Proibições e recalls sanitários
11 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/05/2026, 07:22:49
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YPÊ ‼Um dos executivos da Ypê confirmou hoje ao GLOBO que a empresa tomou conhecimento, em novembro do ano passado, da presença de uma bactéria em alguns de seus produtos, mas diz que os lotes com problema confirmado não chegaram ao mercado. ➡Segundo Sergio Pompilio, diretor de assuntos jurídicos e corporativos, a empresa está em diálogo com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tentar liberar a venda de outras unidades e vai interromper iniciativas de recall por enquanto. A proposta é um laboratório independente testar 100% dos lotes produzidos neste ano para destravar a venda. 📌Em entrevista ao GLOBO, Pompilio conta como a empresa está fazendo para lidar com a crise desencadeada por decisão da Anvisa de paralisar a produção e a venda alguns modelos de detergente, sabão para roupas líquido e desinfetantes da Ypê. 🗣"O que a Anvisa decidiu hoje sobre os produtos da Ypê que foram alvo de inspeção da agência?" O primeiro ponto que eu queria esclarecer é que a discussão hoje da diretoria colegiada da Anvisa foi muito focada na manutenção ou não dos efeitos suspensivos do recurso que a Ypê protocolou. Como foi dito na própria reunião, o mérito, toda a discussão em relação a tudo aquilo que a gente vem apresentando desde dezembro do ano passado vai ser discutido depois. E isso é importante para deixar claro, que nós não temos nenhuma divergência com a Anvisa. 👉A gente está num processo intenso de colaboração de escuta ativa e de bastante humildade para entender o que é necessário para a gente retomar essa confiança junto com o órgão. E por quê? Porque acho que a pergunta mais importante hoje envolve se os produtos são ou não seguros. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #ype #saude #brasil 📝: Agência O Globo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a suspensão da fabricação, distribuição e a venda de lotes de produtos da marca Ypê, com final 1. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (15), em Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada. A fabricação e a comercialização de produtos da marca haviam sido suspensas pela Anvisa, no início do mês, por "descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, como informou a agência. Como a empresa recorreu, a decisão da Anvisa ficou suspensa. A empresa poderia, inclusive, ter voltado a comercializar os lotes contaminados, o que não ocorreu. Segundo a Anvisa, a suspensão de decisões como esta ocorre automaticamente, sempre que uma empresa recorre. Nesta sexta, com a votação da Anvisa, parte da Resolução 1834 volta a valer. Assim, produtos da Ypê com lotes que terminam em 1, elencados na resolução voltam a ter fabricação, venda e uso proibidos. A Anvisa ainda precisará votar o mérito do recurso da empresa, com análise dos argumentos. A resolução também previa que a Ypê deveria recolher os produtos. Na reunião de hoje, no entanto, a questão do recolhimento não foi mantida. "O recolhimento do produto foi suspenso até avaliação de proposta apresentada pela empresa", informou a Anvisa em nota. Foto: Divulgação/Anvisa *card *jk *digital *brasil
REEMBOLSO 💰 Consumidores que adquiriram produtos da Ypê incluídos na suspensão determinada pela Anvisa já podem solicitar reembolso diretamente pelos canais da empresa. Em comunicado a fabricante informou que disponibilizou um sistema para registro de pedidos relacionados aos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes atingidos pela medida. ❌ A orientação ocorre em razão da decisão da Anvisa de manter a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de determinados produtos da marca. Nesta sexta-feira, 15, a diretoria colegiada da agência derrubou os efeitos do recurso apresentado pela Ypê no último dia 8 e confirmou a continuidade das restrições sanitárias. 👉 Segundo a empresa, o consumidor deve abrir um protocolo de atendimento para receber orientações sobre troca, reembolso ou demais procedimentos relacionados aos produtos. O cadastro exige dados como CPF, e-mail e chave Pix para devolução dos valores. O envio da nota ou cupom fiscal da compra, porém, não é obrigatório. Após o registro, o sistema gera um código para acompanhamento da solicitação. 🔎 A suspensão dos produtos teve origem em uma inspeção conjunta realizada pela Anvisa, pelo Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e pela Vigilância Sanitária Municipal de Amparo, no interior paulista. Segundo a agência, foram identificadas 76 irregularidades no processo produtivo da Química Amparo, fabricante da Ypê. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #ypê #anvisa 📝: Estadão Conteúdo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve, nesta sexta-feira (15), a suspensão da fabricação, venda e uso de lotes de produtos da marca Ypê. A reunião da Diretoria Colegiada, que começou às 9h30, avaliava um recurso apresentado pela fabricante, Química Amparo. Os quatro diretores da entidade votaram, no entanto, para manter o efeito suspensivo administrativo sobre o recolhimento dos lotes contaminados. A justificativa é a grande logística necessária para que a empresa recolhesse todos os produtos. A entidade determinou, no último dia 7, a suspensão da fabricação, comercialização e uso de detergentes lava-louças, lava-roupas líquidos e desinfetantes da Ypê após identificar falhas no processo produtivo que podem ter provocado contaminação pela bactéria Pseudomonas aeruginosa. Na reunião desta sexta, diretor-presidente da agência, Leandro Safatle afirmou que o controle de qualidade da Ypê falhou, já que um produto com presença de bactérias não pode ser considerado seguro para uso. Post por Patriota Júnior Imagem: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a entrada, comercialização, distribuição e divulgação no Brasil de versões irregulares de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida que estavam sendo trazidas do Paraguai. A medida tem como objetivo reforçar o controle sanitário e combater a circulação de produtos sem autorização no país. Com a nova resolução, marcas como Gluconex e Tirzedral passam oficialmente a ser consideradas proibidas em território nacional. Segundo a Anvisa, esses produtos não possuem registro regular junto ao órgão e podem representar riscos à saúde dos consumidores, principalmente devido à falta de garantia sobre qualidade, segurança e eficácia. As autoridades reforçam que, atualmente, o único medicamento com tirzepatida autorizado para comercialização no Brasil é o Mounjaro, fabricado pela farmacêutica Eli Lilly. A substância é utilizada no tratamento de diabetes tipo 2 e também ganhou popularidade pelo uso associado ao emagrecimento. A Anvisa alertou ainda que pessoas flagradas importando, vendendo ou distribuindo medicamentos proibidos poderão responder criminalmente, além de estarem sujeitas a apreensão dos produtos e outras penalidades previstas na legislação sanitária brasileira. Post por Wagnner Sales Foto: Divulgação
O medicamento Emgality, utilizado no tratamento de enxaqueca e cefaleia em salvas, deixará de ser comercializado no Brasil. A decisão foi comunicada oficialmente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica Libbs, responsável pela distribuição do produto no país em parceria com a empresa Eli Lilly. O remédio tem como princípio ativo o galcanezumabe, um anticorpo monoclonal desenvolvido para prevenir crises frequentes de enxaqueca e reduzir os episódios de cefaleia em salvas, condição considerada uma das dores de cabeça mais intensas. O tratamento era indicado principalmente para pacientes com quadros recorrentes e de difícil controle. Segundo a empresa, a retirada do medicamento do mercado brasileiro ocorre em razão de uma atualização de portfólio. A farmacêutica não detalhou se haverá substituição por outro produto semelhante nem informou até quando os estoques ainda estarão disponíveis nas farmácias e unidades de saúde. Post por Wagnner Sales Foto: Divulgação
Uma inspeção sanitária realizada na fábrica da Ypê, em Amparo, no interior de São Paulo, identificou problemas considerados graves pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do estado. Segundo a Anvisa, foram constatados “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo”, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade. O órgão afirma que os problemas comprometem as boas práticas de fabricação e representam risco sanitário, com possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos. Com isso, a agência determinou o recolhimento de uma série de produtos da marca. O que significa o risco de contaminação microbiológica? É a presença indesejada de microrganismos patogênicos (bactérias, fungos e vírus) que produzem toxinas e podem causar doenças ou irritações. O caso será analisado nesta quarta-feira (13) pela diretoria colegiada da agência, que decidirá se mantém a suspensão da fabricação e comercialização de lotes de produtos da empresa. As imagens anexadas ao relatório da inspeção mostram equipamentos com sinais de corrosão utilizados no processo de fabricação de detergentes e lava-roupas líquidos. O documento também destaca o estado de conservação do tanque de manipulação de produtos para lavar louças. Na mesma unidade, o relatório afirma que os fiscais flagraram restos de produtos armazenados e devolvidos às linhas de envase. O relatório também afirma que, entre dezembro de 2025 e abril de 2026, a empresa registrou resultados fora da especificação microbiológica em 80 lotes de produtos acabados, incluindo testes positivos para a bactéria Pseudomonas aeruginosa. De acordo com a inspeção, os lotes não foram reprovados pelo controle de qualidade e permaneciam armazenados aguardando “definição financeira”. Do g1 📲 Leia a matéria completa no Farol 🔗 Link na bio e nos stories ✨ 15 anos dedicados à notícia 🗞️ Denúncia ou sugestão? 📩 Fale com o Farol 🗼 ☎️ (87) 99981-2171
Chocolates comercializados no Brasil agora deverão seguir percentuais mínimos de cacau na composição, previstos por lei. Além disso, os fabricantes precisarão informar, de forma clara, a quantidade do ingrediente nos rótulos dos produtos vendidos no país, sejam eles nacionais ou importados. A Lei nº 15.404/2026, que define critérios para a produção, classificação e rotulagem de produtos derivados de cacau no Brasil, está publicada na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União. A norma passa a vigorar em 360 dias, período em que a indústria deverá se adaptar às novas exigências. Um dos principais avanços previstos é a obrigatoriedade de informar nos rótulos o percentual total de cacau do produto. De acordo com a lei, a indicação deverá aparecer na parte frontal da embalagem, ocupando pelo menos 15% da área e com destaque suficiente para facilitar a leitura. A informação será apresentada no formato “Contém X% de cacau”, de acordo com os percentuais a seguir: • Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau; • Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau; • Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados; • Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite; • Achocolatado ou cobertura: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau. O texto também proíbe práticas que possam induzir o consumidor ao erro, como o uso de imagens, cores ou expressões que sugiram tratar-se de chocolate quando o produto não atende aos critérios estabelecidos. Em caso de descumprimento das regras, os responsáveis estarão sujeitos às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, além de outras penalidades sanitárias e legais cabíveis. Foto: Pexels #Chocolate #Cacau *brasil *card *vv *digital
A repercussão envolvendo o recolhimento de produtos da marca Ypê pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ganhou um novo capítulo nas redes sociais. Nos últimos dias, vídeos de pessoas ligadas a movimentos antipetistas utilizando os produtos da marca “em protesto” passaram a circular na internet e chamaram atenção pelo tom de deboche diante da situação. A Anvisa determinou o recolhimento de lotes específicos de detergentes, lava-roupas e desinfetantes da marca após a identificação de possível contaminação por bactéria. Desde então, publicações mostrando consumidores usando os produtos sem verificar os lotes se multiplicaram nas plataformas digitais. Em um dos vídeos mais comentados, um homem aparece dentro de um carro ingerindo detergente da marca Ypê. Após beber o líquido, ele faz um gesto obsceno para a câmera e dispara uma frase direcionada a apoiadores do PT. O conteúdo rapidamente viralizou e provocou críticas de internautas, principalmente pelo risco à saúde. Especialistas alertam que a bactéria identificada, a Pseudomonas aeruginosa, pode representar perigo principalmente para pessoas imunossuprimidas, idosos, bebês, pacientes em tratamento contra o câncer, transplantados e pessoas com feridas ou queimaduras. A orientação das autoridades sanitárias é que consumidores verifiquem os lotes informados pela Anvisa e evitem qualquer tipo de contato inadequado ou ingestão dos produtos de limpeza. Não temos informações reais se o líquido bebido pelo homem é realmente detergente ou algum outro líquido inserido na embalagem. #CaruaruAgora #Caruaru
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. Segundo a decisão, lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores. A medida foi adotada após terem sido identificadas “falhas graves na produção” e vale para todos os lotes com numeração final 1. “Os itens foram fabricados pela empresa Química Amparo (CNPJ 43.461.789/0001-90), na unidade localizada em Amparo (SP)”, informou a agência. De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada a partir de avaliação técnica de risco sanitário. “Foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, detalhou a Anvisa, ao explicar que tais requisitos são essenciais em termos de fabricação para garantir a segurança sanitária dos produtos. Produtos A íntegra da Resolução 1.834/2026 com a relação dos produtos e lotes pode ser consultada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (7). Somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados: Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças com enzimas ativas Ipê Lava Louças Ypê Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças Ypê Toque Suave Lava Louças concentrado Ypê Green Lava Louças Ypê Clear Lava Louças Ypê Green Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green Lava Roupas Líquido Ypê Express Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT Lava Roupas Líquido Ypê Premium Lava Roupas Tixan Maciez Lava Roupas Tixan Primavera Desinfetante Bak Ypê Desinfetante de uso geral Atol Desinfetante Perfumado Atol Desinfetante Pinho Ypê Lava roupas Tixan Power ACT Da Agência Brasil 📲 Leia a matéria completa no Farol 🔗 Link na bio e nos stories ✨ 15 anos dedicados à notícia 🗞️ Denúncia ou sugestão? 📩 Fale com o Farol 🗼 ☎️ (87) 99981-2171
PROJETO DE LEI: Proibida adição de água ao leite em pó importado. #agro #leite #noticiasdocampo #tvguararapes
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