Por Luciano Bivar* Ao final do Jantar de Gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca em 24 de julho passado, o presidente americano exibe um boné “trump 28”. Trazendo essa mensagem para meu país de estruturas democráticas de direito, me causa espécie, como nossa minoria, embora represente cerca de 20% da população não enxerga essa mensagem. São tantos valores envolvidos que jamais tivemos uma opção com tanta convicção de que lado estaremos. Assistindo a um comentarista americano da Fox News, ele dizia que o governo americano empurra o Brasil para a China, mas não somente para a China, para a Ásia como um todo. O jornalista brasileiro Igor Maciel, falou nos perigos em o Brasil vender cada vez mais para a China, enquanto a China trabalha e se planeja para independer das importações brasileiras. Mas, essa volúpia chinesa no desenvolvimento de tecnologias capazes de diminuir a necessidade de compras externas, deve-se às incertezas do amanhã, onde mesmo aqui, no nosso país, uma corrente radical de direita, submete-se a compromissos entreguistas, como se voltássemos ao colonialismo da Coroa Portuguesa. Desta vez, pensamentos, que felizmente são minorias nos Estados Unidos, querem a qualquer custo monopolizar o hemisfério sul sem saber que põe em xeque seu maior valor que é a credibilidade de sua moeda. Negociações hoje já começam figurar em contratos comercias em cestas de moeda devido as incertezas monetárias, dessa ou daquela moeda específica como a única referência comercial. O mundo ocidental está inseguro, embora confie no país com ideais libertários e democráticos que seus ancestrais construíram desde 1789, mas já existe em curso uma corrida armamentista da União Europeia, porque a confiança no seu velho e histórico aliado está cada vez mais se esvaindo. Deus salve nossa República, altaneira e independente e só depende de nossa democracia o caminho que possamos trilhar.
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