Curso de Medicina em AESA/Arcoverde
7 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:45:07
Sentimento da audiência por candidato
Barras divergentes a partir de todos os comentários classificados nos posts deste tópico.
Posts neste tópico
No comentário desta segunda (13/07) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior repercute o posicionamento do Conselho Estadual de Educação (CEE-PE) quanto à abertura de novas graduações de Medicina em autarquias municipais de Pernambuco. Após os resultados insatisfatórios apontados pela última avaliação do Exame Nacional de Avaliação do Desempenho dos Estudantes (Enade), o Governo Federal, o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Saúde decidiram frear a expansão desses cursos em todo o país. Seguindo as diretrizes nacionais que limitam novos cursos privados, o MEC emitiu uma orientação para que os conselhos estaduais barrem ou coloquem em stand by os processos iniciados por autarquias públicas locais. A restrição já afetou a renovação ou os planos de cursos na Autarquia Educacional de Ensino de Arcoverde (AESA) e em Belo Jardim este último provavelmente precisará buscar alternativas junto à iniciativa privada no futuro. Em Serra Talhada, a viabilidade do curso avançou para o campo da discussão jurídica. A informação sobre o endurecimento das regras foi confirmada após insistentes tentativas de contato com o presidente do CEE-PE, professor Natanael José da Silva, que optou por não dar respostas diretas à imprensa, transmitindo os esclarecimentos apenas por meio de interlocutores da Secretaria de Comunicação do Estado (SECOM). O Conselho Estadual de Educação informou que emitirá uma manifestação oficial sobre a segurança jurídica e os critérios adotados para conter a abertura dos cursos em um momento oportuno, enquanto o Ministério Público acompanha os desdobramentos de cada caso. 🔉 Ative o áudio do post e confira o comentário completo. Da redação/Itapuama FM. Imagens: Reprodução. Conteúdo: Ítalo Henrique. #medicina #aesa #educacao #pernambuco #nilljunior
No comentário de hoje (08/07) para a Jornal Itapuama FM, o jornalista Nill Júnior traz atualizações importantes sobre o debate acerca da instalação do curso de Medicina no município de Arcoverde. Decisão da AESA: A líder do governo, Célia Galindo, defendeu a decisão da autarquia de não renovar o prazo para a implantação do curso na instituição. A justificativa aponta para dificuldades financeiras, déficit previdenciário e falta de professores efetivos na AESA para sustentar a nova graduação. Diante do cenário, o prefeito Zeca Cavalcanti e a governadora Raquel Lyra articulam para que o curso de Medicina seja instalado no campus da UPE em Arcoverde. A migração do projeto para a UPE garante uma estrutura física consolidada e a oferta de um curso 100% gratuito para a população. Sintonize: Rádio Itapuama FM 92,7 Acesse: itapuamafm.com Leia mais: Blog do Nill Júnior Da redação/ItapuamaFM Conteúdo: Ítalo Henrique. #nilljunior #itapuamafm #arcoverde #politica #upemedicina
Raquel Lyra (positivo)O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (PSD), informou em contato com o blog que a gestão, ao contrário do que chegou a ser divulgado, a AESA tentou prorrogar o prazo para instalação de um Curso de Medicina na cidade. Segundo ele, mesmo com a análise e diagnóstico indicando que o curso é inviável pelas condições encontradas na AESA e inviabilidade de instalação, tentou ganhar tempo para uma avaliação mais aprofundada e análise de possibilidades. “A mensalidade iria para R$ 8 mil. Mesmo faculdades privadas estão tendo evasão de alunos por conta disso”. Mas diz, a resposta de Natanael José da Silva, Presidente do Conselho Estadual de Educação de Pernambuco (CEE-PE) e Secretário Executivo de Articulação Municipal da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco, é de que o Governo Federal, através do MEC, e Conselho Nacional de Educação (CNE) estão pressionando para não prorrogar prazos e, ao contrário, está suspendendo processos ligados a cursos de Autarquias, para evitar geração má qualidade na formação. Ou seja, a AESA buscou, mas esbarrou na nova decisão do Governo Federal e Conselhos Estaduais após mais de 30% dos cursos de Medicina do Brasil com desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Outra dificuldade é de profissionais e estrutura para o curso. “O Ruy de Barros é porta de entrada de urgência e emergência. Não há como abrigar formação para esse curso.”. Outra questão é a qualidade dos profissionais. “Temos muitas faculdades com formação inferior. Não é fácil montar um curso com a qualidade que Arcoverde exige”, diz. Sobre o Curso de Medicina na UPE, Zeca garantiu que está lutando para trazer o curso. “Além de ser um curso chancelado pela UPE, a estrutura é outra. A formação é feita de forma adequada, com excelência para a formação de profissionais, além de ser 0800”, disse. Zeca afirma que essa têm sido uma prioridade, dada a qualidade e espertise da Universidade, Em Serra Talhada, por exemplo, o Curso de Medicina da UPE obteve nota máxima no ENAMED. #arcoverdepe #arcoverde #upe #aesa
A vereadora Célia Galindo, líder do governo na Câmara, manteve contato com o blog para defender a decisão da AESA de não renovar o prazo de análise para instalação de um Curso de Medicina. Segundo ela, a herança administrativa e física deixada na Autarquia impedia os investimentos necessários para o processo de instalação do curso. Ela cita exemplos como a situação física e de equipamentos do prédio, excesso de professores contratados inclusive no Curso de Direito, deficit da previdência, dentre outros problemas que inviabilizavam a instalação. Célia informou que a decisão do prefeito Zeca foi de lutar pela instalação na UPE, Campus Arcoverde, que já tem excelente estrutura física e condições de receber o curso. É uma das questões que Zeca buscará conquistar junto ao Governo Raquel Lyra. "A primeira vantagem é que será público, favorecendo o acesso de todos. Depois, com chancela da UPE, não corre o risco de ter qualidade inferior, como muitos cursos de Medicina pelo país. Tenho certeza de que o prefeito Zeca não vai descansar até conquistar esse avanço". O curso de Medicina da UPE Serra Talhada por exemplo é altamente conceituado e figura entre os melhores do país. Ele alcançou a nota máxima (5) tanto no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED) quanto no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), consolidando-se como o 2º melhor curso de Medicina de Pernambuco e o 5º do Nordeste. Segundo Célia, a partir de estudo preliminar apresentado pelo gestor, a instalação do curso está avaliada em R$ 15 milhões. #Medicina #arcoverde #upearcoverde
Raquel Lyra (neutro)No comentário desta terça-feira (07/07) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior traz uma reflexão sobre a perda do prazo para a implantação do curso de Medicina pela Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA). A notícia de que o presidente da autarquia, Franklin Freire, não solicitou a extensão do prazo junto ao Conselho Estadual de Educação sela uma perda irreparável para o município já que cursos de Medicina têm o poder de atrair estudantes de diversas regiões, movimentando o comércio local, o setor imobiliário e gerando impacto direto no desenvolvimento produtivo da cidade. Em um cenário onde muitas instituições de ensino superior enfrentam dificuldades financeiras severas para se manter apenas com licenciaturas, abrir mão de uma graduação desse porte agrava a crise do setor. Uma decisão classificada como um dos erros mais graves e crassos da história recente do município, cujas consequências certamente serão cobradas no futuro. Ative o áudio da publicação e acompanhe o comentário completo. No site nilljunior com.br você também acompanha todos os bastidores da política. Da redação/Itapuama FM. Conteúdo: Ítalo Henrique. #arcoverdepe #nilljunior #opiniao #aesa ##cursodemedicina
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (Aesa) informou, nesta quinta-feira (2), que o curso de Medicina não será implantado neste momento. Em nota oficial, a instituição afirmou que a atual gestão encontrou uma série de problemas que impedem a abertura da graduação. Entre eles o descumprimento de exigências técnicas, estruturais e acadêmicas pela administração anterior. Segundo a Aesa, durante a análise do processo de implantação do curso, a nova gestão identificou que diversos requisitos indispensáveis para o funcionamento da graduação não haviam sido atendidos. A instituição também constatou inconsistências no projeto pedagógico originalmente aprovado. Desse modo, o que tornou necessária a revisão do documento para garantir a qualidade da formação dos futuros estudantes e o cumprimento das exigências dos órgãos reguladores. A autarquia também desmentiu informações que circulam sobre o suposto valor das mensalidades do curso de Medicina. De acordo com a nota, não existe qualquer definição sobre os preços do curso ou de qualquer outra graduação. A direção afirmou que todos os valores divulgados até o momento são apenas especulações. Ainda conforme a instituição, está em andamento uma ampla revisão da política de custos, com a elaboração de planilhas para todos os cursos, novos e já existentes. Somente após a conclusão desse trabalho será possível definir investimentos e eventuais valores de mensalidades. Sempre levando em consideração a responsabilidade administrativa e financeira. Na nota, a atual gestão afirma que assumiu a Aesa em uma situação financeira considerada extremamente delicada. Entre os problemas apontados estão o elevado comprometimento da receita, estrutura física sucateada, passivos acumulados e diversas irregularidades administrativas. A instituição informou ainda que praticamente toda a arrecadação estava comprometida com o pagamento da folha salarial. Matéria completa no site. Link na bio. #arcoverde #aesa #medicina #ensinosuperior
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA) enfrenta uma série de dificuldades para a consolidação do curso de Medicina, dividida entre prazos regulatórios e entraves administrativos. Embora cronogramas do Conselho Estadual de Educação (CEE) indicassem o dia 3 de julho de 2026 como limite para a abertura do vestibular sob risco de perda da concessão, a atual gestão da instituição publicou nota oficial (imagem 2) nesta quinta-feira (02/07) apontando graves problemas herdados da administração anterior. O projeto, iniciado no biênio 2021-2022 e autorizado pelo CEE em 2024, vinha sendo associado a projeções de impacto regional, como o aquecimento do comércio e do setor imobiliário. Contudo, a atual Presidência da autarquia contestou a viabilidade do formato que havia sido planejado. A gestão informou ter identificado o descumprimento de exigências técnicas e falhas no projeto original. A AESA comunicou ainda que está realizando uma ampla reestruturação administrativa, financeira e acadêmica para recuperar as instalações e organizar as contas. A instituição reafirmou o compromisso com a futura abertura de Medicina, mas ressaltou que o processo está condicionado ao cumprimento rigoroso dos requisitos legais e à sustentabilidade fiscal da autarquia. Após a emissão da nota pela AESA, a nossa reportagem entrou em contato com o presidente da autarquia, professor Franklin Freire, para saber se a AESA teria que recomeçar todo o processo junto ao CEE. "Assim que tivermos feito os ajustes necessários vamos, em outro momento, dar entrada no processo com responsabilidade", explicou. MEC barrou abertura de novas faculdade de medicina A Portaria MEC nº 129/2026, publicada em edição extra do Diário Oficial da União no dia 10/02/2026 revogou o edital nº 1/2023. O documento previa a criação de até 5.900 novas vagas em cerca de 95 cursos de Medicina em instituições privadas. A decisão do governo ocorreu após a divulgação dos resultados da primeira edição do Enamed, que identificou fragilidades estruturais e desempenho insatisfatório em mais de uma centena de cursos da área no país. Da redação/Itapuama FM. #medicina #aesa #cursodemedicina #arcoverdepe
Sub-temas nos comentários (0)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
Sem sub-temas detectados ainda.