Crise na saúde em Pernambuco
8 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:37:20
Sentimento da audiência por candidato
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🔥 PARECE BRINCADEIRA, MAS É O GOVERNO DE PE! 🔥 Enquanto pacientes graves esperam na fila por uma UTI móvel, o avião da saúde vira “jatinho particular” de autoridade. E tem mais: repasses milionários indo parar no hospital do marido da vice! É deboche com a cara do pernambucano ou falta de vergonha mesmo? 💣 💬 Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe!
Raquel Lyra (negativo)As reclamações dos pacientes do Tratamento Fora do Domicílio (TFD) que utilizam as Casas de Apoio de Petrolina e Recife são frequentes. Um dos principais problemas apontados é a infraestrutura, com relatos de falta de manutenção, ambientes inadequados e condições que comprometem o acolhimento de quem já enfrenta um momento delicado de tratamento. Pacientes merecem um espaço digno, seguro e confortável. Investir na estrutura dessas casas de apoio é garantir mais respeito e qualidade no atendimento.
E lamentável a situação da incompetência do governo do estado Pernambuco, @raquellyraoficial é incrível o que estão fazendo com a saúde de Pernambuco. E como se não bastace a governadora recentemente demitiu guase 50 funcionários da saúde e feichou a UTI pediátrica do regional de Arcoverde agora o assunto é que ja ta a ordem de mas demiçao so que agora na área da ortopedia é um crime o que esta acontecendo com a saúde de Arcoverde. E o mais interessante é o incopetente do prefeito de Arcoverde que é aliado da governadora não se pronunciou pra nada. Bora @zecacavalcantioficial se pronunciar, quem cala consente. @jamorreuoficiial
Raquel Lyra (negativo)O Hospital Regional Ruy de Barros Correia, em Arcoverde, está um caos. Encontrar um ortopedista por lá é um milagre. Muitos pacientes estão reclamando da demora no atendimento e, sobretudo, das dificuldades para realizar cirurgias de emergência. Rumores dão conta da demissão em massa do quadro médico, especialmente de ortopedistas. A unidade hospitalar está na UTI, literalmente, porque as informações dão conta também de um déficit de R$ 5 milhões a R$ 6 milhões com fornecedores, em razão da não transferência de recursos para manutenção pelo Governo Raquel Lyra (PSD), que tem tratado a saúde com descaso. Além de demitir médicos e não pagar fornecedores, o Regional de Arcoverde tem enfrentado episódios intermitentes de superlotação, dificuldades na escala de profissionais e queixas de demora no atendimento ao longo dos últimos meses. A unidade passou a integrar um projeto de reestruturação conduzido pelo Hospital Sírio-Libanês, via Ministério da Saúde, para otimizar os fluxos da emergência e da UTI. Mas, segundo apurei, de nada tem adiantado porque a governadora não cumpre o organograma de transferência dos recursos obrigatórios. Resultado? O hospital decidiu fazer apenas 150 cirurgias por mês, numa demanda que passa das 500 intervenções cirúrgicas. Íntegra no meu blog
Raquel Lyra (negativo)O ano era 2022. Candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) falava em consertar o teto de um hospital. Em seu primeiro ano de Governo, a redução no investimento da gestão hospitalar e ambulatorial caiu R$ 1,2 bi, como foi revelado pela TV Globo Nordeste. Mais recentemente, deputados fizeram uma correlação com o custeio da saúde e a receita corrente líquida do estado: a redução foi de R$ 1,5 bi. Ao todo, três hospitais fecharam as suas portas. Depois de mais de três e anos meio anos à frente do Governo, quase 1.300 dias, o que vimos foi a queda no teto na UTI Neonatal do Hospital Barão de Lucena no segundo semestre de 2025. Depois, um elevador despenca no Hospital da Restauração e parte do teto da unidade despenca. Houve queda no Hospital Getúlio Vargas e, nesta terça-feira (30), foi a vez do terceiro caso seguido no Hospital Agamenon Magalhães, que também sofre com a infestação de ratos – como foi dito pelo próprio Governo. Não se trata de uma questão de tempo, mas de prioridade, uma vez que o valor investido na saúde – alardeado como um dos maiores da gestão, foi inferior ao volume de publicidade e de festas –, basta ver o volume de recursos movimentados no São João. O teto caindo apenas ilustra o que se vê no relato dos pacientes: luta por uma vaga em corredor de hospital, deslocamentos de 8h a 10h em ambulâncias do interior para o Recife, meses aguardando a hora da cirurgia. Gente que chega para um procedimento simples e sai sem um rim, como aconteceu com Dona Ilza, em São Benedito do Sul. Como se vê, um problema que vai muito além do teto.
