Corrupção na Penitenciária de Petrolina
4 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/05/2026, 07:21:42
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Investigado por liderar um forte esquema de corrupção na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, localizada em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, o ex-diretor Alessandro Barbosa Martins de Sousa teria exigido a quantia de R$ 5 mil de cada pavilhão da unidade como "presente de aniversário", além de valores extras para compra de motos e "patrocínio" de festa pela aprovação de um filho no vestibular. As informações constam em documento do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), obtido com exclusividade pela coluna Segurança. No parecer encaminhado à Justiça na última semana, o promotor Djalma Valares pede que seja mantido o afastamento do ex-diretor das atividades no sistema prisional. Em abril, a Justiça autorizou a retirada da tornozeleira eletrônica. Alessandro foi afastado das atividades em agosto de 2025, quando foi deflagrada a Operação Publicanos. Na ocasião, o ex-diretor e cinco policiais penais foram alvos de busca e apreensão. O inquérito segue em andamento, com dezenas de investigados - entre servidores públicos e detentos. O promotor destacou que a manutenção da medida cautelar para Alessandro é "absolutamente inafastável" para garantia da ordem pública e por conveniência da instrução criminal. "Alessandro figura como líder do núcleo de agentes públicos, valendo-se do seu alto cargo de diretor da unidade prisional para negociar privilégios, transferências, funções de 'chaveiros' e 'cantineiro', além de facilitar regalias a detentos de alta periculosidade, em troca de vultosas vantagens indevidas", citou o promotor, no documento. Alessandro estava à frente da penitenciária desde 2015. A investigação da Polícia Civil identificou que ele e a esposa movimentaram mais de R$ 3,3 milhões desde abril de 2022 - valor incompatível com a renda mensal declarada pelo casal. Foto: Seres/Arquivo *colunaseguranca *jk *card *digital
Investigado por liderar um forte esquema de corrupção na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, localizada em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, o ex-diretor Alessandro Barbosa Martins de Sousa teria exigido a quantia de R$ 5 mil de cada pavilhão da unidade como "presente de aniversário", além de valores extras para compra de motos e "patrocínio" de festa pela aprovação de um filho no vestibular. As informações constam em documento do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), obtido com exclusividade pela coluna Segurança. No parecer encaminhado à Justiça na última semana, o promotor Djalma Valares pede que seja mantido o afastamento do ex-diretor das atividades no sistema prisional. Em abril, a Justiça autorizou a retirada da tornozeleira eletrônica. Alessandro foi afastado das atividades em agosto de 2025, quando foi deflagrada a Operação Publicanos. Na ocasião, o ex-diretor e cinco policiais penais foram alvos de busca e apreensão. O inquérito segue em andamento, com dezenas de investigados - entre servidores públicos e detentos. O promotor destacou que a manutenção da medida cautelar para Alessandro é "absolutamente inafastável" para garantia da ordem pública e por conveniência da instrução criminal. "Alessandro figura como líder do núcleo de agentes públicos, valendo-se do seu alto cargo de diretor da unidade prisional para negociar privilégios, transferências, funções de 'chaveiros' e 'cantineiro', além de facilitar regalias a detentos de alta periculosidade, em troca de vultosas vantagens indevidas", citou o promotor, no documento. A defesa do ex-diretor nega as suspeitas. Na época da operação disse, em nota, que os valores apontados na investigação não condizem com a realidade financeira de Alessandro e da esposa e que eles vivem "de forma modesta". Para mais informações, acesse JC.COM.BR (Imagem: SERES/ARQUIVO) #Segurança *ll *digital *ColunaSegurança
Mandado de prisão por homicídio é cumprido pela Polícia Militar em Chã Grande, PE, e preso é entregue em Caruaru Por Adeildo Silva, Natália Rodrigues, Mariana Granja e Matheus Rodrigues #ÉBronca #Notícias #CNF
Éverton Mendes da Silva, de 26 anos, conhecido como MC Caso, foi preso na manhã desta segunda-feira (11) em Encruzilhada de São João, distrito de Bezerros, no Agreste de Pernambuco. A ação foi realizada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Contra o cantor, que possui mais de 21 mil seguidores nas redes sociais, havia dois mandados de prisão em aberto: um pelo crime de roubo e outro por homicídio. Veja mais em:www.tribunaonline.com.br/pe #mccaso #dhpp #policia #pernambuco
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