Disputa pela candidatura ao Senado
28 posts · 20 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:33:38
Sentimento da audiência por candidato
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União Progressista convoca convenção, mas mantém indefinição sobre candidato ao Senado em Pernambuco A Federação União Progressista (UP), formada por União Brasil e Progressistas (PP), marcou para o próximo dia 5 de agosto, das 11h às 17h, no Recife, a Convenção Estadual para as Eleições 2026. Apesar da convocação oficial, a principal indefinição da federação segue sendo a escolha do nome que disputará uma das vagas ao Senado por Pernambuco, na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Atualmente, a vaga é disputada por dois pré-candidatos: o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil). A expectativa é que a definição ocorra nas articulações políticas que antecedem a convenção ou durante o próprio encontro, quando também será discutida a composição da chapa majoritária. Além da homologação da candidatura ao Senado, a convenção também oficializará os candidatos da federação aos cargos de deputado federal e deputado estadual, além de deliberar sobre a formação de coligação para a disputa majoritária e outros assuntos relacionados ao processo eleitoral. O edital de convocação foi assinado por Eduardo da Fonte, na condição de presidente estadual da União Progressista em Pernambuco.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)FOLHA POLÍTICA por @mbetania_santana ✍ 🗳 O impasse na federação União Progressista para a vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) expõe duas estratégias distintas. De um lado, o malabarismo de Eduardo da Fonte (PP); do outro, a pressão silenciosa de Miguel Coelho (União Brasil). 👉 Ambos buscam o mesmo bilhete premiado. Consciente de estar fora da lista de favoritos do Palácio das Princesas, o deputado federal mimetiza a neutralidade da governadora. ➡ No mesmo dia, Da Fonte conseguiu a proeza de elogiar o presidente Lula (PT) pelo projeto de ampliação do MEI e, logo depois, posar ao lado dos bolsonaristas Clarissa e Júnior Tércio, defendendo a saúde dos militares. 📌 Presidente da federação em Pernambuco, exibe uma bancada de dez deputados e mais de 30 prefeitos, mas a governadora sabe que, embora todos defendam o nome dele, maioria marchará com ela independentemente de sua escolha. 👉 Na outra ponta, o ex-prefeito de Petrolina tem deixado o barulho para liderados, e colhe fidelidade condicionada. O prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (PDT), já avisou: só migra para a base governista se Miguel for o indicado. ➡ Mas artilharia pesada veio de Cleber Chaparral (União). Ao comunicador Jota Santos, o prefeito de Surubim ameaçou debandar rumo ao palanque de João Campos (PSB), em articulação, segundo ele, mediada pelo deputado Silvio Costa Filho (Republicanos). 📍 Se partir, pode arrastar os gestores de Casinhas, Orobó, Vertente do Lério, Frei Miguelinho e Bom Jardim. Governistas dão de ombros. Não acreditam nesse poder de fogo. Saiba mais no Portal #FolhaPE 📲 #política #pernambuco #folhapolítica 📝: Betânia Santana/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Lula (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A política pernambucana atravessa um momento de tensão nos bastidores, e o epicentro dessa movimentação não é o Palácio do Campo das Princesas, mas sim as articulações em Brasília. A recente reunião entre a governadora Raquel Lyra e as cúpulas do União Brasil e do Progressistas (PP) deixou claro que a disputa pela vaga ao Senado na chapa majoritária ainda é um “nó” difícil de desatar. O impasse da Federação O problema central reside na Federação União Progressista. O que deveria ser uma união de forças tornou-se um ringue de interesses distintos. De um lado, o PP, com a chancela de Ciro Nogueira, mantém a pré-candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte. De outro, o União Brasil, sob o comando de Antonio Rueda, pavimenta o caminho para Miguel Coelho. A tentativa de imposição do nome de Dudu da Fonte pelo diretório estadual do PP, meses atrás, foi prontamente barrada pela Executiva Nacional do União, que exige um consenso que, até agora, não apareceu. O prazo de 48 horas e a esperança de trégua Na reunião desta semana, a governadora Raquel buscou atuar como a fiel da balança, reunindo Rueda, Ciro Nogueira e os principais atores envolvidos. O tom foi de tentativa de apaziguamento. Ciro Nogueira, reconhecendo o desgaste, pediu um prazo de 48 horas para dialogar pessoalmente com Eduardo da Fonte. 