Alagamentos na Zona da Mata Norte
4 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:40:59
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Aldeia enfrenta há mais de um ano falta de água, luz e alimentos, além de invasões, desmatamento e descarte irregular de resíduos hospitalares POR ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – CIMI REGIONAL NORDESTE O povo Karaxuwanassu, que ocupa o território Marataro Kaeté, em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, questiona a presença de tratores derrubando vegetação em uma área de reflorestamento, localizada atrás de galpões da Prefeitura a poucos metros das habitações, e teme grilagem com a venda de lotes contíguos ao perímetro da terra tradicional, em processo de regularização pelo Estado. Estas e outras questões, como o descarte de lixo hospitalar e resíduos químicos no local, compõem um relatório-dossiê enviado a órgãos federais, estaduais e municipais, onde a Associação Indígena em Contexto Urbano Karaxuwanassu (Assicuka) denuncia uma série de violações que configuram, segundo as lideranças do povo, uma “crise humanitária, sanitária, territorial, cultural e espiritual”. O documento, assinado pela cacica Valquíria Kyalonän Karaxuwanassu e datado de 26 de junho de 2026, relata que a comunidade está há mais de um ano sem abastecimento regular de água potável, sem energia elétrica e sem internet, após os fios de comunicação terem sido arrancados. A situação é agravada por queimadas, desmatamento e pela invasão de gado de propriedades vizinhas, que destroem as plantações e comprometem a segurança alimentar das famílias. “O que está acontecendo no Território Indígena Reserva Indígena Marataro Kaeté não é apenas um conflito fundiário. É uma agressão contra a vida, contra a Mãe Natureza, contra a memória ancestral”, afirma um trecho do relatório. O povo Karaxuwanassu, de origem multiétnica, reivindica a área como um território tradicional, fundamental para sua sobrevivência física e cultural. Matéria completa em: https://cimi.org.br/2026/07/povo-karaxuwanassu-marataro-kaete/
Raquel Lyra (negativo)Pelo menos 2.166 pessoas estão fora de casa em municípios da Zona da Mata Norte de Pernambuco após as fortes chuvas do último fim de semana, que ocasionaram o transbordamento de quatro rios até a noite do domingo (28). Famílias de Goiana e Timbaúba foram as mais afetadas, de acordo com o levantamento da Defesa Civil Estadual. A maior parte das pessoas afetadas conseguiu abrigo na casa de familiares ou amigos. Segundo a Defesa Civil, 1.643 moradores estão desalojados, enquanto 523 precisaram ser encaminhados para abrigos públicos, condição em que passam a ser considerados desabrigados. Goiana reúne a maior quantidade de pessoas acolhidas em abrigos, com 481 registros. Em seguida, Macaparana tem 29 pessoas desabrigadas e Timbaúba 13. Já no montante de desalojados, Timbaúba tem 1.578 moradores fora de casa e, juntas, Vicência e São Vicente Férrer registram outros 65. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), cinco rios atingiram a cota de inundação. Com isso, as águas invadiram casas, derrubaram árvores e deixaram comunidades isoladas em diferentes municípios. O Rio Pirangi transbordou e afetou São Benedito do Sul, Jaqueira e Maraial. Já o Rio Capibaribe Mirim ultrapassou a cota de inundação na altura de Itambé, atingindo também Goiana, e voltou a transbordar em Timbaúba. O Rio Siriji também saiu do leito, afetando Vicência e Aliança. Limoeiro, Nazaré da Mata e Goiana foram atingidos pelo transborde do Rio Tracunhaém. Na manhã desta segunda-feira (29), a agência informou que o Rio Jacuípe atingiu a cota de inundação e atinge Água Preta e Jacuípe. Foto: Sidney Lucena/JC #Chuvas #Pernambuco *card *cidades *lv
🌧️🏠⚠️ Para esta segunda-feira (30), a previsão da Apac é de tempo parcialmente nublado, com chuva rápida e de fraca intensidade | As fortes chuvas do sábado (27) afetaram severamente cidades da Mata Norte de Pernambuco. Entre as mais atingidas estão Goiana e Nazaré da Mata. Também foram registrados danos em Siriji e na divisa entre Pernambuco e Paraíba. Em Goiana, o volume de chuva ultrapassou 110 milímetros, provocando o transbordamento do Rio Goiana e a inundação de bairros e comunidades ribeirinhas. As localidades mais atingidas foram Baldo do Rio, Vila Bom Tempo e bairros próximos ao Canal Goiana. De acordo com a Defesa Civil do município, 481 pessoas estão desabrigadas. Esta é a segunda cheia que atinge Goiana em menos de dois meses, o que levou a Prefeitura a decretar situação de emergência por mais 30 dias. Já em Nazaré da Mata, equipes da Defesa Civil foram mobilizadas após o registro de deslizamentos de barreiras e do comprometimento de residências. As quatro famílias afetadas foram retiradas preventivamente de suas casas, e não houve registro de feridos. “As equipes da Prefeitura seguem mobilizadas em diversas localidades consideradas de maior atenção, onde há risco de alagamentos e movimentação de encostas”, informou a administração municipal em nota. As famílias que vivem próximas ao Rio Tracunhaém seguem sob monitoramento devido à elevação do nível do rio. 📲 Por: @estacaonoticiasetv / Allyson
🌧CHUVAS Cidades do interior e da Zona da Mata Norte de Pernambuco também sofreram durante o dia com as fortes chuvas. Segundo o painel de monitoramento da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o município de Goiana foi o local mais impactado do estado, acumulando 208,2 milímetros de chuva no período. ➡De acordo com a Prefeitura de Goiana, toda a cidade está em estado de alerta. Parte do muro de uma escola em construção desabou após um canal transbordar. Algumas casas próximas também foram afetadas pela água, o que exigiu a evacuação imediata dos imóveis. 🗣"Cinco famílias já foram acolhidas e estão alojadas na Escola Municipal IV Centenário, onde recebem o suporte necessário da gestão municipal", informou a prefeitura, em nota. A gestão informou ainda que está supervisionando as áreas atingidas. "Novas informações e atualizações sobre o quadro das chuvas serão divulgadas pelos canais oficiais da Prefeitura", completou. ☔Também na Zona da Mata Norte, em Timbaúba, o município decretou situação de emergência. O decreto é válido por 30 dias. A ordem pode ser prorrogada caso haja necessidade de continuidade nas ações de resposta e reconstrução. 🗣"O temporal vem afetando severamente tanto áreas urbanas quanto rurais, especialmente os bairros situados próximos a rios e riachos", afirmou a gestão da cidade. Saiba mais no Portal #FolhaPE #pernambuco #chuvas #timbaúba #goiana 📝William Tavares
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