Bastidores eleitorais em Pernambuco
10 posts · 2 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:34:07
Sentimento da audiência por candidato
Barras divergentes a partir de todos os comentários classificados nos posts deste tópico.
Posts neste tópico
No comentário das 12h desta sexta-feira (17/07), Nill Júnior analisa o cenário político em Pernambuco e o desafio enfrentado pela governadora Raquel Lyra para definir o segundo nome da sua chapa na disputa pelo o senado. A disputa interna segue intensa entre as forças de Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil), partidos que formam uma federação/coalizão. O embate gira em torno de quem ocupará o espaço na chapa majoritária ao lado de Túlio Gadêlha, que já está consolidado como pré-candidato no projeto de palanque amplo da governadora. Nill Júnior destaca as movimentações de bastidores e os argumentos de cada lado: Eduardo da Fonte defende que seu grupo possui maior peso de votos e que seu nome já teria uma definição interna na federação que precisa ser respeitada. Por outro lado, as sinalizações apontam uma predileção da governadora por Miguel Coelho, uma promessa que teria sido feita ainda na atração do político para o seu palanque. O grande desafio de Raquel Lyra reside na habilidade de oficializar essa escolha sem provocar o afastamento do grupo preterido, uma vez que a força de Eduardo da Fonte é considerada expressiva e o risco de um rompimento político com retorno para a oposição como o palanque de João Campos é um fator que exige atenção. Confira no vídeo o comentário completo e acesse www.nilljunior.com.br para ficar por dentro das notícias locais, regionais e nacionais. Da redação/Itapuama FM. Imagens: Reprodução. Conteúdo: Ítalo Henrique. #raquellyra #senado #eleições2026 #eduardodafonte #miguelcoelho
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Diante dos burburinhos na política de Pernambuco, que a governadora Raquel Lyra (PSD) teria escolhido o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) para representar a Federação União Progressista na disputa ao Senado, excluindo Eduardo da Fonte (PP) da chapa majoritária, deputados do PP teriam ido reivindicar a vaga para seu presidente em reunião no Palácio do Campo das Princesas nesta quarta-feira (15). A resposta recebida foi a de que não há qualquer definição sobre a composição da chapa e que a condução das negociações permanece inalterada. Segundo informações dos bastidores, o secretário da Casa Civil, Túlio Villaça, teria afirmado aos parlamentares que "não tem nada a ver" com os rumores e que "não tem nada resolvido", reforçando que o processo segue como vinha sendo conduzido. A especulação seria interpretada por alguns como uma movimentação ligada ao entorno de Miguel Coelho para "tumultuar" as negociações. Com a movimentação da sua possível confirmação na chapa, o pré-candidato fez um post em seu perfil no Instagram com a legenda “Começou!”, acompanhada de uma foto com os escritos "Miguel Coelho, a força do trabalho". Procurados pela reportagem, deputados do PP evitaram confirmar ou comentar publicamente o encontro e o conteúdo das conversas no Palácio, no entanto, a reunião foi confirmada ao JC, de forma reservada, por pessoas ligadas à bancada. Às portas do período de convenção partidária, a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra segue sem definição, sendo dada como certa somente a vaga do deputado federal Túlio Gadelha (PSD) para a disputa ao Senado. Fotos: Jailton Jr./JC Imagem e Vinícius Loures/Câmara dos Deputados #RaquelLyra #EduardoDaFonte #MiguelCoelho *politica *carrossel *vv *digital
