São João de Petrolina - críticas à organização
9 posts · 2 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:29:34
Sentimento da audiência por candidato
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Que vergonha, @simaodurando ! A descaracterização do São João também bateu em Petrolina com uma dimensão maior e com outros modelos de desrespeito. Além de shows milionários esvaziados no Festival (qual o propósito?), preços inacessíveis para o povo, o tratamento à imprensa local foi o pior dos polos no Estado. Jornalistas e repórteres dos veículos locais recebiam uma pulseira simples que não dava acesso a lugar algum. “Só dá acesso a um supervisor do evento” ou dificultador. Uma das noites teve protesto dos profissionais que se recusaram a cobrir, tamanha humilhação. “Uma verdadeira Tag de rebaixamento”. Já Virgínia, Portal Léo Dias e cia, tinham acesso vip e ainda levaram muito dinheiro para mostrar uma festa que a cidade não viu. Da Coluna do Domingão #petrolina #imprensa #leodias #virginia #colunadodomingao
O São João de Petrolina tem sido alvo de duras críticas e vem registrando um público muito abaixo do esperado. As reclamações partem tanto de frequentadores quanto de trabalhadores do evento, que apontam falhas na organização. A própria imprensa local divulgou um vídeo denunciando diversas situações que reforçam o sentimento de insatisfação. Enquanto isso, influenciadores de fora recebem tratamento privilegiado. A influenciadora Virginia Fonseca, por exemplo, teria recebido cerca de R$ 450 mil por uma presença VIP de aproximadamente duas horas. Diante desse cenário, cresce o questionamento sobre as prioridades da gestão do evento. Uma festa da dimensão e da importância do São João de Petrolina precisa ser pensada para todos e não apenas para quem pode pagar pelo acesso aos camarotes.
O São João de Petrolina tem sido alvo de críticas por parte da imprensa local, que aponta problemas na organização do evento, reclamações de barraqueiros e tratamento diferenciado entre profissionais da imprensa e influenciadores convidados. O jornalista Carlos Britto, do Blog do Carlos Britto, afirmou que o evento “coleciona insucessos e uma sequência de erros que não dá para ignorar”, citando os cachês milionários pagos a artistas de fora, a concentração de atrações em uma mesma noite e falhas na estrutura que, segundo ele, teriam contribuído para um público menor no Pátio Ana das Carrancas. O comunicador também exibe imagens que mostram áreas do espaço de shows com baixa ocupação e relata prejuízos enfrentados por comerciantes. Além das críticas de Britto, jornalistas que cobriram o evento também reclamaram das credenciais disponibilizadas à imprensa local. Segundo relatos, os profissionais receberam pulseiras com acesso restrito, enquanto influenciadores convidados tiveram acesso ampliado a diferentes áreas da festa. “Uma pulseira simples que não dá acesso a nada, que só dá acesso com um supervisor do evento até para acessarmos a sala de imprensa”, disse um dos jornalistas. Outro questionou: “A imprensa de fora teve todas as pulseiras possíveis para eles. Por que isso? Eles são mais profissionais que nós?”. Britto também mencionou nomes como Virginia Fonseca e Léo Dias ao criticar o tratamento diferenciado dado a influenciadores. Até o momento, a Prefeitura de Petrolina não se pronunciou. O espaço segue aberto para manifestação.
A movimentação abaixo do esperado no Pátio Ana das Carrancas, em Petrolina, levantou questionamentos sobre o São João do Vale. Mesmo com atrações de peso, como Léo Santana e Mari Fernandez, o público foi menor do que o esperado. Entre as explicações apontadas estão a concorrência com festas juninas em cidades vizinhas e o fato de os shows acontecerem em um dia útil, quando muita gente precisa trabalhar no dia seguinte. E na sua opinião: o São João do Vale perdeu força ou foi apenas um caso isolado? Comente sua opinião.
Sexta-feira (26), penúltima noite do São João de Petrolina, chamou a atenção pelo público abaixo do esperado. Mesmo com atrações de peso, como Simone Mendes, Wesley Safadão e o grupo de pagode Menos é Mais, o Pátio de Eventos apresentou diversos pontos vazios, diferente de outras edições em que os shows de Safadão chegaram a lotar o espaço. Durante a entrada no evento, era possível ouvir comentários de frequentadores sobre o novo formato de acesso. "Parece um labirinto, a gente entra e já fica perdido", comentou um participante, em tom de brincadeira. Além das críticas à organização dos acessos, muitos também reclamaram dos preços cobrados por bebidas e alimentos comercializados na festa.
A presença de uma pessoa que é considerada por outros como mais importante do que os habitantes da própria região é, no mínimo, algo fora de qualquer realidade que se possa imaginar. Pois é, isso está acontecendo no São João de Petrolina! O São João milionário da ‘Terra dos Impossíveis’ é de interesse apenas de alguns e continua a marginalizar a imprensa, tratando-a como algo de importância menor em um espaço de mínima relevância. A noite de sexta-feira, 26 de junho, foi mais uma de inquietação por parte da imprensa regional no São João de Petrolina; integrantes dos mais diferentes veículos de comunicação se reuniram e manifestaram total indignação. Eles cobram da organização do evento tratamento igualitário aos daqueles que são considerados influenciadores de reconhecimento nacional. Como, por exemplo, uma que chegou na cidade na própria sexta-feira. Não bastasse os escanteios aos grandes nomes do legítimo forró nordestino nos eventos milionários, agora os participantes dos lucros se jogam contra quem dá visibilidade de verdade ao grande evento. Lembrando que essa queixa não é de hoje, apenas que se façam correções hoje para não se tornar pior nos próximos eventos. Os ambiciosos pelos lucros de eventos gigantescos, como é o São João de Petrolina, não podem, de forma alguma, tratar a imprensa de forma tão desrespeitosa como vem acontecendo.