👉leia a coluna completa ,acesse o link na nossa bio @jornaldosertaope #política #governodepernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)A Federação União Progressista nasceu para unir e progredir, mas o estatuto mostra por que ela pode acabar fazendo exatamente o contrário. A disputa entre Miguel Coelho e Eduardo da Fonte pela vaga ao Senado parece, à primeira vista, apenas mais um conflito interno de um partido. Não é. A briga expõe uma contradição presente no próprio estatuto da Federação União Progressista. O documento determina que União Brasil e Progressistas atuem "como se um único partido fossem". Logo em seguida, preserva a autonomia de cada legenda. A combinação funciona enquanto os interesses caminham na mesma direção. Quando deixam de caminhar, o regimento oferece instrumentos para que cada lado reivindique legitimidade. Pernambuco acabou se tornando o primeiro grande teste dessa engenharia política. Na prática, o estatuto poderia ter o título de "eterno enquanto dure". E a paz não tem como durar muito. A crise atual em Pernambuco não nasceu da disputa pelo Senado. Ela nasceu do modelo escolhido para organizar a federação. Cada legenda continua preservando dirigentes, interesses e espaços próprios. A federação apenas cria uma direção comum para coordenar decisões eleitorais e políticas. É justamente aí que surge o problema. Quando os interesses deixam de convergir, a direção comum passa a disputar autoridade com as direções partidárias que continuam existindo. É como se você quisesse muito morar em uma mansão e fizesse um acordo para dividir o pagamento da casa com outras 50 pessoas. O endereço é vistoso, mas como é que você dorme e acorda com dezenas de pessoas e interesses diferentes sob o mesmo teto? O conflito em Pernambuco apenas tornou essa tensão visível para os vizinhos. Confira mais detalhes no link do story. Foto: Divulgação *jk *card *colunacenapolitica *digital
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (negativo)A Executiva Estadual da Federação União Progressista definiu, por unanimidade, durante reunião realizada nesta segunda-feira (29), que caberá ao deputado federal e presidente da Federação em Pernambuco, Eduardo da Fonte, conduzir as tratativas e deliberar sobre a definição do candidato ao Governo de Pernambuco que será oficialmente apoiado pela Federação nas eleições de 2026. A decisão foi aprovada de forma unânime pelos membros da Executiva Estadual, que reconheceram a liderança política de Eduardo da Fonte e lhe atribuíram a responsabilidade de conduzir o processo de diálogo com as forças políticas, sempre observando os interesses da Federação e o fortalecimento do projeto político para Pernambuco. Foto: Igor Toscano
Eduardo da Fonte (neutro)FOLHA POLÍTICA por Carlos André Carvalho (interino) 👉 A reunião da executiva estadual da federação União Progressista, na manhã de ontem, no Recife, tinha tudo para ser o fim de mais um capítulo na escolha de um dos dois pré-candidatos da aliança partidária à chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), mas não foi. Na disputa do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) com o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), este último ficou com cinco dos sete votos dos membros titulares. Miguel se absteve e foi seguido pelo irmão, o deputado federal Fernando Filho (UB). ❌ O clima na reunião não foi de animosidade e, quando acabou, Miguel saiu, acompanhado por Fernando e o outro irmão, o deputado estadual Antônio Coelho (UB). Minutos depois, enquanto Da Fonte falava com os jornalistas, Miguel postou nas redes sociais a nota do presidente da federação União Progressista, Antonio Rueda, publicada pouco antes do encontro, em que ele diz que qualquer encaminhamento adotado em âmbito local, sem consenso entre o UB e o PP, não produz efeito perante a executiva nacional. 📢 Sobre o post de Miguel, Da Fonte foi direto: “É um ponto de vista, mas ele veio, estava presente. Então, a presença dele valida a reunião”. Quanto à nota de Rueda, afirmou que qualquer decisão da executiva nacional “precisa ter o referendo dos copresidentes, Antonio Rueda e Ciro Nogueira”. “Ciro já soltou uma nota referendando todos os atos da executiva estadual. Então, isso fortalece o nosso conjunto político. Vamos buscar a unidade dentro da federação”. ❗ Depois, via nota, Miguel deixou claro “que segue firme na pré-candidatura ao Senado” e que “a decisão sobre as candidaturas majoritárias será tomada pela executiva nacional da federação, caso não haja consenso no estado”. Leia a coluna #FolhaPolítica completa no #PortalFolhaPE (link nos stories) 📲 #pernambuco #política #uniãoprogressita 📝: Carlos André Carvalho/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)As Federações partidárias foram criadas no Brasil para compensar o fim das coligações, sepultadas na eleição de 2020, permitindo que dois ou mais partidos se unam por quatro anos, ficando obrigados a disputar eleições com os mesmos candidatos majoritários e