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Nos bastidores da política de Pernambuco, o martelo já foi batido e a ponta virada: no desenho oficial para a chapa de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), a cobiçada vaga ao Senado Federal pertence ao deputado federal Eduardo da Fonte. A decisão, que a governadora já confessou de forma reservada a interlocutores próximos estar consolidada, é fruto direto de intensas articulações nacionais. Raquel esteve reunida recentemente com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, amarrando os ponteiros da Federação União Progressista em torno do nome de “Dudu”, como é conhecido o deputado. Longe de demonstrar qualquer habilidade de articulação, a condução do processo pela governadora acabou por detonar uma crise de grandes proporções dentro do seu próprio palanque. A entrega da vaga ao PP azedou completamente o humor do clã dos Coelho, em Petrolina. O grupo, liderado pelo ex-senador e ex-ministro Fernando Bezerra Coelho e que tem como principal ativo o ex-prefeito Miguel Coelho, contava com o espaço majoritário para o Senado e recebeu o anúncio como uma rasteira política. Para tentar conter o estrago e evitar o desembarque precoce da força política do Sertão, Raquel correu para tentar apagar o incêndio oferecendo uma espécie de prêmio de consolação. A gestão estadual acenou com a vaga de vice-governador na chapa, deixando a escolha aberta para o próprio Miguel Coelho ou para o secretário Antônio Coelho. No entanto, empurrar Petrolina para o banco do vice após tantas promessas mostra a incapacidade em conciliar interesses sem gerar fraturas expostas. A tentativa de agradar a todos ao mesmo tempo coloca a governadora em uma posição de vulnerabilidade. Ao ceder às pressões de Eduardo da Fonte no plano federal e tentar amarrar os Coelho com migalhas, a fragilidade da articulação palaciana fica nítida. No jargão popular, quem muito quer, tudo perde. Ao esticar demais a corda para manter o controle absoluto, a gestão estadual arrisca ver o seu palanque esvaziar antes mesmo do início da campanha.
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (negativo)A governadora Raquel Lyra comandou uma intensa rodada de negociações políticas no Palácio do Campo das Princesas. O objetivo principal foi destravar a composição da chapa majoritária para o Senado. A chefe do Executivo estadual recebeu, em agendas consecutivas, o deputado federal Eduardo da Fonte, principal cacique do PP no estado, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil). A movimentação no Recife ocorre imediatamente após uma semana de conversas frustradas em Brasília. A governadora tentou, sem sucesso, selar um acordo definitivo com as cúpulas nacionais dos partidos na capital federal. Diante do travamento das negociações no plano federal, Raquel Lyra chamou os líderes locais para o diálogo direto na tentativa de conciliar os interesses de duas das maiores forças políticas de sua base aliada. Durante os encontros, a governadora ouviu atentamente as demandas e posicionamentos de Eduardo da Fonte e de Miguel Coelho. Ambos os grupos políticos reivindicam espaços de destaque e protagonismo na chapa majoritária. Apesar da expectativa por um anúncio, a reunião terminou sem fumaça branca. Raquel Lyra saiu do encontro sem anunciar os nomes escolhidos, mantendo o suspense sobre o desenho final da composição. A expectativa de interlocutores e dos próprios partidos aliados é de que a governadora anuncie a decisão oficial sobre a chapa majoritária até a próxima semana.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)CIRO NOGUEIRA PEDE 48H PARA SOLUCIONAR CHAPA AO SENADO EM PE APÓS REUNIÃO COM RAQUEL LYRA Por Emanoel Cordeiro. 8 de julho de 2026 Ciro Nogueira pediu um prazo de 48 horas para dar uma resposta sobre o impasse em torno da candidatura da federação União Progressista ao Senado em Pernambuco. Em reunião nesta segunda-feira, com a presença também de Antonio Rueda, a governadora externou seu desejo em ter Miguel Coelho (União) em sua chapa do lado de Túlio Gadêlha (PSD). Segundo interlocutores, Lyra sinalizou que não pretende abrir mão do ex-prefeito de Petrolina, único pré-candidato do interior. Nogueira, por outro lado, defende Eduardo da Fonte (PP). O deputado federal, de acordo com aliados de Lyra, chegou a flertar com um possível palanque a João Campos, rival da governadora, por causa de pesquisas anteriores. Com o prazo pedido por Nogueira, a expectativa é por uma definição até o fim desta semana. DA REDAÇÃO DO BLOG DE NOTÍCIAS – EMANOEL CORDEIRO – DRT 2378 DRT-PE/JORNALISTA REG 6896 MTPS – PE/O GLOBO/SIGA O RADAR NO INSTAGRAM https://www.instagram.com/radardenoticiasbr
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)A formação da chapa majoritária para as eleições de 2026 em Pernambuco continua movimentando os bastidores da política estadual. Se a disputa pelo Governo do Estado já apresenta seus principais protagonistas, o mesmo não pode ser dito em relação às duas vagas ao Senado Federal, que seguem no centro das negociações e das articulações políticas. Um dos nomes apontados como favorito para integrar a chapa da governadora Raquel Lyra é o do deputado federal Túlio Gadêlha. Nos bastidores, a presença do parlamentar é tratada como praticamente certa por integrantes da base governista, reforçando a estratégia de ampliar o alcance político da candidatura à reeleição. Já a segunda vaga ao Senado tem provocado uma intensa disputa dentro da Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas. Os dois principais nomes colocados são o deputado federal Eduardo da Fonte e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Eduardo da Fonte trabalhou para consolidar seu nome dentro da estrutura estadual da federação, contando com o apoio da maioria dos integrantes da executiva local. Por outro lado, a definição final tende a ultrapassar as fronteiras de Pernambuco, já que a decisão pode ser levada às instâncias nacionais da federação, responsáveis por arbitrar eventuais divergências. Enquanto isso, cresce nos bastidores a percepção de que há uma preferência de setores da base governista pelo nome de Miguel Coelho. Lideranças políticas ligadas ao grupo da governadora, incluindo prefeitos e vereadores espalhados por diversas regiões do estado, veem no ex-prefeito de Petrolina um nome com potencial para fortalecer o projeto de reeleição de Raquel Lyra.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)Túlio Gadelha (neutro)Ao comentar os bastidores da política de Pernambuco no Passando a Limpo desta terça-feira (7), a jornalista Terezinha Nunes afirmou que a governadora Raquel Lyra prefere que Miguel Coelho ocupe a segunda vaga ao Senado em sua chapa. Segundo a jornalista, a preferência da governadora contraria a posição da coligação partidária União Progressista, que defende o nome de Eduardo da Fonte para a composição. Foto: Junior Souza/JC Imagem Foto: Renato Ramos/JC Imagem *digital *bm #digital #radiojornal #passandoalimpo #raquellyra #senado #miguelcoelho
Raquel Lyra (neutro)Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Os bastidores políticos de Pernambuco fervem com a definição da chapa majoritária para as próximas eleições. Fontes ligadas ao Blog do Willamar Júnior apontam que, apesar do desejo pessoal da governadora Raquel Lyra de não ter o deputado federal Eduardo da Fonte em sua composição principal, a realidade política deve forçar uma aliança. O parlamentar consolidou um poder regional considerado inestimável para qualquer projeto de reeleição. Eduardo da Fonte é o líder da Federação União Progressistas em Pernambuco. Ele construiu uma das maiores redes de influência política do estado. Suas principais credenciais incluem: Presença territorial: Forte capilaridade em todas as regiões, do Sertão ao Litoral. Bancada alinhada: Deputados estaduais e federais fiéis às suas diretrizes. Base de prefeitos: Ampla rede de aliados nos municípios pernambucanos. A governadora Raquel Lyra demonstra clara simpatia pelo nome de Miguel Coelho para ocupar a vaga ao Senado na sua chapa. Contudo, analistas apontam que ela terá pouca margem de manobra para impor essa escolha. Segundo as fontes consultadas, interlocutores afirmam que Miguel Coelho tenta se abrigar "debaixo da asa" da governadora para garantir sua sobrevivência e competitividade na disputa majoritária. Para resolver o impasse e demonstrar força, Eduardo da Fonte já convocou uma reunião de emergência com a federação partidária. O objetivo do encontro é alinhar a estratégia do grupo e emparedar as pretensões de Miguel Coelho, consolidando o Progressistas como peça obrigatória na mesa de negociações de Raquel Lyra.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (neutro)Na política, há quem resolva conflitos com uma conversa franca. Há também quem prefira a “arte da espera”. Em Pernambuco, a demora na definição da chapa majoritária para 2026 já começa a produzir um efeito colateral incômodo: aliados permanecem em uma espécie de limbo político, sem saber se são protagonistas da história ou apenas figurantes de luxo. E a “escorregada” dada pela governadora Raquel Lyra, durante entrevista à CNN Brasil, aumentou a tensão extra-muros do Palácio do Campo das Princesas, especialmente entre os progressistas. Ao ser questionada sobre as articulações envolvendo os nomes de Miguel Coelho (União Brasil) e Eduardo da Fonte (Progressistas) para a segunda vaga ao Senado, Raquel não desmentiu ou corrigiu a informação da entrevistadora, de que o deputado federal Túlio Gadelha já seria o “dono” da primeira vaga, como no final da fala, depois de tergiversar bastante e dizer que “não haveria surpresas”, agradeceu nominalmente ao apoio de “Túlio e Miguel”, deixando o grupo de Eduardo da Fonte bastante irritado. Nos bastidores, aliados de Da Fonte afirmam que a “corda já esticou demais” e cobram uma reação para os próximos dias. “Dialogar e buscar construir uma unidade é uma coisa. Mas já ter um roteiro fechado e ficar enrolando, é outra. E isso na política tem nome: é desonestidade afirmou correligionário de Eduardo da Fonte.
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)Túlio Gadelha (neutro)MIGUEL COELHO NEGA RACHA COM EDUARDO DA FONTE E PREGA UNIÃO NA BASE DE RAQUEL LYRA Em um movimento para conter as especulações de divisão na base aliada, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), agiu para “esfriar” a temperatura da disputa interna por uma vaga ao Senado na chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSDB). Durante ato do Progressistas (PP) realizado ontem na capital pernambucana, Miguel assegurou que o foco é a convergência política e não o embate pessoal. “Não vai ter briga” A fala de Miguel ocorreu em meio ao crescente assédio de diferentes legendas pelo espaço na chapa de 2026. Ao ser questionado sobre a concorrência com o deputado federal Eduardo da Fonte, presidente estadual do PP e também cotado para a Câmara Alta, o ex-prefeito foi enfático: “Não vai ter briga”. O gesto busca afastar a imagem de fragmentação que poderia enfraquecer o grupo governista. Miguel reforçou que a relação com o Progressistas é de diálogo e que ambos os quadros estão à disposição de um projeto maior. Alinhamento com o Palácio Mais do que apenas selar a paz com Da Fonte, Miguel Coelho selou um compromisso de fidelidade à decisão da governadora. Ele declarou que o União Brasil — partido que hoje compõe o bloco “União Progressista” em diversas frentes — apoiará qualquer nome que venha a ser escolhido por Raquel Lyra para compor a sua chapa de reeleição. “A decisão final cabe à governadora. O que estamos fazendo agora é construir a unidade para que, quando o momento chegar, o grupo esteja fortalecido, independentemente de quem ocupe as vagas”, sinalizou o político sertanejo. Cenário para 2026 A disputa pelas duas vagas ao Senado na chapa de Raquel Lyra promete ser um dos pontos centrais da política pernambucana nos próximos meses. Além de Miguel Coelho e Eduardo da Fonte, outros nomes do PSDB e de partidos aliados já começam a se movimentar, mas a declaração de Miguel ontem sinaliza que, ao menos publicamente, a estratégia será de “paciência e composição”.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (neutro)
Sub-temas nos comentários (2)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- crítica irônica à indicação de líder da federação58 comentários
"Crítica irônica ao comportamento de políticos que riem em momentos de crise, sugerindo que o povo está sendo desrespeitado pela elite política."
"Apoio entusiasmado a Lula da Silva como presidente, reforçando a aliança com João Campos e Raquel Lyra na chapa majoritária."