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@diariodepernambuco
Desde 2016, o dia 25 de julho, data deste sábado (25), não é mais o mesmo para Joelma Andrade Lima, moradora do bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife. Há 10 anos, ela visita, neste data ao túmulo do filho, Mário Andrade, assassinado a tiros pelo então sargento da reserva da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), Luiz Fernandes Borges. A dor da perda transformou-se em uma luta por justiça. Joelma ainda aguarda o desfecho da ação de indenização movida contra o Estado, cujo pedido foi julgado parcialmente procedente em primeira instância pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). “No início, eu não queria essa indenização, porque é um dinheiro que é do sangue do meu filho. Mas, com o tempo, meus advogados me mostraram que isso é direito meu. Mas, posso receber R$ 10 bilhões, não vai fazer diferença pra mim. Posso até realizar todos os sonhos que eu e Mário queríamos construir, mas ele não estará presente”, ressaltou Joelma Andrade. Na ação ajuizada em 2019, a Justiça condenou, em primeira instância, o Estado de Pernambuco ao pagamento das despesas funerárias e de mais de R$ 100 mil, acrescidos de correção monetária e juros, por danos morais. O processo, no entanto, ainda não teve desfecho, pois a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-PE) recorreu da decisão ao TJPE, sustentando que o crime "decorreu de motivo estritamente particular". Leia a matéria completa no link da bio. Foto: Rafael Vieira/DP Foto #recife #notícias
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