Raquel Lyra (negativo)Deputados estaduais da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) denunciaram, nesta terça-feira (26), um suposto agravamento da crise na saúde pública estadual na gestão Raquel Lyra (PSD). Os parlamentares atribuem o cenário à redução de investimentos e à diminuição do número de leitos hospitalares na rede estadual. Sileno Guedes, presidente da Comissão de Saúde da Alepe, Rodrigo Farias, vice-presidente da Assembleia, Diogo Moraes e Eriberto Medeiros, todos do PSB, apontam que Pernambuco teve uma queda de cerca de R$ 1,5 bilhão nos recursos destinados à saúde e redução de 226 leitos nos últimos anos, segundo dados apresentados durante coletiva na Alepe. Os deputados também criticaram o fechamento de unidades hospitalares, a demora em reformas e a ausência de novos equipamentos de saúde no estado. Durante a coletiva, eles relataram visitas realizadas a hospitais como o Hospital da Restauração, Hospital Getúlio Vargas, Hospital Agamenon Magalhães e Hospital Otávio de Freitas, onde afirmam ter encontrado superlotação, pacientes em corredores, infiltrações, falta de iluminação e denúncias de presença de ratos e urina em áreas hospitalares. Durante a coletiva, os deputados também apresentaram imagens e relataram situações encontradas em visitas recentes às unidades estaduais. Os parlamentares também citaram um relatório técnico da própria Secretaria Estadual de Saúde que aponta risco estrutural e presença de fezes e urina de ratos em área de armazenamento de equipamentos médicos no Hospital Agamenon Magalhães. Segundo Sileno, o grupo pretende encaminhar um relatório com as denúncias ao Ministério Público de Pernambuco, Tribunal de Contas do Estado (TCE), Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e à Secretaria Estadual de Saúde.
Raquel Lyra (negativo)Durante coletiva realizada nesta terça-feira na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado estadual Sileno Guedes afirmou que a saúde pública do estado vive um cenário de colapso, marcado pela redução de investimentos, fechamento de leitos e precarização das unidades hospitalares. Segundo o parlamentar, dados oficiais apresentados pela própria Secretaria Estadual de Saúde mostram superlotação nos hospitais e diminuição de 226 leitos próprios do governo estadual. #araripina #pernambuco #recife #petrolina #brasil
Raquel Lyra (negativo)A redução de leitos hospitalares e a retirada de aproximadamente R$ 1,5 bilhão dos aportes destinados à saúde pública estadual são apontadas por deputados estaduais como as principais causas do agravamento da crise enfrentada pelos hospitais de Pernambuco. O tema ganhou força após uma série de blitze realizadas por parlamentares em algumas das maiores emergências da rede estadual, onde foram constatados cenários de superlotação, precarização estrutural e sobrecarga extrema nos atendimentos. As fiscalizações ocorreram no Hospital da Restauração, Hospital Otávio de Freitas, Hospital Getúlio Vargas e Hospital Agamenon Magalhães, no Recife, após denúncias recorrentes feitas por pacientes, acompanhantes, profissionais de saúde e entidades sindicais. Durante as visitas, os deputados encontraram corredores lotados, pacientes acomodados em macas improvisadas, demora no atendimento, estruturas deterioradas, infiltrações, problemas de manutenção e equipes trabalhando sob forte pressão. De forma proporcional ao orçamento do estado, os investimentos em saúde são os menores dos últimos seis anos. Os aportes desabaram de 18,8% da receita corrente líquida do estado, em 2022, para 15,7% e 15,8%, em 2024 e 2024, o que representa R$ 1,5 bilhão a menos para essa área. Outro ponto crítico é a redução do número de leitos. No Governo Eduardo Campos, 879 foram adicionados à rede, e no Governo Paulo Câmara, outros 594. Já o saldo dos três primeiros anos do Governo Raquel Lyra é de 440 leitos a menos. “A crise atual não pode ser tratada como consequência apenas do aumento da demanda hospitalar. Esse colapso é resultado direto da redução da capacidade de atendimento da rede pública estadual, provocada pelo fechamento de leitos e pela diminuição dos investimentos na saúde ao longo dos últimos anos”, avalia o líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Sileno Guedes (PSB). ------------- Saiba mais acessando o link em nossa bio.
Raquel Lyra (negativo)
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