proporcionais. Uma das maiores federações em funcionamento do país é a União Progressista que juntou o PP e o União Brasil, dois partidos que elegeram somados 106 deputados federais em 2022. Mas, além do grande fundo eleitoral que esta Federação vai abocanhar pelo número expressivo de representantes na Câmara dos Deputados, ela virou uma colcha de retalhos a ser costurada nesta eleição de 2026. O PP era um partido organizado e estruturado sem muitas disputas internas, já o União Brasil carrega na sua composição tantas divisões que ganhou nacionalmente o apelido de “Desunião Brasil”. Em Pernambuco ficou célebre a disputa pela legenda entre o atual presidente nacional, o pernambucano Antonio Rueda, e o deputado federal Luciano Bivar, antigos correligionários que viraram inimigos. Esta segunda-feira ficou claro que o verme da desunião que antes só existia no União Brasil tomou conta da própria Federação. Enquanto a executiva estadual da União Progressista decidia por 5 votos a favor e duas abstenções que o pré-candidato ao Senado pela legenda é o deputado federal Eduardo da Fonte, do PP, decisão que foi referendada pelo vice-presidente nacional, senador Ciro Nogueira, também do PP, o presidente nacional da Federação e do União Brasil, soltou uma nota oficial afirmando que não reconheceria o resultado, a não ser que fosse decidido por unanimidade. Confira mais detalhes em JC.COM.BR Foto: Reprodução Blog Dellas *colunablogdellas *lv *card *digital
Eduardo da Fonte (neutro)Com disputa interna, Federação União-PP vive queda de braço por vaga ao Senado em Pernambuco. Cenário é de divergência pública entre as duas principais lideranças nacionais da federação acerca dos rumos do pleito em Pernambuco.
Quem andará ao lado de Raquel Lyra? As falas de forma tranquila e as fotos com sorrisos estampados nos rostos não aliviam o clima de disputa - ou discórdia - que existe na Federação União Progressista. O deputado Eduardo da Fonte tem o resultado da votação de ontem a seu favor e o placar de 5 votos já era esperado porque todos foram do seu partido. Ninguém do União Brasil votou porque se sabia que eram favas contadas. Mas a disputa interna pela candidatura ao Senado ainda vai render muito nos bastidores. Até porque os dirigentes nacionais do União Brasil, Antônio Rueda, e do Progressistas, Ciro Nogueira, entraram no circuito em defesa dos seus respectivos aliados. Daqui a 20 dias, terá início o período das convenções e a da governadora Raquel Lyra (PSD) deverá ficar para o prazo final. As convenções terminam em 5 de agosto. Até lá, Raquel andará com Eduardo da Fonte como “pré-candidato oficial”? Foram poucas as agendas em que estiveram juntos, depois da reconciliação. Miguel Coelho, que anda colado na governadora, já disse que se manterá presente na agenda dela. Raquel Lyra, contudo, vinha evitando dar opinião, sempre colocando que cabia à federação indicar quem ocupará uma das vagas na sua chapa majoritária. Aguardemos os comportamentos da governadora diante desse cenário, de Miguel, que não aceita o resultado, e de Eduardo da Fonte, que garante ter certeza da vitória de ontem. Vale lembrar que, lá atrás, as duas vagas foram oferecidas ao PP e União Brasil, porém não houve acordo entre os dois caciques. Coluna diária no dantasbarreto.com
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)O presidente nacional da Federação União Progressista, Antonio Rueda, divulgou uma nota afirmando que “não há nenhuma decisão sobre escolha de candidaturas majoritárias em Pernambuco” e ressaltou que o processo segue em discussão, com as pré-candidaturas ao Senado mantidas e o apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). A nota também deixa claro que qualquer encaminhamento adotado pela direção estadual que não conte com unanimidade entre PP e União Brasil “não produzirá nenhum efeito perante a executiva nacional da Federação União Progressista, a quem cabe decidir“. O posicionamento ocorre em meio à disputa interna entre o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) pela indicação ao Senado. Presidente estadual da federação, Eduardo da Fonte chega à reunião com maioria entre os integrantes da executiva, enquanto Miguel Coelho conta com o respaldo político de Antonio Rueda no plano nacional. A manifestação da direção nacional reduz o peso de uma eventual decisão tomada hoje e sinaliza que a palavra final sobre a composição da chapa majoritária da Federação União Progressista em Pernambuco ficará a cargo da executiva nacional. (Foto: Reprodução). #politica #eleicões2026 #antoniorueda #pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)O presidente nacional da Federação União Progressista, Antonio de Rueda, reafirmou nesta segunda-feira (29/06) que ainda não há definição sobre as candidaturas majoritárias em Pernambuco. O comunicado também informa que qualquer encaminhamento adotado em âmbito local, sem consenso entre o União Brasil e o PP, não produz efeito perante a Executiva Nacional da federação. Da nossa parte, seguimos confiantes apoiando a governadora Raquel Lyra e com a certeza de que temos o melhor projeto para Pernambuco no Senado Federal. @juniorvilelape @miguelcoelhope #pernambuco #blogdosilvalima #senado
Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)O pré-candidato ao Senado Miguel Coelho afirmou, nesta segunda-feira (29), que o presidente nacional da Federação União Progressista, Antonio de Rueda, reiterou que ainda não há definição sobre as candidaturas majoritárias em Pernambuco. Segundo Miguel Coelho, o comunicado da direção nacional da federação também informa que eventuais encaminhamentos adotados no âmbito estadual, sem consenso entre o União Brasil e o PP, não têm efeito perante a Executiva Nacional.
O presidente nacional da Federação União Progressista Antônio Rueda acaba de divulgar nota oficial afirmando que qualquer decisão sobre candidaturas ao Senado pela direção da Federação em Pernambuco só será referendada se for unânime, o que coloca em banho maria a reunião convocada está segunda feira pelo deputado federal Eduardo da Fonte para escolha do candidato ao senado pelo partido. Leia mais no blogdellas. Link nos stories
Eduardo da Fonte (neutro)O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, voltou a defender sua pré-candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026 e afirmou que a definição sobre a vaga da Federação União Progressista ainda não está encerrada. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Miguel destacou que sua candidatura foi construída coletivamente e tem como objetivo renovar a representação política de Pernambuco em Brasília. Segundo ele, o projeto segue firme e conta com apoio de diversas lideranças e segmentos da sociedade pernambucana. O ex-prefeito também abordou o debate interno na Federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). De acordo com Miguel, apesar de caminharem juntos dentro da federação, as duas legendas mantêm autonomia política e as decisões sobre candidaturas majoritárias precisam respeitar as regras estabelecidas no estatuto da entidade. Miguel ressaltou que, nos casos em que não houver consenso nos estados, a palavra final sobre as candidaturas cabe à Executiva Nacional da federação. A declaração ocorre após movimentações recentes envolvendo o deputado federal Eduardo da Fonte, que anunciou ter sido confirmado como pré-candidato ao Senado por setores da União Progressista em Pernambuco. Para o líder sertanejo, o momento das definições ainda não chegou. Ele defendeu que as discussões sejam conduzidas durante o período das convenções partidárias e sob a liderança da governadora Raquel Lyra, principal nome do grupo governista para a disputa estadual. Ao final da mensagem, Miguel Coelho reafirmou que continuará percorrendo Pernambuco em defesa de sua pré-candidatura ao Senado e reforçou o compromisso de atuar pela reeleição da governadora Raquel Lyra em 2026. A declaração evidencia que a disputa pela vaga ao Senado dentro da Federação União Progressista permanece aberta e deve continuar sendo um dos principais temas dos bastidores políticos pernambucanos nos próximos meses.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (positivo)Raquel Lyra (positivo)O presidente nacional da Federação União Progressista, Antônio Rueda, divulgou uma nota oficial nesta segunda-feira (29) desautorizando qualquer decisão que venha a ser tomada pela direção da federação em Pernambuco sobre a escolha da candidatura ao Senado Federal. A manifestação ocorreu antes da reunião marcada para as 11h, convocada pelo deputado federal Eduardo da Fonte, presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, que conta com a maioria dos votos no colegiado estadual. Apesar disso, a direção nacional deixou claro que a definição sobre as candidaturas majoritárias cabe exclusivamente à Executiva Nacional. Em nota, Rueda afirmou que "não há nenhuma decisão sobre escolha de candidaturas majoritárias em Pernambuco". Segundo ele, o processo segue em discussão, com pré-candidaturas ao Senado já colocadas e o apoio da federação à reeleição da governadora Raquel Lyra. A nota também ressalta que qualquer deliberação tomada pela instância estadual sem consenso entre os dois partidos que compõem a federação — PP e União Brasil — não terá validade perante a direção nacional. "Qualquer encaminhamento adotado em âmbito local, que não seja unânime entre as duas legendas (PP e União), não produzirá nenhum efeito perante a Executiva Nacional da Federação União Progressista, a quem cabe decidir", diz o comunicado. Acesse o link 🔗 na bio e saiba tudo.
Eduardo da Fonte (neutro)Raquel Lyra (positivo)O presidente nacional da Federação União Progressista, Antônio Rueda, deixou claro que a definição sobre a candidatura ao Senado em Pernambuco não será tomada pela direção estadual da aliança formada por PP e União Brasil. Em nota oficial divulgada há pouco, Rueda afirmou que ainda não há qualquer decisão sobre as candidaturas majoritárias no Estado e ressaltou que as discussões seguem em andamento, incluindo a composição para o Senado e o apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). No comunicado, Rueda reforça que qualquer encaminhamento adotado no âmbito local que não seja unânime entre os dois partidos “não produzirá nenhum efeito” perante a Executiva Nacional da Federação União Progressista, a quem cabe a decisão final. A manifestação evidencia que a instância estadual da federação PP/União Brasil não possui poder deliberativo para definir o nome que disputará o Senado, atribuição que permanece concentrada na direção nacional da legenda.
Raquel Lyra (positivo)O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, divulgou nota nesta segunda-feira (29) informando que a definição da candidatura ao Senado pela Federação União Progressista em Pernambuco não será feita durante a reunião estadual realizada hoje. Segundo o dirigente, qualquer deliberação tomada sem consenso entre União Brasil e Progressistas não terá validade perante a Executiva Nacional da federação, responsável pela decisão final sobre as candidaturas majoritárias. A manifestação reforça a posição defendida pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), que havia afirmado ao Jamildo.com que o encontro desta segunda não tinha previsão para deliberar sobre a vaga ao Senado. Nos bastidores, havia expectativa de que o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) pudesse ser indicado para representar a federação na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). A disputa ocorre porque União Brasil e Progressistas reivindicam o mesmo espaço na chapa majoritária. Com a expectativa de que uma das vagas ao Senado seja ocupada por um nome do PSD, restaria apenas uma vaga para a Federação União Progressista. O comunicado de Rueda indica que, caso não haja entendimento entre os dois partidos, a decisão será levada à direção nacional da federação. 📲 Acompanhe a cobertura completa dos bastidores da política pernambucana no site. #AntonioRueda #MiguelCoelho #EduardoDaFonte #UniaoProgressista #UniaoBrasil #Progressistas #RaquelLyra #Senado #Eleicoes2026 #PoliticaPE
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Presidente nacional da federação PP-UB desautoriza decisão sobre Senado Presidente nacional da Federação União Progressista, Antônio Rueda desautorizou qualquer decisão que venha a ser tomada pela secção de Pernambuco a respeito de candidatura ao Senado. Ele divulgou nota oficial, nesta segunda-feira (29), antes da reunião marcada para as 11h. Ele dirige o partido que tem como pré-candidato Miguel Coelho, mas o encontro foi definido pelo deputado Eduardo da Fonte, que preside a federação em Pernambuco e tem a maioria dos votos a seu favor. “A Direção Nacional da Federação União Progressista informa que não há nenhuma decisão sobre escolha de candidaturas majoritárias em Pernambuco. O processo segue em discussão, com pré-candidaturas ao Senado Federal colocadas e o apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra”, coloca Rueda. A nota do dirigente nacional segue afirmando que “qualquer encaminhamento adotado em âmbito local, que não seja unânime entre as duas legendas (PP e União), não produzirá nenhum efeito perante a Executiva Nacional da Federação União Progressista, a quem cabe decidir”.
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)✍🏽 por @americorgsantos A reunião da Federação União Progressista em Pernambuco, marcada para o final da manhã desta segunda (29), ganhou um novo ingrediente. Embora o encontro tivesse como objetivo definir o nome que será apresentado para disputar uma vaga ao Senado nas eleições deste ano, uma manifestação da direção nacional colocou em xeque qualquer deliberação que venha a ser tomada no âmbito estadual. O presidente nacional da Federação União Progressista, @antonio_de_rueda, divulgou uma nota afirmando que “não há nenhuma decisão sobre escolha de candidaturas majoritárias em Pernambuco” e ressaltou que o processo segue em discussão, com as pré-candidaturas ao Senado mantidas e o apoio à reeleição da governadora @raquellyraoficial (PSD). A nota também deixa claro que qualquer encaminhamento adotado pela direção estadual que não conte com unanimidade entre PP e União Brasil “não produzirá nenhum efeito perante a executiva nacional da Federação União Progressista, a quem cabe decidir“. O posicionamento ocorre em meio à disputa interna entre o deputado federal @eduardodafonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina @miguelcoelhope (UB) pela indicação ao Senado. Presidente estadual da federação, Eduardo da Fonte chega à reunião com maioria entre os integrantes da executiva, enquanto Miguel Coelho conta com o respaldo político de Antonio Rueda no plano nacional. A manifestação da direção nacional reduz o peso de uma eventual decisão tomada hoje e sinaliza que a palavra final sobre a composição da chapa majoritária da Federação União Progressista em Pernambuco ficará a cargo da executiva nacional. #UniaoProgressista #Politica #Pernambuco #Eleicoes2026 #BlogCenario
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)Rueda esvazia reunião da Federação e aumenta tensão na disputa pelo Senado A nota divulgada pelo presidente nacional da Federação União Progressista, Antonio Rueda, mudou o cenário da disputa interna pela vaga ao Senado em Pernambuco. Ao afirmar que nenhuma decisão sobre as candidaturas majoritárias foi tomada e que qualquer deliberação local sem consenso entre PP e União Brasil não terá efeito perante a Executiva Nacional, o dirigente praticamente esvaziou a expectativa em torno da reunião da federação marcada para esta segunda-feira (29). Com maioria no diretório estadual, o deputado federal Eduardo da Fonte esperava sair do encontro com o nome confirmado como pré-candidato ao Senado. A manifestação de Rueda, porém, deixa claro que a palavra final será da direção nacional da federação, em entendimento com a governadora Raquel Lyra, responsável pela condução da chapa majoritária governista. Aliado político de Miguel Coelho, que também disputa a indicação da Federação União Progressista para o Senado, Antonio Rueda reforçou o protagonismo da cúpula nacional nas negociações. A declaração amplia a tensão entre PP e União Brasil e indica que, independentemente do resultado da reunião estadual, a disputa entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho continua completamente aberta. Leia a matéria completa no Blog do MF. #BlogDoMF #Pernambuco #Política #EduardoDaFonte #RaquelLyra
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Eduardo da Fonte convoca reunião da União Progressista para o dia 29 e amplia pressão por vaga ao Senado O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, convocou para o próximo dia 29, na sede da legenda no Recife, uma reunião da Executiva estadual que pode ter desdobramentos importantes na disputa por uma vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Oficialmente, o encontro foi marcado para deliberar sobre temas internos da federação, entre eles a escolha dos líderes da União Progressista na Assembleia Legislativa de Pernambuco e nas Câmaras de Vereadores. No entanto, o Blog do MF apurou que também poderá entrar na pauta a posição política do grupo para as eleições de 2026, incluindo discussões sobre a composição da chapa majoritária. A reunião ganha relevância pelo peso que o PP possui dentro da Executiva estadual. Dos sete membros titulares, cinco são ligados ao partido comandado por Eduardo da Fonte, enquanto o União Brasil, presidido em Pernambuco pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, possui dois votos. A Executiva conta ainda com quatro suplentes. Nos bastidores, a convocação do encontro é interpretada como mais um movimento de Eduardo da Fonte para fortalecer sua candidatura ao Senado dentro da federação. O parlamentar trava uma disputa interna com Miguel Coelho pela indicação da União Progressista para a chapa de reeleição de Raquel Lyra, e uma eventual deliberação política da Executiva poderá aumentar ainda mais sua influência nesse processo.
Eduardo da Fonte (positivo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)Criadas para representar mais de um partido político, Federações Partidárias, como a Brasil da Esperança que une PT/PV e PCdoB já participaram do processo político em Pernambuco mas nunca causaram problema. Já a Federação União Progressista criada este ano, reunindo PP e União Brasil, já nasceu dividida no estado tendo, de um lado, o deputado federal Eduardo da Fonte, do PP, que virou presidente estadual do colegiado, conforme deliberado pelo estatuto nacional, e do outro o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, do União Brasil, designado vice-presidente estadual em decisão tomada pela direção nacional no último dia 11 de maio. Embora nunca tivessem atuado juntos, Eduardo e Miguel conseguiram se entender e definiram os nomes dos membros da Executiva Estadual que, obedecendo ao estatuto da Federação, terminou composta por cinco membros do PP e dois do União Brasil, uma vez que o PP teve na eleição de 2022 mais votos do que o União no estado, ganhando não só a presidência estadual como uma maioria folgada na direção pernambucana. Tudo estaria bem se os dois líderes não tivessem decidido se candidatar ao mesmo cargo, o de senador, gerando uma dor de cabeça para a governadora Raquel Lyra que é apoiada pelos dois partidos. Até agora não se tem a menor ideia de qual dos dois vai vencer essa briga mas uma coisa já está certa, conforme o Estatuto da Federação a que este blog teve acesso: como dirigentes dos seus partidos, Miguel e Eduardo se obrigam a estar no mesmo palanque nos próximos quatro anos – tempo mínimo de duração do colegiado – a não ser que mudem de legenda, e a obedecerem ao que for estabelecido pela maioria dos votos da Executiva Estadual na qual o PP é majoritário. Confira mais detalhes em JC.COM.BR Foto: Divulgação #EduardoDaFonte #MiguelCoelho *colunablogdellas *card *lv
Eduardo da Fonte (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (negativo)O presidente estadual da Federação União Progressista, deputado federal Eduardo da Fonte, que esta segunda-feira teve um encontro com a governadora Raquel Lyra para comunicar sua decisão de concorrer ao Senado Federal, informou esta terça-feira aos deputados estaduais e federais do PP que vai convocar a Executiva Estadual da Federação nos próximos dias para definir o nome que representará o grupo na chapa da governadora. “Eu tinha dito que não faria a convocação sem antes ter essa reunião com ela pois precisava explicar como vai se dar esse processo”- disse ele a pelos menos três deputados com os quais se reuniu após a estada no Palácio das Princesas. Leia mais no blogdellas. Link nos stories
Eduardo da Fonte (neutro)Raquel Lyra (neutro)O deputado estadual Henrique Filho (PP), líder da bancada da Federação União Progressista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), defende que a definição da candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026 seja construída de forma coletiva e institucional, por meio do diálogo entre os integrantes da federação formada pelo Progressistas e União Brasil. A manifestação ocorre após declarações do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que afirmou, em entrevista recente, que mantém o seu projeto de disputar uma vaga ao Senado mesmo diante da possibilidade de não haver consenso interno na federação, admitindo inclusive a hipótese de uma candidatura avulsa. Para Henrique Filho, a União Progressista foi criada justamente para fortalecer seus quadros políticos, ampliar sua representação e contribuir com o projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), o que exige unidade e construção conjunta das decisões estratégicas. “Estamos ao lado da governadora Raquel Lyra e escolheremos, em conjunto com todos que integram a Federação União Progressista, o candidato ao Senado na chapa majoritária. Não aceitaremos candidatura avulsa nem projeto independente. Essa é uma decisão que precisa ser tomada de forma coletiva”, afirmou o parlamentar. