Tributos e impostos no Brasil
10 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:39:54
Sentimento da audiência por candidato
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Os impactos da Reforma Tributária sobre os municípios e os desafios da implantação do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) estiveram no centro da agenda institucional do prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, nesta segunda-feira (20). O gestor visitou a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no Recife, acompanhado do secretário municipal da Fazenda, César Barbosa. A comitiva foi recebida pelo superintendente da Sudene, Francisco Ferreira Alexandre. O encontro reuniu representantes da gestão municipal e da autarquia federal para discutir os reflexos da reforma sobre a arrecadação, a distribuição das receitas públicas e a necessidade de preparação dos municípios para a transição ao novo modelo tributário. Também foram debatidas estratégias para impulsionar o desenvolvimento regional por meio de investimentos em infraestrutura e logística. O prefeito Mano Medeiros destacou que o momento exige diálogo entre os entes federativos e planejamento para que os municípios preservem sua capacidade de investimento. “É fundamental que os municípios acompanhem esse processo de forma técnica e responsável, participando das discussões e construindo soluções que assegurem equilíbrio fiscal, segurança jurídica e desenvolvimento”, argumentou. Ele também defendeu o diálogo institucional como o melhor caminho para garantir benefícios à sociedade. César Barbosa, secretário da Fazenda do Jaboatão dos Guararapes e integrante do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), ressaltou que o período de transição exigirá preparação das administrações municipais. “A implantação do novo sistema tributário demanda planejamento, modernização da gestão fiscal e capacitação permanente das equipes técnicas. Os municípios precisam estar preparados para essa transição”, destacou.
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, publicou um vídeo nas redes sociais neste domingo (28) em que critica a arrecadação de impostos do governo federal e defende uma redução da carga tributária a partir de 2027. Nas imagens, Flávio afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu a marca de R$ 2 trilhões em impostos arrecadados e compara o montante a investimentos que poderiam ser realizados em áreas como saúde, educação e habitação. o parlamentar questiona os efeitos da política econômica na vida da população e afirma: "Lula tirou tudo do trabalhador e eu te pergunto: como é que tá a sua vida? Melhorou? Sua rua tá mais segura? Dá pra encher a geladeira de comida? Consegue completar o tanque de combustível do seu carro?" (Vídeo: Reprodução/X/Flávio Bolsonaro) #politica #flaviobolsonaro #lula #eleições2026 *ls *digital #digital *digital #digital
Lula (negativo)🇧🇷NILDO CHAGAS - Na manhã deste sábado (27), o Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), registrou a marca de R$ 2 trilhões em impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes brasileiros à União, aos estados e aos municípios. Este ano, a marca foi alcançada seis dias antes em relação a 2025, quando ocorreu em 3 de julho, e quase um mês antes de 2024, já que aconteceu em 24 de julho. Para se ter uma ideia do crescimento da arrecadação no Brasil, no dia 27 de junho de 2016, o painel contabilizou R$ 966,5 bilhões ao final do dia, representando um aumento de 107%, ou seja, passamos a pagar mais do que o dobro de tributos em dez anos. O salário mínimo para o mesmo período saiu de R$ 880,00 para os atuais R$ 1.621,00, o que representa um aumento de 84,2% e demonstra que os tributos subiram em uma escala maior do que a renda mínima no país. Para justificar a antecipação no atingimento recorde de R$ 2 trilhões já no primeiro semestre, o aumento da carga tributária é, sem dúvida, o maior responsável, embora a inflação e o crescimento econômico também cooperem. Durante o Governo Lula, segundo levantamentos econômicos, foram editadas pelo menos 37 medidas de caráter arrecadatório que resultaram em aumento da carga tributária, que hoje se encontra em níveis recordes de 32,4% do PIB (Produto Interno Bruto). Entre as principais medidas adotadas, destacam-se: a taxação das compras internacionais; a reoneração dos combustíveis; a taxação dos fundos exclusivos e a tributação de offshores; a regulamentação e taxação de empresas de apostas online ("bets"); e o aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O argumento utilizado pelo Ministério da Fazenda e seu ex-titular, Fernando Haddad, é de que a elevação da receita seria necessária para manter o equilíbrio fiscal e financiar as políticas públicas do governo. CONTRAMÃO - No entanto, o que diversas entidades representativas do setor produtivo defendem é o corte do gasto público, em vez de priorizar o aumento da arrecadação, que afeta. . . 🎯Leia a matéria completa no Portal Rede Observatório 🎯 Link nos Storys e na Bio 🚀
Lula (negativo)Estados ultrapassaram teto de 49% da receita corrente líquida 📸 © Marcello Casal JrAgência Brasil ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
O Brasil de Lula vai bater, pela primeira vez, a marca de R$ 2 trilhões em impostos arrecadados ainda no 1º semestre. A “grande conquista” do governo, na prática, é mais uma derrota para o bolso do brasileiro. Enquanto o povo enfrenta comida cara, conta de luz pesada, combustível alto e salário cada vez mais apertado, Brasília segue arrecadando como nunca. Segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, a marca deve ser atingida antes do registrado no ano passado, mostrando que o brasileiro está pagando mais imposto, mais cedo e com menos retorno. No Brasil real, não há motivo para comemoração. O trabalhador acorda cedo, pega no pesado, paga imposto em tudo o que consome e, mesmo assim, continua vendo saúde precária, segurança abandonada e uma vida cada vez mais difícil. Enquanto o governo Lula coleciona mais uma “vitória” em cima do brasileiro, quem sai perdendo de novo é o trabalhador. Ele trabalha cada vez mais, não para crescer financeiramente e ter uma vida estável, mas para bancar a máquina pública, o governo Lula e seus “impostos do amor”. (É o mundo)
