Grupos e alianças na federação UP
83 posts · 28 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:29:31
Sentimento da audiência por candidato
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O pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (UB), conversou com o Blog Cenário sobre a infindável disputa dentro da federação União Progressita para ocupar uma das vagas à Casa Alta na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele foi enfático ao afirmar que a líder do processo é a chefe do Palácio do Campo das Princesas e que Raquel tem preferência pelo nome dele. Sobre o presidente da federação, Eduardo da Fonte (PP), que garante que será o candidato de Raquel, Miguel apontou o desejo dele como legítimo e disse que aceita, caso Dudu queira sair avulso. Coelho ainda alfinetou seu concorrente, afirmando que “ganha eleição quem tem voto”. #BlogCenario #Pernambuco #Senado #UniaoProgressista #MiguelCoelho EduardodaFonte
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Segue indefinido o nome que ocupará a segunda vaga ao senado no palanque de Raquel Lyra. Enquanto isso, em vídeos publicados nas redes sociais, Miguel Coelho e Eduardo da Fonte partem para o ataque. Confira no vídeo. #políticape #miguelcoelho #eduardodafonte #pernambuco #blogdomf
FOLHA POLÍTICA por @mbetania_santana ✍ ⁉ A indefinição sobre as vagas ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) mantém o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito Miguel Coelho (União Brasil) no centro das negociações da Federação União Progressista. ➡ Enquanto a base governista ajusta os ponteiros, o senador Humberto Costa (PT) consolida ampla rede de sustentação. Mesmo posicionado no palanque adversário, o petista transita com desenvoltura e constrói pontes sólidas com gestores governistas. 📍 O movimento mais emblemático veio nessa sexta-feira (24), de Aliança, na Zona da Mata Norte. O prefeito Pedro Freitas (PP) declarou apoio à reeleição do petista. 👉 A adesão carrega peso duplo: além de integrar o núcleo próximo a Raquel Lyra, Pedro Freitas preside a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), entidade representativa das 184 prefeituras do estado. Das mais de 130 fechadas com o senador, pouco mais de 80 estão alinhadas ao Palácio das Princesas. 🤝 A convivência entre Humberto Costa e Raquel Lyra supera o institucional. Desde o início da gestão, ambos adotam postura cortês, sem atrito. Nos discursos ao lado de João Campos (PSB), prefere enaltecer os investimentos do presidente Lula e destacar as entregas da capital. Deixa o embate administrativo e as cobranças à gestão estadual para outros quadros da oposição. ➡ Fiel às diretrizes do PT, que oficializou apoio ao ex-prefeito, cumpre as obrigações partidárias sem esticar a corda com o governo. Preserva a diplomacia na pré-campanha, cultiva acessos em ambos os lados e blinda a própria base. Saiba mais no Portal #FolhaPE 🤳 #folhapolítica #política #pernambuco 📝: Betânia Santana/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Humberto Costa (positivo)João Campos (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Coluna diária: Dilema de conviver com dois caciques Desgaste. Essa é uma palavra ouvida nas conversas com aliados da governadora Raquel Lyra (PSD), em virtude do imbróglio envolvendo seu preferido Miguel Coelho (UB) e o presidente da Federação União Progressista e do PP, Eduardo da Fonte. Ninguém sabe para quem pedir votos, enquanto a oposição está na rua a todo vapor. Falta uma semana para a convenção do PSD e continua o moído entre os dois pré-candidatos a só uma vaga de senador na chapa governista. A outra é de Túlio Gadêlha (PSD). Apesar da vantagem que Eduardo da Fonte tem, justamente pela posição que ocupa e ter maioria na direção estadual da federação, os aliados de Raquel veem ela atiçando o projeto de Miguel. O presidente do União Brasil se mantém grudado na governadora, presente nas agendas administrativas, enquanto Eduardo da Fonte fica naquela do “tô nem aí”. Pelo visto, o único acordo é antecipar a convenção da Federação União Progressista para 2 de agosto. As convenções do PP e União Brasil serão separadas no dia 1º e se encaminham para indicarem seus respectivos dirigentes ao Senado. Será mesmo que a definição ficará para o dia da festa de Raquel no Parador? Se for, quem perder a parada como vai reagir? Será que terá climão? Bem, a governadora vem fazendo as suas tentativas, espera que a direção nacional interceda, mas, contar com uma federação do tamanho da União Progressista e com dois líderes que não se bicam, tem seu preço. Coluna diária no dantasbarreto.com
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Em meio às articulações para a definição da chapa majoritária governista, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) divulgou um vídeo ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), reforçando a imagem de alinhamento entre os dois e defendendo a unidade do grupo político para as eleições deste ano. A publicação ocorre em um momento de intensas negociações em torno da segunda vaga ao Senado e é interpretada nos bastidores como mais um gesto político de aproximação e fortalecimento da parceria entre Eduardo e a governadora. O material destaca o discurso de união e de continuidade da aliança construída ao longo da gestão.
Eduardo da Fonte (neutro)Raquel Lyra (neutro)A disputa entre Miguel Coelho (União Brasil) e Eduardo da Fonte (PP) por uma vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) acaba de entrar em uma nova fase. Logo após a reunião entre dirigentes do Progressistas e o jurídico do PSD, realizada na noite da última quinta-feira (23), os bastidores da articulação passaram a indicar um desfecho cada vez mais favorável ao deputado federal Eduardo da Fonte. Na noite desta sexta-feira (24), os dois políticos protagonizaram uma pequena "disputa" nas redes sociais. Miguel Coelho fez uma publicação nesta sexta-feira (24) enaltecendo Raquel Lyra com vários comentários da população apoiando os dois na chapa majoritária. Na legenda, ele escreve: "O povo é quem sabe o que quer!". Mas Eduardo da Fonte também não ficou para trás. Em vídeo dedicado especialmente à governadora, ele escreve: "Eu e minha governadora! Pernambuco merece ver quem trabalha pelo mesmo propósito. Tenho orgulho de caminhar ao lado de quem também acredita que o nosso estado vem acima de qualquer diferença. É assim que a gente constrói conquistas que chegam aos quatro cantos de Pernambuco. Vamos juntos. Com respeito, diálogo e muito trabalho. Sempre pelo nosso povo". (Foto: Reprodução/Instagram Miguel Coelho e Eduardo da Fonte) #eleições2026 #miguelcoelho #eduardodafonte #raquellyra *ls *digital #digital *digital #digital
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (positivo)Miguel Coelho (UB) ou Eduardo da Fonte (PP), quem vai estar ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo senado? Acompanhe o comentário do jornalista Wellington Ribeiro, no quadro "Os Provérbios da Política", desta sexta-feira (24). Welington Ribeiro é jornalista e editor-chefe do Blog Ponto de vista. O quadro "Os Provérbios da Política" vai ao ar todas às sextas-feiras, no programa Amanhecendo com Cristo, na Rádio Tamandaré AM 890 e é disponibilizado nas redes sociais @miguelcoelhope @eduardodafonte @raquellyraoficial #política #pernambuco #radio #recife #blogs
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)JC Online - A governadora Raquel Lyra (PSD) teria proposto ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP) nesta quinta-feira (23), lançar de forma avulsa os três pré-candidatos da base governista: Eduardo, Miguel Coelho (UB) e Túlio Gadelha (PSD). Em entrevista ao Jornal do Commercio, Miguel disse que aceitou a alternativa. Interlocutores de Eduardo, no entanto, dizem que não houve acordo. 👉 Leia a matéria completa, link nos stories, ou acessando www.araripinaemfoco.com 📝 Edição: Alline Ribeiro ✍🏻 Redação: Renan David 📸 Reprodução #araripina #noticias #araripinaemfoco #pernambuco #sertaodoararipe
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)👉Com a inspiração da minha Triunfo querida direto da festa dos Estudantes. O mercado político pernambucano passou as últimas horas imerso em um festival de especulações e notas plantadas. De um lado, a articulação em torno do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho; do outro, a movimentação do deputado federal Eduardo da Fonte (Dudu). Uma disputa aberta de bastidores dentro do campo governista que tenta, a todo custo, colocar a governadora contra a parede e forçar uma escolha antecipada para o Senado. Mas há um detalhe que muitos analistas parecem estar esquecendo: Em Pernambuco, o Palácio não é refém de palanque! Se a briga de vaidades e a pressão dos grupos políticos continuarem esticando a corda, a governadora tem em mãos a opção mais altiva e estrategicamente confortável: desarmar o impasse e não escolher nenhum dos dois. Deixar que tanto Miguel quanto Dudu sigam com suas candidaturas proporcionais à Câmara Federal (ou busquem caminhos avulsos) e construir uma chapa majoritária sem ruídos ou cobranças excessivas com dois nomes sempre à disposição: Túlio Gadelha e Fernando Dueire. Essa “terceira via” palaciana ganha força justamente no momento em que a gestão demonstra curva de ascensão nas pesquisas de opinião. E a história política de Pernambuco nos ensina uma lição clara sobre esses momentos: quando o governador entra forte na disputa, é a cabeça de chapa que puxa o Senado — e não o contrário. O peso da tradição pernambucana *📲Quer entender melhor? Clique no link da bio @jornaldosertaope #politica #senado #eleiçao
Eduardo da Fonte (neutro)Fernando Dueire (positivo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)Túlio Gadelha (positivo)A disputa pelas vagas ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (23). Segundo informações publicadas pelo Jornal do Commercio, a governadora apresentou ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP) uma proposta para que os três pré-candidatos da base governista — Eduardo da Fonte, Miguel Coelho (União Brasil) e Túlio Gadelha (PSD) — mantenham suas pré-candidaturas de forma avulsa, deixando a definição para o decorrer da campanha eleitoral. Em entrevista ao Jornal do Commercio, Miguel Coelho afirmou que aceitou a alternativa apresentada pela governadora e defendeu que o grupo permaneça unido em torno do projeto de reeleição de Raquel Lyra. Para o ex-prefeito de Petrolina, a estratégia preserva a unidade da base e permite que a decisão sobre as vagas ao Senado amadureça ao longo da disputa eleitoral. Apesar da sinalização positiva de Miguel, interlocutores do deputado Eduardo da Fonte afirmaram ao JC que não houve qualquer acordo sobre a proposta. Segundo essas fontes, as conversas continuam e ainda não existe uma definição quanto à composição da chapa majoritária. A formação da chapa para o Senado tem sido um dos principais desafios da base governista. Com três nomes competitivos buscando duas vagas, a governadora tenta construir uma solução que evite desgastes internos e preserve a aliança política para a eleição de 2026. A possibilidade de manter as três pré-candidaturas em aberto é vista como uma alternativa para adiar a decisão e permitir que o cenário eleitoral evolua antes da escolha definitiva. Enquanto isso, as negociações seguem nos bastidores e a expectativa é de que novas reuniões entre os partidos da base aliada ocorram nos próximos dias para buscar um consenso sobre a composição da chapa majoritária de Raquel Lyra.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)🗳️ A definição da segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) segue como um dos principais assuntos da política pernambucana. Enquanto Túlio Gadêlha já aparece como nome confirmado para uma das vagas, a outra continua em aberto e movimenta os bastidores entre o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil). 🤝 Os dois políticos integram a Federação União Progressista (PP e União Brasil) e mantêm suas pré-candidaturas. Nos últimos dias, ambos reafirmaram que participarão das convenções marcadas para oficializar seus nomes, o que demonstra que a disputa interna ainda está longe de uma definição. 🏛️ Nos bastidores, diferentes informações circulam sobre o assunto. Enquanto alguns veículos apontam que Eduardo da Fonte estaria mais próximo de ser o escolhido, outros destacam que Miguel Coelho continua no páreo e segue dialogando diretamente com a governadora. Nesta semana, Miguel voltou a se reunir com Raquel Lyra durante um almoço, reforçando as articulações políticas. 📋 A governadora tem evitado anunciar um nome e sustenta publicamente que a definição cabe à Federação União Progressista. Ao mesmo tempo, ela tem mantido reuniões com as duas lideranças em busca de uma composição que preserve a unidade da base governista. ❓ E você, qual nome acredita que deve representar a chapa governista na disputa pelo Senado ao lado de Raquel Lyra? 💬 Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate com respeito! 👉 Siga @vicencia_conectado e fique por dentro das principais notícias de Pernambuco. #BlogVicenciaConectado #Pernambuco #Política #Senado #Eleições 🗳️ ````2
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Por Igor Maciel – JC A disputa entre Miguel Coelho (União Brasil) e Eduardo da Fonte (PP) por uma vaga na chapa de Raquel Lyra (PSD) finalmente começou a caminhar para uma solução. O entendimento em construção entre o PSD e a Federação União Progressista aponta para Eduardo como candidato ao Senado. O avanço ocorreu depois de uma quinta-feira (23) em que o grupo da governadora tentou resolver duas vagas com três candidaturas avulsas. Algo questionável sob vários pontos de vista e que causou muita estranheza no meio político. Pela proposta que circulou, Miguel, Eduardo e Túlio Gadelha (PSD) seriam lançados ao Senado pelo mesmo palanque, sem estar no palanque. Depois de meses procurando um nome para completar a chapa, apareceu a alternativa de não escolher ninguém e entregar três nomes ao eleitor. A proposta aumentou a confusão antes de qualquer chance para uma solução. E foi rejeitada. Pressão Raquel convocou deputados e prefeitos do PP para uma conversa no Palácio do Campo das Princesas pela manhã. Eduardo, presidente estadual do partido e da federação, foi chamado somente depois. Para alguns interlocutores, a ordem pareceu uma tentativa de pressioná-lo por meio de seus aliados. Pode não ter sido essa a intenção, mas foi a leitura produzida pelo método. O resultado apontou na direção contrária. O efeito foi inverso. Prefeitos e deputados reafirmaram apoio a Eduardo. Em vez de encontrar uma base disposta a convencê-lo a desistir, o Palácio ouviu um grupo unido em torno dele. A pressão, caso tenha sido essa a estratégia, voltou acompanhada de uma demonstração de força. Íntegra no meu blog
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Tão logo iniciou o ano de 2026, a governadora Raquel Lyra (PSD) chegou a se reunir com o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e fez uma sugestão tentadora para trazer também Miguel Coelho (UB) que na época ainda estava na base de João Campos (PSB): as duas vagas ao Senado seriam ocupadas por Eduardo da Fonte e Miguel Coelho. Um pelo PP e o outro pelo União Brasil. Na época, nem um e nem o outro acreditavam tanto assim no sucesso de duas candidaturas. A mesma sugestão também foi levada para Miguel Coelho (UB) que ainda estava na base de João Campos e aguardava um posicionamento do socialista. 1. Eduardo da Fonte também conversou com João. Da mesma forma que Marília Arraes e Silvio Costa Filho conversaram durante um bom tempo com a governadora Raquel Lyra (PSD). Depois veio o anúncio por parte de João Campos. Sua chapa estava fechada com Humberto Costa e Marília Arraes concorrendo ao Senado. O que ninguém imaginava no início do ano é que iria acontecer uma reviravolta no cenário político que deixariam a governadora Raquel Lyra (PSD) antes das convenções numericamente à frente de João Campos (PSB) e com isso, as chances que estavam como remotas lá atrás, passaram a ser reais. Daí em diante, passamos a observar uma verdadeira disputa dentro da disputa eleitoral: pela indicação da segunda vaga. Ainda temos muitas pessoas que não acreditam muito que a governadora Raquel Lyra venha a se reeleger e levar junto dois senadores, mas para outros isso já passou a ser uma possibilidade real, embora ainda com chances de hoje fazer apenas um. Tanto Miguel Coelho (UB) como Eduardo da Fonte (PP) estão certos hoje de que um dos dois que venha a disputar pela federação na chapa de Raquel Lyra uma das vagas está com a faca e o queijo nas mãos para obter sucesso. Se as chances continuassem sendo remotas como era lá atrás, não teríamos essa disputa e tudo estaria resolvido. Mas onde a disputa é grande, é sinal de que existe sim chance real e concreta. […] Confira mais detalhes no link do nosso perfil ou nos stories . Acesse: www.blogdosilvinhosilva.blogspot.com . #blogdosilvinho #colunadoblog #raqurllyra #miguelcoelho #joaoc
Eduardo da Fonte (neutro)Humberto Costa (neutro)João Campos (neutro)Marília Arraes (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Após receber, no Palácio do Campo das Princesas, o presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, Eduardo da Fonte, e o deputado federal Lula da Fonte, como a coluna antecipara, às 10h desta quinta-feira (23), a governadora Raquel Lyra almoçou com o dirigente estadual do União Brasil, Miguel Coelho. Em jogo, está a vaga do Senado em sua chapa, alvo de disputa ainda entre Eduardo e Miguel. Em contagem regressiva para sua convenção, marcada para o próximo dia 2, a gestora, na manhã de ontem, não só contemplou os dois lados envolvidos, como encaminhou uma reunião do PP com o Jurídico dela às 18h, também desta quinta-feira (23). Para a reunião, foram escalados, do lado dela, o advogado Leucio Lemos e, do lado dos progressistas, Pietro Duarte. Eduardo e Lula da Fonte também compareceram ao encontro com os advogados na sede do PSD. Ainda pela manhã, a governadora voltou a cogitar ter duas candidaturas da federação ao Senado, suscitando a hipótese de concorrerem os dois: Eduardo e Miguel. De pronto, o dirigente estadual do PP considerou que isso significaria coligar na majoritária e perder o tempo de rádio e TV do Senado. Não arrodeou e devolveu: “Vou fazer o bom para a senhora e o ruim para mim?”. A conversa já havia girado em torno do mesmo ponto na reunião em Brasília, quando Raquel fora à mesa com Eduardo, com o deputado federal Fernando Filho, irmão de Miguel, e com os dirigentes nacionais da federação, Antonio Rueda (União) e Ciro Nogueira (PP), além, de André Teixeira, vice-presidente estadual do PSD. O PP repisou, nesta quinta (23), que o nome indicado e aprovado pela executiva estadual da União Progressista era o de Eduardo da Fonte. Raquel apontou que a data da convenção da federação, prevista para o próximo dia 5, era outro problema aos seus olhos. Foi direta e quis saber o por que de o ato ter sido postergado para três dias depois do dela, se o PP já tinha claro que a apoiaria. A pergunta foi: por que deixar para o último minuto? Leia mais no link da bio. Foto: Divulgação, Rafael Vieira/DP Foto e Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Se as convenções tivessem acontecido um ano atrás, a governadora Raquel Lyra poderia ter se curvado às vontades de Eduardo da Fonte. Naquele período da pré-campanha, o socialista João Campos liderava com folga a corrida pelo governo do estado. De lá para cá, muitas coisas mudaram: Miguel, que era aliado de João, hoje está com Raquel, como esteve no segundo turno das eleições de 2022. Já o deputado federal Eduardo da Fonte continuou buscando espaço e até ensaiou uma ruptura com o governo para se aliar a João. Como as convenções têm datas previstas de 20 de julho a 5 de agosto do ano em que acontecem as eleições, a governadora ainda tem tempo suficiente para decidir sobre sua chapa majoritária. Pelo que se sabe, Raquel já tem uma definição quanto aos nomes: Priscila Krause continua sendo sua vice e Tulio Gadelha, um dos seus senadores. A outra vaga para o Senado, a governadora teria como preferência o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Tudo leva a crer que Raquel não vai abrir mão da prerrogativa de líder do processo, e isso doa a quem doer. O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que tem liderança inquestionável dentro do seu partido, insiste em manter sua pré-candidatura para o Senado, mesmo sabendo que não tem a preferência da governadora. Em caso de não acordo entre o líder dos Progressistas e a governadora, alguém vai sair no prejuízo eleitoral. Pelo menos dois sertanejos poderiam sofrer penalizações em termos de votos, com as consequências de uma possível rebeldia de Dudu da Fonte: um deles, o deputado estadual e ex-secretário de Raquel, Kaio Maniçoba, e ainda a ex-deputada Roberta Arraes, que vai depender muito do apoio de Evilásio. Segundo fontes do blog e pessoas próximas de Eduardo da Fonte, ele estaria disposto a retirar o nome em caso de desistência de Miguel. Materia completa em didigalvao.com.br
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Tão logo deixou o Palácio do Campo das Princesas, após uma conversa reservada com a governadora Raquel Lyra e sua vice, Priscila Krause, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), tratou de reafirmar que continua na disputa pelo Senado. “Não faço política com ameaças ou pelo troca-troca”, disparou ele, falando ainda em “capricho político de quem quer que seja”. O posicionamento de Miguel vai na contramão das declarações do deputado federal Lula da Fonte, que garantiu que Eduardo da Fonte é o nome referendado para ocupar a vaga na chapa majoritária e que a confirmação da escolha “é uma questão de rito”. O que se sabe é que a governadora buscou, durante café da manhã nesta quinta-feira (23), encontrar um caminho para garantir que as duas pré-candidaturas fossem viabilizadas. Mas o PP foi enfático ao mostrar que tem o controle da Federação União Brasil e que não abre mão de Eduardo da Fonte como candidato oficial. De sua parte, Miguel repete o discurso de que há espaço para todos. A disputa segue após mais um capítulo sem consenso, e o tempo vai se exaurindo com a aproximação da homologação da chapa majoritária. O que está em jogo, e qual será o desfecho? Estamos vendo apenas pressão, ou há uma estratégia bem calculada sendo executada?
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A governadora Raquel Lyra (PSD) teria proposto ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP) nesta quinta-feira (23), lançar de forma avulsa os três pré-candidatos da base governista: Eduardo, Miguel Coelho (UB) e Túlio Gadelha (PSD). Em entrevista ao Jornal do Commercio, Miguel disse que aceitou a alternativa. Interlocutores de Eduardo, no entanto, dizem que não houve acordo. Sobre a disputa pela vaga ao Senado, Miguel disse ter informado à governadora que não faria objeção à entrada de Eduardo da Fonte na disputa. "Ela disse: 'Agora para o Senado, os dois são Miguel e Túlio. Agora eu entendo que, se Eduardo quiser, como ele se lançou, a gente lança os três, e eu aceito os três, não tem problema nenhum'", disse o pré-candidato parafraseando a governadora. De acordo com fonte próxima ao presidente do PP, a proposta de candidaturas avulsas foi apresentada por Raquel Lyra durante as conversas, mas não foi aceita por Eduardo da Fonte, que teria saído satisfeito do encontro com a chefe do Executivo, segundo prefeitos e parlamentares. (Foto: JC Imagem) #politica #eleições2026 #raquellyra #pernambuco *ls *digital #digital *digital #digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A governadora Raquel Lyra (PSD) recebeu prefeitos e deputados estaduais ligados ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para um café da manhã no Palácio do Campo das Princesas, nesta quinta-feira (23), em mais um movimento das articulações na tentativa de formação da sua chapa majoritária em busca da reeleição. Segundo fontes ouvidas pelo Jornal do Commercio, prefeitos e deputados do PP reafirmou apoio à reeleição da governadora. Ao mesmo tempo, eles defenderam o nome de Eduardo para ocupar a segunda vaga ao Senado na chapa da Federação União Progressista. Durante a conversa, Raquel Lyra teria sinalizado aos aliados sua preferência pessoal pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) para a vaga ao Senado da Federação União Progressista. A governadora teria relatado aos aliados que, no início das movimentações para a composição de sua chapa, convidou Eduardo da Fonte por duas vezes para disputar o Senado, mas o deputado recusou o convite. Posteriormente, ele também manteve conversas com o pré-candidato ao Governo pelo PSB, João Campos. (Foto: JC Imagem) #eleições2026 #raquellyra #eduardodafonte #miguelcoelho #eleiçõessjcc *ls *digital #digital
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)A governadora Raquel Lyra (PSD) recebeu prefeitos e deputados estaduais ligados ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para um café da manhã no Palácio do Campo das Princesas, nesta quinta-feira (23), em mais um movimento das articulações na tentativa de formação da sua chapa majoritária em busca da reeleição. Segundo fontes ouvidas pelo Jornal do Commercio, prefeitos e deputados do PP reafirmaram apoio à reeleição da governadora. Ao mesmo tempo, eles defenderam o nome de Eduardo para ocupar a segunda vaga ao Senado na chapa da Federação União Progressista. Durante a conversa, Raquel Lyra teria sinalizado aos aliados sua preferência pessoal pelo ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB) para a vaga ao Senado da Federação União Progressista. A governadora teria relatado aos aliados que, no início das movimentações para a composição de sua chapa, convidou Eduardo da Fonte por duas vezes para disputar o Senado, mas o deputado recusou o convite. Posteriormente, ele também manteve conversas com o pré-candidato ao Governo pelo PSB, João Campos. Apesar disso, Raquel afirmou aos presentes que não teria objeção ao nome de Eduardo caso a Federação União Progressista chegasse a um consenso em torno do deputado, sem divergências internas entre os partidos que compõem a aliança. Segundo relatos obtidos pelo JC, a governadora também teria mencionado a possibilidade de Eduardo disputar uma candidatura "avulsa" ao Senado e reforçou que deseja acelerar a definição da chapa majoritária. Arraste para o lado e confira mais detalhes. Fotos: Jailton Jr./JC Imagem, Thiago Cristino/Câmara dos Deputados e Junior Souza/JC Imagem #RaquelLyra #MiguelCoelho #EduardoDaFonte *politica *carrossel *vv *digital
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Após praticamente um mês de encontros e articulações, a impressão que se tem é que a solução do processo da escolha do segundo nome ao Senado escapou das mãos da governadora Raquel Lyra (PSD). Nesta quinta-feira (23), Miguel Coelho deu o tom do tamanho do problema. "O que a gente não pode deixar é que esta disputa sadia termine prejudicando o projeto de reeleição da governadora", disse ele, em entrevista ao JC. A situação chegou a um ponto que, segundo Miguel, durante reunião com deputados e prefeitos do PP, nesta quinta, Raquel propôs que "saísse todo mundo avulso": Miguel, Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha (o único que tem a vaga garantida). O impasse foi chegando como quem não queria nada, acabou ficando e atingiu aquele estágio em que nenhum dos lados aceita ceder, porque sabe que isso significa uma derrota pública. De um lado, Eduardo da Fonte (PP) está amparado no rito formal. Em 29 de junho, a Executiva Estadual da Federação União Progressista (União Brasil e PP) aprovou seu nome para a disputa. Do outro, Miguel Coelho (União Brasil), ancorado na proximidade com Raquel, já avisou: se não for o escolhido, sairá como candidato avulso. O impasse ameaça implodir a coligação oficial da Federação com Raquel, com impacto na unidade do palanque e no tempo de propaganda eleitoral de rádio e TV (fora outras consequências que talvez a gente nem consiga vislumbrar hoje). O prazo final das convenções, 5 de agosto, se aproxima. Até agora, nenhum anúncio de solução. O enredo que temos visto não é garantia de que um final feliz (para a campanha governista) está fora de cogitação. Na política e nos dramas, quem controla o roteiro consegue, às vezes, mudar tudo no capítulo final. Às vezes. 📸Reprodução/Divulgação 🏛️ POLÍTICA COM HISTÓRIA, e vice-versa 🔗 Leia a matéria completa em: blogdovandeck.com.br 📍 Link na Bio e nos Stories
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)Túlio Gadelha (neutro)Do Blog do Elielson A tentativa da governadora Raquel Lyra (PSD) de construir uma saída de consenso para a disputa pela segunda vaga ao Senado na chapa governista não prosperou durante reunião realizada nesta quinta-feira. Segundo fontes ouvidas pela CBN, a gestora apresentou a proposta de manter três nomes na mesa: Túlio Gadelha, Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil). A alternativa, no entanto, foi rejeitada pelos prefeitos e deputados do Progressistas presentes ao encontro, mantendo o impasse em torno da definição da vaga da Federação União Progressista. Após a reunião com as lideranças do partido, Raquel Lyra se reuniu reservadamente com o deputado federal Eduardo da Fonte e o deputado Lula da Fonte. O conteúdo da conversa não foi divulgado, e o encontro terminou sem uma definição sobre a composição da chapa majoritária. Com isso, a disputa pela segunda vaga ao Senado permanece em aberto, às vésperas das convenções partidárias. #raquellyra #eduardodafonte #miguelcoelho
