El Niño em Pernambuco
25 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:32:01
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A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) alertou para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026. O cenário pode provocar temperaturas acima da média em Pernambuco e aumentar o risco de agravamento da seca, principalmente nas regiões do interior do estado. O El Niño é causado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do mundo. Segundo a Agência, as previsões dos principais centros meteorológicos indicam possibilidade de ocorrência do fenômeno com intensidade moderada a forte, com chance de evolução para um episódio muito forte. Para o trimestre de julho, agosto e setembro, a previsão é de chuvas abaixo da média na faixa leste de Pernambuco e temperaturas elevadas em todo o território estadual. O aumento do calor pode intensificar a evaporação da água, ressecar o solo e aumentar a pressão sobre os recursos hídricos. A Apac destaca que o setor agropecuário está entre os mais afetados pelo fenômeno, com riscos de maior demanda por água, estresse hídrico nas plantações e impactos nos rebanhos. O Governo de Pernambuco acompanha as condições climáticas e mantém ações preventivas, como transferência de água entre bacias, transporte de água do Rio São Francisco e projetos de dessalinização. #Apac #ElNiño *cr *ll *digital
Raquel Lyra (neutro)No ‘Debate da Super Manhã’ desta segunda-feira (20), apresentado pela comunicadora Natalia Ribeiro @nataliaribeiroradio, o assunto foi ' El Niño avança: as projeções para o Nordeste'. 🗣️ A bancada contou com a presença do secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco, Cel. Clóvis Ramalho @defesacivilpernambuco ; da meteorologista da Agência Pernambucana e Águas e Climas (APAC), Edvânia Santos @apac_oficial ; e da engenheira ambiental, doutora em Engenharia Civil, professora de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFPE, e integrante do Núcleo de Estudos de Recursos Hídricos do Semiárido (NERHIS), Vanine Menezes @grupo.nerhis @vaninemenezes 💻 O debate está disponível no canal do youtube.com/JCPlayOficial e na página radiojornal.com.br/podcasts/debate-da-super-manha/ 📲 Participe conosco pelo WhatsApp (081) 9.9147-8520 #debate #radio #radiojornal #pernambuco #elniño avanço projeções
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) alertou para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026. O cenário pode provocar temperaturas acima da média em Pernambuco e aumentar o risco de agravamento da seca, principalmente nas regiões do interior do estado. O El Niño é causado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do mundo. Segundo a Agência, as previsões dos principais centros meteorológicos indicam possibilidade de ocorrência do fenômeno com intensidade moderada a forte, com chance de evolução para um episódio muito forte. Para o trimestre de julho, agosto e setembro, a previsão é de chuvas abaixo da média na faixa leste de Pernambuco e temperaturas elevadas em todo o território estadual. O aumento do calor pode intensificar a evaporação da água, ressecar o solo e aumentar a pressão sobre os recursos hídricos. A Apac destaca que o setor agropecuário está entre os mais afetados pelo fenômeno, com riscos de maior demanda por água, estresse hídrico nas plantações e impactos nos rebanhos. O Governo de Pernambuco acompanha as condições climáticas e mantém ações preventivas, como transferência de água entre bacias, transporte de água do Rio São Francisco e projetos de dessalinização. *video *cidades *pernambuco *cr *digital
Raquel Lyra (neutro)O Debate da Super Manhã desta segunda-feira (20) vai discutir os possíveis impactos do avanço do El Niño no Brasil, com foco nas previsões para o Nordeste e Pernambuco. Especialistas vão explicar o que o fenômeno pode provocar no clima da região, incluindo cenários de seca e mudanças nos padrões de chuva. O programa começa às 11h e pode ser acompanhado na 90.3 FM, pelo site da Rádio Jornal e pelo nosso canal no YouTube. Vídeo: Jonas Quirino/JC Imagem *digital *bm #digital #radiojornal #debatedasupermanha #elnino