Lula (negativo)Por Luciano Bivar* O Brasil atravessa um momento em que decisões de política econômica precisam ser convergentes para destravar o crescimento. Em audiência recente no Senado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi lembrado que a combinação de economia ainda aquecida, desemprego próximo das mínimas históricas e inflação pressionada por choques de oferta – somado a tensões externas – nos obriga a manter patamar elevado de juros. Sabemos que não é fácil, mas é a receita imposta que a conjuntura nos apresenta, e é nesse contexto que insisto e denuncio: O sistema fiscal brasileiro é um manicômio. São cinco aparelhos fiscais superpostos — o federal, o estadual, o municipal, o trabalhista e o previdenciário. Se conseguirmos superar o federal e o previdenciário, será um enorme avanço. O imposto único surge como uma resposta estrutural para que o país retorne o caminho do crescimento e o ponha na vanguarda do mundo em inovação. Digo do mundo, porque outras democracias ocidentais navegam em “berço esplêndido” as custas do terceiro mundo, através de tarifas e ameaças. Preferem o apego ao sistema próprio que funciona como uma marca de identidade cultural e o receio em ousar em alterar o comportamento de suas infraestruturas e grande parte de seus sistemas industriais. Tenho absoluta convicção que não ousarão comprometer politicamente o “status quo” do “establishment” burguês de cada um deles. Com esse sistema arcaico, embora conveniente a eles, é um momento de coragem nossa quando dados e falas recentes indicam que a economia segue resistindo, mas isso não elimina o problema central: a política fiscal e o desempenho do sistema tributário geram efeito contracionista. Íntegra no meu blog
💰 VOCÊ TRABALHA O MÊS INTEIRO… MAS PARA ONDE VAI TANTO DINHEIRO DOS IMPOSTOS? Enquanto milhões de brasileiros lutam para pagar contas, combustível, alimentação e impostos cada vez mais altos, uma pergunta continua sem resposta para muita gente: onde está todo esse dinheiro arrecadado? A cada compra, conta paga ou salário recebido, uma parte vai para os cofres públicos. Mas será que o retorno em saúde, segurança, educação e infraestrutura está acompanhando o que a população contribui? O debate sobre impostos e serviços públicos continua dividindo opiniões em todo o país. E você, acredita que o brasileiro recebe de volta o que paga em tributos? 👇 Deixe sua opinião nos comentários e marque alguém para participar dessa discussão. 📢 Siga nossas páginas para acompanhar notícias e debates que impactam o dia a dia da população: @noticia_recife | @alerta_recife #recife #recifepe #pernambuco #brasil🇧🇷 #dinheiro
Terminou neste sábado (30), os 150 dias de trabalho que o esfolado brasileiro tem que trabalhar exclusivamente para pagar tributos. Os números são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Diário do Poder. A última vez que o percentual de dias trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006. Desde que Lula assumiu e Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, controlava a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só aumentou. Em 2023, o brasileiro passava 40,27% do ano ralando para bancar impostos. Passou para 40,71% (2024), 40,82%, aos atuais 41,10%. O presidente do IBPT, João Eloi Olenike, diz que a carga é alta, mas a população não percebe um retorno proporcional em serviços públicos. Em 1986, início da série histórica, eram 82 dias trabalhados, número que chegou a cair para 74 (1987) e até 73 (1988). Hoje, são 150 dias. O instituto destaca alguns dos vilões que turbinaram a arrecadação, como aumento de tributação sobre fintechs e a taxa das blusinhas.
Lula (negativo)BRASIL 🇧🇷 No Brasil, um imposto mínimo de 2% sobre os super-ricos, sobre patrimônios acima de US$ 100 milhões, poderia arrecadar US$ 6,1 bilhões (R$ 30,5 bilhões) por ano. A medida elevaria a alíquota efetiva dos 0,001% mais ricos dos atuais 19,7% para cerca de 50%, superando pela primeira vez a média nacional de 42,5% que indica um carga de impostos desproporcionalmente desigual no país. 👉 É o que aponta um estudo encomendado pelo Ministério da Fazenda ao International Tax Observatory (ITO), coordenado pelo economista francês Gabriel Zucman. 💲 Caso a medida fosse imposta a sete países da América Latina, seria possível arrecadar US$ 24 bilhões (cerca de R$ 120 bilhões) por ano, aponta o levantamento, que simulou o efeito da medida também na Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. ➡ Essa taxação afetaria uma pequena parcela frente o total da população brasileira, mais precisamente 0,001% da população brasileira, ou menos de 1 em cada 100 mil habitantes. Segundo dados da pesquisa, há no Brasil 1.430 pessoas com patrimônio acima de US$ 100 milhões (ou meio bilhão de reais), sendo 1.360 desses os chamados "centimilionários", e 70 bilionários. 💰 São esses que, de acordo com o estudo, pagam hoje proporcionalmente menos imposto do que um trabalhador assalariado de classe média. Os milionários (542 mil pessoas) e os multimilionários (24 mil pessoas) ficariam fora do alcance do imposto. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #imposto #grandesfortunas #brasil #economia 📝: Agência O Globo
Um imposto mínimo de 2% sobre grandes fortunas no Brasil, direcionado a patrimônios acima de US$ 100 milhões, poderia gerar uma arrecadação anual de US$ 6,1 bilhões (cerca de R$ 30,5 bilhões). A estimativa faz parte de um estudo encomendado pelo Ministério da Fazenda ao International Tax Observatory, coordenado pelo economista francês Gabriel Zucman. *+O levantamento analisa o impacto da taxação sobre super-ricos como forma de ampliar a arrecadação e reduzir desigualdades. Fotos: José Cruz/Agência Brasil *digital *bm #digital #estudo #economia #ricos #superricos #edicaodomeiodia
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