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)Túlio Gadelha (neutro)Apesar de todas às expectativas criadas até o momento sobre a reunião da governadora Raquel Lyra (PSD) como deputados e prefeitos do Progressista, não houve muito avanço. Raquel chegou ainda a defender, de acordo com informações, que os três nomes apresentados até o momento: Túlio Gadelha (PSD), Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (UB), disputem as duas vagas pela base governista. Seria uma novidade e tanto já que nunca um candidato a governador chegou a apresentar mais do que dois nomes. A tese de candidatura múltipla, com Miguel disputando de maneira avulsa foi rechaçada. Eduardo da Fonte foi escolhido pelo comando estadual da federação União Progressista. Miguel Coelho é filiado ao União Brasil e com isso fica praticamente inviável sua pré-candidatura. A governadora lembrou ainda que chegou a oferecer as duas vagas a federação União Progressista lá no início do ano, mas que com a resistência e a negativa, terminou fazendo outros movimentos que culminaram na filiação de Túlio Gadelha para compor a chapa em uma das vagas para o Senado. Tulio terá na campanha o papel de ser a voz para eleitores de Lula que votam em Raquel. Enquanto isso, aguarda-se qual caminho que Raquel irá tomar com relação a segunda vaga. […] Confira mais detalhes no link do nosso perfil ou nos stories . Acesse: www.blogdosilvinhosilva.blogspot.com . #blogdosilvinho #blogpolitico #noticiasdiarias #politica #pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Lula (neutro)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)O deputado estadual Joel da Harpa (PP) afirmou que a definição da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), especialmente sobre a vaga ao Senado, deve ser concluída nos próximos dias. A declaração foi dada em entrevista exclusiva ao blog e à Rede Pernambuco de Rádios após o café da manhã promovido pela governadora com deputados e prefeitos do Progressistas, nesta quinta-feira (23), no Palácio do Campo das Princesas. Segundo Joel, o encontro teve como foco o alinhamento da base para o início da campanha e o fortalecimento da aliança entre PP e União Brasil. “Raquel está muito animada junto com a base aliada, principalmente o nosso partido, PP, para ir para essa reeleição. Não tenho dúvida de que a federação, tanto União Brasil quanto o PP, está junta nesse projeto de reconstruir o Estado de Pernambuco”, afirmou. Questionado sobre a possibilidade de Eduardo da Fonte integrar a chapa como candidato ao Senado, o parlamentar evitou antecipar a decisão, mas afirmou que ela deverá ser tomada antes das convenções partidárias. “Eduardo é um grande político e um quadro importante para Pernambuco, como o próprio Miguel também é. Eu entendo que até as convenções partidárias essa decisão deve acontecer”, disse Joel da Harpa. Notícia completa no link da bio.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Raquel propõe três nomes ao Senado, mas plano é rejeitado em reunião com prefeitos e deputados do PP A tentativa da governadora Raquel Lyra (PSD) de construir uma saída de consenso para a disputa pela segunda vaga ao Senado na chapa governista não prosperou durante reunião realizada nesta quinta-feira. Segundo fontes ouvidas pela CBN, a gestora apresentou a proposta de manter três nomes na mesa: Túlio Gadelha, Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil). A alternativa, no entanto, foi rejeitada pelos prefeitos e deputados do Progressistas presentes ao encontro, mantendo o impasse em torno da definição da vaga da Federação União Progressista. Após a reunião com as lideranças do partido, Raquel Lyra se reuniu reservadamente com o deputado federal Eduardo da Fonte e o deputado Lula da Fonte. O conteúdo da conversa não foi divulgado, e o encontro terminou sem uma definição sobre a composição da chapa majoritária. Com isso, a disputa pela segunda vaga ao Senado permanece em aberto, às vésperas das convenções partidárias.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A movimentação política nos bastidores da sucessão estadual ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (23). Após promover um café da manhã com prefeitos e deputados do Progressistas, a governadora Raquel Lyra recebeu, no Palácio do Campo das Princesas, o presidente estadual do PP e da Federação União Progressista, deputado federal Eduardo da Fonte, acompanhado do deputado Lula da Fonte. O encontro ocorre em meio ao impasse sobre a definição da vaga ao Senado e à discussão em torno do calendário das convenções partidárias. A antecipação das convenções do PP e do União Brasil para o dia 1º de agosto, antes da convenção da Federação marcada para 5 de agosto, elevou a temperatura das negociações. O PP pretende homologar o nome de Eduardo da Fonte, enquanto o União Brasil deve confirmar Miguel Coelho. A palavra final, porém, caberá à convenção da Federação União Progressista. Nos bastidores, aliados avaliam que a governadora busca reduzir as tensões e preservar a unidade da base governista. Ao mesmo tempo, lideranças do Progressistas defendem que a escolha feita pela executiva estadual da Federação, que aprovou o nome de Eduardo da Fonte por maioria, seja respeitada na etapa final do processo. A definição sobre quem representará a Federação na disputa pelo Senado continua sendo um dos principais temas da política pernambucana e deve influenciar diretamente a composição da chapa majoritária para as eleições de 2026. E Túlio? Aí será outra história. Aguarde!
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A relação entre a governadora Raquel Lyra e o deputado federal Eduardo da Fonte entrou definitivamente em uma zona de tensão. O café da manhã convocado pela governadora para esta quinta-feira com prefeitos e deputados do PP, sem o consentimento e sem o convite ao presidente estadual do partido e da Federação União Progressista, foi interpretado nos bastidores como mais um capítulo do desgaste entre os dois. O gesto reforça a disposição de Raquel em manter a defesa do nome do ex-prefeito Miguel Coelho para a disputa ao Senado, contrariando a preferência de Eduardo da Fonte, que tem o aval da executiva estadual e trabalha para ocupar a vaga na chapa majoritária. Agora, todas as atenções se voltam para o encontro desta manhã. Mais do que reunir aliados, a expectativa é saber qual será a estratégia adotada pela governadora para administrar a crise e tentar manter unido um grupo político que vive um dos momentos mais delicados desde o início das articulações para as eleições.
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Não foi em tom ameno que o convite feito pela governadora Raquel Lyra aos parlamentares e prefeitos do PP para um café da manhã, às 8h desta quinta (23), foi recebido nas hostes progressistas. O clima pesou entre os próprios convidados. Coube a eles transmitir a notícia ao presidente estadual da legenda, Eduardo da Fonte, e ao deputado federal Lula da Fonte. O assunto foi levado à mesa na sede do PP na tarde desta quarta (22). Considerando a reação que se deu, não é sem um briefing que as lideranças chegarão ao Palácio das Princesas. As palavras de ordem, segundo quem acompanhou as conversas, foram: “ouvir” e “prudência”. Mas a interpretação que prevaleceu, nas coxias, foi a seguinte: “No lugar de distensionar, ela puxa o problema para o colo dela”. Houve deputado que leu o convite como “constrangimento”. “Vai causar um grande constrangimento. Ela não pode chegar para gente e impor em quem a gente vai votar”, assinala o parlamentar em reserva. Outra fonte tachou o movimento de “negócio desarrumado”. Em pauta, está a questão do Senado, que segue sem consenso na Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil. Eduardo da Fonte e Miguel Coelho seguem ambos como pré-candidatos à Casa Alta. Pessoas próximas à governadora, à coluna, relatam que a intenção dela é “tirar temperatura” a respeito disso mesmo. Há quem admita que a movimentações passada de Eduardo da Fonte, ao deixar o governo e voltar, ainda pesam na equação, tendo sido “traumatizante”. “A imprevisibilidade tem seu preço na política”, argumenta uma fonte que orbita em torno de Raquel. E pondera: “Pode atrair vantagens, mas também teu seu ônus”. Do outro lado, progressistas não se furtam a externar o mal-estar: “O clima no grupo de prefeitos e deputados ficou muito mal. Por mais que ela não queira ele (Eduardo) para o Senado, juntar os filiados para tratar disso e não avisar é muito ruim para todo mundo”. A conferir. Leia mais no link da bio. Foto: Rafael Vieira/DP Foto e Thiago Cristino/Câmara dos Deputados
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)FOLHA POLÍTICA ➡A receita do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para resolver o impasse criado dentro da Federação União Progressista na disputa por uma das vagas ao Senado parece simples: doses de tranquilidade e maturidade. 📌O problema é que os ingredientes não estão disponíveis e a disputa entre ele e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) segue firme. Ninguém abre mão da possibilidade de uma candidatura ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). 🗓Os partidos que os dois comandam em Pernambuco e que integram a federação marcaram suas convenções para o mesmo dia: 1º de agosto, mas acontecerão separadamente e servirão para oficializar as chapas proporcionais - candidaturas de deputados estaduais e federais. 👉A convenção da federação está agendada para o dia 5 de agosto, último dia possível, de acordo com a legislação eleitoral. Se não houver definição, caberá à executiva nacional, que, tudo indica, repassará de volta para a estadual. ‼A governadora, por sua vez, realiza a convenção no dia 2 de agosto e tem duas opções: ou chega ao Clube Português com o nome do deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) para uma das vagas ao Senado e deixa a outra reservada para a federação. ➡Ou não espera a convenção da União Progressista e já leva a chapa pronta para ser anunciada. Este último deve ser o caminho mais provável para a gestora. #politica #pernambuco 📝: Betânia Santana/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A disputa pela segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) ganhará um novo capítulo no próximo dia 1º de agosto. Ainda sem consenso sobre quem representará a Federação União Progressista na majoritária, Progressistas (PP) e União Brasil realizarão convenções estaduais separadas no mesmo dia, homologando seus pré-candidatos ao Senado: o deputado federal Eduardo da Fonte, pelo PP, e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, pelo União. Embora as duas legendas integrem a mesma federação partidária, a definição oficial do nome que disputará o Senado pela União Progressista só deverá ocorrer quatro dias depois. A convenção da federação está marcada para 5 de agosto e terá como uma de suas atribuições deliberar sobre a coligação majoritária e homologar os candidatos para as eleições deste ano. O Progressistas realizará sua convenção entre 11h e 17h, no Recife. De acordo com o edital assinado pelo presidente estadual da legenda, Eduardo da Fonte, o encontro homologará as candidaturas do partido ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), além de deliberar sobre coligações. No mesmo dia, pela manhã, o União Brasil promoverá sua convenção na sede estadual do partido, no bairro da Boa Vista. Em nota, a legenda informou que o ato homologará a pré-candidatura de Miguel Coelho ao Senado, além dos candidatos a deputado federal e estadual. A sequência do calendário evidencia o impasse que se arrasta há meses e ainda aguarda uma solução da direção nacional da federação. Até lá, PP e União Brasil manterão, formalmente, candidaturas distintas para a mesma vaga na chapa governista. Integrantes da União Progressista ouvidos pelo JC afirmaram que as convenções de PP e União Brasil cumprem etapas internas previstas pelos partidos, mas que a deliberação com efeito para a federação ocorrerá apenas em 5 de agosto. Segundo eles, isso não invalida as reuniões convocadas pelas duas legendas. Confira mais detalhes no link do story. Foto: Divulgação; Vinicius Loures/Câmara dos Deputados *jk *card *politica *digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)✍🏽 por @victoriaollliveira Com a proximidade da convenção do PSD, marcada para 2 de agosto, a governadora @raquellyraoficial (PSD) aproveita a reta final para consolidar apoios e concluir as negociações da chapa majoritária. Segundo apuração do Blog Cenário, a gestora tem pressa para resolver a disputa pela segunda vaga ao Senado. Fontes palacianas afirmaram ao blog que a intenção é fechar a composição até o próximo sábado (25), permitindo alinhar os últimos detalhes antes da convenção e garantir que o grupo chegue unido ao início da campanha. O principal impasse continua na Federação União Progressista. O ex-prefeito de Petrolina e presidente estadual do União Brasil, @miguelcoelhope , e o deputado federal @eduardodafonte (PP), que preside a federação em Pernambuco, marcaram as convenções de seus partidos para 1º de agosto. Já o da UP ficou para 5 de agosto, último dia do calendário eleitoral para homologação das candidaturas. Miguel e Eduardo disputam a mesma vaga ao Senado na chapa da governadora. A primeira cadeira, por sua vez, segue reservada ao deputado federal Túlio Gadêlha (PSD), cenário que, até o momento, permanece inalterado. Nos bastidores, o senador Fernando Dueire (PSD), pré-candidato natural à reeleição, também intensificou as articulações. Fontes relataram ao blog que ele se reuniu em Brasília com o presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, em busca de fortalecer sua posição nas negociações. Caso o impasse na federação resulte em candidaturas avulsas de Miguel e Eduardo, cresce a possibilidade de Dueire ocupar a segunda vaga ao Senado, formando uma chapa inteiramente composta por filiados ao PSD. Ao mesmo tempo, Raquel precisa conduzir as negociações de forma a preservar a permanência da Federação União Progressista em seu palanque. Além de evitar desgastes com aliados estratégicos, a governadora busca assegurar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, considerado um ativo importante para a campanha. #Politica #Pernambuco #RaquelLyra #Senado #BlogCenario
Eduardo da Fonte (neutro)Fernando Dueire (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A mais recente movimentação do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), em torno da disputa por uma vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) parece muito mais uma tentativa de produzir um factoide político do que uma iniciativa com viabilidade jurídica. Ele distribuiu um release informando que a convenção do seu partido, o União Brasil, marcada por ele para o próximo dia 1, se destina a homologar sua candidatura ao Senado. Não é verdade. Esta convenção só tem autonomia para homologar os candidatos a deputado federal. Seu partido tem que indicar 30% das vagas de federal e estadual para a federação homologar em convenção no próximo dia 5. Quanto ao Senado, só a federação pode fazer a escolha e homologação da candidatura. A legislação eleitoral e as regras que disciplinam as federações partidárias são claras. Desde que foi homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, passou a atuar como um único partido para fins eleitorais. Isso significa que as decisões sobre candidaturas não pertencem mais isoladamente a cada legenda, mas à própria federação. O TSE estabelece que as convenções das federações devem ocorrer de forma unificada, não sendo admitidas deliberações isoladas de um dos partidos que as integram para definir candidaturas em desacordo com a decisão da federação. Em Pernambuco, a instância competente da Federação Progressista já se reuniu e deliberou. Por ampla maioria, sem nenhum voto contrário, referendou o nome do deputado federal Eduardo da Fonte para compor a chapa majoritária ao Senado ao lado da governadora Raquel Lyra. E isso será referendado no próximo dia 5. Íntegra no meu blog
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (negativo)Impasse no Senado pode mudar estratégia de Raquel Lyra A disputa entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho pela vaga da Federação União Progressista ao Senado segue sem definição e pode impactar diretamente a formação da chapa da governadora Raquel Lyra. Nos bastidores, cresce a possibilidade de a governadora deixar uma das vagas ao Senado em aberto até a convenção da federação, marcada para o dia 5 de agosto, preservando espaço para um acordo e evitando interferir na disputa interna. Caso não haja entendimento entre os grupos, a disputa poderá ser levada à Justiça Eleitoral, prolongando a definição sobre quem representará a Federação União Progressista na corrida pelo Senado e aumentando a expectativa em torno da composição final da chapa governista para as eleições de 2026. Confira todos os detalhes e os possíveis desdobramentos dessa articulação política no Blog do MF. Link na bio. #BlogdoMF #Pernambuco #Política #Eleições2026 #Senado
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)FOLHA POLÍTICA por @mbetania_santana ✍ 🗓 A decisão de agendar a convenção da Federação União Progressista para 5 de agosto - limite do prazo legal, e três dias após o ato do PSD da governadora Raquel Lyra - soou como provocação nos bastidores. ➡ O gesto expõe a tensão entre Progressistas e União Brasil, com o deputado federal Eduardo da Fonte e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho como pré-candidatos ao Senado, rivalizando espaço na chapa majoritária. A outra vaga, em tese, estaria garantida para Túlio Gadêlha (PSD). 📍 Eduardo da Fonte minimiza o desgaste. Atribui a leitura de crise a insinuações da oposição, e prega serenidade. Para sustentar a postulação, exibe o aval da executiva nacional do PP, chancelado em Brasília durante reunião comandada, ontem, pelo deputado Ciro Nogueira. ➡ Da Fonte aposta na maturidade adquirida nas quase duas décadas de Câmara Federal. Reúne o apoio de cerca de 30 prefeitos, lidera bancada de dez deputados na Alepe e cobra reconhecimento pelo suporte decisivo à governabilidade do estado. 👉 A tese do grupo liderado por Da Fonte é usar o limite do calendário e decidir com tranquilidade. O PP fará seu ato isolado dia 1º de agosto, no Recife. O União Brasil deve reunir-se na próxima semana. 🗓 Ao reservar a deliberação para o dia 5, o comando progressista joga a pressão final sobre o Palácio das Princesas. E não acredita correr riscos de perder a vaga. Se garante pelo volume de entregas e força política acumulada. A vaga ao Senado se transforma em um arrastado teste de paciência para o governo. Saiba mais no Portal #FolhaPE 📲 #uniãoprogressista #senado #folhapolítica #pernambuco 📝: Betânia Santana/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Segue o imbróglio na Federação sobre a vaga no Senado: Miguel ou Dudu?
Miguel Coelho (neutro)Em entrevista concedida ao programa Rádio Debate, da Rádio Polo @radio.polo , nesta terça-feira (21), o ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato a senador, Miguel Coelho (União Brasil), criticou duramente a definição da data da convenção partidária da federação, agendada para o dia 5 de agosto — o último dia do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral. Segundo Miguel Coelho, a escolha da data não passou por consenso e foi tomada de forma individual pelo presidente da federação em Pernambuco, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP). “A convenção do União Brasil será semana que vem, antes da da governadora, e a gente havia deliberado em reunião da federação de que poderia ser do dia 1º ao dia 5. Essa decisão foi unilateral do deputado Eduardo da Fonte, enfim, não sei o que tá passando pela cabeça dele”, disparou Miguel Coelho. Disputa feroz pelo Senado e apoio de Raquel Lyra A divergência sobre o calendário de homologação reflete o impasse direto travado entre as duas lideranças pela indicação ao Senado Federal na chapa de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). Embora a executiva estadual da federação já tenha formalizado votação em favor do nome de Eduardo da Fonte, Miguel Coelho ignora a deliberação interna e mantém sua pré-candidatura ativa. O ex-prefeito de Petrolina conta com um forte trunfo nos bastidores: a preferência velada da própria governadora Raquel Lyra por seu nome para compor a vaga majoritária. Enquanto o União Brasil pretende realizar seu ato na próxima semana — antecedendo a convenção do PSD de Raquel Lyra —, o impasse na federação promete esticar as negociações até os últimos minutos do prazo regulamentar. *Com informações do @blog.polomais
Eduardo da Fonte (negativo)Raquel Lyra (positivo)Uma fonte bem próxima ao presidente estadual da federação União Progressista, Eduardo da Fonte, informou que, ao contrário do que foi postado neste blog, há pouco, não existe reunião convocada por ele para tratar de composição na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Também negou que a relação de Eduardo com Raquel, em razão dos desencontros na escolha do candidato a senador pela federação, tenha azedado. “Pelo contrário, nunca houve um momento de maior harmonia entre eles”, declarou essa mesma fonte. Acrescentou que o que existe, na verdade, são segmentos contrariados tentando fomentar um clima de discórdia entre a governadora e Eduardo, o que não existe. “Eduardo, inclusive, está em Brasília, chamado para uma reunião com a executiva da federação”, assinalou.
Eduardo da Fonte (neutro)Raquel Lyra (neutro)A governadora Raquel Lyra (PSD) chegará à convenção estadual de sua candidatura à reeleição sem conseguir apresentar uma chapa majoritária completa. A situação, incomum na política pernambucana recente, decorre da decisão da federação União Progressista de realizar sua convenção apenas no dia 5 de agosto, três dias após o evento da governadora. A expectativa é que somente nessa data a federação oficialize a indicação do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para disputar uma das vagas ao Senado, conforme a posição já consolidada pela maioria da direção estadual da União Progressista. Raquel, no entanto, segue defendendo o nome do ex-prefeito Miguel Coelho (União Brasil), mantendo um impasse que atravessa há meses as negociações do grupo governista. Diante da falta de entendimento, a convenção do PSD deverá homologar apenas as candidaturas de Raquel Lyra ao Governo de Pernambuco, de Priscila Krause à vice-governadoria e de Túlio Gadelha ao Senado, todos filiados ao mesmo partido. A impossibilidade de apresentar uma chapa completa evidencia as dificuldades da governadora em arbitrar conflitos dentro da própria base, expondo fragilidade política justamente no momento em que deveria demonstrar unidade e capacidade de articulação para a disputa eleitoral.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)Túlio Gadelha (neutro)Em meio às movimentações para a formação da chapa que disputará as eleições de 2026, a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause (PSD), preferiu adotar um tom de cautela ao comentar a definição do segundo nome que concorrerá ao Senado na composição liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD). Enquanto o primeiro nome já está encaminhado com Túlio Gadêlha (PSD), a segunda vaga continua sendo alvo de debates e indefinições entre Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil). Durante a convenção estadual do Podemos, realizada nesta segunda-feira (20), no Recife, Krause afirmou que as articulações continuam em andamento e que o grupo utilizará o tempo disponível para construir a "melhor montagem de chapa". "Estamos trabalhando. A gente tem prazo e o tempo vai ser utilizado em favor da melhor montagem de chapa, para que a gente continue apresentando a Pernambuco as melhores opções", afirmou Priscila Krause. (Foto: Divulgação) #priscilakrause #politica #eleições2026 *ls *digital #digital *digital #digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Em meio às movimentações para a formação da chapa que disputará as eleições de 2026, a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause (PSD), preferiu adotar um tom de cautela ao comentar a definição do segundo nome que concorrerá ao Senado na composição liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD). Enquanto o primeiro nome já está encaminhado com Túlio Gadêlha (PSD), a segunda vaga continua sendo alvo de debates e indefinições entre Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil). Durante a convenção estadual do Podemos, realizada nesta segunda-feira (20), no Recife, Krause afirmou que as articulações continuam em andamento e que o grupo utilizará o tempo disponível para construir a "melhor montagem de chapa". "Estamos trabalhando. A gente tem prazo e o tempo vai ser utilizado em favor da melhor montagem de chapa, para que a gente continue apresentando a Pernambuco as melhores opções", afirmou Priscila Krause. (Foto: Divulgação) #priscilakrause #politica #eleições2026 *ls *digital #digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Em meio às movimentações para a formação da chapa que disputará as eleições de 2026, a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause (PSD), preferiu adotar um tom de cautela ao comentar a definição do segundo nome que concorrerá ao Senado na composição liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD). Enquanto o primeiro nome já está encaminhado com Túlio Gadêlha (PSD), a segunda vaga continua sendo alvo de debates e indefinições entre Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil). Durante a convenção estadual do Podemos, realizada nesta segunda-feira (20), no Recife, Krause afirmou que as articulações continuam em andamento e que o grupo utilizará o tempo disponível para construir a "melhor montagem de chapa". "Estamos trabalhando. A gente tem prazo e o tempo vai ser utilizado em favor da melhor montagem de chapa, para que a gente continue apresentando a Pernambuco as melhores opções", afirmou Priscila Krause. A vice-governadora também fez questão de destacar que, apesar das articulações políticas, a prioridade do governo continua sendo a administração do Estado. Segundo ela, o calendário eleitoral não pode sobrepor o trabalho diário da gestão. "A gente tem um governo que precisa continuar moendo. A governadora sempre disse que é 'pé no acelerador sem perder o foco'. A eleição, a campanha, é um capítulo, é uma parte desse processo e ela vai acontecer. Mas, todos os dias, o tempo inteiro, é time na rua, trabalhando para transformar Pernambuco", declarou. Nas redes sociais, Krause ainda reforçou o discurso de unidade entre os partidos e o compromisso do atual governo com o estado. "Quando existe diálogo, responsabilidade e compromisso com as pessoas, quem ganha é o nosso Estado. Seguimos construindo uma caminhada baseada na união, no trabalho e na certeza de que Pernambuco pode continuar avançando com quem conhece os desafios da nossa gente e trabalha para enfrentá-los todos os dias", publicou. Vídeo: Divulgação *politica *video *vv *digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Por Edson Mota – Blog da Folha O pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, classificou nesta segunda-feira (20) que a possibilidade de haver uma judicialização em torno da definição do nome que irá compor a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra seria o “caminho mais burro” para a definição. Atualmente, há um impasse na Federação União Progressista (composta pela União Brasil e pelo PP). “Óbvio que a judicialização é uma alternativa, mas acho que é o caminho mais burro, pois mostra que o diálogo e o respeito não puderam suprir uma demanda que é básica do ser humano. As conversas [entre as partes] são muito amadurecidas, tanto por nossa parte da federação quantos por parte da própria governadora”, disse Miguel Coelho. Miguel Coelho garantiu ainda que a sua candidatura para a Casa Alta estará assegurada para as eleições de outubro. “A minha tranquilidade é que terei a minha candidatura registrada, seja com apoio da federação local ou seja com a anuência da nacional. E, acima de tudo, eu tenho o apoio da governadora Raquel Lyra”, disse. Convenção Abrindo a estação das convenções partidárias, o Podemos realizou nesta segunda-feira (20) a oficialização das candidaturas da sigla. O evento aconteceu no bairro da Ilha do Leite, área central do Recife, e serviu para ratificar o apoio à governadora Raquel Lyra (PSD), que, inclusive, esteve representada na solenidade pela vice-governadora Priscila Krause (PSD). Além dela, o pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (UB), e outros quadros locais se fizeram presentes. De acordo com o presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, o Podemos estará atuando de forma constante para dar apoio ao nome da governadora para os próximos quatro anos. “Para nós é uma satisfação podermos cravar esse apoio à governadora. A reeleição dela é importante e, a partir de agora, vamos andar o estado para que ela possa dar continuidade ao Senado”, destacou. Ainda segundo ele, a sigla estará apoiando apenas Miguel Coelho na campanha para o Senado. “O nosso partido declarou apoio a ele há três, quatro meses. Entendemos que ele é o melhor para Pernambuco e vamo
Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (positivo)No comentário das 12h desta segunda-feira (20/07), o jornalista Nill Júnior analisa os bastidores do impasse para a escolha do segundo nome ao Senado no bloco governista da governadora e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra. Será que a novela “O direito de disputar” termina essa semana? A disputa entre Miguel Coelho e Eduardo da Fonte pela indicação ao Senado no grupo de Raquel Lyra ganhou novos capítulos com desdobramentos intensos nos bastidores. Com o primeiro nome ao Senado já definido - o do deputado federal Tulio Gadelha (PSD) - a vaga restante virou ponto de discórdia entre os dois aliados. Eduardo da Fonte (PP) acelerou a formalização do apoio da Federação União Progressista (União Brasil + PP), alegando peso numérico superior e respaldo da maioria, além de afirmar já ter sido escolhido e ter tido aval em conversas recentes. Já o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), contestou o resultado, recorreu à direção nacional do partido com Antonio Rueda e defende que a prerrogativa da escolha cabe à governadora Raquel Lyra, e não à federação, mantendo-se firme na disputa e exibindo proximidade com a governadora em agendas públicas. Para Nill, o grande dilema de Raquel Lyra é equilibrar dois blocos políticos de grande força regional sem desagradar nenhum dos lados antes do fechamento das chapas. O prazo político está no limite e a expectativa é que a definição final saia entre essa e a próxima semana. Acompanhe o comentário completo no vídeo do post e fique por dentro da política em www.nilljunior.com.br. Da redação/Itapuama FM. Conteúdo: Ítalo Henrique. #nilljunior #opinião #politicape #senado2026 #itapuamafm
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A indefinição sobre quem ocupará a vaga ao Senado na chapa de Raquel Lyra (PSD) tem mantido a governadora no centro das discussões políticas em Pernambuco. A disputa entre Miguel Coelho (União Brasil) e Eduardo da Fonte (PP) por um espaço na composição, analisa Igor Maciel, acaba ampliando a visibilidade da gestora e reforçando a percepção de força política em torno da chapa. O cenário, porém, deve ter um prazo para ser definido. O período de convenções partidárias começa neste 20 de julho e segue até 5 de agosto, quando as alianças e candidaturas precisam ser oficializadas. A expectativa é que a convenção de Raquel Lyra, marcada para o início de agosto, esclareça quem será o nome escolhido para a disputa ao Senado. Confira os detalhes na análise feita por @igorpmaciel. *politica *colunacenapolitica *video *cr *digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)Impasse na chapa de Raquel Lyra mantém indefinição sobre o Senado A poucos dias das convenções partidárias, a principal dúvida no grupo da governadora Raquel Lyra continua sendo a definição da segunda vaga ao Senado. As negociações envolvem a Federação União Progressista, que ainda busca consenso entre suas principais lideranças: Eduardo da Fonte ou Miguel Coelho? A convenção da federação foi marcada para o dia 1º de agosto, praticamente no limite do calendário eleitoral, o que reforça que a decisão ainda não foi tomada. A expectativa é que a composição da chapa seja fechada apenas às vésperas da oficialização das candidaturas. Enquanto a disputa pelo Governo do Estado já está consolidada, a corrida pelas vagas ao Senado segue como o principal foco das articulações políticas em Pernambuco. Leia a matéria completa no Blog do MF. Link na bio. #BlogdoMF #Pernambuco #Política #Eleições2026 #RaquelLyra
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Se há um assunto na política estadual que ninguém aguenta mais, tamanha chafurdação, é o impasse na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) na escolha dos candidatos ao Senado. Virou uma chatice, verdadeira novela mexicana das piores, sem graça. O mais hilário são as versões. A mais recente varreu o mundo político do Estado no último fim de semana, dando conta que, por sugestão do senador Ciro Nogueira (PP-PI), um dos caciques da Federação União Progressista, os escolhidos seriam Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, ambos da federação. Essa saída, levada a governadora, teria tido a anuência de Eduardo da Fonte. Não passa de mais uma piada de mau gosto, porque Da Fonte é um animal político, profissional do ramo, e por isso mesmo, sabe que entraria numa “fria”. Por quê? Ambos iriam em busca do voto no mesmo segmento de centro-direita. Neste caso, só um teria condições de se eleger. Como Miguel é mais conhecido, por já ter disputado uma eleição majoritária, levaria nítida vantagem. Isso sem esquecer que partiria também com uma votação expressiva no São Francisco, notadamente em Petrolina. Dudu da Fonte, como é tratado na intimidade, não tem nada de bobo. Também não dá murro em ponta de faca nem tem vocação para enxugar gelo. Se tudo isso não fosse suficiente para pôr abaixo essa “saída” draconiana, tem o fator Túlio Gadelha (PSD), já praticamente confirmado como o primeiro candidato ao Senado por Raquel na chapa dela.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)Túlio Gadelha (neutro)Miguel Coelho e Eduardo da Fonte nas agendas de Raquel à espera da decisão final Em meio ao impasse sobre quem da Federação União Progressista estará na chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), o deputado Eduardo da Fonte (PP) colou na aliada por dois dias consecutivos. Miguel Coelho (UB), que disputa a vaga diretamente com o progressista, manteve a rotina de cumprir as agendas junto com Raquel. Matéria no dantasbarreto.com
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Durante a solenidade em que recebeu o Título de Cidadão de Santa Cruz do Capibaribe, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) comentou as especulações sobre uma possível composição da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil. Questionado sobre informações divulgadas por parte da imprensa pernambucana de que a governadora já teria fechado um acordo político com Miguel Coelho, Eduardo da Fonte afirmou que não foi comunicado oficialmente sobre qualquer definição e destacou que a Federação União Progressista já indicou seu nome como pré-candidato ao Senado. “Não fui comunicado. Isso não é nada oficial. A nossa federação já reuniu a executiva e indicou o deputado Eduardo da Fonte como pré-candidato ao Senado. Esse processo será conduzido com muita tranquilidade, sob a liderança da governadora Raquel Lyra, junto com toda a bancada da federação”, afirmou ao Blog. O parlamentar também revelou que esteve reunido recentemente com Raquel Lyra. Segundo ele, a conversa tratou do fortalecimento do grupo político para as eleições de 2026, das pré-candidaturas proporcionais e da construção de uma aliança capaz de disputar o pleito estadual. Notícia completa no link da bio.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)🚨 Chapa de Raquel Lyra ainda segue indefinida para 2026 Apesar das especulações que tomaram conta dos bastidores da política pernambucana, a formação da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra, que disputa a reeleição em 2026, ainda não está definida. O principal impasse gira em torno de uma das vagas ao Senado. Nos bastidores, a disputa é protagonizada pelo deputado federal Eduardo da Fonte e pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, dois nomes de peso que buscam espaço na composição. Nos últimos dias, comunicadores, lideranças políticas e analistas têm levantado diferentes cenários, mas, até o momento, não houve definição oficial. O martelo ainda não foi batido, e a vaga para o Senado segue em aberto. Enquanto as negociações continuam, o cenário permanece indefinido e promete movimentar ainda mais os bastidores da política pernambucana nos próximos meses. E você, como avalia essa disputa nos bastidores? Deixe sua opinião nos comentários. #pernambuco #raquellyra #eleições2026 #blogfosilvalima #brasil🇧🇷
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A novela pela segunda vaga de senador na chapa da governadora segue, na verdade daria uma boa série da Netflix. A preferência da governadora Raquel Lyra pelo ex-prefeito Miguel Coelho para compor sua chapa ao Senado pode abrir uma nova frente de desgaste nas negociações da Federação União Progressista. Caso a escolha seja confirmada em desacordo com o entendimento firmado pela Executiva Estadual, que indicou o deputado federal Eduardo da Fonte, cresce nos bastidores a avaliação de que a aliança poderá enfrentar dificuldades para manter unificada a estrutura política e eleitoral da federação, incluindo um de seus principais ativos: o tempo de propaganda eleitoral. A disputa entre os dois nomes permanece sem consenso. Os sinais da preferência da governadora ficaram mais evidentes nas agendas políticas recentes. Em Vicência, Miguel Coelho voltou a acompanhá-la em compromissos públicos, reforçando a sintonia política entre ambos. A leitura é de que Raquel continua querendo manter sua palavra com o ex-prefeito de Petrolina para a composição da chapa. Enquanto isso, Eduardo da Fonte mantém uma estratégia própria de articulação. O presidente estadual da Federação União Progressista segue cumprindo agenda independente, enquanto a governadora estava na Mata Norte, ele estava no agreste recebendo o título de cidadão em Santa Cruz do Capibaribe.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (negativo)Seja qual for a escolha que mais lhe convier para a segunda vaga ao Senado na sua chapa, saindo da Federação Progressista, a governadora Raquel Lyra (PSD) terá pela frente um cenário, se não de crise, ao menos de extrema dificuldade para administrar dentro do conjunto de forças políticas que apoiam a sua candidatura à reeleição. No caso de o presidente estadual da federação, Eduardo da Fonte, ser ungido, o que parece mais provável, o grupo Coelho tende a reagir. Irmão do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, que disputa a vaga com Eduardo, o deputado Fernando Bezerra Coelho (UB) disse, ontem, numa emissora de rádio do Recife, que, independentemente do nome a ser escolhido, a família apoiará Raquel. Mas como se dará esse apoio, só Deus sabe, porque, na prática, Miguel terá sido preterido e o grupo não terá espaço na chapa majoritária, tendo em vista que a governadora já antecipou que não sacrifica Priscila Krause, atual vice. A outra vaga ao Senado já está garantida para o deputado Túlio Gadelha (PSD). Na hipótese de Miguel ser escolhido, o concorrente Eduardo já antecipou que a federação assumirá uma postura independente na campanha, não apoiando a reeleição de Raquel nem tampouco o pré-candidato da oposição, João Campos (PSB). Neste caso, há um agravante: Miguel também não poderá ser oficializado candidato pela federação, porque quem tem maioria no colegiado é Eduardo. Miguel também não pode concorrer como candidato avulso. A legislação diz que partidos que se unem numa federação passam a ser uma única legenda formalmente. O União Brasil, de Miguel, que se juntou ao PP, de Eduardo, perde o direito, portanto, do registro avulso, como tem sugerido o ex-prefeito de Petrolina na ânsia de ser candidato de todo jeito. A confusão bateu à porta da governadora e só ela terá poder e capacidade de buscar uma saída, que não está fácil. Por isso, para não pegar fogo, delegou aos caciques nacionais da federação, Ciro Nogueira e Antônio Rueda, a tarefa de escolher e indicar o candidato entre Eduardo e Miguel.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (negativo)Túlio Gadelha (neutro)O entorno da governadora Raquel Lyra, assim como a classe política pernambucana, acompanha atentamente os últimos acontecimentos em torno da definição dos nomes que irão compor sua chapa de reeleição, nas vagas destinadas à disputa para o Senado Federal. A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, é palco de uma dura disputa interna. De um lado, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho; do outro, o deputado federal Eduardo da Fonte. Ambos compartilham da vontade de disputar o Senado e também fazem juras de lealdade ao projeto político de Raquel. Ainda não existe uma definição sobre qual dos dois levará a melhor, mas a impressão que a classe política estadual tem é de que Da Fonte está muito mais forte nesta disputa interna. Ele preside não apenas o PP, mas também a própria Federação. Além disso, ele tem o apoio de dezenas de prefeitos, centenas de vereadores e bancadas fortes, tanto na Alepe quanto na Câmara Federal. A força eleitoral de Da Fonte é incontestável. Seu poder de articulação é nítido e sua base de apoio deverá ser fundamental na hora da decisão final, até porque a governadora Raquel Lyra necessita desse apoio massivo e leal, que hoje é representado por Eduardo da Fonte.
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A governadora Raquel Lyra (PSD) esteve reunida no último sábado com o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) que pleiteia uma vaga ao Senado em sua chapa. O encontro ocorreu após o ultimato dado pela gestora para que o PP e o União Brasil decidissem quem seria o nome da federação. Raquel não esconde de ninguém o desejo de que seja Miguel Coelho, presidente do União Brasil e ex-prefeito de Petrolina. No entanto, o seu desejo esbarra justamente na parte do PP da federação que é maioria e que já decidiu que deseja ver Eduardo da Fonte concorrendo e não Miguel. A escolha foi feita por unanimidade (Já que o União Brasil não votou) dos votos do comando da federação. É legítimo o desejo de Raquel de ter uma preferência sobre um nome. Mas, ela esbarra justamente em um forte muro de proteção, um verdadeiro paredão, que quer que a escolha da federação por Eduardo da Fonte seja mantida. Ao deixar que o comando nacional da federação escolha o nome que possa fechar sua chapa, Raquel coloca a batata quente nas mãos dos dois principais nomes: Eduardo da Fonte e Miguel Coelho. Isso porque Antonio Rueda que comanda a federação quer Miguel e Ciro Nogueira que divide o comando quer Eduarda da Fonte. E que seja feita a escolha por lá, e que venha só o nome para o anúncio. […] Confira mais detalhes no link do nosso perfil ou nos stories . Acesse: www.blogdosilvinhosilva.blogspot.com . #blogdosilvinho #blogpolitico #colunadoblog #miguelcoelho #eduardodafonte
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)O encontro entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o presidente da Federação União Progressista de Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte, na tarde de sábado (11), não foi conclusiva sobre a composição da chapa da gestora para o Senado Federal. Na reunião, Eduardo da Fonte teria mantido a posição de que é o nome indicado pela Federação para ser candidato a senador numa das duas vagas da chapa da gestora. Na última segunda-feira (6), Raquel Lyra manifestou preferência pelo presidente do União Brasil em Pernambuco e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, em reunião com os presidentes nacionais da Federação, o senador Ciro Nogueira e Antônio Rueda, em Brasília. Aos dirigentes nacionais do PP e União Brasil, respectivamente, ela alegou ter oferecido a vaga para o Senado a Eduardo da Fonte por duas vezes e disse ter recebido uma resposta negativa do então aliado, que, naquele momento, mantinha conversas com o principal opositor de Raquel Lyra, o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB). Após um prazo solicitado por Nogueira para rediscussão interna, uma nova reunião foi realizada na última quinta-feira (9), em que Eduardo da Fonte teria reafirmado o apoio – incondicional, segundo ele, – da Federação à reeleição da governadora. Na data, além de conversar com o deputado federal, a gestora recebeu antes no gabinete Miguel Coelho e reforçou o interesse em tê-lo como candidato na chapa. Informações de bastidores reveladas pela jornalista Betânia Santana, da Folha de Pernambuco, dão conta de que a governadora teria cogitado abrir mão de ter a Federação no palanque para manter a promessa feita a Miguel Coelho de uma vaga ao Senado. A reunião de sábado manteve a indefinição sobre quem de fato poderá ser o candidato da Federação. De acordo com fontes envolvidas na negociação, a decisão final agora está nas mãos da governadora.
