Relações Brasil-EUA no G7
25 posts · 35 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:31:49
Sentimento da audiência por candidato
Barras divergentes a partir de todos os comentários classificados nos posts deste tópico.
Posts neste tópico
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, durante discurso neste sábado (25), que agentes estrangeiros que tentarem interferir nas eleições brasileira “vão apanhar muito”. A fala ocorreu durante a convenção estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), realizada em São Paulo. No evento, também foi lançada oficialmente a candidatura de Fernando Haddad na disputa do governo do estado. A fala de Lula ocorre um dia após o Itamaraty negar os pedidos de visto solicitados pelos diplomatas Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Os dois foram citados em reportagem do Whashington Post como responsáveis por articular uma estratégia para questionar a confiabilidade do sistema eleitoral do Brasil. #Lula #FernandoHaddad #Eleições #EUA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou o palco do evento que oficializou a candidatura do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo neste sábado, 25, para rejeitar interferências externas nas eleições brasileiras. "Que não venha ninguém de fora querer meter o dedo nas nossas eleições", afirmou Lula, em Campinas (SP). "Quem quiser, de fora vir se meter nas eleições brasileiras, já vou avisando logo: vão apanhar muito aqui nas eleições. Quem vai decidir o destino desse país são os 157 milhões de eleitores." Sem mencionar o nome de Donald Trump, o petista chegou a mandar recados ao presidente americano. Dizendo não ser afeito a bravatas, afirmou que o "aviso está dado" e que o Brasil é soberano e deseja manter relações com todos os países. O ato ainda contou com elogios à "qualidade" da chapa paulista, formada por quatro ex-ministros. Lula pediu que os eleitores comparem as "biografias" dos candidatos e elencou críticas ao senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que busca a reeleição. Prestes a disputar sua sétima eleição, o presidente chamou a atenção dos militantes para a importância da eleição ao Senado e disse que precisará das candidatas Simone Tebet (PSB), ex-ministra do Planejamento, e Marina Silva (Rede), ex-ministra do Meio Ambiente, para ajudar a governar o País. "Porque a gente vai ter muito problema. A política está apodrecida", declarou. Com informações do Estadão Conteúdo. Leia a matéria completa no link da bio. Foto: Ricardo Stuckert #notícias #lula #haddad
Lula (neutro)Presidente participou de reuniões e encontros bilaterais durante evento realizado em Paris O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (17) que nunca foi “esquerdista”. A declaração foi feita durante uma conversa informal com lideranças em Paris, onde participa das atividades do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Lula esteve no encontro a convite do presidente da França, Emmanuel Macron, anfitrião desta edição do evento. Além de participar das discussões do G7, o presidente brasileiro realizou reuniões bilaterais com diversas autoridades internacionais. Durante a programação, Lula também se reuniu com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, além de outros chefes de Estado e representantes de organismos internacionais. A declaração sobre seu posicionamento político repercutiu entre participantes do evento e nas redes sociais, em meio à agenda diplomática do presidente na capital francesa. O G7 reúne líderes de países considerados entre as principais economias do mundo e discute temas como economia global, segurança internacional, mudanças climáticas e cooperação entre nações. ‒ Acesse essa e outras notícias completas e exclusivas através do link na descrição do nosso perfil! 🔎 ‒ Tags desta notícia: #notícia #informação #blogdobrunomuniz #santacruzdocapibaribe #brasil #pt #psol #pl #psdb #psb #lula #bolsonaro #eleições #presidente
Jair Bolsonaro (neutro)O presidente Lula (PT) disse na quarta-feira (17), em uma conversa vazada, nunca ter sido "esquerdista". A declaração ocorreu durante conversa informal com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, durante o encontro do G7 na França. Na fala, captada pela transmissão oficial do evento, Lula diz: "Eu nunca fui esquerdista, eu era um dirigente sindical, que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, muito forte. Uma relação boa com o sindicalismo italiano e uma relação boa com a UGT [União Geral dos Trabalhadores] da Espanha", disse Lula. As informações são do g1. A conversa começou com Lula explicando como funcionam as eleições no Brasil, desde a campanha até a votação eletrônica. Em seguida, o presidente fala sobre o cenário político mundial e afirma que "o mundo não é de esquerda", mas sim de centro. Então, a diretora-geral do FMI falou que se esperava que Lula fosse "esquerdista" quando eleito pela primeira vez. Em resposta, o presidente afirmou que nunca foi de esquerda, mas um dirigente sindical. O presidente brasileiro comentou sobre uma ocasião nos anos 1980. Lula relatou que foi convidado para participar de um congresso na Rússia, porém, como foi condenado pela Lei de Segurança Nacional brasileira, não pôde participar. Ele então teria feito uma viagem e angariado solidariedade pela Europa. "Aí passei a ser tratado como anticomunista", concluiu e arrancou risadas dos presentes. Antes de falar sobre sua posição política, Lula defendeu que o sistema de votação brasileiro com urnas eletrônicas auditáveis, explicando com detalhes como os eleitores votam. Ele ainda afirmou que o sistema deveria ser adotado por outros países. 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nas eleições brasileiras e respeite o país. “Por mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro – do pai, do filho, do neto. Não tenho nenhum problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições no Brasil.” “As eleições no Brasil são um problema do Brasil, como as eleições americanas são problema deles e não são um problema meu. A única coisa que eu quero é respeito pelo Brasil, assim como eu tenho pelos Estados Unidos”, completou. Em entrevista coletiva após o fim da Cúpula do G7, em Évian, na França, Lula disse que, se Trump conhece o Brasil pela relação que ele tem com a família Bolsonaro, ele desconhece o país. “Ele tem o direito de ter as preferências eleitorais dele, as preferências ideológicas dele. Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, concluiu. Entenda Mais cedo, também em entrevista coletiva no evento, Trump classificou o Brasil como um país “um pouco perigoso politicamente” e citou a condenação de Eduardo Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF). “Prenderam ele ou querem prendê-lo. Estão tramando algo para a sua prisão. Eles jogam bem pesado. Mas ninguém joga mais pesado que os Estados Unidos”, disse. O ex-deputado federal foi condenado a quatro anos e dois meses anos de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. Ele foi considerado culpado de atuar em Washington a favor do tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras, para intimidar a Suprema Corte e tentar evitar a condenação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu, nesta quarta-feira (17), às declarações dadas por Donald Trump sobre o Brasil estar sendo um país “perigoso politicamente”. “Não se meta nas eleições do Brasil pois isso é um problema no Brasil”, disse Lula durante uma coletiva de imprensa após participar da cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França. Na mesma ocasião, o petista afirmou que Trump “pode continuar gostando do Bolsonaro”, pois “gosto não se discute”. A resposta ocorre poucas horas após o presidente dos EUA criticar a política brasileira e comentar sobre a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo STF. Presentes na cúpula do G7, Lula e o republicano trocaram poucas palavras publicamente e chegaram a não se cumprimentar durante a foto oficial do evento. #Notícias #DonaldTrump #Lula #Política #G7
Lula (neutro)"Quero respeito pelo Brasil assim como tenho respeito pelos Estados Unidos" 🇧🇷🗣️🇺🇲 Da @bbcbrasil Donald Trump pode continuar gostando da família Bolsonaro, mas não pode violar a soberania e se meter nas eleições brasileiras, afirmou o presidente Lula após o líder americano dizer que o Brasil se tornou "perigoso do ponto de vista político". Lula foi questionado sobre as declarações dadas pelo presidente americano ao final da cúpula do G7, realizada em Évian-les-Bains, na França. "Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso", disse o presidente brasileiro, durante uma coletiva de imprensa em Genebra para tratar de sua participação no G7. "Para mim ele pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto, não tem nenhum problema – é um problema dele, afinal de contas gosto não se discute. Agora, não se menta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil é um problema do Brasil". 🏛️ POLÍTICA COM HISTÓRIA, e vice-versa 🔗 Leia mais em: blogdovandeck.com.br 📍 Link na Bio e nos Stories
Lula (neutro)Durante entrevista coletiva concedida após a reunião da Cúpula do G7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que espera que os Estados Unidos e o presidente Donald Trump não interfiram no processo eleitoral brasileiro. Segundo Lula, o Brasil respeita a soberania americana e espera receber o mesmo tratamento. O presidente destacou que deseja que as relações entre os dois países sejam pautadas pela reciprocidade e pelo respeito mútuo. Lula também afirmou que os Estados Unidos poderiam "aprender com o Brasil" a realizar eleições mais tranquilas. A declaração foi dada ao comentar o cenário político e a importância da preservação da soberania nacional. A Cúpula do G7 reúne líderes das principais economias do mundo para discutir temas de interesse internacional
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rebateu duramente as declarações de Donald Trump sobre o cenário político nacional e afirmou que o presidente norte-americano “não conhece o Brasil”. Em entrevista coletiva concedida à imprensa em Genebra, na Suíça, logo após a cúpula do G7, Lula exigiu que o líder dos EUA não se envolva no processo eleitoral do país — o qual classificou como um problema estritamente dos brasileiros —, corrigiu uma gafe de Trump envolvendo a suposta prisão de um dos filhos de Jair Bolsonaro e saiu em defesa do sistema eletrônico de votação. A reação do petista ocorreu horas depois de Trump declarar, também em coletiva, que o Brasil se tornou “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”, além de afirmar erroneamente que o país teria prendido “Bolsonaro Jr.” para tirá-lo da disputa eleitoral, confundindo-o com o irmão, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Vídeo: Canal GOV #Lula #Trump #g7 #blogdosilvalima #mundo *jk *video *mundo *politica *digital
Jair Bolsonaro (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira (17), durante uma conversa no G7, que “nunca” foi um “esquerdista”. Também “fez campanha” para o sistema eleitoral brasileiro de eleição e disse que a Organização das Nações Unidas (ONU) deveria adotar o modelo de votação. Essas falas ocorreram em uma conversa com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, e com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. Apesar de a conversa ser reservada, a chegada dos líderes para a reunião do G7, em Évian-les-Bains, na França, estava sendo transmitida e a conversa pôde ser ouvida ao fundo. Lula fazia uma digressão sobre a presença de líderes de direita e esquerda nos principais países do ocidente. Falou que a direita liderou esses países por muito mais tempo e chegou à conclusão de que “o mundo não é de esquerda”. “Ou seja, o que isso prova? Que o mundo não é de esquerda (risos). O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade”, afirmou. Georgieva, então, disse: “Mas quando você foi presidente pela primeira vez, todo mundo esperava que você fosse um esquerdista, e você não foi”. Lula respondeu, contando uma história sobre não ter conseguido ir à Rússia nos anos 1980: “Mas eu nunca fui esquerdista. Veja, eu era um dirigente sindical que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, tinha uma relação com o sindicalismo italiano, com a UGT espanhola. Em 1980, eu tinha um congresso na Rússia em que fui convidado e não fui para a Rússia porque estava condenado pela lei de segurança nacional. Fiz uma viagem pela Europa angariando solidariedade e passei a ser tratado como anticomunista”. Antes disso, Lula falava a Merz e a Georgieva sobre o sistema brasileiro de votação. O presidente explicou, passo a passo, como a eleição acontece - como o eleitor se dirige à urna, os itens proibidos para a votação, quais os candidatos nos quais votam, etc. As informações são do Estadão Conteúdo. Foto: MANDEL NGAN/POOL/AFP #lula #g7 #esquedista #mundo #blogdosilvalima
Lula (neutro)Metrópoles O presidente Lula rebateu, hoje, declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que criticou o cenário político brasileiro após o julgamento do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Genebra, após sua participação na reunião do G7, Lula afirmou que Trump “não tem o direito” de se meter nas eleições brasileiras, independentemente de suas preferências eleitorais. “Eu acho que ele tem o direito de ter as preferências eleitorais dele, as preferências ideológicas dele. Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas em sua soberania. Só espero isso. Para mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto, não tem problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, disse Lula. A fala do presidente brasileiro veio após Trump afirmar, também em entrevista coletiva após o G7, que o Brasil “está meio desagradável” e criticar a condenação de Eduardo Bolsonaro, confundindo-o com Flávio Bolsonaro, apontado como possível candidato à Presidência da República. “Ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque fez uma declaração no Texas. Eles agem com bastante dureza. Mas ninguém age com mais dureza do que os Estados Unidos. Nossas eleições são totalmente fraudadas”, declarou o presidente norte-americano. Íntegra o meu blog
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (neutro)Durante a Cúpula de Líderes do G7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o presidente norte-americano, Donald Trump, tem o direito de manter suas preferências ideológicas e de apoiar aliados políticos, como o ex-presidente Jair Bolsonaro. Contudo, Lula ressaltou a importância do respeito à ética internacional e à soberania entre as nações, enfatizando que o processo eleitoral brasileiro deve ser tratado de forma estritamente interna, sem interferências externas. O chefe do Executivo concluiu traçando um paralelo com o cenário internacional, afirmando que, assim como as eleições nos Estados Unidos cabem apenas aos americanos, as decisões eleitorais no Brasil competem exclusivamente aos brasileiros.
Jair Bolsonaro (neutro)O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, hoje, que conversou com o presidente Lula durante a cúpula do G7, e chamou o Brasil de um “país politicamente difícil”. O presidente dos EUA foi questionado sobre sua interação com Lula pela repórter da TV Globo Bianca Rothier, durante uma entrevista à imprensa na cúpula de Evian, na França. Perguntado se conversou com Lula sobre o novo tarifaço contra o Brasil e sobre a designação do PCC e do CV como grupos terroristas, Trump confirmou apenas que conversou com o presidente brasileiro: “Sim, eu passei bastante tempo com ele [Lula], na verdade”, afirmou Trump, sem detalhar o conteúdo da conversa. Na sequência, Trump criticou o Brasil: “Tornou-se um país um pouco complicado, não é? Politicamente. Tem sido um pouco perigoso politicamente”. O presidente dos EUA prosseguiu comentando as eleições no Brasil e pareceu confundir os filhos de Bolsonaro: Flávio e Eduardo Bolsonaro. “Tem sido desagradável. Ouvi dizer que prenderam alguém que está concorrendo a um cargo hoje. Fiquei sabendo disso depois que saímos. Eu tinha acabado de me despedir dele [Lula] e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas, e o prenderam porque ele deu uma declaração no Texas. Prenderam ele, ou querem prender ele”. Depois, Trump pareceu fazer um paralelo entre os processos eleitorais no Brasil e nos EUA. “Eles [Brasil] jogam duro, mas ninguém joga mais duro do que os Estados Unidos. Nossas eleições são totalmente roubadas”, disse. A confusão de Trump entre os filhos de Bolsonaro ocorre um dia depois de a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenar o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL) por tentativa de interferir no julgamento do pai na trama golpista. Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão. Íntegra no meu blog
Jair Bolsonaro (negativo)Lula (negativo)O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva classificou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU como “Senhores da Guerra” e defendeu mudanças na atuação do organismo internacional. Durante seu pronunciamento, Lula afirmou que as potências com assento permanente no conselho precisam deixar de agir como “imperadores” e parar de promover guerras contra países mais pobres. Segundo o presidente, é necessário fortalecer o diálogo e buscar soluções diplomáticas para os conflitos internacionais. A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas em diferentes regiões do mundo e reforça a defesa histórica do governo brasileiro por uma reforma no Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas, incluindo a ampliação da representatividade entre os países membros. Atualmente, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança são Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, todos com poder de veto sobre as decisões do órgão. ‒ Acesse essa e outras notícias completas e exclusivas através do link na descrição do nosso perfil! 🔎 ‒ Tags desta notícia: #notícia #informação #blogdobrunomuniz #santacruzdocapibaribe #brasil #politico #pt #psol #pl #lula #bolsonaro #flaviobolsonaro
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que ele “não deve se meter nas eleições do Brasil”. A fala ocorreu nesta quarta-feira (17), em Genebra, na Suíça, após Trump classificar o Brasil como um país “duro e perigoso” e fazer comentários sobre o cenário político brasileiro. Em resposta, Lula reforçou a soberania nacional e destacou que as decisões sobre o processo eleitoral cabem exclusivamente aos brasileiros. #Lula #DonaldTrump #Brasil #Eleições #Política
Lula (neutro)Climão no G7! Lula e Trump tem encontro rápido e a imprensa internacional comenta que o presidente brasileiro ignorou mais uma vez o presidente americano. Isto é bom ou ruim para os dois países? Comenta pra gente !
Lula (neutro)Durante uma conversa na cúpula do G7, na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “nunca foi esquerdista”. A declaração foi feita em um diálogo com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz. No trecho divulgado, Lula argumenta que governos de direita permaneceram mais tempo no poder em diversos países e conclui que “o mundo não é de esquerda”, mas sim “de meio”. Em seguida, ao ser lembrado por Georgieva de que havia expectativa de que adotasse uma postura mais à esquerda quando assumiu a Presidência em 2003, respondeu que nunca se considerou esquerdista. O presidente também relembrou sua trajetória no movimento sindical e afirmou que mantinha relações próximas com sindicatos europeus. Lula citou ainda que, na década de 1980, chegou a ser chamado de anticomunista após recusar um convite para participar de um congresso na União Soviética. Fonte: Metrópoles / Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou um momento descontraído durante a reunião de líderes na cúpula do G7, nesta quarta-feira (17), na França. Ao entrar na sala onde os chefes de Estado já estavam reunidos, Trump brincou com os presentes ao declarar: “Eu sou o chefe”, arrancando risadas de autoridades que participavam do encontro. Entre os líderes presentes estavam o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da França, Emmanuel Macron, anfitrião do evento, o chanceler alemão Friedrich Merz e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer. Lula apareceu concentrado em anotações no momento da chegada de Trump e não demonstrou reação à brincadeira. Além dos momentos de descontração, a cúpula teve como foco temas de relevância internacional, especialmente a guerra entre Rússia e Ucrânia. Após reunião com os líderes do grupo, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que foram discutidas novas sanções contra Moscou e reiterado o apoio dos países à adesão da Ucrânia à União Europeia. #noticias
Lula (neutro)Um vídeo publicado pelo portal Metrópoles mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmando que “nunca foi esquerdista” durante conversa na cúpula do G7, realizada nesta quarta-feira (17), em Évian-les-Bains, na França. Nas imagens, Lula conversa com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, e com o chanceler alemão Friedrich Merz sobre o avanço de governos conservadores em diferentes países. Segundo o presidente brasileiro, o cenário internacional demonstra que “o mundo não é de esquerda”, mas “de meio”. Ao lembrar que, em sua primeira eleição presidencial, em 2002, havia expectativa de que governasse pela esquerda, Lula respondeu: “Mas eu nunca fui esquerdista”. O petista afirmou que sua trajetória política foi construída no movimento sindical e citou relações com entidades trabalhistas da Alemanha, Itália e Espanha. O presidente também recordou que, nos anos 1980, chegou a ser chamado de anticomunista após recusar um convite para participar de um congresso na antiga União Soviética. Foto: Ricardo Stuckert/PR *digital *bm #digital #radiojornal #lula #g7 #politica #esquerda #direita #centro
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (16), durante reunião do G7, que o enfrentamento ao narcotráfico precisa ser feito de forma abrangente, o que inclui o combate a crimes associados, como lavagem de dinheiro e tráfico de armas. Informação completa em nosso site.
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (16) que a atuação contra o crime organizado deve respeitar a soberania dos países nos quais as facções estão instaladas. O petista deu a declaração ao participar da reunião do G7 em Évian-les-Bains, na França, na manhã desta terça. O discurso lido por Lula no encontro – que contou com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – foi divulgado pelo Palácio do Planalto. A fala de Lula ocorre dias depois de entrar em vigor a decisão do Departamento de Estado dos EUA, chefiado por Marco Rubio, de classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas. "O desafio do crime organizado, que aterroriza comunidades e desvia recursos públicos que deveriam ser direcionados para a construção de escolas, hospitais e estradas. Esse esforço [contra o crime transnacional] deve levar em conta do respeito à soberania dos Estados", disse Lula. "A Declaração de Líderes do G7 sobre o Combate ao Tráfico de Drogas é um passo positivo. Mas o enfrentamento ao narcotráfico não pode ser dissociado de outros ilícitos como a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas", completou o petista. O G7 é um grupo das principais economias do mundo que se reúne para discutir temas globais, como comércio, guerra, clima e segurança. É um fórum político – não toma decisões obrigatórias, mas tem muita influência. Durante o discurso, Lula também afirmou que "o neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e a crise política que hoje assolam as democracias". "Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas falaciosas para a complexidade dos nossos problemas", afirmou o petista. Leia a íntegra no nosso site! 🌐Leia mais acessando www.rhaldneysantosoficial.com.br
Lula (neutro)SILÊNCIO QUE FALA ALTO: A IMAGEM DO G7 E O DISTANCIAMENTO ENTRE LULA E TRUMP A fotografia oficial do G7 costuma ser apenas um ritual diplomático. Mas, às vezes, uma imagem revela mais do que longos discursos. Nesta terça-feira, na França, o mundo viu Lula e Donald Trump dividindo o mesmo espaço, cercados pelos principais líderes globais, sem qualquer gesto de aproximação, conversa ou sinal público de cordialidade. Pode parecer um detalhe. Não é. Em um momento em que guerras, crises econômicas, disputas comerciais e desafios climáticos exigem diálogo permanente entre as nações, o distanciamento entre dois chefes de Estado das maiores economias do continente americano expõe uma realidade preocupante: a política internacional está cada vez mais marcada por interesses imediatos, rivalidades ideológicas e falta de construção de consensos. O G7 foi criado para aproximar lideranças e buscar soluções coletivas. Quando os protagonistas preferem o silêncio ao diálogo, a mensagem transmitida ao mundo é de fragmentação. E quem paga a conta dessa falta de entendimento não são os presidentes, mas as populações que dependem de acordos comerciais, cooperação internacional e estabilidade política. Mais do que uma ausência de aperto de mão, a cena simboliza uma diplomacia que parece perder espaço para disputas de narrativa. Enquanto líderes posam para as câmeras, os desafios reais continuam crescendo: desigualdade, inflação, conflitos armados e mudanças climáticas não esperam que vaidades políticas sejam resolvidas. A foto do G7 ficará registrada por alguns segundos na memória do noticiário. O problema é que o afastamento entre lideranças pode produzir consequências que duram anos. Em tempos de crise global, o mundo precisa de pontes. O que se viu hoje foi mais um retrato dos muros que continuam sendo erguidos.
Lula (negativo)O presidente Lula chegou à França nesta segunda-feira (15/6) para participar, pela 10ª vez, da cúpula do G7, evento que o petista costuma chamar de “festa dos ricos”. Ele é o primeiro chefe de Estado a chegar ao local. O Brasil não integra o bloco, mas participará como convidado. O evento começa na segunda, mas as primeiras reuniões são apenas para os membros. Os países convidados só se juntam na terça-feira (16/6). Durante a cúpula, Lula discursará pelo menos duas vezes, quando planeja passar ao menos dois recados aos países ricos. A primeira fala será na terça, em uma sessão sobre parcerias internacionais. Em seu discurso, segundo auxiliares, Lula deve chamar atenção para a queda na ajuda ao desenvolvimento e fazer um apelo aos países ricos para que financiem nações mais pobres. O segundo recado de Lula será dado em discurso na sessão da quarta-feira (17/6), cujo tema será crescimento sustentável. É aqui que o petista deve abordar o tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Segundo assessores, Lula criticará o unilateralismo e o protecionismo e reforçará a defesa de uma reforma de governança em organismos internacionais. Entre eles, a OMC, Organização Mundial do Comércio. O presidente, contudo, deve adotar um tom menos agressivo e mais diplomático. A ideia é marcar posição sobre o tema, sem prejudicar as negociações em andamento com os americanos. Além dos discursos, Lula terá reuniões bilaterais às margens do G7. A primeira delas foi com o presidente da Suíça, Guy Parmelin. O encontro aconteceu ainda em Genebra, logo após o petista pousar na cidade. Em Évian, Lula deve se reunir com o anfitrião da cúpula, Emmanuel Macron, presidente da França. O petista também tem uma bilateral prevista com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi. Lula recebeu convites para conversas bilaterais de outros chefes de Estado. Um dos pedidos em análise partiu do presidente do Egito, o general Abdel Fattah El-Sisi, que governa o país desde 2014. #lula #g7 #frança #blogdosilvalima 🤳 @ig
Lula (neutro)O presidente Lula chegou à França nesta segunda-feira (15/6) para participar, pela 10ª vez, da cúpula do G7, evento que o petista costuma chamar de “festa dos ricos”. Ele é o primeiro chefe de Estado a chegar ao local. O Brasil não integra o bloco, mas participará como convidado. O evento começa na segunda, mas as primeiras reuniões são apenas para os membros. Os países convidados só se juntam na terça-feira (16/6). Durante a cúpula, Lula discursará pelo menos duas vezes, quando planeja passar ao menos dois recados aos países ricos. A primeira fala será na terça, em uma sessão sobre parcerias internacionais. Em seu discurso, segundo auxiliares, Lula deve chamar atenção para a queda na ajuda ao desenvolvimento e fazer um apelo aos países ricos para que financiem nações mais pobres. O segundo recado de Lula será dado em discurso na sessão da quarta-feira (17/6), cujo tema será crescimento sustentável. É aqui que o petista deve abordar o tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Segundo assessores, Lula criticará o unilateralismo e o protecionismo e reforçará a defesa de uma reforma de governança em organismos internacionais. Entre eles, a OMC, Organização Mundial do Comércio. O presidente, contudo, deve adotar um tom menos agressivo e mais diplomático. A ideia é marcar posição sobre o tema, sem prejudicar as negociações em andamento com os americanos. Além dos discursos, Lula terá reuniões bilaterais às margens do G7. A primeira delas foi com o presidente da Suíça, Guy Parmelin. O encontro aconteceu ainda em Genebra, logo após o petista pousar na cidade. Em Évian, Lula deve se reunir com o anfitrião da cúpula, Emmanuel Macron, presidente da França. O petista também tem uma bilateral prevista com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi. Lula recebeu convites para conversas bilaterais de outros chefes de Estado. Um dos pedidos em análise partiu do presidente do Egito, o general Abdel Fattah El-Sisi, que governa o país desde 2014.
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou para a França, na tarde deste domingo (14), para participar da Cúpula do G7. É a décima vez que o petista representa o Brasil no evento. Pelas redes sociais, Lula publicou uma foto com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), na base aérea de Brasília. Alckmin exercerá a Presidência interina durante a viagem presidencial. O avião presidencial fará uma parada na Ilha do Sal, em Cabo Verde, às 22h50, para abastecimento. De lá, seguirá para Évian-les-Bains, cidade que vai receber o evento e onde deverá desembarcar nesta segunda-feira, 15. A agenda internacional se estende até quarta-feira, 17. Acompanham Lula na viagem o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que já está em Évian, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, que viaja com o presidente. Enquanto estiver no G7, Lula vai participar de sessões abertas entre os chefes de Estado. Lula vai participar de um almoço com os outros líderes do G7, momento no qual se tratará da inteligência artificial. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou encontros de Lula com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e com o anfitrião do evento, o presidente francês, Emmanuel Macron. (Foto: Ricardo Stuckert/PR) #lula #g7 #politica *ls *digital #digital *digital #digital
Lula (neutro)
Sub-temas nos comentários (35)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- humor sarcástico sobre identidade ideológica40 comentários
"Comentário ironiza o reconhecimento de Lula como não esquerdista, insinuando que ele se apresenta como de direita para agradar eleitores, em tom de deboche."
- deboche de performances do presidente9 comentários
"Crítica ao uso de otimista de que Lula vencerá no primeiro turno, sugerindo que apoiar candidatos da aliança é ilusório diante das manchetes sobre a polarização e a gestão negativa do governo Lula que tende a favorecer a oposição."
- apelo entusiasmado a bolsonarismo10 comentários
"Apoio entusiasmado a Bolsonaro e ao bolsonarismo em referência ao Brasil soberano, com crítica à intromissão de autoridades estrangeiras nas eleições brasileiras."
- endosso irônico a coalizão de lideranças9 comentários
"A crítica irônica ao comentário revela desgosto com a liderança atual, associando a presidência a uma figura sem caráter e prejudicando a imagem de Lula e do governo."
- deboche de performances do líder global59 comentários
"Crítica sarcástica de que Lula teme Trump para fraudar as eleições, insinuando fraude eleitoral com votos de mortos."
- apoio a Trump como figura externa12 comentários
"Apoio entusiasmado ao Lula, com crítica velada à hipocrisia de quem celebra o autoritarismo de Trump ao mesmo tempo em que defende soberania brasileira."
- apoio entusiasmado a Lula/grupo pró Lula21 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula da Silva como futuro presidente."
- apoio entusiasmado a Lula26 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula como líder carismático e dominante frente ao bolsonarismo e às críticas a Bolsonaro, destacando a grandeza de Lula frente à gestão do governo anterior."
- deboche de narrativas políticas26 comentários
"A crítica irônica ao retratar José Dirceu como parte da narrativa sobre Lula, sugerindo que a legenda se refere a uma leitura progressista de esquerda associada ao ex-direito de Dirceu."
- crítica a fraudes eleitorais e deslegitimação de governo14 comentários
"Crítica de que a justiça já atuou contra Lula na eleição passada, insinuando favorecimento ou manipulação do processo eleitoral."
- crítica irônica ao desgoverno e deboche político29 comentários
"Crítica irônica ao desgoverno de Rádio Jornal de Pernambuco, sugerindo desgaste e falhas na gestão, associada ao tom de deboche na crítica ao governo atual."
- cobrança por accountability de fraude eleitoral27 comentários
"Crítica irônica à ideia de eleições fraudadas; desqualifica a narrativa de fraude eleitoral com tom de deboche."
- crítica irônica a figuras polarizadas34 comentários
"Crítica irônica aos eleitores que endereçam ataques contra Lula citando favorecimento de Flávio Bolsonaro e uso de retórica de rivalidade familiar; aponta que a crítica volta contra o governo de Lula e o contexto político envolvendo Flávio Bolsonaro não envolve endosso direto ao comentário."
- deboche de defesa de soberania28 comentários
"Crítica irônica à alegação de que o filme de Lula é comparável a um golpe de Estado, apontando que o comentário desvaloriza o conteúdo do post e usa tom de zombaria em relação às críticas à política externa brasileira."
"Crítica ao comentário que chama de vergonha a participação de Lula no G7, destacando o tom pejorativo e ironizando a postura da oposição."
- apoio entusiasmado a coalizão Lula-João Campos18 comentários
"Apoio entusiasmado ao Lula e à chapa João Campos-Lula/Daniel?"
- crítica irônica a ingerência estrangeira24 comentários
"Memes e risadas sobre Lula e Trump ilustram sarcasmo que desqualifica a defesa do processo eleitoral brasileiro; o comentário ironiza a reação do eleitorado ao cenário político nacional."
- debate sobre soberania e eleições19 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula da Silva por reconhecer soberania brasileira e defender eleições tranquilas, em tom de apoio ao comentário"
- deboche de performances do Lula e ataques a Trump10 comentários
"Apoio candente à defesa do Brasil contra Trump, com tom belicista que ironiza o confronto e critica a intervenção estrangeira."
- deboche de liderança e ironia sobre Lula8 comentários
"Ironia sobre Lula não ceder diante de ataque político: crítico ao tipo de elogio ao líder petista que ostenta riqueza política na cena nacional."
- descreve dependência e soberania nacional14 comentários
"Crítica irônica aos eleitores que querem ver Trump interferindo nas eleições brasileiras, em tom que incentiva fiscalização e respeito à soberania nacional."
- ataques pessoais contra Lula e petistas17 comentários
"Rejeição radical aos comunistas e ataque pejorativo aos apoiadores de Lula, insinuando apoio aos opositores do governo"
- crítica a Lula pela corrupção e ataque pessoal11 comentários
"Crítica irônica a Lula e ao PT pela suposta negligência com o desvio de dinheiro, sugerindo que o comentário afirma que o governo não combate corrupção"
- crítica irônica ao fanatismo pró-Bolsonaro11 comentários
"Crítica aos eleitores que se julgam privilegiados e discutem o valor do voto de forma desigual, em contexto de polarização e desigualdade social."
"Critica ironicamente o apoio fanático a Lula para 2026 e a hostilidade com que o comentário se dirige ao ex-presidente, reforçando a oposição a Lula entre eleitores."
"Crítica irônica à percepção de influência externa nas eleições brasileiras, acusando o apoio a Biden e Trump de interferência na disputa eleitoral brasileira e sugerindo favoritismo a Lula."
- debates entre líderes e posições de apoio8 comentários
"Apoio raivoso a Lula enquanto o comentário desvirtuado aponta para hostilidade pessoal contra o presidente Lula da Silva."
- crítica à interferência externa e soberania10 comentários
Sem candidatos identificados nos comentários deste sub-tema.
"Crítica irônica à indignação com a participação externa nos assuntos do Brasil, señalando cansaço com envolvimento internacional na política interna."
- crítica irônica a ataques pessoais e desinformação9 comentários
"Crítica irônica à "
- deboche de irregularidades políticas11 comentários
"Crítica veemente ao eleitorado que apoia Lula enquanto aponta corrupção como argumento, associando o comentário a uma chapa crítica a seriedade de Lula e aos apoiadores com tom acusatório."
- critica irônica a participação do Brasil no G710 comentários
"Comentário associa Lula à troca de apoio entre grupos de esquerda com tom depreciativo, sugerindo desdém com a mudança de lealdade política."
- defesa da soberania frente a ingerência externa9 comentários
Sem candidatos identificados nos comentários deste sub-tema.
"O comentário ironiza a postura anti-intervencionista de Trump e revela apoio à autonomia de decisão brasileira em políticas eleitorais, fortalecendo a visão de que o Brasil deve definir seus rumos sem interferência externa."
- debate polarizado sobre corrupção e soberania13 comentários
"Crítica contundente a quem acusa de “roubar a própria nação” durante o governo Lula, associando a acusação a apropriação política e destacando que a soberania não envolve roubo de recursos públicos."
- deboche de acusações de corrupção a Lula11 comentários
"Crítica irônica a Lula, imputando cegueira ao votante e endossando a ideia de votar nele sem considerar as críticas ao governo"
- ataques pessoais e difamação sobre Lula34 comentários
"Crítica irônica a Lula como “pai da mentira” utilizando o tom religioso para questionar a honestidade do presidente Lula e reforçar o apoio a Bolsonaro e ao bolsonarismo."