As variações climáticas extremas provocadas pelo El Niño, entre secas severas, chuvas intensas, e temperaturas acima da média, podem desencadear mais casos de doenças infecciosas como dengue, zika, chikungunya, malária, febre amarela e oropuche em regiões afetadas do Brasil, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), ligada às Nações Unidas. Também pode haver mais internações por problemas respiratórios e cardiovasculares, especialmente entre crianças e idosos, provocadas pela fumaça de incêndios florestais, sobretudo na Amazônia e Pantanal. O relatório divulgado na terça-feira, 7, aponta o País como tendo risco médio de uma crise de saúde pública em 2026 em função desses impactos. O índice se baseia em condições estruturais e vulnerabilidades da população e dos serviços de saúde, que determinam como os efeitos são sentidos. A classificação é compartilhada por outros países latino-americanos, como Argentina, Bolívia e Peru. Nas Américas, além de haver risco muito alto relacionado às arboviroses (doenças causadas por vírus transmitidas pela picada de mosquitos) - que se tornam altamente prováveis, com grandes consequências à saúde pública -, é quase certo que o estresse térmico esteja entre os principais impactos sofridos pela população. O calor extremo é a maior causa de mortalidade relacionada ao clima, principalmente para os grupos mais vulneráveis: quem tem doenças preexistentes, idosos, bebês, gestantes e trabalhadores ao ar livre. Saiba mais no nosso portal, jc.com.br. 📰 Fonte: Estadão Conteúdo Foto: Freepik/Reprodução #ElNiño #MudançasClimáticas #Clima #Brasil *card *digital *elniño *mudançasclimáticas *brasil *fc
🌞🌡️🌎 A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026, cenário que pode intensificar a seca em Pernambuco, especialmente nas regiões do interior. A previsão é de chuvas abaixo da média no Leste do Estado entre julho e setembro, além de temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. O alerta da Apac acompanha as projeções dos principais centros meteorológicos internacionais e da Organização Meteorológica Mundial, que indicam rápida intensificação do El Niño nos próximos meses. Segundo o organismo internacional, o fenômeno já está em desenvolvimento no Oceano Pacífico e tem potencial para atingir intensidade forte entre o fim de 2026 e o início de 2027, aumentando o risco de ondas de calor, estiagens e eventos climáticos extremos em diversas partes do mundo. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Historicamente, esse fenômeno altera o regime de chuvas no Brasil, favorecendo precipitações acima da média nas regiões Sul e Sudeste e reduzindo as chuvas em parte do Norte e do Nordeste. Em Pernambuco, a preocupação está voltada principalmente para a possibilidade de agravamento da seca após um primeiro semestre considerado mais favorável. Entre fevereiro e maio deste ano, as chuvas dentro da normalidade contribuíram para reduzir gradualmente as áreas sob seca, melhorando parcialmente as condições dos reservatórios e da produção agrícola. Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Pereira, a intensidade dos impactos dependerá do comportamento do fenômeno e da interação com outros sistemas climáticos. “Esses impactos variam de acordo com a intensidade do fenômeno, o período do ano e a interação com outros sistemas oceânicos e atmosféricos, especialmente as condições térmicas do Oceano Atlântico Tropical”, explica. A especialista ressalta que o comportamento do El Niño será determinante para o cenário de estiagem no Nordeste. “A intensidade do El Niño é o que vai ditar essa ocorrência de secas no Nordeste”, destaca. 📲 Por: @estacaonoticiasetv / Allyson
Apac alerta para alta probabilidade de El Niño no segundo semestre de 2026 e aumento do risco de seca em Pernambuco A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou um alerta informando a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026. De acordo com o órgão, o cenário pode provocar temperaturas acima da média em todo o estado e aumentar o risco de agravamento da seca, principalmente nas regiões do interior de Pernambuco. Segundo a Apac, as previsões dos principais centros meteorológicos internacionais apontam uma grande probabilidade de ocorrência do fenômeno com intensidade moderada a forte, havendo ainda a possibilidade de evolução para um episódio considerado muito forte. O El Niño é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração influencia a circulação atmosférica e modifica os padrões de chuva e temperatura em diversas regiões do planeta. Historicamente, durante episódios de El Niño, as regiões Sul e Sudeste do Brasil costumam registrar aumento das chuvas. Em contrapartida, áreas das regiões Norte e Nordeste, incluindo Pernambuco, tendem a enfrentar redução das precipitações, favorecendo períodos mais prolongados de estiagem e elevando as temperaturas. Diante desse cenário, a Apac recomenda que gestores públicos, produtores rurais e a população acompanhem os boletins meteorológicos e as atualizações das condições climáticas, uma vez que o fenômeno pode impactar o abastecimento de água, a agricultura e outras atividades dependentes das chuvas ao longo dos próximos meses.
O fenômeno El Niño deve provocar mudanças significativas no clima de Pernambuco nos próximos meses. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o trimestre entre julho e setembro será marcado por chuvas abaixo da média na faixa leste do estado e temperaturas acima do normal em todas as regiões, em razão do aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que caracteriza o fenômeno. Apesar de o estado ter registrado redução das condições de seca entre fevereiro e maio, com chuvas dentro da normalidade, a tendência para o segundo semestre exige atenção. A intensidade do El Niño, aliada às condições do Oceano Atlântico, será determinante para o comportamento das precipitações. Caso o Atlântico permaneça mais aquecido, pode haver um equilíbrio nas chuvas; por outro lado, águas mais frias tendem a intensificar a estiagem, como já observado em anos anteriores. Com a possível diminuição das chuvas, Pernambuco pode enfrentar impactos no nível dos reservatórios e na produção agrícola, especialmente no semiárido. Diante desse cenário, o estado tem adotado medidas de mitigação, como a transferência de água entre bacias, o uso de recursos do Rio São Francisco, dessalinização e ações para reduzir perdas no abastecimento. A Apac segue monitorando o fenômeno e mantendo articulação com órgãos de gestão de riscos para minimizar os efeitos climáticos. 📝 Post por Pedro Aquino 📸 Reprodução/MetSul
Raquel Lyra (neutro)A Agência Pernambucana de Águas e Clima (@apac_oficial) alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026 e reforça a importância do monitoramento contínuo das condições climáticas, bem como da adoção de medidas preventivas para reduzir os possíveis impactos sobre os recursos hídricos, a agricultura, a pecuária e a população pernambucana. As previsões dos principais centros meteorológicos internacionais indicam elevada probabilidade de estabelecimento de um evento de El Niño com intensidade entre moderada e forte, havendo ainda aumento significativo da possibilidade de evolução para um episódio muito forte. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, provocando alterações nos padrões de precipitação e temperatura em diversas regiões do planeta. Para Pernambuco, as previsões climáticas sazonais para o trimestre de julho, agosto e setembro apontam predominância de chuvas abaixo da média no setor leste do Estado e temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. Diante desse cenário, a Apac reforça que o acompanhamento permanente das condições climáticas é essencial para subsidiar ações de prevenção e adaptação. O monitoramento integra indicadores climáticos, hidrológicos e agrícolas que permitem avaliar a evolução da seca e seus impactos em Pernambuco. Acesse o nosso portal e confira a matéria completa 📲 fiquesabendope.com #fiquesabendope #apac #pernambuco #elnino #clima
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026, cenário que pode intensificar a seca em Pernambuco, especialmente nas regiões do interior. A previsão é de chuvas abaixo da média no Leste do Estado entre julho e setembro, além de temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. O alerta da Apac acompanha as projeções dos principais centros meteorológicos internacionais e da Organização Meteorológica Mundial, que indicam rápida intensificação do El Niño nos próximos meses. Segundo o organismo internacional, o fenômeno já está em desenvolvimento no Oceano Pacífico e tem potencial para atingir intensidade forte entre o fim de 2026 e o início de 2027, aumentando o risco de ondas de calor, estiagens e eventos climáticos extremos em diversas partes do mundo. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Historicamente, esse fenômeno altera o regime de chuvas no Brasil, favorecendo precipitações acima da média nas regiões Sul e Sudeste e reduzindo as chuvas em parte do Norte e do Nordeste. Em Pernambuco, a preocupação está voltada principalmente para a possibilidade de agravamento da seca após um primeiro semestre considerado mais favorável. Entre fevereiro e maio deste ano, as chuvas dentro da normalidade contribuíram para reduzir gradualmente as áreas sob seca, melhorando parcialmente as condições dos reservatórios e da produção agrícola. Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Pereira, a intensidade dos impactos dependerá do comportamento do fenômeno e da interação com outros sistemas climáticos. “Esses impactos variam de acordo com a intensidade do fenômeno, o período do ano e a interação com outros sistemas oceânicos e atmosféricos, especialmente as condições térmicas do Oceano Atlântico Tropical”, explica. 📲 veja a matéria completa no blog www.edenevaldoalves.com.br Link na BIO
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026. Segundo a Apac, o cenário pode provocar temperaturas acima da média em todo o estado e aumentar o risco de agravamento da seca, principalmente nas regiões do interior. De acordo com as previsões dos principais centros meteorológicos internacionais, há grande probabilidade de ocorrência do fenômeno com intensidade moderada a forte, além da possibilidade de evolução para um episódio muito forte. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o que altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do mundo. Historicamente, o evento favorece o aumento das chuvas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, enquanto reduz as precipitações em áreas das regiões Norte e Nordeste. As previsões climáticas para o trimestre de julho, agosto e setembro apontam predominância de chuvas abaixo da média na faixa leste do estado e temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. O aumento das temperaturas pode intensificar a evaporação da água, ressecar o solo e elevar a demanda hídrica da vegetação, pressionando ainda mais os recursos hídricos, sobretudo nas áreas mais vulneráveis. Fatores Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Pereira, os impactos do fenômeno dependem de diversos fatores. “Esses impactos variam de acordo com a intensidade do fenômeno, o período do ano e a interação com outros sistemas oceânicos e atmosféricos, especialmente as condições térmicas do Oceano Atlântico Tropical“, explica. A especialista também destacou que a intensidade do El Niño será determinante para a ocorrência de secas mais severas no Nordeste. (Fonte: JC Online)
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026, cenário que pode intensificar a seca em Pernambuco, especialmente nas regiões do interior. A previsão é de chuvas abaixo da média no Leste do Estado entre julho e setembro, além de temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. O alerta da Apac acompanha as projeções dos principais centros meteorológicos internacionais e da Organização Meteorológica Mundial, que indicam rápida intensificação do El Niño nos próximos meses. Segundo o organismo internacional, o fenômeno já está em desenvolvimento no Oceano Pacífico e tem potencial para atingir intensidade forte entre o fim de 2026 e o início de 2027, aumentando o risco de ondas de calor, estiagens e eventos climáticos extremos em diversas partes do mundo. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Historicamente, esse fenômeno altera o regime de chuvas no Brasil, favorecendo precipitações acima da média nas regiões Sul e Sudeste e reduzindo as chuvas em parte do Norte e do Nordeste. Em Pernambuco, a preocupação está voltada principalmente para a possibilidade de agravamento da seca após um primeiro semestre considerado mais favorável. Entre fevereiro e maio deste ano, as chuvas dentro da normalidade contribuíram para reduzir gradualmente as áreas sob seca, melhorando parcialmente as condições dos reservatórios e da produção agrícola. Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Pereira, a intensidade dos impactos dependerá do comportamento do fenômeno e da interação com outros sistemas climáticos. “Esses impactos variam de acordo com a intensidade do fenômeno, o período do ano e a interação com outros sistemas oceânicos e atmosféricos, especialmente as condições térmicas do Oceano Atlântico Tropical”, explica. A especialista ressalta que o comportamento do El Niño será determinante para o cenário de estiagem no Nordeste. “A intensidade do El Niño é o que vai ditar essa ocorrência de secas no Nordeste”, destaca. Leia mais no link da bio. Foto: Rafael Vieira/DP Foto
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026. Segundo a Apac, o cenário pode provocar temperaturas acima da média em todo o estado e aumentar o risco de agravamento da seca, principalmente nas regiões do interior. De acordo com as previsões dos principais centros meteorológicos internacionais, há grande probabilidade de ocorrência do fenômeno com intensidade moderada a forte, além da possibilidade de evolução para um episódio muito forte. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o que altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do mundo. Historicamente, o evento favorece o aumento das chuvas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, enquanto reduz as precipitações em áreas das regiões Norte e Nordeste. As previsões climáticas para o trimestre de julho, agosto e setembro apontam predominância de chuvas abaixo da média na faixa leste do estado e temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. O aumento das temperaturas pode intensificar a evaporação da água, ressecar o solo e elevar a demanda hídrica da vegetação, pressionando ainda mais os recursos hídricos, sobretudo nas áreas mais vulneráveis. Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Pereira, os impactos do fenômeno dependem de diversos fatores. "Esses impactos variam de acordo com a intensidade do fenômeno, o período do ano e a interação com outros sistemas oceânicos e atmosféricos, especialmente as condições térmicas do Oceano Atlântico Tropical", explica. A especialista também destacou que a intensidade do El Niño será determinante para a ocorrência de secas mais severas no Nordeste. Confira mais detalhes no link do story. Foto: Guga Matos/JC Imagem *jk *card *cidades *digital
O fenômeno El Niño está em desenvolvimento no Oceano Pacífico e pode influenciar o clima em Pernambuco durante o segundo semestre de 2026. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), a tendência é de temperaturas acima da média em todo o estado e redução das chuvas, principalmente no Sertão. Segundo a meteorologista Edvânia Santos, da Apac, os efeitos do fenômeno podem agravar as condições de seca na região e impactar a disponibilidade hídrica nos próximos meses. Em vídeo divulgado pela agência, a especialista explica como o El Niño atua sobre o clima e detalha os possíveis impactos para Pernambuco. A Apac informou que segue monitorando as condições oceânicas e atmosféricas e divulgará novas atualizações caso haja mudanças no cenário climático. (imagem: Divulgação/ Apac | Reprodução/ Banco de Imagem Pexels) #ElNiño *ll *digital #Pernambuco
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026 em Pernambuco, reforçando a necessidade de monitoramento das condições climáticas, bem como da adoção de medidas preventivas para reduzir os possíveis impactos sobre os recursos hídricos, a agricultura, a pecuária e a população no Estado. As previsões dos principais centros meteorológicos internacionais indicam elevada probabilidade de estabelecimento de um evento de El Niño com intensidade entre moderada e forte, havendo ainda aumento significativo da possibilidade de evolução para um episódio muito forte. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, provocando alterações nos padrões de precipitação e temperatura em diversas regiões do planeta. Para Pernambuco, as previsões climáticas sazonais para o trimestre de julho, agosto e setembro apontam predominância de chuvas abaixo da média no setor leste do Estado e temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. Entretanto, diante da atual previsão de desenvolvimento de um El Niño de moderado a forte e da possibilidade de temperaturas mais elevadas durante o período seco no Nordeste, existe potencial para o agravamento das condições de seca nos próximos meses, especialmente nas regiões do interior do Estado. O aumento das temperaturas favorece maior evaporação da água, intensifica o ressecamento do solo e eleva a demanda hídrica da vegetação, podendo pressionar ainda mais os recursos hídricos, principalmente nas áreas que apresentam maior vulnerabilidade climática e dependem do armazenamento superficial de água. Post por Natália Rodrigues Imagem: Reprodução
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou um alerta para a alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño durante o segundo semestre de 2026. Segundo a Apac, o cenário pode provocar temperaturas acima da média em todo o estado e aumentar o risco de agravamento da seca, principalmente nas regiões do interior. De acordo com as previsões dos principais centros meteorológicos internacionais, há grande probabilidade de ocorrência do fenômeno com intensidade moderada a forte, além da possibilidade de evolução para um episódio muito forte. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o que altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do mundo. Historicamente, o evento favorece o aumento das chuvas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, enquanto reduz as precipitações em áreas das regiões Norte e Nordeste. As previsões climáticas para o trimestre de julho, agosto e setembro apontam predominância de chuvas abaixo da média na faixa leste do estado e temperaturas acima da média em todo o território pernambucano. O aumento das temperaturas pode intensificar a evaporação da água, ressecar o solo e elevar a demanda hídrica da vegetação, pressionando ainda mais os recursos hídricos, sobretudo nas áreas mais vulneráveis. Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Pereira, os impactos do fenômeno dependem de diversos fatores. "Esses impactos variam de acordo com a intensidade do fenômeno, o período do ano e a interação com outros sistemas oceânicos e atmosféricos, especialmente as condições térmicas do Oceano Atlântico Tropical", explica. A especialista também destacou que a intensidade do El Niño será determinante para a ocorrência de secas mais severas no Nordeste. (imagem: Guga Matos/ Acervo JC Imagem) #Seca *ll *digital #Apac
uma simulação feita por inteligência artificial (o Google Gemini) sobre como seria, hipoteticamente, uma “guerra pela água” no Semiárido brasileiro diante de um Super El Niño. O ângulo da pauta não é alarmista — é histórico e analítico. Conecta três momentos: o passado trágico do Sertão (Canudos e os campos de concentração de 1915), o cenário hipotético gerado por IA, e os avanços reais das últimas décadas que tornam esse cenário extremo improvável, mas não impossível. O diferencial é jornalístico: usar uma ferramenta de IA como gatilho de debate, sem tratá-la como profecia. O Nordeste brasileiro já viveu dias em que a falta de água custou vidas, dignidade e liberdade. Em 1896, foi Canudos. Em 1915, foram os currais do governo — campos de concentração para flagelados da seca que inspiraram Rachel de Queiroz a escrever “O Quinze”. Agora, diante das previsões de um possível Super El Niño em 2026, uma pergunta incômoda volta à mesa: o Brasil está mais preparado para evitar uma tragédia como essas, ou os fantasmas do passado podem voltar a rondar o Sertão? Para explorar essa questão, o colunista Geraldo Eugênio recorreu a um experimento pouco ortodoxo — perguntou à inteligência artificial Gemini, do Google, como se desenrolaria uma “guerra pela água” na região. A resposta, detalhada e perturbadora, serve de ponto de partida para uma reflexão sobre o que mudou — e o que ainda preocupa. A memória que pesa: Canudos e os campos de concentração Resgatar o contexto histórico citado na coluna: Canudos (1896-97), a aniquilação de uma comunidade de 25 mil pessoas, e os “currais do governo” de 1915, que inspiraram a literatura de Rachel de Queiroz. Explicar por que essas memórias ainda estruturam o imaginário sobre seca no Nordeste. 📌O experimento com IA: o que a simulação do Gemini revela 📲 acesse o link na nossa Bio e leia a matéria completa @jornaldosertaope #semiarido #elnino #noticias
ECONOMIA ♨ A previsão de um El Niño de forte intensidade nos próximos meses tem mobilizado especialistas, produtores rurais e representantes do setor produtivo em Pernambuco. A previsão de meteorologistas internacionais é que o fenômeno, caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, alcance patamares semelhantes aos registrados em 1997 e 2015, considerados alguns dos eventos mais severos das últimas décadas. 🌎 Embora seja um fenômeno natural e recorrente, o contexto atual preocupa cientistas devido à combinação entre o El Niño e o avanço das mudanças climáticas globais. O resultado esperado é um cenário de chuvas abaixo da média, temperaturas mais elevadas, redução da disponibilidade hídrica e impactos significativos sobre a agricultura, a pecuária, a geração de energia e os preços ao consumidor. 📍 Para Pernambuco, os efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis. O estado já possui uma das menores disponibilidades hídricas do país e concentra importantes cadeias produtivas dependentes do clima, como a agricultura familiar, a pecuária leiteira e a produção sucroenergética. Especialistas alertam que os reflexos econômicos podem ser sentidos tanto no campo quanto nas cidades, especialmente por meio do aumento da inflação dos alimentos e dos custos de energia. ➡ Segundo o economista Paulo Alencar, as projeções atuais indicam uma probabilidade de aproximadamente 63% de ocorrência de um evento considerado forte ou muito forte. De acordo com ele, os impactos econômicos mais intensos devem aparecer a partir do início de 2027, quando as perdas de produtividade começarem a chegar ao mercado consumidor. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #elnino #inflação #agropecuaria #pernambuco 📝: Clara Nascimento, Felipe Nascimento e Maysa Sena/Folha de Pernambuco
📍Brasil vence Bélgica e segue invicto na VNL 📍Ondas de calor mataram cerca de 120 mil brasileiros em 20 anos, aponta estudo inédito 📍Partidos devem prestar contas anuais até 30 de junho ✍🏻 Post por Natália Rodrigues e Mariana Granja #GiroDeNotícias #CNF #CaruaruNoFace #Notícia
O fenômeno climático ‘El Niño’ tem a possibilidade de produzir efeitos em Pernambuco já a partir do próximo mês de julho, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC). O impacto previsto é de seca no estado. Diante do alerta, o Diario de Pernambuco procurou especialistas para entender o que esperar da situação. Segundo a meteorologista da Apac, Edvânia Santos, o El Niño consiste no aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico tropical, causando vários efeitos climáticos. “Quando mais aquecidas, as águas dessa região influenciam diretamente na circulação atmosférica global. Isso faz com que as chuvas, tanto na região Norte quanto Nordeste, sejam diminuídas, incluindo Pernambuco”, inicia. A meteorologista destaca que há consenso sobre o acontecimento do fenômeno; apenas a intensidade não está confirmada. “Temos uma previsão de favorecimento do El Niño. No mês de julho, provavelmente a gente já tem El Niño. É um consenso, já se observa que vai ter o fenômeno. A preocupação é se vai ser só de moderado a forte ou se ele será superforte”, comenta. Em três ocasiões anteriores o El Niño foi superforte, de acordo com Edvânia: entre os anos de 1982-83; 1997-1998; e 2015-2016, quando as anomalias ultrapassaram 2 graus. Esse histórico também é marcado por uma seca intensa ocorrida no Nordeste. Apesar de já ter início previsto para o próximo mês, o pico do fenômeno deve ser no fim deste ano e no início do próximo, entre novembro e janeiro, coincidindo com o verão brasileiro, conforme a meteorologista da APAC. Perante a possibilidade do El Niño superforte, ela também destaca a importância de manter a cautela no planejamento. “Se for um superforte, vai ter um impacto direto, especialmente nas chuvas de outono, no período chuvoso do ano que vem também. No entanto, mesmo que não seja super forte, seja só moderado a forte, é necessária atenção”, reforça.
A possibilidade de chegada do fenômeno El Niño preocupa especialistas em Pernambuco. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), os primeiros efeitos podem ser sentidos já a partir de julho, com redução das chuvas e aumento do risco de seca em várias regiões do estado. Segundo a meteorologista Edvânia Santos, o fenômeno é causado pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico tropical. Essa mudança interfere na circulação atmosférica e pode diminuir o volume de chuvas no Nordeste. A intensidade do evento ainda está sendo avaliada, mas a ocorrência do El Niño é considerada praticamente certa pelos especialistas. A Apac destaca que os impactos mais fortes devem ocorrer entre o fim deste ano e o início de 2027. Em episódios anteriores classificados como superfortes, o Nordeste enfrentou longos períodos de estiagem, afetando o abastecimento de água e atividades econômicas. Além dos efeitos climáticos, a Secretaria Estadual de Saúde alerta para possíveis reflexos na saúde da população. A redução da oferta de água pode favorecer o armazenamento inadequado, aumentando o risco de doenças diarreicas e da proliferação do mosquito transmissor de arboviroses. Crianças e idosos estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos do calor intenso e da desidratação. As autoridades orientam a população a acompanhar informações oficiais, economizar água e seguir as recomendações da Defesa Civil. O Governo de Pernambuco também mantém o monitoramento da situação por meio do programa VigiDesastres, enquanto os municípios são incentivados a atualizar seus planos de contingência.
Raquel Lyra (neutro)((LINK NA BIO)) A Comissão de Meio Ambiente da Alepe realizou nesta segunda (15) uma audiência pública para debater os impactos do chamado “Super El Niño” em Pernambuco. O fenômeno, provocado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, pode gerar consequências climáticas extremas no Nordeste brasileiro, causando secas, aumento de temperatura e inundações. >>Matéria completa no site.<< #politica #alepe #pernambuco #tánogiro
A agência climática dos Estados Unidos confirmou oficialmente a formação do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico, reacendendo a atenção de especialistas sobre os possíveis reflexos no clima em diversas regiões do planeta nos próximos meses. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, provocando mudanças nos padrões climáticos globais. No Brasil, os efeitos mais comuns incluem aumento das chuvas na Região Sul, redução das precipitações em áreas do Nordeste e temperaturas acima da média em diferentes localidades. Meteorologistas alertam que os primeiros impactos podem começar a ser observados ainda durante o inverno de 2026. No entanto, a tendência é de que a influência do El Niño se intensifique entre a primavera e o verão, períodos que podem registrar estiagens prolongadas, redução das chuvas e ondas de calor mais frequentes. Outro ponto que chama a atenção dos especialistas é a possibilidade de o fenômeno alcançar elevada intensidade. Projeções climáticas indicam uma chance significativa de que o El Niño atinja níveis considerados muito fortes entre o final de 2026 e o início de 2027, cenário que o colocaria entre os eventos mais intensos registrados nas últimas décadas. Embora os impactos variem de acordo com cada região, pesquisadores recomendam que setores como agricultura, abastecimento hídrico e defesa civil acompanhem atentamente as atualizações dos órgãos meteorológicos para planejar ações preventivas diante das possíveis mudanças climáticas. Post por Wagnner Sales Fonte: NOAA
📍 ESTA SEMANA NA COLUNA DE GERALDO O planeta está mais quente — isso já não é debate, é realidade. Recordes de temperatura se acumulam e os efeitos são cada vez mais visíveis. Mas o que pouca gente discute é o impacto combinado entre ação humana e fenômenos naturais como o El Niño — que agora se projeta com alta intensidade e pode trazer reflexos diretos para o Nordeste. 💧 Em meio a esse cenário, obras estruturantes como a Adutora do Agreste, a ampliação da Adutora do Pajeú, o açude de Entremontes e o Canal do Sertão voltam ao centro da discussão. ➡️ Estamos preparados para o futuro hídrico? ➡️ Há planejamento ou estamos reagindo sempre tarde? Uma análise direta, técnica e necessária sobre clima, infraestrutura e desenvolvimento regional. 📖 Leia a coluna completa e entenda o que está em jogo. No link da Bio @jornaldosertaope #MudançasClimáticas #ElNiño #Nordeste #Infraestrutura #CriseHídrica
🌊 O oceano está mandando um recado. E o Nordeste precisa ouvir. Uma massa de água com temperatura até 7°C acima do normal avança pelo Pacífico em direção à América do Sul. Previsão de chegada: junho de 2026. O Super El Niño preocupa cientistas do mundo todo — e o histórico é pesado: secas, colapso agrícola, escassez de água e fome. Mas desta vez o Nordeste está mais preparado do que em 2012, quando começou a seca mais longa em décadas. A transposição do São Francisco, os programas sociais e a eletrificação rural mudaram o cenário urbano. 👉O problema? O campo ainda é vulnerável. E o Brasil ainda não tem uma agência permanente para gerir secas — só comitês de emergência improvisados quando a crise já chegou. 📍 Leia a análise completa no jornaldosertaope.com.br 🔗 Link na bio @jornaldosertaope Fonte : coluna agronegócios por Geraldo Eugênio . #ElNiño2026 #Nordeste #SemiáridoBrasileiro #Seca
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