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A definição da segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), ao lado de Túlio Gadelha, que migrou do Rede para o PSD, deixou de ser uma simples novela política. Virou, na verdade, um verdadeiro conclave. Nos bastidores dos direitistas, todos aguardam a fumaça branca sair do Palácio do Campo das Princesas. O impasse, porém, tem uma explicação clara. De um lado, cresce a força política de Eduardo da Fonte, que reúne o apoio da federação e aparece como o nome que mais concentra respaldo entre as lideranças envolvidas na construção da chapa. Do outro, Miguel Coelho insiste em manter sua candidatura, numa postura que muitos aliados classificam como infantil, por ignorar a correlação de forças e as regras do jogo político. Enquanto a decisão não sai, a fumaça continua preta. Resta saber quando ela ficará branca e, principalmente, se ouviremos o tradicional “Habemus”. Só que, desta vez, não será para anunciar um papa, e sim um senador.
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Segundo informações do Blog Dellas, da jornalista Teresinha Nunes, a decisão sobre a vaga do Senado será definida pelo comando nacional da federação União Progressista. Raquel Lyra (PSD) esteve reunida na tarde deste sábado com os deputados federais Lula da Fonte e Eduardo da Fonte, mas não se chegou a um consenso entre Dudu e Miguel Coelho. “Segundo uma fonte próxima ao PSD Raquel deve ligar ainda este sábado ou domingo para o senador Ciro Nogueira falando da decisão tomada por ela de deixar que a Federação se pronuncie através do próprio Ciro e do presidente do União Brasil, Antonio Rueda” afirma a matéria. […] Confira mais detalhes no link do nosso perfil ou nos stories . Acesse: www.blogdosilvinhosilva.blogspot.com . #blogdosilvinho #blogpolitico #noticiasdiarias #politica #pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)O senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional da Federação Progressista, não abriu mão da indicação do deputado Eduardo da Fonte para a vaga no Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) representando colegiado, formado pelo seu partido, o PP, com o União Brasil. Na quinta, prazo final pedido por Raquel, Ciro ligou para à gestora e disse que a federação não abre mão de Eduardo para Miguel Coelho. Daqui a pouco, Raquel tem uma conversa definitiva com Eduardo em Palácio.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)O presidente da Federação União Progressista (UP), deputado federal Eduardo da Fonte, tem nova reunião com a governadora Raquel Lyra (PSD) agendada para este sábado (11). O encontro tem como objetivo definir o nome da Federação que irá compor a chapa da gestora como candidato ao Senado Federal. A nova conversa ocorrerá dois dias após o pré-candidato ao Senado assegurar que a governadora tem apoio incondicional da federação na disputa pela reeleição. A perda do apoio era uma das preocupações da governadora, que poderia reduzir o tempo de propaganda de rádio e televisão. Em meio a uma disputa com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, pela presença na chapa da gestora, Da Fonte comunicou a Raquel Lyra que o indicado da Federação era ele. “O apoio da Federação é incondicional. A escolha do nome para o Senado tem que acontecer com harmonia e tranquilidade, levando em conta a força da Federação e o fortalecimento do grupo”, disse o parlamentar em entrevista. A conversa, na noite da última quinta-feira (09), no Palácio do Campo das Princesas, foi mais um desdobramento da reunião entre Raquel Lyra e o presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, e o presidente nacional do União Brasil, Antonio de Rueda, realizada em Brasília, na última segunda-feira (06). Além de Eduardo da Fonte, a Federação tem o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), como postulante a uma das vagas de candidato ao Senado. No encontro com os presidentes nacionais da agremiação, Raquel Lyra declarou ter dado a palavra a Coelho e ao deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) de que estariam na chapa majoritária. A preferência da governadora por Miguel teria motivado dúvidas quanto à permanência do apoio da Federação à reeleição, e, por isso, Ciro Nogueira, presidente do PP, pediu um prazo para rediscussão interna. Por Carol Brito/Blog da Folha
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Está exposta no mundo político, há um certo tempo, a luta entre o presidente estadual da Federação União Progressista, deputado federal Eduardo da Fonte, e o vice-presidente Miguel Coelho para ocupar uma vaga para o Senado na chapa da governadora Raquel Lyra. A peleja por si só tem dado pano para as mangas e ficou mais acirrada nos últimos dias quando a executiva estadual escolheu por cinco votos e duas abstenções o deputado Eduardo da Fonte como o indicado, em se confirmando a disposição da governadora de manter o colegiado, que uniu o PP e o União Brasil, sob seu guarda chuva aumentando de forma significativa o seu tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Leia mais no blogdellas. Link nos stories
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Raquel Lyra se reúne com Eduardo da Fonte e Miguel Coelho e acelera definição das vagas ao Senado A governadora Raquel Lyra intensificou, nesta quinta-feira (9), as articulações para a composição da chapa majoritária que disputará as eleições de 2026. Ao longo do dia, ela recebeu no Palácio do Campo das Princesas, em encontros separados, o deputado federal Eduardo da Fonte e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho. Segundo informações apuradas, as reuniões ocorreram em clima de diálogo e buscaram construir uma solução consensual para a definição das vagas ao Senado. Durante as conversas, Raquel reforçou a importância estratégica da Federação União Progressista em seu palanque e defendeu que a composição seja construída de forma harmoniosa, evitando desgastes e disputas internas. Apesar das conversas, ainda não há definição sobre a possibilidade de os dois líderes integrarem a mesma chapa. A alternativa já foi defendida por Miguel Coelho, mas enfrenta resistência dentro da Federação União Progressista. O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, já sinalizou que o nome apoiado pelo grupo para a disputa ao Senado é o de Eduardo da Fonte e que a federação não trabalha com a hipótese de lançar dois candidatos ao Senado disputando o mesmo eleitorado. Enquanto as negociações seguem nos bastidores, um novo elemento entrou no cenário político. Também nesta quinta-feira, o deputado federal Túlio Gadelha revelou, em entrevista, que recebeu convite da governadora Raquel Lyra e do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para se filiar ao partido e disputar uma vaga ao Senado. A expectativa é que Raquel Lyra conclua as definições sobre a composição da chapa majoritária até o fim deste fim de semana, encerrando um dos principais impasses das articulações para as eleições de 2026.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Em entrevista ao PodJá, o podcast do site Jamildo.com, a advogada especialista em direito eleitoral Diana Câmara comentou sobre o sistema das federações e explicou do ponto de vista jurídico sobre o impasse no União Progressista entre as pré-candidaturas ao Senado de Miguel Coelho (UB) e Eduardo da Fonte (PP) na chapa de Raquel Lyra (PSD) O bate-papo completo fica disponível a partir das 14h deste sábado (11), em nosso canal do YouTube. Link na bio. #miguelcoelho #eduardodafonte #uniãoprogressista #uniaobrasil #progressistas
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A escolha do segundo nome para o Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) chegou a um impasse. A essa altura, qualquer que seja o escolhido — Eduardo da Fonte (PP) ou Miguel Coelho (União Brasil) —, um terá motivos para se considerar vitorioso e o outro, derrotado. Na política, quando se estica demais a corda chega-se a um ponto em que recuar significa perder. Sempre se pode usar o argumento de que “o bom senso prevaleceu e chegou-se a uma conciliação”. Ok. Mas, para aquele que não conseguiu o que tanto lutou para obter, a sensação será de pura frustração e, por isso, como diria a IA, não terá sido uma conciliação, mas sim uma derrota — e daquelas que doem. Vai doer mais em Miguel Coelho, que se lançou desde o ano passado e já amargou um revés ao tentar uma das vagas ao Senado no palanque de João Campos (PSB). Mas doerá também em Eduardo da Fonte. Após desentendimentos com o governo estadual, ele teve seus indicados exonerados da administração, aguentou calado, refez as pazes, conseguiu emplacar novos nomes em cargos estaduais e seguiu os trâmites da decisão na Federação União Progressista, formada pelo PP e pela União Brasil. Ao fim do processo, foi escolhido pela Executiva Estadual da Federação e teve o nome referendado pelo copresidente nacional do bloco, senador Ciro Nogueira. Como, agora, esquecer tudo isso, abrir a porta e dizer: “Pode entrar, Miguel, que a casa é sua”? Eduardo da Fonte tem nas mãos um trunfo legal: a Executiva Estadual da Federação o escolheu, e a decisão foi endossada nacionalmente. Miguel Coelho tem nas mãos o trunfo da proximidade com a governadora. Uma solução padrão em casos semelhantes seria ofertar a vaga de vice para um nome indicado pelo postulante “derrotado”. Isso implicaria no sacrifício da atual vice, Priscila Krause (PSD), mas fontes do Governo asseguram que essa hipótese está fora de cogitação. Enfim, o impasse está criado. Claro, em política sempre há uma forma de encontrar a conciliação. Mas aí vocês já sabem o que é que a IA vai dizer… 📸 Foto: Divulgação 🏛️ blogdovandeck.com.br
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (neutro)“Ninguém pode impor, nem querer ser maior que a própria governadora, que é a liderança maior desse processo, ela que é o fio condutor da composição dessa chapa”. A fala é de Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado Federal pelo União Brasil na eleição do próximo mês de outubro. Miguel concedeu entrevista na manhã desta quinta-feira, dia 9, ao programa Cidade em Foco, da Rede Pernambuco de Rádios e à Coluna. Miguel Coelho vive o clima de disputa interna com o deputado federal Eduardo da Fonte, do PP, pela indicação da Federação União Progressista para participação na chapa encabeçada pela governadora Raquel Lyra, do PSD, que este ano disputará a reeleição. “O que nós, do União Brasil, podemos dizer, de forma muito tranquila, é que, se Eduardo da Fonte quiser ser candidato ao Senado, que sejamos os dois. O que não pode é o PP vetar o União Brasil, nem o União Brasil vetar o PP. Nós nunca fomos contra a candidatura de Eduardo da Fonte e não entendemos essa resistência do PP ao nosso partido”, disse ele. “O que decide, o que delibera sobre uma candidatura é a convenção partidária. Eduardo da Fonte e o PP não têm o poder de deliberar sobre esse tema”, disse Miguel e emendou: “Nunca um governador ou governadora foi coadjuvante no processo de escolha dos nomes da sua chapa”.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Raquel Lyra se reúne com Eduardo da Fonte e Miguel Coelho e acelera definição das vagas ao Senado A governadora Raquel Lyra intensificou, nesta quinta-feira (9), as articulações para a composição da chapa majoritária que disputará as eleições de 2026. Ao longo do dia, ela recebeu no Palácio do Campo das Princesas, em encontros separados, o deputado federal Eduardo da Fonte e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho. Segundo informações apuradas, as reuniões ocorreram em clima de diálogo e buscaram construir uma solução consensual para a definição das vagas ao Senado. Durante as conversas, Raquel reforçou a importância estratégica da Federação União Progressista em seu palanque e defendeu que a composição seja construída de forma harmoniosa, evitando desgastes e disputas internas. Apesar das conversas, ainda não há definição sobre a possibilidade de os dois líderes integrarem a mesma chapa. A alternativa já foi defendida por Miguel Coelho, mas enfrenta resistência dentro da Federação União Progressista. O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, já sinalizou que o nome apoiado pelo grupo para a disputa ao Senado é o de Eduardo da Fonte e que a federação não trabalha com a hipótese de lançar dois candidatos ao Senado disputando o mesmo eleitorado. Enquanto as negociações seguem nos bastidores, um novo elemento entrou no cenário político. Também nesta quinta-feira, o deputado federal Túlio Gadelha revelou, em entrevista, que recebeu convite da governadora Raquel Lyra e do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para se filiar ao partido e disputar uma vaga ao Senado. A expectativa é que Raquel Lyra conclua as definições sobre a composição da chapa majoritária até o fim deste fim de semana, encerrando um dos principais impasses das articulações para as eleições de 2026.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Indagado pela coluna, o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) é taxativo: “Eu não fui convidado para ser candidato a candidato”. Com nome posto para concorrer ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra, ele descarta qualquer hipótese de abrir mão de disputar a Casa Alta a despeito de um movimento que começa a se desenhar nos bastidores diante do impasse instalado na Federação União Progressista. Fontes envolvidas na construção cogitam a chance de Túlio “fazer um gesto” como plano B. A equação surge diante da iminência de a governadora ficar sem o tempo de TV da federação. Em outras palavras, uma chapa independente, que incluísse Miguel Coelho (União) e Eduardo da Fonte (PP), só poderia coligar com a da governadora em caso de consenso, coisa que vem sendo tratada como inviável nos bastidores. “Se os dois não se entenderem, cada partido lança seu candidato, e ela perde o tempo de TV”, detalha à coluna uma fonte que acompanha o processo. Isso se dá em função do Estatuto da federação. Em seu artigo 27, o documento realça que, na divergência, a decisão é da nacional. Detalhe que a direção da federação é repartida entre Antonio de Rueda e Ciro Nogueira. Ciro já sinalizou que não desautoriza Eduardo. E Rueda hipotecou apoio a Miguel. Se a federação não chegar a entendimento, não se descarta que um dos nomes seja candidato com Raquel e outro saia de forma independente. Consolidada essa divergência, uma coligação estaria inviabilizada. Como a coluna registrara, Raquel Lyra perguntou, ao PP, sobre o risco de ficar sem o tempo de rádio e TV, Eduardo da Fonte silenciou. A conferir. Confira a coluna Diario Político, assinada por Renata Bezerra de Melo, no link da bio. Foto: Rafael Vieira/DP Foto
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Embora o vice-presidente estadual do PSD, André Teixeira, tenha proposto na reunião da governadora Raquel Lyra com a direção nacional da Federação União Progressista um prazo de 48 horas para voltarem a conversar sobre o que havia sido proposto – a governadora mostrou preferência por Miguel Coelho para o Senado e a Federação manteve a escolha de Eduardo da Fonte – esta terça-feira o deputado federal Lula da Fonte afirmou a este blog que não há como voltar atrás: “Eduardo da Fonte é o nome para o Senado da União Progressista e é hora de união pelo bem de todos”. Ele explicou que cabe aos dois lados lutar pelo consenso incluindo o ex-prefeito Miguel Coelho e espera que a governadora “nos ajude nesse processo. Faremos o que for possível para que Miguel fique bem e seja atendido na medida do possível”. Leia mais no blogdellas. Link nos stories
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)O imbróglio da Federação União Progressista continua dominando os bastidores da política pernambucana. A pergunta que ronda o meio político é uma só: quem ocupará a segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra? O deputado federal Eduardo da Fonte se apega à decisão da executiva estadual da federação, que referendou seu nome para a disputa. Como presidente da União Progressista em Pernambuco e com maioria na composição do colegiado, aposta no peso político e partidário para consolidar sua pré-candidatura. Já o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho confia na palavra da própria governadora, que tem defendido seu nome nas negociações conduzidas em Brasília, contando ainda com o respaldo de importantes lideranças nacionais da federação. A reunião desta semana não encerrou o impasse, apenas adiou o desfecho. Agora, todas as atenções se voltam para os próximos dias, quando uma nova rodada de conversas deverá definir quem será o segundo nome ao Senado na chapa de Raquel Lyra.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A montagem da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra entrou em sua fase decisiva e, ao que tudo indica, apenas um ponto permanece fora de qualquer discussão. A permanência da vice-governadora Priscila Krause é tratada como uma definição consolidada no núcleo político do Palácio do Campo das Princesas. Parceira de primeira hora da campanha vitoriosa de 2022, Priscila conquistou a confiança da governadora ao longo da gestão e, internamente, sua recondução é vista como um movimento natural para garantir estabilidade política e administrativa ao projeto de reeleição. A outra definição praticamente encaminhada é a indicação do deputado federal Túlio Gadelha para uma das vagas ao Senado. A escolha atende a uma estratégia de ampliar o alcance político da chapa, permitindo ao palanque governista dialogar com diferentes segmentos do eleitorado e evitar rótulos ideológicos que possam restringir sua capacidade de atrair apoios em uma disputa que promete ser altamente polarizada. Se essas duas peças parecem praticamente encaixadas, a segunda vaga ao Senado continua sendo o principal foco de tensão dentro da base governista. A cadeira foi reservada à Federação União Progressista, mas o impasse sobre quem será o escolhido permanece sem solução. De um lado está o deputado federal Eduardo da Fonte, presidente estadual da federação e responsável por conduzir uma das estruturas partidárias mais robustas de Pernambuco. Do outro aparece o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, que reúne a preferência pessoal da governadora para compor a chapa. O dilema se intensificou porque Raquel, segundo interlocutores, ofereceu por duas vezes a vaga a Eduardo da Fonte, sem que houvesse uma definição. Diante da ausência de um entendimento, passou a construir uma alternativa em torno de Miguel, movimento que acabou ampliando o desgaste interno e transformando a escolha em um delicado exercício de equilíbrio político.
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (positivo)#eleições ⁉️ Após impasse sobre a vaga ao Senado na federação União Progressista, a governadora Raquel Lyra (PSD) caminha para uma solução que pode reorganizar a composição da chapa majoritária para as eleições de 2026. Nos bastidores, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) deverá ser indicado como candidato a vice-governador, enquanto o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) ficaria com a vaga ao Senado. A composição já havia sido discutida anteriormente, mas encontrava resistência por parte de Miguel Coelho. Agora, aliados do ex-prefeito afirmam que ele aceita o novo desenho, desde que seu nome seja anunciado antes da oficialização da candidatura de Eduardo da Fonte ao Senado. Para viabilizar a mudança, a atual vice-governadora, Priscila Krause (PSD), deixaria a chapa para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Nos bastidores, a expectativa é de que, em caso de reeleição de Raquel Lyra, Priscila seja convidada para assumir a Secretaria de Educação do Governo de Pernambuco. 📲 Por: @estacaonoticiasetv / blogdomariofilho
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Num encontro, ontem, com os presidentes do Partido Progressista (PP) e do União Brasil (UB), partidos que formam a Federação Progressista, a governadora Raquel Lyra (PSD) comunicou que os seus candidatos a senador são o deputado Túlio Gadelha (PSD) e Miguel Coelho (UB). Diante do senador Ciro Nogueira e de Antônio Rueda, presidentes da federação, Raquel disse que a escolha por Miguel se deu por um motivo muito simples: compromisso e lealdade. Explicou que havia oferecido as duas vagas de senador, lá atrás, à federação, mas Eduardo da Fonte, presidente da federação estadual, não aceitou e abriu negociações com o adversário João Campos, pré-candidato a governador pelo PSB. “Só agora, Eduardo se posicionou, o que me deixou insegura e certa de que a melhor alternativa seria Miguel, leal o tempo todo”, teria dito a governadora durante o encontro. A decisão por Miguel está tomada e foi comunicada, ontem, em Brasília, num encontro com a cúpula da federação, do qual participaram o próprio Eduardo e o deputado Fernando Bezerra Filho, este representando o grupo Coelho e o União Brasil estadual.
Eduardo da Fonte (negativo)João Campos (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A definição da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD) para a disputa de 2026 avançou, mas segue sem consenso sobre a vaga ao Senado. Em reunião realizada na noite desta segunda-feira (6), em Brasília, as principais lideranças da aliança governista voltaram a discutir o tema, sem chegar a um entendimento. Participaram do encontro a governadora Raquel Lyra, os presidentes nacionais do PP, senador Ciro Nogueira, do União Brasil, Antônio Rueda, e do PSD, Gilberto Kassab. Também estiveram presentes o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), o deputado federal Fernando Filho (União Brasil) e André Teixeira, que acompanham as articulações da Federação União Progressista. Durante a reunião, Raquel reafirmou sua preferência pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho para compor a chapa ao Senado. Do outro lado, Ciro Nogueira manteve a defesa do nome de Eduardo da Fonte, escolhido pela executiva estadual da Federação União Progressista. O encontro terminou sem uma definição. A avaliação entre os participantes é de que a construção da chapa ainda exigirá novas rodadas de negociação entre o PSD e a Federação União Progressista. Uma nova reunião deverá ser realizada antes do fim da semana, na tentativa de construir um entendimento e encaminhar o desfecho da disputa pela vaga ao Senado.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Até então vem sendo alimentada uma disputa entre Miguel Coelho e Eduardo da Fonte por uma das duas vagas de senador na chapa da governadora Raquel Lyra, quando, na verdade, o que deveria ser levado em consideração é a importância da federação para a reeleição da governadora e, com isso, garantir a presença dos dois fazendo parte da majoritária. Os dois têm aliados do sertão ao litoral, reforçariam significativamente o time de Raquel. O eleitor pernambucano já se pronunciou sobre seu posicionamento em eleições anteriores quando defendida essa tese; basta lembrar a mais recente, quando a própria Raquel Lyra foi eleita governadora, vencendo Marília Arraes. Marília se intitulava como a legítima representante de Lula em Pernambuco, acusando Raquel de ser bolsonarista, e o resultado é que Raquel deu uma lapada e venceu com quase um milhão de votos de diferença. Os dois tornariam a chapa de Raquel mais competitiva, dando inevitavelmente mais musculatura. Raquel tem a responsabilidade de liderar o grupo, a menos que, por opção pessoal, ela decida não contar com os dois. Tanto Miguel quanto Eduardo, individualmente, somam bem mais que Túlio Gadêlha ou Fernando Dueire. Claro que ambos têm suas qualidades e potencialidades, principalmente para ampliar a representação dos aliados de Raquel no Congresso Nacional.
Eduardo da Fonte (positivo)Marília Arraes (negativo)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (negativo)FOLHA POLÍTICA por Carlos André Carvalho (interino) ✍️ ➡️ A governadora Raquel Lyra (PSD) enfrenta um cenário cada vez mais complexo quando o tema é a definição das candidaturas ao Senado na chapa majoritária dela. Com os últimos acontecimentos, essa decisão impõe dilemas que testam liderança e capacidade de articulação. Os pontos de tensão são vários. A escolha do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), na segunda-feira, como pré-candidato oficial da federação União Progressista (PP/UB) só intensificou o embate dele com o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) na disputa. 👉 A possibilidade de a cúpula da federação chegar a um consenso sobre a indicação de Eduardo ao Senado colocaria a governadora em um impasse: endossar a escolha da máquina progressista, que possui força pulverizada no estado, ou arriscar uma debandada de lideranças essenciais no Sertão, representadas pelo clã Coelho. ⏳ Por outro lado, dentro da própria base, no PSD, Raquel precisa escolher entre dois perfis distintos para ocupar as vagas. O senador Fernando Dueire, que oferece densidade técnica, trânsito em Brasília, apoio de vários prefeitos e lealdade a ela; e o deputado federal Túlio Gadêlha, que traz um apelo progressista de centro-esquerda necessário, acredita-se, para rivalizar com o PSB de João Campos. 🧮 Como são apenas duas vagas à Casa Alta, o dilema torna-se matemático e estratégico. A montagem da chapa coloca Raquel diante do maior teste de sua engenharia política até agora. Ao adiar as definições estratégicas para o limite do calendário eleitoral, jogando com o tempo, Raquel Lyra sabe que tal atitude pode estreitar, e muito, a margem de erro. 👉 O desfecho dessa equação não apenas desenhará a força do palanque, mas pode ditar o tom de liderança dela. Restará saber se Raquel se consolidará como regente absoluta da própria base ou se acabará sendo guiada pelas circunstâncias das forças partidárias que a cercam. Saiba mais no Portal #FolhaPE 📲 #folhapolítica #política #pernambuco 📝: Carlos André Carvalho/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A disputa entre Miguel Coelho e Eduardo da Fonte pela vaga ao Senado na chapa de Raquel Lyra vai muito além de um simples conflito partidário. O embate traz à tona as regras e as amarras do estatuto da Federação União Progressista, evidenciando como uma união criada para somar pode acabar gerando o efeito contrário. Confira mais detalhes na análise de @igorpmaciel no vídeo. *colunacenapolitica *jk *video *digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Definição sobre a vaga da Federação ao senado será de Raquel Lyra.
Raquel Lyra (neutro)A disputa pela vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (29). O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, afirmou que a definição da candidatura pela Federação União Progressista caberá à Executiva Nacional, descartando qualquer decisão unilateral da direção estadual. Em nota, Rueda informou que o processo segue em aberto e que deliberações sem consenso entre PP e União Brasil não terão validade perante a direção nacional. O posicionamento reduz a expectativa em torno da reunião convocada pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que articulava sua indicação ao Senado. A manifestação também fortalece a posição do ex-prefeito Miguel Coelho (União Brasil), que defende que a escolha seja conduzida pelo comando nacional da federação. Até o momento, o PP nacional e a direção estadual da Federação União Progressista não se pronunciaram oficialmente sobre o comunicado. Enquanto isso, Miguel Coelho segue ampliando apoios à sua pré-candidatura, recebendo o respaldo do Podemos, do prefeito de Camaragibe, Diego Cabral, e do também pré-candidato Túlio Gadelha. Com a intervenção da direção nacional, a definição sobre a vaga ao Senado permanece sem consenso e passa a depender das negociações entre as lideranças nacionais da Federação União Progressista. Crédito da foto: Divulgação
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (positivo)As negociações envolvendo os nomes de Miguel Coelho (União Brasil) e Eduardo da Fonte (Progressistas) acirraram a disputa pela vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra. Ambos os partidos fazem parte da mesma federação e a própria governadora delegou a decisão aos aliados, afirmando que uma das vagas pertence ao bloco e que eles devem definir quem será o indicado. Confira mais detalhes na análise de @igorpmaciel no vídeo. *colunacenapolitica *jk *en *video *digital
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho tem uma queda de braço com Eduardo da Fonte pela indicação da União Progressista para a chapa de reeleição da governadora Raquel Lyra. Nos bastidores, a disputa é fratricida e promete novos desdobramentos até a definição. O ex-prefeito fez um convite ao ex-secretário de Mobilidade, André Teixeira, para que ele seja o seu suplente. André teve seu nome ventilado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados após se desincompatibilizar, mas caso Miguel consiga a indicação, André não teria motivos para não aceitar.
