sua reação nas redes sociais. Após uma sequência de publicações feitas nos últimos dias, o petista voltou a defender o Pix nesta sexta-feira. 🗣 Lula publicou um card com a frase “Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix. É público, é de graça e vai continuar assim”, acompanhado da legenda: “Nossa soberania não se negocia. Ninguém vai mudar o nosso Pix”. 👉 A publicação reforça a estratégia do Planalto de transformar o Pix em símbolo da resposta brasileira à medida americana. Enquanto Lula se manifestava pelas redes, as declarações oficiais à imprensa ficaram a cargo do vice-presidente Geraldo Alckmin e do chanceler Mauro Vieira. ➡ A escolha do Pix como peça central da reação não é casual. O sistema de pagamentos do Banco Central do Brasil aparece entre os pontos citados na investigação comercial americana que embasou a tarifa, aberta com base na Seção 301 da legislação de comércio dos EUA. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 📝: Agência O Globo
Lula (neutro)Em uma manifestação ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirma que sanções ao PIX "prejudicam investimentos dos EUA" e faz um "compromisso legislativo" de que o meio de pagamento não será conectado a "arranjos de liquidação transfronteiriços não ocidentais". "Caminhos para a Solução. O sinal decisivo — um compromisso legislativo de que o Pix não será interconectado a arranjos de liquidação transfronteiriça não ocidentais [...] Instrumentos de pagamento privados — cartões de crédito e débito, e outros tipos de empresas — oferecem funções que o Pix não substitui, incluindo crédito ao consumidor, financiamento, proteção contra disputas e mecanismos de estorno", diz Flávio. As informações são do g1. O USTR é o órgão responsável por formular e negociar a política comercial dos EUA. Ele conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas. "Uma sanção ou tarifa é a medida errada: não altera a arquitetura do sistema de pagamentos e prejudica o investimento dos EUA". No documento, encaminhado nesta quarta-feira (1º), Flávio coloca ainda o PIX como um dos marcos da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro e diz que as alegações de conflitos de interesse feitas pelo governo de Donald Trump são "exageradas". O senador cita que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também opera um sistema de pagamentos instantâneos, chamado de FedNow. "O Pix é uma infraestrutura pública soberana de pagamentos, não uma empresa comercial concorrente; a teoria de conflito de interesses é exagerada, visto que o Federal Reserve dos EUA é, da mesma forma, regulador e operador de um sistema de pagamentos instantâneos (FedNow); o volume de transações com cartões dos EUA no Brasil continuou a crescer paralelamente ao Pix", afirma o senador. Leia a íntegra no nosso site! 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Jair Bolsonaro (positivo)Governo defende Pix e decisões do STF e diz que tarifaço não funciona 📸 © Fernando Frazão/Agência Brasil ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Lula (neutro)Uma ação que tramita na Justiça Federal do Distrito Federal questiona a autoria do Pix e pede indenização mínima de R$ 1 milhão ao Banco Central. A autora do processo é a professora Anette Vernaschi Toppan, que alega ter desenvolvido, em 2014, um projeto chamado “Tá Pago”, com características semelhantes às do sistema de pagamentos instantâneos lançado pelo governo federal em 2020. O caso está sendo analisado pela 18ª Vara Federal Cível do DF. Segundo a professora, o projeto registrado na Biblioteca Nacional previa transferências eletrônicas imediatas por meio do telefone celular, com o objetivo de substituir o uso de dinheiro em espécie e cartões nas transações comerciais. A defesa sustenta que representantes da iniciativa procuraram o Banco Central entre 2015 e 2016 para discutir a viabilidade da ferramenta e afirma que os estudos para a criação do Pix tiveram início no mesmo período. O Banco Central, porém, nega qualquer irregularidade e argumenta que sistemas de pagamentos instantâneos já existiam em outros países antes de 2014. Durante o andamento da ação, o juiz federal Arthur Pinheiro Chaves negou o pedido de realização de perícia técnica para comparar as duas plataformas. Segundo o magistrado, a discussão envolve direitos autorais e pode ser analisada com base nos documentos já anexados ao processo. Antes da sentença, o Banco Central deverá apresentar traduções juramentadas de documentos em língua estrangeira incluídos na contestação. Após essa etapa, a autora terá prazo para manifestação e o caso seguirá para decisão em primeira instância.
O pré-candidato a deputado federal por Pernambuco, Sanchilis Oliveira (Rede Sustentabilidade), afirmou que a defesa do Pix e da soberania nacional será uma das principais bandeiras de sua campanha para as eleições de 2026. Segundo Sanchilis, o Pix é uma conquista brasileira que começou a ser idealizada por técnicos do Banco Central em 2016 e foi implementada em 2020, tornando-se uma das maiores inovações do sistema financeiro nacional. Para o pré-candidato, a defesa da autonomia econômica, tecnológica e institucional do Brasil deve estar acima das disputas partidárias. “A soberania nacional pertence ao povo brasileiro e as decisões sobre o futuro do país devem ser tomadas pelos brasileiros”, destacou. 💬 Você acredita que o Brasil deve proteger suas tecnologias e sistemas estratégicos nacionais? 👇 Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe esta publicação. #SanchilisOliveira #Pix #SoberaniaNacional #Pernambuco #Política
O debate sobre o Pix voltou ao centro das discussões após declarações do deputado Eduardo Bolsonaro comparando o sistema brasileiro ao Zelle, utilizado nos Estados Unidos. Embora ambos permitam transferências rápidas entre pessoas e empresas, existem diferenças importantes: o Pix é uma infraestrutura pública criada e administrada pelo Banco Central, enquanto o Zelle é uma plataforma privada operada por bancos americanos. A discussão ganhou repercussão porque o Pix se tornou um dos maiores casos de sucesso da inovação financeira brasileira, sendo amplamente utilizado pela população e pelas empresas. Para muitos especialistas, o sistema aumentou a concorrência no setor financeiro, reduziu custos e facilitou a inclusão bancária. Mais do que uma questão tecnológica, o tema passou a envolver interesses econômicos e políticos. Por isso, o debate sobre o Pix desperta atenção tanto no Brasil quanto no exterior, refletindo a importância que o sistema alcançou em poucos anos de funcionamento. Via: @metropoles
Mas os irmãos Bolsonaro querem mesmo acabar com o Pix para atender os interesses americanos. Numa entrevista a uma emissora de rádio Eduardo Banana assumiu sua posição. O presidente Lula, que defende a soberania nacional, carimbou Flávio de "coveiro do pix". #política #economia #brasil #blogrobertoalmeida
Jair Bolsonaro (negativo)Lula (neutro)O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exibiu nesta quarta-feira (3) um cartaz com a frase “O Pix é do Brasil e do Bolsonaro!!!”, em mais um capítulo da disputa política em torno do sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central. A manifestação ocorreu um dia após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecer com um cartaz afirmando que “O Pix é do Brasil”. O tema ganhou destaque após o governo dos Estados Unidos citar o sistema brasileiro como um dos pontos analisados na proposta de aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros. Autoridades americanas alegam que o Banco Central teria uma posição privilegiada ao atuar simultaneamente como regulador e operador do Pix, o que, segundo os EUA, poderia prejudicar empresas privadas do setor financeiro. O sistema brasileiro foi classificado pelos norte-americanos como um “campeão nacional” de pagamentos. No Brasil, a discussão rapidamente ganhou contornos políticos. Enquanto aliados do governo federal defendem o Pix como uma conquista nacional e uma ferramenta de inclusão financeira, integrantes da oposição passaram a associar a criação e o fortalecimento do sistema aos governos anteriores. A equipe política de Lula pretende transformar a defesa do Pix em uma das bandeiras da campanha eleitoral, buscando repetir a estratégia utilizada na defesa das urnas eletrônicas durante as eleições de 2022. Já bolsonaristas têm intensificado o discurso de que o sistema também é resultado de iniciativas adotadas durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Vídeo: Reprodução/Internet #CaruaruAgora #Caruaru
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (positivo)
Sub-temas nos comentários (0)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
Sem sub-temas detectados ainda.