Fim da taxa das blusinhas
13 posts · 2 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:37:33
Sentimento da audiência por candidato
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Representantes de 10 entidades ligadas ao setor têxtil estiveram presentes no Palácio do Campo das Princesas, nesta segunda feira, 25, para conversar com a governadora Raquel Lyra, sobre os prejuízos e preocupações que o setor produtivo pode ter em relação ao fim da “taxa das blusinhas”. A medida provisória foi assinada pelo governo Lula no último 12, e tem sido alvo de reclamações do Polo Têxtil pernambucano. Responsável pela movimentação econômica de R$ 18 bilhões e pela geração de milhares de empregos diretos e indiretos, o Polo tem sentido falta de articulação na bancada federal. Por mais que a governadora tenha se mostrado sensível, ouvido as demandas, criado um grupo de trabalho e se comprometido em trabalhar na articulação dos pedidos junto a Brasília, o Polo tem sofrido com a ausência de uma representação federal, papel que caberia exatamente a essa representação. A reportagem ouviu algumas lideranças, que participaram da reunião. Houve relatos de representantes que procuraram deputados federais pernambucanos e não foram sequer recebidos. Tais relatos reforçam uma preocupação a muito levantada nos bastidores políticos. Como o Polo, tão forte economicamente na região, não consegue unir forças para ter uma representação que atenda realmente ao anseios? No Congresso Nacional sobram bancadas representantivas, que não atendem apenas a interesses empresarias, mas as demandas da população que retiram empregos e rendas dessas atividades econômicas. Há cinco meses das eleições gerais, que renovarão os representantes pernambucanos no Congresso, cabe a a reflexão de quais serão a promessas para fortalecer o setor e o desenvolvimento produtivo. Apenas o deputado Mendonça Filho (PL) que expôs sua opinião de forma rápida, e está sendo o mais enfático na defesa do polo, mesmo não tendo sua origem nas cidades do polo. O voto em quem defenda a bandeira da nossa região pode fazer toda a diferença.
Lula (negativo)Mendonça Filho (positivo)Raquel Lyra (positivo)O deputado federal Mendonça Filho, presidente da Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios, apresentou duas emendas à medida do Governo do PT que reduziu a chamada “taxa das blusinhas” sem medidas de compensação para quem produz no Brasil. O objetivo é proteger o Polo de Confecções do Agreste e o pequeno varejo nacional da concorrência com produtos importados. As propostas criam o Regime Especial de Isonomia Competitiva (REIC) e o Programa de Apoio ao Pequeno Varejista Nacional (PROVANA). A primeira emenda garante crédito tributário para indústrias e fabricantes do setor de confecção e vestuário, permitindo abatimento de tributos como PIS, Cofins e IPI nas vendas de produtos nacionais de até US$ 50. Já a segunda cria uma subvenção econômica para micro e pequenas empresas do Simples Nacional, com crédito equivalente a 20% da receita bruta nas vendas de produtos nacionais dentro desse mesmo limite. Segundo Mendonça, as medidas buscam equilibrar a concorrência das plataformas internacionais beneficiadas pela redução tributária do Governo Federal. “Lula criou a taxa das blusinhas para arrecadar mais e agora, às vésperas das eleições, reduz a taxa de forma eleitoreira sem olhar as consequências para quem produz e gera emprego no Brasil. Não podemos aceitar que o Polo de Confecções do Agreste pague essa conta”, criticou Mendonça. O parlamentar destaca que mais de 90% das empresas do Polo de Confecções de Pernambuco são micro e pequenos negócios, mais vulneráveis à concorrência internacional. O setor gera mais de 32 mil empregos formais e movimenta a economia de cidades como Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Na justificativa das emendas, Mendonça afirma que as propostas buscam garantir “isonomia tributária” e “livre concorrência”, evitando um “abismo de competitividade” criado pelo tratamento favorecido aos produtos importados.
Lula (negativo)Mendonça Filho (neutro)O possível fim da chamada “taxa das blusinhas” tem gerado preocupação entre empresários do polo têxtil do Agreste de Pernambuco. O CEO da Rota do Mar afirmou que a medida pode aumentar a concorrência com produtos asiáticos vendidos sem cobrança de impostos, afetando diretamente a competitividade das empresas locais. Segundo o empresário, o setor considera injusta a diferença tributária enfrentada pelas indústrias brasileiras em comparação às plataformas internacionais. “Estamos extremamente preocupados. Com o fim dessa taxa, produtos asiáticos de até 50 dólares podem entrar sem pagamento de impostos, enquanto nós continuamos pagando todos os tributos necessários. Achamos isso injusto”, afirmou. O CEO também classificou a situação como uma concorrência “super desleal” e defendeu condições iguais para disputa de mercado. “A gente pede igualdade. É justo e necessário para que possamos competir pelo menos em igualdade com essas empresas asiáticas”, declarou. Ainda de acordo com o empresário, a preocupação do setor vai além das vendas e pode impactar diretamente a economia do polo têxtil pernambucano, considerado um dos principais geradores de emprego da região. “Podemos perder empregos, perder competitividade e ver a economia do polo diminuir bastante”, concluiu. Vídeo: Reprodução #TaxaDasBlusinhas #Pernambuco #RotaDoMar *brasil *economia *video *vv *digital
O síndico do Moda Center, em Santa Cruz do Capibaribe, Tales Nery, criticou a decisão do governo federal de isentar a chamada “taxa das blusinhas” e afirmou que a medida prejudica a indústria nacional de vestuário e o polo de confecções do Agreste pernambucano. Segundo Tales Nery, a decisão reduz a competitividade das empresas brasileiras diante dos produtos importados, especialmente os asiáticos. “Recebemos ontem uma notícia que nos deixou muito triste. O governo federal isentou a taxa das blusinhas, uma taxa que trazia competitividade para a indústria nacional porque tratava de uma isonomia do ponto de vista dos produtos importados e dos produtos fabricados nacionalmente”, afirmou. O síndico declarou ainda que a medida afeta não apenas o polo de confecções do Agreste, mas toda a cadeia têxtil e de vestuário no Brasil. Vídeo: Divulgação #ModaCenter #SantaCruzDoCapibaribe #TaxaDasBlusinhas *brasil *economia *video *vv *av *digital
Lula (negativo)O presidente da Associação dos Sulanqueiros de Caruaru, Pedro Moura, demonstrou preocupação com a medida provisória do governo federal que extingue a taxa de importação para compras internacionais de até 50 dólares, em vigor a partir desta terça-feira, 13 de maio. Em entrevista, Pedro Moura afirmou que a decisão pode trazer impactos negativos para o Polo de Confecções do Agreste pernambucano, principalmente pela concorrência com produtos importados semelhantes aos fabricados na região. “A avaliação é de muita preocupação para todos que fazem o polo, porque sabemos que é algo negativo. As mercadorias são correlatas, iguais às que produzimos aqui”, afirmou. Segundo o presidente da associação, o setor emprega mais de 100 mil pessoas e precisa de medidas de proteção para manter a competitividade diante do mercado internacional. Vídeo: Elaine Dias/TV Jornal Interior #TaxaDasBlusinhas #PoloDeConfecções #Caruaru *brasil *economia *video *vv *av *digital
“TAXA DAS BLUSINHAS” 👉 Durante visita à Folha de Pernambuco, nesta quarta-feira (13), a governadora Raquel Lyra falou sobre o fim do imposto sobre compras internacionais, a famosa “taxa das blusinhas” , e qual o impacto no mercado de moda pernambucano. 💬 “Eu comecei a conversar com o próprio setor de confecções de Pernambuco e eles já vão se reunir no próximo dia 20, todas as associações. São inúmeros municípios pernambucanos, pelo menos 40, com uma área de influência direta [...] Ao mesmo tempo que ninguém [consumidor] é contra [o fim do imposto], nos preocupa a manutenção do nível de emprego e renda no nosso estado”. ➡️ Na ocasião, a governadora foi recebida pelo presidente do Grupo EQM, do qual a Folha de Pernambuco faz parte, Eduardo de Queiroz Monteiro; pela vice-presidente do jornal, Mariana Costa, além de diretores e jornalistas do veículo. #raquellyra #folhadepernambuco #pernambuco #governodepernambuco 📹 ✍️: Portal Folha de Pernambuco
Raquel Lyra (neutro)MP de Lula que zera “taxa das blusinhas” gera revolta no polo têxtil de Pernambuco Uma forte onda de indignação atinge o polo de confecções de Pernambuco. A reação crítica ocorre após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar uma nova Medida Provisória (MP). O texto zera a taxação sobre produtos comprados em sites internacionais. A decisão reverte as regras anteriores de importação. Empresários locais apontam que a medida prejudica a produção nacional. Descontentamento no setor produtivo A medida gerou protestos imediatos de lideranças industriais da região. O produtor têxtil local Robson Ferreira expressou forte descontentamento com a decisão federal: “Eu avisei. A gente avisou. E agora? Para quem produz: mais imposto. Para quem gera emprego: mais imposto. Para quem desenvolve o Brasil: mais imposto.” Ferreira critica a falta de isonomia tributária entre os produtos importados e os nacionais. O produtor cobra explicações de quem defendia o modelo anterior de tributação. Risco para milhões de empregos O polo de Santa Cruz do Capibaribe teme uma concorrência desleal com o mercado chinês. A ausência de tarifas de importação barateia os produtos estrangeiros de forma agressiva. A preocupação central gira em torno da manutenção dos postos de trabalho no país: 8 milhões de empregos estão em risco direto na indústria nacional de confecções. Custos de produção elevados no Brasil reduzem a competitividade local. Pequenos fabricantes regionais enfrentam dificuldades para manter as portas abertas. Pressão sobre o Governo Federal O setor têxtil alega que o governo escolheu o “lado errado” ao privilegiar as plataformas internacionais. Representantes do comércio planejam pressionar o Congresso Nacional durante a tramitação da MP. O objetivo é buscar salvaguardas para a indústria nacional de confecções.
Lula (negativo)Após o governo federal anunciar o fim da chamada "taxa das blusinhas", nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até U$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme, entidades do setor têxtil e de confecção do Agreste de Pernambuco manifestaram preocupação com o anúncio. A medida foi formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12). Segundo o governo, a isenção entrou em vigor na mesma data. Fonte: G1 Vídeo: Reprodução/TV Asa Branca
Lula (neutro)A gestão petista, sem muita discussão na opinião pública, decidiu acabar com a "taxa das blusinhas". Já é um flagrante de instabilidade digno de uma "republiqueta de bananas" quando um governo derruba medidas aprovadas em outro governo, mas este não é o caso. A tributação criada para segurar a entrada de produtos chineses no Brasil e proteger empregos em regiões pobres como o Polo de Confecções do Agreste, em Pernambuco, entre outros, foi criada na própria gestão do petista, num momento em que ele precisava melhorar a arrecadação. Confira a análise de @igorpmaciel sobre o fim da "Taxa das Blusinhas" no vídeo. #TaxaDasBlusinhas #Lula *politica *brasil *economia *colunacenapolitica *video *vv *digital
Lula (negativo)O setor de confecções do Agreste pernambucano manifestou preocupação com a possibilidade de suspensão da taxa de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. Em entrevista concedida na manhã desta terça-feira (12) ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, o CEO do Grupo Rota do Mar, Arnaldo Xavier, classificou a competição com plataformas asiáticas como “desleal” e alertou para os riscos à economia regional. O Polo Têxtil do Agreste, que abrange cerca de 17 municípios — com destaque para Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama —, registrou uma movimentação financeira de R$ 18,6 bilhões em 2025, um crescimento de 19,2% em relação ao ano anterior. Segundo o executivo, o setor é responsável por uma vasta rede de empregos e renda que se estende para estados vizinhos, como Paraíba e Rio Grande do Norte. A principal crítica do setor recai sobre a diferença na carga tributária. Enquanto as plataformas internacionais recolhem aproximadamente 40% em impostos, a soma da tributação sobre a produção e comercialização nacional pode atingir 90%. Xavier aponta que essa disparidade inviabiliza a competição, especialmente no segmento focado em consumidores de baixa renda, que representa 80% das vendas do polo. “A gente tem a certeza de que a queda, quando eles estavam sem a taxação, foi gigante. A gente viu o impacto e agora que a gente está começando a crescer novamente, essa taxação tende a voltar e a gente não aceita. Eu acho que é injusto e vamos levantar essa bandeira, vamos reunir e não pode estar acontecendo isso. Isso é um absurdo que está acontecendo no nosso país”, afirmou Arnaldo Xavier . Saiba mais no Blog #NegócioseInformes (link na Bio) 📲 #TaxaDasBlusinhas #Brasil #PolodeConfeccoesdePernambuco #Economia
O setor de confecções do Agreste pernambucano manifestou preocupação com a possibilidade de suspensão da taxa de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada "taxa das blusinhas". Em entrevista concedida na manhã desta terça-feira (12) ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, o CEO do Grupo Rota do Mar, Arnaldo Xavier, classificou a competição com plataformas asiáticas como "desleal" e alertou para os riscos à economia regional. O Polo Têxtil do Agreste, que abrange cerca de 17 municípios — com destaque para Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama —, registrou uma movimentação financeira de R$ 18,6 bilhões em 2025, um crescimento de 19,2% em relação ao ano anterior. Segundo o executivo, o setor é responsável por uma vasta rede de empregos e renda que se estende para estados vizinhos, como Paraíba e Rio Grande do Norte. A principal crítica do setor recai sobre a diferença na carga tributária. Enquanto as plataformas internacionais recolhem aproximadamente 40% em impostos, a soma da tributação sobre a produção e comercialização nacional pode atingir 90%. Xavier aponta que essa disparidade inviabiliza a competição, especialmente no segmento focado em consumidores de baixa renda, que representa 80% das vendas do polo. "A gente tem a certeza de que a queda, quando eles estavam sem a taxação, foi gigante. A gente viu o impacto e agora que a gente está começando a crescer novamente, essa taxação tende a voltar e a gente não aceita. Eu acho que é injusto e vamos levantar essa bandeira, vamos reunir e não pode estar acontecendo isso. Isso é um absurdo que está acontecendo no nosso país", afirmou Arnaldo Xavier . O executivo também ressaltou a diferença nas condições de trabalho entre os mercados: "É injusto e é necessário que tenha igualdade de apoio. A gente precisa, no mínimo, ser igual. Mas aí quando vêm pessoas de fora sendo beneficiadas e a gente fica de braços cruzados esperando alguma coisa acontecer... imagina quando a gente percebe isso indo para o ralo, porque a concorrência está super desleal e a gente não admite". Foto: Filipe Jordão/JC Imagem #TaxaDasBlusinhas *brasil *politica *economia *card *vv *digital
O debate nacional sobre as chamadas “blusinhas” deixou de ser apenas uma disputa tributária entre governo e plataformas internacionais como foi no início desse governo Lula (PT). Na época, a gestão petista criou uma taxa para evitar a concorrência desleal dos produtos chineses com a indústria local. Agora, quando a eleição se aproxima e o presidente busca a reeleição num contexto de baixa aprovação, a pauta retorna. Mas ela retornou de cabeça pra baixo. A ideia agora é liberar geral, pra conseguir apoio popular. Em Pernambuco, o tema nacional já é visto como uma ameaça econômica concreta para milhares de famílias que dependem diretamente do Polo de Confecções do Agreste. O problema não está apenas na chegada de produtos chineses baratos ao mercado brasileiro. O ponto central é que essas mercadorias passaram a competir diretamente com a base de consumo popular que sustentou durante décadas cidades como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru. O efeito disso vai muito além do comércio virtual. Ele atinge produção, emprego, circulação de renda e estabilidade econômica regional. O mais sensível é que esse choque acontece justamente depois de anos de investimento dos produtores locais em modernização industrial, renovação de maquinário, melhoria de acabamento, qualificação da produção e adaptação da moda regional para um consumidor mais exigente. O Agreste pernambucano deixou há muito tempo de produzir apenas peças populares de baixa qualidade, ficou mais produtivo. Parte importante do setor passou a investir em design, modelagem, tecnologia têxtil e ampliação de escala. Ainda assim, vem mais uma eleição e o setor enfrenta a possibilidade, outra vez, de uma concorrência considerada quase impossível de vencer. Confira todos os detalhes da coluna Cena Política no JC.COM.BR. Foto: Ricardo Stuckert/PR #Lula #TaxaDasBlusinhas *colunacenapolitica *vv *digital *digital
Lula (negativo)Em participação no Programa Rádio Debate, deputado federal Felipe Carreras afirmou a pauta está sendo discutida com ministros que, segundo ele, estão 'sensíveis' à causa. Para empresário, medida 'antidumping' afeta o abastecimento do fio à cadeia têxtil brasileira, o que impactaria diretamente na cadeia produtiva no Polo de Confecções de Pernambuco. Entrevista completa está no Youtube da emissora. #politica #felipecarreras #polodeconfeccoes #agreste #blogdapolo #RadioPolo
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- apoio crítico à proposta de isenção280 comentários
"Ironia com crítica aos apoiadores do livre mercado que defendem a taxa para o polo têxtil de Pernambuco, insinuando que quem defende o livre mercado está chorando diante da ameaça de concorrência asiática."
- deboche de atritos da politica70 comentários
"Apoio a Raquel Lyra combinado com crítica aos altos impostos estaduais praticados em Pernambuco que prejudicam o empreendedorismo."