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Se a disputa pelo Governo do Estado já domina o debate político, uma outra batalha corre em paralelo e promete render muitos capítulos até a convenção: a corrida pela segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra. Hoje, os dois principais protagonistas desse embate são Miguel Coelho e Eduardo da Fonte. Miguel aposta na proximidade cada vez mais evidente com a governadora. Tem acompanhado agendas, ampliado a presença ao lado de Raquel e busca consolidar a imagem de que representa o nome mais alinhado ao projeto de reeleição do governo. O ex-prefeito de Petrolina também carrega o trunfo de representar o Sertão, região estratégica para a disputa estadual. Do outro lado, Eduardo da Fonte constrói sua candidatura em ritmo próprio. Tem percorrido o estado, fortalecido a relação com prefeitos, vereadores e lideranças, além de contar com a força de sua bancada estadual e da estrutura política do grupo que lidera. O movimento tem sido claramente de pré-candidato. O fato é que nenhum dos dois dá sinais de recuo. Miguel cola na agenda do governo. Eduardo amplia sua agenda política. E, enquanto a definição não chega, a queda de braço segue aberta. Pelo andar da carruagem, essa novela ainda está longe do capítulo final.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Depois de passar uma semana sem agendas públicas com a governadora Raquel Lyra (PSD), o deputado federal e pré-candidato ao Senado, Eduardo da Fonte (PP), voltou a ficar lado a lado com a gestora nesta segunda-feira (8). A reaproximação ocorreu durante o evento de entrega de 40 novos ônibus para o Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife (STPP/RMR), realizado no Palácio do Campo das Princesas. A presença do presidente estadual do Progressistas chamou a atenção nos bastidores políticos. O partido declarou apoio à reeleição da governadora e tenta emplacar o nome de Eduardo da Fonte para compor a chapa majoritária como um dos postulantes ao Senado. No entanto, a segunda vaga da chapa — cotada para ser definida sob o comando e o peso político da própria governadora — tem gerado movimentações intensas. A disputa principal pelo espaço na base governista se dá entre Eduardo da Fonte e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil). Enquanto a vaga segue sem martelo batido, o embate nos bastidores passa pela medição de forças e apoios políticos. Se depender de capital político tradicional, o deputado do Progressistas larga com vantagem. O parlamentar tem conseguido agregar um número expressivo de prefeitos e deputados ao seu projeto, o que garante capilaridade tanto no Agreste quanto em outras regiões do interior do estado. Apesar de a Federação União Progressista e outros aliados pressionarem por uma definição, a governadora Raquel Lyra tem adotado cautela. Nos bastidores, a gestora tem preferido manter o diálogo aberto com todas as correntes e focar nas entregas administrativas, deixando para discutir a composição da chapa no tempo oportuno. A definição final continua dependendo diretamente do xadrez eleitoral e da estratégia que a chefe do Executivo estadual irá adotar para consolidar seu palanque na disputa pela renovação do mandato. Até lá, os pré-candidatos seguem testando sua força junto aos prefeitos e ao eleitorado pernambucano.
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A disputa entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho pela vaga da Federação União Progressista ao Senado na chapa de Raquel Lyra gerou diversos questionamentos sobre a legalidade de uma candidatura avulsa nas eleições. Bastidores da legislação eleitoral apontam que a tese de candidatura avulsa ao Senado enfrenta teria restrições no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), forçando uma definição consensual na federação União Progressista entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho para o palanque da governadora Raquel Lyra. O desenho final impacta diretamente o tempo de rádio e TV da coligação governista. Como alternativa para pacificar a base, articuladores ventilam a inclusão do deputado estadual Antônio Coelho como vice na chapa majoritária, abrindo espaço para Miguel Coelho disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, enquanto Eduardo da Fonte consolidaria sua candidatura ao Senado. Outro fator em análise é a manutenção de um perfil de esquerda na chapa, hoje representado por Túlio Gadêlha, considerado importante para o equilíbrio político do grupo. #PoliticaPernambuco #Eleicoes2026 #SenadoPE #RaquelLyra #EduardodaFonte #MiguelCoelho #BastidoresPoliticos #Pernambuco #NoticiasPE
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A disputa pela segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra deixou de ser um debate de bastidor e ganhou contornos de guerra interna na Federação União Progressista, inclusive, ganhando o noticiário. A fala do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, admitindo até caminhos alternativos – como uma candidatura avulsa – caso não seja o escolhido, provocou forte reação entre aliados do deputado federal Eduardo da Fonte, que passaram a defender a convocação imediata da executiva da federação para bater o martelo sobre quem será o representante da federação. O movimento mostra que a convivência pacífica entre os dois principais postulantes está chegando ao limite. Se antes prevalecia o discurso da unidade, agora a pressão é por definição. Eduardo da Fonte conta com o peso da estrutura partidária e do apoio de boa parte das lideranças da federação, enquanto Miguel aposta no capital político acumulado no Sertão e na força eleitoral do seu grupo. No meio desse cabo de guerra está Raquel Lyra, que assiste à disputa crescer dentro da própria base e sabe que qualquer decisão produzirá vencedores e feridos. A tendência é que a novela da União Progressista seja um dos capítulos mais decisivos da montagem da chapa governista.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Segundo informações publicadas pelo Blog do Willamar Junior, a primeira vaga da composição majoritária já está cravada e pertencerá ao deputado federal Túlio Gadêlha. A grande disputa, contudo, concentra-se na segunda vaga da chapa, que virou alvo de uma intensa e estratégica negociação direta entre o deputado federal Eduardo da Fonte e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. De acordo com o blog, Da Fonte e Coelho já iniciaram uma série de conversas e alinhamentos reservados. O objetivo da dupla é construir um consenso direto entre si para, em seguida, pressionar conjuntamente a governadora Raquel Lyra a acatar o nome do escolhido. A estratégia visa consolidar o controle da base governista sobre a indicação, reduzindo a margem de manobra do Palácio do Campo das Princesas. Até o momento, Miguel Coelho despontava como o favorito para ocupar o posto. No entanto, o cenário sofreu uma reviravolta devido aos bastidores apontarem a sombra de uma possível nova operação da Polícia Federal que envolveria o ex-prefeito. O receio de um "fato novo" que possa respingar negativamente na imagem da governadora — conhecida por prezar rigidamente pela lisura de seu nome e de sua gestão — acabou freando o favoritismo de Coelho e mudando a dinâmica das conversas.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A montagem da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD) para as eleições de 2026 começa a ganhar contornos definitivos. Após intensas articulações nos bastidores, o deputado federal Túlio Gadêlha desponta como o favorito e virtualmente "fechado" para ocupar a primeira das duas vagas ao Senado Federal na coligação governista. Túlio, que oficializou sua entrada no PSD, partido da governadora, após uma trajetória de proximidade com o Palácio do Campo das Princesas, consolidou sua posição de confiança. A aposta estratégica é que ele funcione como uma ponte com setores de esquerda e com o governo federal (Lula), equilibrando o palanque de Raquel, que tem registrado crescimento nas pesquisas recentes. Fontes ligadas ao Palácio indicam que o acordo para que Gadêlha seja o nome do PSD na disputa está praticamente selado, aguardando apenas o momento oportuno para o anúncio oficial. O deputado federal teria entregue suas bases políticas ao projeto de reeleição da governadora, garantindo o espaço na majoritária. Com o primeiro nome praticamente definido, a atenção da base aliada se volta para a segunda vaga de senador. A disputa é acirrada e envolve nomes de peso político e com força de federações: Miguel Coelho (União Brasil): Traz consigo o apoio do Podemos e força no Sertão. Eduardo da Fonte (PP): Presidente estadual do Progressistas, articula através da recém-aprovada federação União Progressista. Fernando Dueire (PSD): Atual senador e nome de confiança na articulação do PSD. Anderson Ferreira (PL): Figura consolidada no campo da direita.
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Sub-temas nos comentários (28)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- desgaste eleitoral da governadora Lyra549 comentários
"Crítica irônica a Raquel Lyra, sugerindo que ela não controla as alianças e que tenta manipular o grupo, com tom de deboche sobre copa, drible e adesivos/tapumes."
- apologia à candidatura de Raquel Lyra56 comentários
"Apoio entusiasmado à chapa liderada por Raquel Lyra com perspectiva de eleger dois senadores."
- alinhamento entre velhos e novos alianças19 comentários
"Apoio inequívoco a Humberto Costa combinado com apoio a Marília Arraes, em crítica à ideia de alianças com Eduardo da Fonte para composição da chapa"
- alianças e apoio a Lula com João Campos19 comentários
"Apoio a Marília Arraes e Humberto Costa combinado com crítica a Raquel Lyra, João Campos e o governo Lula por interferência na eleição do Senado em Pernambuco."
- apoio entusiasmado a Miguel Coelho como senador53 comentários
"Miguel Coelho recebe apoio entusiasmado do internauta no Sertão, defendendo maior transparência e entregas da gestão, com ênfase no interior e crítica às dinâmicas centralizadoras."
- apoio entusiasmado a candidata36 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra."
- críticas a alianças e chapa14 comentários
"Apoio implícito a João Campos na chapa de Raquel Lyra, com crítica à indefinição das candidaturas ao Senado e à percepção de força política ao redor da governadora."
- apoio entusiasmado a Miguel Coelho33 comentários
"Apoio entusiasmado a Miguel Coelho, com promessa de vitória com base em pesquisas favoráveis."
- sarcasmo político sobre coalizões e candidatura24 comentários
"Apoio entusiasmado a Miguel Coelho combinando com crítica velada a Eduardo da Fonte e ao grupo Coelho; decisão de Raquel Lyra de alinhar com Miguel é apresentada como leal, enquanto articulações com João Campos são insinuadas como contraponto."
- descrença no alinhamento entre líderes12 comentários
"Crítica ao comentário de João Campos como futuro governador, sugerindo que promove promessa de gestão futura sem relação direta com a indicação de quem ocupará a vaga no Senado na chapa de Raquel Lyra."
- deboche da coalizão entre candidatos28 comentários
"Miguel Coelho é apresentado como o melhor nome para a segunda vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra, em tom favorável ao seu protagonismo político."
- deboche da bolsonarização da chapa12 comentários
"Crítica irônica aos eleitores que celebram uma aliança entre Marília Arraes e Humberto Costa e que descartam a chapa de Eduardo da Fonte na disputa ao Senado."
- apostando em liderança do governo vs senado9 comentários
"Comentário ironiza o medo de que a chapa Raquel Lyra/Miguel Coelho confirme desconfianças políticas; crítica implícita à leitura de blogs sobre a composição da aliança"
- deboche de articulação política entre aliados13 comentários
"Crítica ao apoio popular explícito a Lula e João Campos, associando Humberto Costa e Marília Arraes a ares de governismo crítico à aliança Raquel Lyra."
- deboche de alianças políticas19 comentários
"Rejeição à atualização da chapa do governo Lyra, sugerindo que Tucílio Gadêlha seja vice ou que Miguel Coelho seja deslocado para outro espaço no time, refletindo o impasse da fusão PP-Union Brasil na segunda vaga."
- aliança entre candidatos gerando desgaste com federação10 comentários
"Apoio inadequadamente entrincheirado a Raquel Lyra por parte de Eduardo da Fonte, Miguel Coelho e aliados, enquanto o desespero dentro do PP e entre prefeitos aumenta diante da chapa de senador em Pernambuco."
- apoio entusiasmado a Miguel Coelho como senador16 comentários
"Apoio elogioso a Miguel Coelho como senador"
- apoio entusiasmado a chapa majoritária13 comentários
"Apoio entusiasmado a Miguel Coelho ao Senado, com linguagem afetuosa, reforçando a escolha pela chapa União Brasil/PP no cenário de Pernambuco."
- crítica irônica a coalizões com Bolsonaro14 comentários
"Crítica irônica à governadora Raquel Lyra e à chapa Raquel Lyra/Jair Bolsonaro/Marília Arraes/Humberto Costa, sugerindo que o eleitorado apoia mudanças de liderança com João Campos na prefeitura e Lula na presidência, mas na prática aponta insatisfação com o loteamento da chapa e a falta de espaço para alianças."
- apoio entusiasmado a candidatura ao Senado18 comentários
"Apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte para o Senado, reforçando a ideia de unidade do grupo PP+União Brasil em torno dele."
- endosso entusiástico a candidato ao Senado20 comentários
"Apoio entusiasmado a Miguel Coelho como senador da chapa da governadora Raquel Lyra, mesmo com a recusa de Eduardo da Fonte e críticas à fidelidade de Eduardo à federação."
- endossos entusiasmados a João Campos14 comentários
"Apoio entusiasmado a João Campos."
- apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte10 comentários
"Apoio da direita em Pernambuco mostrado como unidade, apesar das disputas sobre a vaga ao Senado entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho."
- apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte12 comentários
"Apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte para o Senado na chapa com Raquel Lyra, apesar de tensões sobre a composição, reforçando a expectativa de atuação da federação União Progressista."
- crítica irônica à montagem de chapa8 comentários
Sem candidatos identificados nos comentários deste sub-tema.
"Crítica irônica à ideia de que dois independentes vão decidir o segundo nome ao Senado no bloco governista, sugerindo que a oposição dentro do grupo da governadora Raquel Lyra contesta a indefinição."
- apelo a alianças políticas8 comentários
"Apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte combinado com rejeição a Miguel Coelho."
- conluio entre aliados de chapa11 comentários
"Apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte combinando com a crítica à suposta corrupção associada ao restante da aliança, em resposta ao envolvimento da chapa Raquel Lyra com Eduardo da Fonte na indicação ao Senado."
- endosso entusiasmado a alianças com Eduardo da Fonte9 comentários
"Apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte."