Pix e tarifas dos EUA
6 posts · 26 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:38:41
Sentimento da audiência por candidato
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Foto: Ricardo Stuckert / PRServiços para comerciantes e sistemas de pagamentos EUA apontam o sistema de pagamentos instantâneo do Brasil como uma prática ilegal de comércio digitalSecção executiva O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu em defesa do Pix nesta sexta-feira, 17, um dia depois de os Estados Unidos anunciarem a imposição de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, como resultado de uma investigação que aponta o sistema de pagamentos instantâneo do Brasil como uma prática ilegal de comércio digital. “Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix. É público, é de graça e vai continuar assim”, diz um card compartilhado pelo perfil do presidente da República nas redes sociais. “Nossa soberania não se negocia”, diz a legenda da imagem. A nova tarifa sobre produtos brasileiros foi confirmada pelos EUA na noite de quarta-feira, 15, após a conclusão de uma investigação do Escritório do Representante Comercial (USTR, na sigla em inglês) com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. O relatório do USTR acusa o Banco Central brasileiro de favorecer o Pix, em detrimento de outros meios de pagamento. Na quinta-feira, 16, em uma entrevista coletiva sobre o tarifaço, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, disse considerar difícil compreender a posição dos EUA sobre o sistema de pagamentos, uma vez que a infraestrutura é aberta e produz concorrência. Hoje, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que classificar o Pix como prática desleal é um “completo absurdo.” Por Portal PE10
Lula (neutro)Negociadores do governo federal disseram nesta terça-feira (14) ao representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, que a imposição de novas tarifas a produtos brasileiros seria “injusta”, na véspera do fim do prazo para que Washington anuncie sua decisão. O governo de Donald Trump avalia aplicar uma tarifa de 25% a produtos brasileiros, após uma investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre supostas práticas comerciais desleais do país. Washington questiona o sistema de pagamentos Pix, que acusa de prejudicar concorrentes americanos, como os cartões de crédito. Além disso, considera aplicar ao Brasil outra tarifa, de 12,5%, por entender que o país falhou no combate ao trabalho forçado, uma reprimenda que também afetaria outros países. “A aplicação de qualquer sobretaxa se mostra injusta e não é o caminho para que possamos vir a formular um acordo bilateral mutuamente adequado”, afirmaram os negociadores brasileiros, segundo um comunicado conjunto do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Ministério das Relações Exteriores e da Assessoria Especial do Presidente da República. Para os negociadores, “nenhuma das razões apontadas” na investigação da USTR “justificam a aplicação das tarifas recomendadas”, conforme declararam na reunião desta terça-feira, a quinta desde maio. “Não deixamos de negociar e de conversar até o último momento”, assegurou o chanceler Mauro Vieira, após um encontro em São Paulo com sua colega canadense, Anita Anand. A disputa comercial ocorre a menos de três meses das eleições presidenciais de outubro, nas quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscará a reeleição. O pré-candidato Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, viajou a Washington na semana passada para pedir ao governo Trump que não imponha novas tarifas, que, a seu ver, favoreceriam a campanha de Lula. No ano passado, Trump impôs tarifas punitivas ao Brasil ao classificar como uma “caça às bruxas” o julgamento por golpismo de Jair Bolsonaro. A maioria dessas tarifas foi revogada posteriormente. As informações são da AFP. Foto: NELSON ALMEIDA/AFP #tarifas #estadosunidos
Jair Bolsonaro (neutro)Lula (neutro)O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, citou o PIX e usou a estratégia de criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para pedir que os Estados Unidos recuem nas sobretaxas impostas a produtos brasileiros. Segundo o senador, as tarifas têm sido usadas pelo atual governo para benefício político. "Essas tarifas foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro, exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões", afirmou, na audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), em Washington. Sobre o PIX, Flávio Bolsonaro falou que o sistema contribuiu para a inclusão de brasileiros na economia formal e "não é um problema a ser corrigido, é uma solução". "Esse avanço também beneficiou diretamente empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à ampla adoção do PIX, uma vez que essas empresas prestam serviços que se complementam, e não competem com o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos", destacou. A Seção 301 é um instrumento utilizado pelo governo americano para investigar e, eventualmente, aplicar sanções comerciais a países acusados de adotar práticas consideradas desleais ou prejudiciais aos interesses das empresas dos Estados Unidos. No caso brasileiro, a investigação cita temas como comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, incluindo o Pix, tarifas consideradas "injustas e preferenciais", medidas anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e ações de combate ao desmatamento ilegal. Fotos: Raul Luciano/Ato Press/Estadão Conteúdo e Ricardo Stuckert/PR #FlávioBolsonaro #Lula *politica *brasil *card *vv *digital
Lula (negativo)O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou que viajará na próxima semana aos Estados Unidos para defender o sistema de pagamentos PIX perante o Escritório dos Representantes de Comércio norte-americano (USTR). Em um documento de 86 páginas enviado ao órgão, o parlamentar argumentou que o PIX não substitui cartões de crédito e propôs, como garantia, que a ferramenta brasileira não seja conectada a redes financeiras não ocidentais. A iniciativa privada do senador ocorre em meio a investigações de Washington que ameaçam impor uma sobretaxa de até 25% sobre produtos brasileiros, sob alegações de barreiras ao comércio digital e à livre concorrência. A movimentação de Flávio Bolsonaro, que também sugeriu um adiamento de 180 dias na aplicação das tarifas para que entrassem em vigor apenas após as eleições brasileiras, provocou forte reação do Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente a postura do parlamentar, classificando os termos da carta enviada aos EUA como uma atitude de "traidores da pátria" e afirmando que o Brasil "não está à venda". Para o governo federal, as ameaças tarifárias americanas não possuem justificativa técnica e decorrem, na verdade, de articulações de oposição promovidas pela família Bolsonaro no exterior. Paralelamente à agenda independente do senador, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil enviou a resposta oficial do Estado brasileiro ao órgão de comércio dos EUA. No documento técnico, o Itamaraty refutou as acusações norte-americanas, afirmando que Washington não comprovou nenhuma prática discriminatória no mercado nacional e que o PIX é uma infraestrutura pública soberana. O impasse tarifário, que se baseia na legislação comercial dos EUA e abrange temas como comércio digital, propriedade intelectual e desmatamento, passará por audiências públicas nos dias 6 e 7 de julho, com depoimento confirmado do senador fluminense. Foto: Raul Luciano/Ato Press/Estadão Conteúdo #FlávioBolsonaro #EstadosUnidos #Brasil #Pix *card *politica *vv *digital
Após as ameaças feitas pelo governo dos Estados Unidos de aplicar novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, o governo federal tem se reunido com representantes comerciais americanos para tentar evitar um novo “tarifaço”. As conversas giram em torno da investigação feita pelos EUA por meio da “Seção 301”, que analisa pontos da atuação econômica do Brasil, como as taxas cobradas no comércio internacional e o funcionamento do Pix. O governo brasileiro reforçou que o sistema de pagamentos é inegociável. Na quinta-feira (2), o ministro do MDIC (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Márcio Elias Rosa, se reuniu com o chefe do USTR (escritório do representante comercial), Jamieson Greer, e rechaçou qualquer possibilidade de negociações sobre o Pix, que vem sendo um dos principais alvos da investigação norte-americana. Na reunião, o ministro apresentou um plano, que não engloba o Pix, com medidas que o Brasil pode vir a adotar para as demandas exigidas pelos EUA na Seção 301
Lula (neutro)O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, classificou como “extremamente injusta” e “totalmente descabida” a proposta do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros sob a chamada Seção 301. Alckmin adiantou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalhará para que a recomendação seja revertida antes que seja formalizada pelo presidente norte-americano, Donald Trump. Em entrevista coletiva, nesta terça-feira (2), em Brasília, Alckmin defendeu o Pix, criado pelo Banco Central do Brasi, em 2020 e garantiu que este ponto está fora da negociação com os Estados Unidos porque “não prejudica ninguém e é altamente benéfico à população brasileira”. “O Pix é um patrimônio nacional, é uma conquista do povo brasileiro, a tecnologia a serviço da sociedade e da economia, sem nenhum custo para as empresas e para a população. O Pix não tem a menor lógica entrar nisso porque ele não prejudica ninguém”, disse o vice-presidente ao descartar qualquer negociação em torno do sistema brasileiro de pagamentos instantâneos. Alckmin denunciou a ação de “sabotadores” internos que tentam prejudicar o país por interesses eleitorais, em um momento em que o governo brasileiro negocia com os Estados Unidos. “Sempre que o diálogo avança, infelizmente, falsos patriotas, sabotadores prejudicam, colocam os seus interesses pessoais e eleitorais acima do interesse do país e do interesse público”, afirmou o vice-presidente. Segundo ele, essa postura de sabotagem tem reflexo interno no emprego e na renda, além de prejudicar as empresas brasileiras e a sociedade. O vice-presidente também rebateu os argumentos de Washington sobre o desequilíbrio nas transações comerciais entre os dois países. Segundo ele, a balança comercial é “amplamente favorável” aos Estados Unidos. “Nós tivemos, no ano passado, somando a balança de produtos e serviços, US$ 40 bilhões de superávit para os Estados Unidos.” Foto: Fabio Rodrigues/Pozzebom/Agência Brasil *jk *card *polittica *mundo *brasil *digital
Lula (neutro)
Sub-temas nos comentários (26)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- ironia sobre bolsonarismo e alianças23 comentários
"Crítica irônica à ideia de uma presidência de Flávio Bolsonaro, sugerindo que colocar ele no poder seria ruim para o Brasil."
- apoio entusiástico a liderança de Lula37 comentários
"Apoio a Lula como presidente consolidando a liderança de João Campos e da chapa de esquerda no contexto da rejeição a Flávio Bolsonaro."
- deboche de argumentos pró-pátria tecnológica57 comentários
"Crítica irônica a Lula e ao PT por tentar usar o Pix como defesa diante da crítica internacional, sugerindo que o governo busca associar o tema a oposição externa"
- apoio entusiasmado a defesa do Pix23 comentários
"Apoio entusiasmado ao bolsonarismo representado pela defesa do Pix e oposição a Lula, com endosso ao governo de Bolsonaro em linha com a polarização em Caruaru."
- crítica à family Bolsonaro e desconfiança16 comentários
"Crítica irônica à família Bolsonaro e à patifaria associada, questionando a ética e as atitudes políticas envolvendo o clã Bolsonaro."
"Crítica irônica ao eleitorado que não reconhece a defesa do PIX por Flávio Bolsonaro, sugerindo que o comentarista desvaloriza a defesa do Brasil pelo senador."
- crítica irônica a narrativas de golpe12 comentários
"Crítica irônica à suposta manipulação política com cumplicidade do golpe eleitoral, sugerindo desânimo com o cenário político e apoio a manter o status quo."
- endosso irônico à polarização entre campos35 comentários
"Crítica irônica a Lula pela relação com o PT e promessas de campanha, sugerindo apoio a Lula/João Campos é visto como crítica ao sentimento anti-petista do eleitorado em Pernambuco."
- debate sobre soberania do PIX16 comentários
"Ironia sobre a tentativa de crítica ao PIX com tom de apoiar o Brasil, mas na prática o comentário celebra de forma sarcástica a suposta tarifa para o PIX como vitória brasileira, reforçando oposição ao globalismo e apoiando a ideia de autonomia tecnológica e soberania."
- apoio entusiasmado a líder de direita bolsonarista32 comentários
"Endosso entusiasmado a Jair Bolsonaro."
- apoio irônico a Bolsonaro pelo Pix10 comentários
"Apoio crítico à ideia de que o Pix seria de Bolsonaro, apontando que Lula usa o Pix para tributar e reforçar a narrativa de manipulação tarifária."
- deboche de atribuição de autoria ao presidente11 comentários
"Apoio irônico a Bolsonaro por supostamente ter criado o Pix, minimizando a participação de Lula e do governo na implementação do sistema de pagamentos."
- deboche de performances do eleitorado bolsonarista46 comentários
"Deboche de que Flávio Bolsonaro não voltará e que a crítica é à permanência dele fora do Brasil, sugerindo que a pessoa quer que o político permaneça ausente."
- deboche de discurso político22 comentários
"Crítica irônica aos eleitores que associam a culpa a Bolsonaro em reação a tarifas internacionais, destacando consumo de sarcasmo sobre o papel do ex-presidente na economia e na defesa de políticas de comércio."
- ironia em relação à autoria do Pix16 comentários
"Apoio crítico à afirmação de que Pix foi criado por Bolsonaro e desconfiança em relação a declarações de Alckmin sobre a origem do Pix."
- deboche de performances do bolsonarismo17 comentários
"Ironia evidente: quem comenta zombando de Flávio Bolsonaro como se fosse propondo venda de riqueza brasileira na prática endossa a crítica às posições do Bolsonaro no exterior, associando o comentário a atacar a figura de Flávio Bolsonaro mantendo o tom sarcástico."
- deboche de relação religião política com Pix13 comentários
"Comentário ironiza o apoio a Bolsonaro pela criação do Pix, usando tom sarcástico para criticar a narrativa de que o Pix teria sido criado por Bolsonaro e que o PT era contra, revelando visão crítica ao alinhamento bolsonarista."
- crítica irônica ao legado de Bolsonaro em Pix14 comentários
"Crítica irônica ao público que legitima o legado de Bolsonaro enquanto ironiza Lula e demoniza o Pix, sugerindo apoio a Bolsonaro de forma sarcástica."
- endosso entusiasmado a Lula 202610 comentários
"Apoio entusiasmado de Lula na reeleição de 2026."
- apoio a interesses nacionais frente a tarifa externa33 comentários
"Crítica irônica à idolatria de Lula, apontando que o apoio constante a políticas de Lula é enganoso e reflete políticas de gasto público que afetam o Brasil."
- deboche de defesa do Pix33 comentários
"Crítica irônica à imprensa que não questiona tarifas da China enquanto o governo foca no Pix e na resposta aos EUA."
- crítica de uso político do PIX12 comentários
"Apoio crítico a Flávio Bolsonaro como imagem de defesa do Pix virando tema político, com sarcasmo em relação a aliados que veem vitória de Jair Bolsonaro no tema."
"Ironia que aponta que Flávio Bolsonaro usa viagens ao exterior para planejar benefícios financeiros da família, sugerindo desvio de dinheiro de idosos em prejuízo da população."
- enderço ao Pix como conquista popular11 comentários
"Apoio ao Pix como conquista popular e defesa do Banco Central contra críticas, em tom de endosso à posição pró-Pix apresentada pelo governo."
- ataque pessoal a Flávio Bolsonaro27 comentários
"Crítica agressiva e de desrespeito dirigida a Jair Bolsonaro, deslegitimando a liderança bolsonarista associada ao movimento e pedindo prisão."
- críticas ao envolvimento da família Bolsonaro8 comentários
"Apoio crítico à dobrar o anti-bolsonarismo e à traição à pátria, com ironia ao chamarem o filho do bolsonarismo de traidor em meio à defesa de medidas contra Flávio Bolsonaro."