O São João de Petrolina deste ano, que chega ao fim hoje, 27, ficou marcado por noites com o pátio de eventos Ana das Carrancas esvaziado, mesmo com grandes atrações no palco, como Ivete Sangalo, Xand Avião, Bruno & Marrone e Wesley Safadão que se apresentou na madrugada deste sábado. Imagens do grande pátio com vários pontos vazios vêm repercutindo nas redes sociais e levantando questionamentos sobre o motivo de o evento de 2026 não ter alcançado o público das edições anteriores do São João do Vale. Vídeos gravados na quinta-feira, 25, por exemplo, quando a festividade recebeu shows de Ivete Sangalo, Bruno & Marrone e Xand, viralizaram pela baixa quantidade de pessoas. Com um investimento milionário em atrações, a programação não conseguiu corresponder às expectativas de participantes. Muitas pessoas atribuem isso aos altos preços cobrados pelas bebidas no pátio e uma divisão do espaço, que contempla a ‘elite’ no lounge, enquanto o ‘povão’ fica afastado do palco. Até o momento a única noite que lotou o espaço foi o sábado, 20, que contou com shows de Pablo, Gusttavo Lima, entre outras atrações. Isso deve ser repetido hoje, quando a festa será encerrada com apresentações de Calcinha Preta, Nattan, Henrique & Juliano e outros artistas.
Um vídeo publicado nas redes sociais do São João de Petrolina chamou atenção pelo pátio esvaziado no show de Bruno e Marrone. O show ocorreu nesta quinta (25). Nos comentários, internautas reagiram. "Vai pra Senhor do Bonfim ver pátio lotado com Alcymar Monteiro e Dorgival Dantas", disse um deles. "Senhor do Bonfim tem tradição e cultura. Isso aí não é São João". "Faz tempo que a festa deixou de ser pública. Tudo muito caro", reagiu uma internauta. "Festival Sertanejo flopou", reagiu outro. Outra questão que chamou atenção foi a invasão de Bets patrocinando. 📽 @sandro_do_valle_ #petrolina #saojoaodepetrolina
Enquanto milhares de sertanejos enfrentam madrugadas frias, filas quilométricas e meses de espera por uma consulta, exame ou cirurgia eletiva em Petrolina, os valores de grandes contratações artísticas que tocarão no São João do Vale, contratados pela prefeitura de Petrolina, acendem um debate inevitável: qual é a real prioridade na divisão do bolo orçamentário? Para além do impacto cultural e do turismo, as cifras chamam a atenção quando convertidas em socorro imediato para a Saúde Básica do município. Quando somados, os cachês de R$ 1.000.000,00 para Ivete Sangalo e R$ 1.500.000,00 pagos ao cantor Gusttavo Lima totalizam R$ 2,5 milhões. O que esse montante significa, na prática, dentro de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou no balcão de entrega de medicamentos da cidade? A matemática dos cofres da prefeitura de Petrolina contrasta drasticamente com a realidade de quem depende do atendimento básico. A falta de medicamentos de uso contínuo nas farmácias municipais muitas vezes obriga famílias de baixa renda a escolherem entre o alimento e o remédio. Da mesma forma, a escassez de materiais simples nas unidades — que vai de fitas de verificação de glicemia a kits de curativo — estrangula o atendimento na raiz. “A grande questão que a sociedade e os órgãos de controle, como o Ministério Público, colocam em pauta não é a realização das festividades em si, mas o equilíbrio fiscal. É aceitável pagar cifras milionárias por poucas horas de entretenimento enquanto cidadãos esperam meses por um diagnóstico oncológico ou uma cirurgia de catarata?“, questionam especialistas em gestão pública. Controvérsia Embora as administrações costumem defender que os recursos para eventos artísticos muitas vezes provêm de dotações específicas da pasta do Turismo ou da Cultura — ou que o retorno econômico para o comércio local justifica o investimento —, a população que vivencia a precariedade dos postos de saúde enxerga o montante sob outra ótica: a do privilégio do supérfluo sobre o vital. Matéria completa no blog Carlos Britto.
Miguel Coelho (negativo)
Sub-temas nos comentários (2)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- críticas à gestão pública em saúde vs gastos com shows129 comentários
"Crítica irônica aos eleitores que votarão nos “coelhos” novamente, sugerindo apoio à oposição aos candidatos bolsonaristas locais."
- críticas à gestão municipal prejudicando comerciantes86 comentários
"Desabafo crítico sobre a gestão da festa de São João em Petrolina, apontando prejuízos para ambulantes e cobranças de taxas abusivas, sugerindo falha de autoridades na fiscalização e no atendimento aos ambulantes."