Anvisa em ações de fiscalização
23 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:32:34
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A Anvisa suspendeu a importação de colírios e géis oftalmológicos produzidos pela empresa francesa Excelvision após um alerta internacional sobre falhas nas boas práticas de fabricação. A decisão atinge o colírio Zonidra e todos os lotes dos lubrificantes Hyabak e Thealiz Duo fabricados a partir de 5 de junho deste ano. A orientação é que os consumidores não utilizem os produtos, verifiquem a rotulagem e entrem em contato com a empresa. 👉 Confira a matéria completa nos nossos stories. #Anvisa #Saúde #Colírios #Excelvision #Medicamentos Glaucoma VigilânciaSanitária SaúdePública Notícias Jornalismo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da importação de todos os medicamentos da empresa Excelvision, farmacêutica que fabrica colírios e géis oftálmicos para diversas marcas globais. A medida preventiva foi publicada nesta sexta-feira (17) no Diário Oficial da União (DOU) e busca evitar a entrada dos produtos no país. Em junho, uma inspeção realizada pela Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos da França (ANSM) na empresa constatou o descumprimento das boas práticas de fabricação de medicamentos. A partir disso, o órgão emitiu alerta sanitário internacional, que foi seguido pela agência regulatória brasileira. Post por Patriota Júnior Imagem: Reprodução/Magnific
A Anvisa determinou nesta sexta-feira (17) a suspensão da importação de todos os medicamentos fabricados pela farmacêutica francesa Excelvision, responsável pela produção de colírios e géis oftálmicos para diferentes marcas. A medida preventiva, publicada no Diário Oficial da União, busca impedir a entrada desses produtos no Brasil. A decisão ocorreu após uma inspeção realizada em junho pela Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos da França identificar descumprimento das boas práticas de fabricação. O órgão francês emitiu um alerta sanitário internacional. A Anvisa também vetou a importação do Zonidra, na apresentação de 20 mg/ml em frasco de 5 ml. Embora registrado, o medicamento nunca foi comercializado no país. No caso de Hyabak e Thealiz Duo, a suspensão alcança todos os lotes produzidos pela Excelvision desde 5 de junho de 2026. Consumidores devem evitar esses lotes, conferir na embalagem o local de fabricação e procurar a empresa responsável para receber orientações.
A Prefeitura de Petrolina, por meio da Agência Municipal de Vigilância Sanitária, orienta as gráficas do município quanto à obrigatoriedade de cadastro para a confecção de receituários de controle especial. A documentação deve ser registrada junto à Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (APEVISA), na Avenida Fernando Góes, Centro, garantindo que os estabelecimentos estejam aptos a produzir esse tipo de material conforme as normas vigentes. A medida segue as novas recomendações estabelecidas pela RDC/ANVISA nº 873/2024, que institui diretrizes para o gerenciamento e padronização dos receituários de controle especial em todo o país. A normativa tem como principal finalidade fortalecer o controle, a rastreabilidade e a segurança na prescrição e dispensação de medicamentos sujeitos a controle especial. De acordo com a Vigilância Sanitária, o cadastro é essencial para assegurar que as gráficas atendam aos critérios técnicos exigidos, evitando irregularidades e contribuindo para a organização do sistema de saúde. A iniciativa também visa alinhar o município às exigências nacionais, promovendo maior transparência e padronização nos processos. Passo a passo para cadastro das gráficas - Acessar o site da APEVISA www.apevisa.pe.gov.br - Clicar na aba “Serviços” - Selecionar a opção “Sou empresa” - Acessar “Medicamentos, produtos para a saúde, cosméticos e saneantes” - Clicar em “Credenciamento de Empresas Gráficas de Receituários de Controle Especial (RCE) e Notificações de Receita – Apevisa” - Verificar a relação de documentos e orientações disponíveis - Realizar o peticionamento na aba “Peticionamento” As gráficas interessadas devem procurar a APEVISA para obter orientações complementares e garantir o correto cumprimento das exigências. #graficas #apevisa #petrolinape
Anvisa determina apreensão de lotes falsificados do Mounjaro e sai contra a venda de medicamentos irregulares; saiba quais marcas estão proibidas A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro após a empresa responsável pelo registro identificar produtos com características diferentes das originais. A medida atinge o lote 855044 do Mounjaro 10 mg e os lotes D880403, MJR 257 e D854901 do Mounjaro 15 mg, que não podem ser vendidos, distribuídos ou utilizados. Entre as irregularidades encontradas estão lotes não reconhecidos pelo fabricante, número serial incompatível, dispositivo diferente do original e erro de grafia na rotulagem. A resolução também determina a apreensão de medicamentos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, fabricados por empresas sem autorização de funcionamento. Entre os produtos proibidos estão todos os lotes de itens comercializados pelas marcas PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda., Bálsamos Je’s Suplemento Natural Ltda. e o produto Mega Viril Lótus Nutri, da Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. Os produtos não podem ser fabricados, comercializados, distribuídos, divulgados ou utilizados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10/7), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi tomada após a detentora do registro do medicamento identificar no mercado unidades com características divergentes das originais. De acordo com a resolução publicada pela agência, os seguintes lotes não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados: Mounjaro 10 mg: lote 855044 Mounjaro 15 mg: lotes D880403, MJR 257 e D854901 As irregularidades incluem lotes não reconhecidos pela fabricante, números de série incompatíveis, dispositivos de aplicação fora dos padrões originais e erros de grafia na rotulagem. A Anvisa também proibiu a venda, distribuição, fabricação e divulgação de uma série de produtos sem registro, notificação ou cadastro na agência, fabricados por empresas sem Autorização de Funcionamento. A medida atinge os itens das seguintes marcas: -PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. (CNPJ: 12.316.032/0001-80): Dia Forte Lótus Nutri Tribulus Terrestris com Maca Natumix Amora Branca Natumix Sucupira Natumix Espinheira Santa Natumix Mounjaro Natumix Ora Pro Nóbis Natumix Ozempic Natural Natumix. -Bálsamos Jes Suplemento Natural Ltda. (CNPJ: 48.244.369/0001-76): Calm Je's Lipo Je's Bálsamo Je's Algas Marinhas Cura Je's Milagroso Liberta Álcool Je's Virtuosa Je's Ouvido Bem Je's Bálsamo Je's Colmavit 2 -Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. (CNPJ: 08.787.804/0001-94): Mega Viril Lótus Nutri. A íntegra da Resolução 2.693/2026 pode ser consultada no Diário Oficial da União. FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil #Anvisa #moujaro *af *digital #digital
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10/7), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi tomada após a detentora do registro do medicamento identificar no mercado unidades com características divergentes das originais. De acordo com a resolução publicada pela agência, os seguintes lotes não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados: Mounjaro 10 mg: lote 855044 Mounjaro 15 mg: lotes D880403, MJR 257 e D854901 As irregularidades incluem lotes não reconhecidos pela fabricante, números de série incompatíveis, dispositivos de aplicação fora dos padrões originais e erros de grafia na rotulagem. A Anvisa também proibiu a venda, distribuição, fabricação e divulgação de uma série de produtos sem registro, notificação ou cadastro na agência, fabricados por empresas sem Autorização de Funcionamento. A medida atinge os itens das seguintes marcas: -PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. (CNPJ: 12.316.032/0001-80): Dia Forte Lótus Nutri Tribulus Terrestris com Maca Natumix Amora Branca Natumix Sucupira Natumix Espinheira Santa Natumix Mounjaro Natumix Ora Pro Nóbis Natumix Ozempic Natural Natumix. -Bálsamos Jes Suplemento Natural Ltda. (CNPJ: 48.244.369/0001-76): Calm Je's Lipo Je's Bálsamo Je's Algas Marinhas Cura Je's Milagroso Liberta Álcool Je's Virtuosa Je's Ouvido Bem Je's Bálsamo Je's Colmavit 2 -Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. (CNPJ: 08.787.804/0001-94): Mega Viril Lótus Nutri. A íntegra da Resolução 2.693/2026 pode ser consultada no Diário Oficial da União. FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil #Anvisa #moujaro *af *digital #digital
BRASIL 📌A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta sexta-feira, 10, a proibição de comercialização, distribuição e uso, além da apreensão, de quatro lotes falsificados de Mounjaro (tirzepatida). ➡Conforme a Anvisa, o alerta da falsificação do fármaco partiu da própria Eli Lilly, farmacêutica detentora do registro do Mounjaro, que identificou no mercado nacional unidades com características divergentes do padrão original de fábrica. O Estadão ainda não conseguiu contato com a farmacêutica. 🚨Os lotes afetados pela decisão regulatória são: Mounjaro 10 mg: lote 855044 e Mounjaro 15 mg: lotes D880403, MJR 257 e D854901. 👉Segundo a agência reguladora, as fraudes variam desde o uso de numerações de lotes que não são reconhecidos pela fabricante até inconsistências nos sistemas de rastreabilidade, como um número de serial incompatível com o lote informado. ⚠No caso do lote D880403, os falsificadores erraram na grafia do material gráfico. O lote apresentava a palavra em inglês "soluction" em vez da grafia correta "solution", além de utilizarem um dispositivo aplicador incompatível com a caneta injetora original. #saude #mounjaro 📝: Estadão Conteúdo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro após a empresa responsável pelo registro identificar produtos com características diferentes das originais. A medida atinge o lote 855044 do Mounjaro 10 mg e os lotes D880403, MJR 257 e D854901 do Mounjaro 15 mg, que não podem ser vendidos, distribuídos ou utilizados. Entre as irregularidades encontradas estão lotes não reconhecidos pelo fabricante, número serial incompatível, dispositivo diferente do original e erro de grafia na rotulagem. A resolução também determina a apreensão de medicamentos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, fabricados por empresas sem autorização de funcionamento. Entre os produtos proibidos estão todos os lotes de itens comercializados pelas marcas PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda., Bálsamos Je’s Suplemento Natural Ltda. e o produto Mega Viril Lótus Nutri, da Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. Os produtos não podem ser fabricados, comercializados, distribuídos, divulgados ou utilizados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10), a apreensão e a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) após a fabricante identificar produtos com características diferentes das originais. Segundo a agência, foram interditados os lotes D880403, MJR 257 e D854901, da apresentação de 15 mg, e o lote 855044, da versão de 10 mg. De acordo com a fabricante Eli Lilly, detentora do registro do medicamento, dois dos lotes sequer são reconhecidos pela empresa, enquanto outros apresentaram número de série incompatível, dispositivo diferente do original e até erro de grafia na embalagem, com a palavra "soluction" no lugar de "solution", o que confirmou a falsificação. A Anvisa esclareceu que, nos casos dos lotes D880403 e D854901, a medida vale apenas para as unidades falsificadas identificadas no mercado, sem atingir os produtos autênticos fabricados pela empresa. Post por Patriota Júnior Imagem: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de diversos produtos da linha DC Biocosméticos por irregularidades sanitárias. A medida foi publicada nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial da União e atinge todos os lotes de xampus, condicionadores, loção de limpeza, hidratante e uma pomada produzidos por diferentes fabricantes. Segundo a Anvisa, os produtos estavam sendo fabricados e comercializados sem a devida regularização sanitária, em desacordo com a legislação. No caso da Pomada Alívio da Pele DC Biocosméticos, a agência informou ainda que o produto foi enquadrado como cosmético, embora apresentasse propriedades terapêuticas na rotulagem, o que exige outra categoria de regularização. Os produtos atingidos pela resolução são: Shampoo em Barra Anticaspa DC Biocosméticos; Pomada Alívio da Pele DC Biocosméticos; Loção de Limpeza Suave DC Biocosméticos; Biohidratante Restaurador Probiótico DC Biocosméticos; Condicionador Suave Bondade DC Biocosméticos; Shampoo Limpeza Suave Ternura DC Biocosméticos. (G1) #anvisa #fiscalização #xampus #brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (25/6), a apreensão do suplemento alimentar em cápsulas da marca Artro100, produzido por empresa desconhecida. Além da apreensão, foram proibidas a venda, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso do produto. A medida foi adotada porque o suplemento tem origem e composição desconhecidas, além de apresentar propagandas com alegações terapêuticas indevidas para alimentos, como combater inflamações, fortalecer articulações, aliviar desconfortos e melhorar a mobilidade. Já a Resolução 2.509/2026 determinou a suspensão da comercialização, da distribuição, da divulgação e do consumo dos lotes 0061.02.2026, 0367.11.2025 e 0012.01.2026 do suplemento alimentar de creatina em gomas mastigáveis – sabor uva verde, da empresa Idn Labs Indústria Farmacêutica & Food Supplements Ltda. A empresa comunicou o recolhimento dos lotes devido à identificação de teor de creatina fora dos limites estabelecidos. Além disso, os produtos apresentavam irregularidades de rotulagem, com uso de alegações não autorizadas, divergências quanto ao fabricante e outras inconformidades que comprometem a segurança e a conformidade regulatória do produto. Post por Natália Rodrigues Imagem: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de dois medicamentos antibióticos por desvio de qualidade, proibindo a venda, distribuição e utilização. A determinação foi anunciada e publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (18) . A resolução da Anvisa se refere ao lote 2519879 do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química Farmacêutica Nacional, utilizado no tratamento de infecções graves. Segundo a agência, foram encontrados pedaços de vidro no interior do frasco do medicamento. A determinação vale ainda para o lote 24101854 do antibiótico fosfato de clindamicina 150 mg/ml solução injetável (caixa com 50 ampolas), fabricado pela Hypofarma - Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda, devido à presença de corpos estranhos no recipiente do medicamento. A Anvisa também determinou a retirada da solução fisiológica de cloreto de sódio Equiplex – 9mg/ml, produzida pela Equiplex Indústria Farmacêutica Ltda. O lote 2513588 do produto (validade 30/6/2027) apresentou desvio de qualidade e deve ser recolhido. Post por Natália Rodrigues Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote 2519879 do antibiótico Polycid após a identificação de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola do medicamento. A medida foi publicada nesta quinta-feira (18). Segundo a agência, a comercialização, distribuição e o uso do lote devem ser suspensos imediatamente. O Polycid é utilizado no tratamento de infecções bacterianas graves. Além do antibiótico, a Anvisa adotou medidas contra outros medicamentos e produtos por problemas de qualidade, falta de registro sanitário ou autorização de funcionamento. #Anvisa #Saúde #Medicamentos #BJ1Notícias #RádioBituryFM
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (18) o recolhimento de dois medicamentos antibióticos por desvio de qualidade. Os produtos não podem ser vendidos, distribuídos ou utilizados. A resolução da agência, publicada no Diário Oficial da União, atinge o lote 2519879 do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química Farmacêutica Nacional. O medicamento, de uso injetável, é usado para tratar infecções graves. De acordo com o texto, a Anvisa recebeu comunicado de recolhimento voluntário iniciado pelo próprio fabricante por conta da presença de um pedaço de vidro no interior do frasco do medicamento. A resolução atinge ainda o lote 24101854 do antibiótico fosfato de clindamicina 150 mg/ml solução injetável (caixa com 50 ampolas), fabricado pela Hypofarma - Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda. Segundo a publicação, foi confirmado desvio referente à solução de cor amarelada, incluindo a presença de corpos estranhos e precipitados no interior do frasco lacrado do medicamento. Outro produto alvo da resolução é a solução fisiológica de cloreto de sódio Equiplex – 9mg/ml, produzida pela Equiplex Indústria Farmacêutica Ltda. Segundo a Anvisa, o lote 2513588 (validade 30/6/2027) apresentou desvio de qualidade e deve ser recolhido. “O produto também não pode ser vendido, distribuído ou utilizado”, destacou a agência em nota. A resolução determina ainda o recolhimento de todas as preparações magistrais produzidas pela Farmácia S J do Jabour Ltda. “Foi comprovada a exposição e a comercialização de produtos manipulados padronizados e não individualizados, sem a devida prescrição por profissional competente”, informou a Anvisa. “Os medicamentos eram divulgados e comercializados por meio do site da empresa e de redes sociais, inclusive com nome comercial dos produtos nos rótulos”, completou a agência. A Agência Brasil aguarda retorno da União Química Farmacêutica Nacional e da Hypofarma - Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda. A reportagem não conseguiu contato com a Equiplex Indústria Farmacêutica Ltda e com a Farmácia S J do Jabour Ltda. Foto: Divulgação/Anvisa *jk *card *brasil *digital
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso de um lote do medicamento Halaven, utilizado no tratamento de determinados tipos de câncer de mama. A medida foi adotada após a identificação de desvios de qualidade relacionados ao teor do princípio ativo presente no produto. O objetivo é garantir a segurança dos pacientes e a eficácia do tratamento. A orientação é que profissionais de saúde e unidades responsáveis verifiquem o lote 148386 e sigam as recomendações dos órgãos reguladores. Post por Wagnner Sales Post Ilustração ⸻
O uso inadequado de corticoides, especialmente sem prescrição médica, pode aumentar os casos de glaucoma, alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Roberto Murad Vessani. A doença afeta o nervo óptico, geralmente devido ao aumento da pressão ocular, não tem cura e pode levar à cegueira quando não tratada. Atualmente, cerca de 1,7 milhão de brasileiros convivem com o problema. Corticoides estão presentes em colírios, pomadas e comprimidos usados para tratar inflamações, alergias e problemas respiratórios. Apesar do alívio rápido dos sintomas, o uso prolongado pode dificultar a drenagem do líquido ocular, elevando a pressão dentro dos olhos e causando danos irreversíveis ao nervo óptico. Além do glaucoma, o uso indiscriminado desses medicamentos pode provocar aumento da glicose no sangue, descontrole do diabetes, hipertensão, ganho de peso, retenção de líquidos, enfraquecimento dos ossos, alterações hormonais e maior risco de infecções. Diante do problema, a SBG, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) enviaram uma nota pública à Anvisa, ao Ministério da Saúde e ao Congresso Nacional pedindo maior controle na venda de medicamentos com corticoides. A proposta é adotar regras semelhantes às dos antibióticos, que exigem receita médica com retenção de uma via pela farmácia. Segundo Vessani, cerca de 90% dos pacientes que já têm glaucoma são sensíveis aos corticoides, o que pode agravar a doença. O alerta também vale para crianças, que podem desenvolver aumento da pressão ocular e até catarata precoce devido ao uso frequente desses medicamentos. As entidades reforçam a importância do acompanhamento médico e do monitoramento da pressão intraocular em pacientes que utilizam corticoides por períodos prolongados, especialmente crianças, idosos e pessoas com fatores de risco. A conscientização da população e dos profissionais de saúde é apontada como fundamental para prevenir danos à visão e evitar novos casos de glaucoma. Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da venda, distribuição e uso de medicamentos utilizados no tratamento de hipertensão, insuficiência cardíaca e câncer de mama. A medida foi publicada nesta segunda-feira (2) por meio da Resolução nº 2.238/2026, no Diário Oficial da União. Um dos produtos afetados é o medicamento Halaven (mesilato de eribulina), utilizado no tratamento de câncer de mama. O lote 148386, fabricado pela United Medical Ltda., será recolhido após a identificação de desvio de qualidade relacionado à concentração do princípio ativo abaixo do padrão aprovado. Também foi suspensa a comercialização de lotes do medicamento maleato de enalapril 20 mg, da Hipolabor Farmacêutica Ltda., indicado para hipertensão e insuficiência cardíaca. Segundo a Anvisa, as embalagens apresentam erro na identificação da dosagem, informando 10 mg em vez de 20 mg. Os lotes suspensos do enalapril são: 0062/26M, 0063/26M, 0064/26M, 0088/26M, 0089/26M, 0358/26M, 0415/26M, 0506/26M e 0507/26M. A orientação da Anvisa é que pacientes interrompam imediatamente o uso dos medicamentos afetados e procurem orientação médica ou farmacêutica. Também é recomendado entrar em contato com os serviços de atendimento das fabricantes. Além disso, a agência determinou o recolhimento do lote 8891/25 da Água para Infusão, da Indústria Farmacêutica S/A, após resultado insatisfatório em teste de qualidade realizado pelo Instituto Adolfo Lutz. A Anvisa também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso das Cápsulas de Óleo de Pequi, produzidas pela R.T.K Indústria de Cosméticos e Alimentos Naturais Ltda., por falta de registro do produto e autorização de funcionamento da empresa. Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda (27) a suspensão imediata da venda, fabricação, distribuição e uso de medicamentos que contenham a substância Clobutinol, comum em alguns xaropes para tosse. A decisão foi tomada após estudos apontarem risco de arritmias cardíacas graves associadas ao uso do composto. De acordo com a agência, a medida foi baseada em um parecer técnico da área de farmacovigilância, que identificou que os riscos do Clobutinol superam os possíveis benefícios terapêuticos. Com isso, todos os produtos que possuem a substância devem ser retirados de circulação em todo o país. Em entrevista a TV Guararapes, o fiscal da vigilância sanitária de Pernambuco, Manuel Marcelino de Lima Filho, explicou que a identificação desses medicamentos pode ser feita diretamente na embalagem. Nos rótulos, o nome do princípio ativo, Clobutinol, aparece logo abaixo da marca comercial ou, no caso dos genéricos, como nome principal do produto. A responsabilidade pela retirada dos medicamentos é compartilhada. Os fabricantes devem recolher os produtos do mercado, enquanto farmácias, distribuidoras e unidades de saúde precisam interromper imediatamente a comercialização e o uso. Caso os medicamentos ainda estejam sendo vendidos, a orientação é que a população denuncie às vigilâncias sanitárias municipais ou estaduais
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da venda, fabricação e propaganda de todos os medicamentos que contenham clobutinol. A substância, comumente encontrada em xaropes para tosse, foi retirada do mercado após estudos de farmacovigilância indicarem que os riscos de arritmia grave superam os benefícios do tratamento. #noticias #jornalismo #record #sistemaopinião #informação #tvguararapes
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão total de medicamentos que contenham a substância clobutinol no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (27) e passa a valer imediatamente. A decisão atinge a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso desses produtos. Segundo a agência, a proibição se baseia em um parecer técnico da área de farmacovigilância que identificou um risco relevante à saúde. De acordo com o documento, os medicamentos com clobutinol podem provocar arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do chamado intervalo QT — uma alteração na atividade elétrica do coração que pode levar a desmaios e até morte súbita. Post por Patriota Júnior Imagem: Divulgação
SAÚDE 🚨A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta quarta-feira (22) as regras para suplementos alimentares com cúrcuma, também conhecida como açafrão. ➡Publicada no Diário Oficial da União, a instrução normativa ajusta os limites de uso da substância e aprimora rótulos, para proteger consumidores de riscos à saúde. 📄Em nota, a Anvisa informou que a atualização foi motivada após a identificação, no cenário do monitoramento pós-mercado, de possível risco de danos ao fígado associado ao uso de suplementos e medicamentos com cúrcuma. 🗓Em março, a agência chegou a publicar um alerta de farmacovigilância, para advertir pessoas que fazem uso dos produtos a respeito dos riscos. ➡A Anvisa esclareceu, na época, que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma para o preparo de alimentos no dia a dia. O alerta envolvia apenas medicamentos e suplementos, nos quais as concentrações são maiores. 😮O alerta se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminoides. 💬“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, destacou a Anvisa. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📝: Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a proibição e o recolhimento de uma série de perfumes íntimos, popularmente chamados de “perfumes de calcinha”, e de cosméticos usados para disfarçar a calvície. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (22). Segundo a agência, os produtos apresentavam irregularidades que vão desde falhas no registro sanitário até a ausência de autorização de funcionamento das empresas responsáveis. Entre os itens vetados estão fragrâncias íntimas fabricadas pela Apinil Indústria e Comércio de Cosméticos, com aromas como maçã do amor, melancia e baunilha. De acordo com a Anvisa, os produtos foram classificados de forma inadequada como cosméticos, o que levou ao cancelamento dos registros por descumprirem exigências sanitárias. Em nota, a empresa informou que acatou a decisão e que está desenvolvendo um novo produto que deverá atender às normas regulatórias. A resolução também proibiu a comercialização de produtos voltados a disfarçar a calvície, como fibras capilares em diferentes tonalidades, além de versões genéricas sem regularização. Além dos cosméticos, a Anvisa incluiu na medida a proibição de um saneante sem registro, ampliando o alcance da fiscalização sobre produtos irregulares no país. 📝 Post por Guilherme Camilo 📸 Reprodução
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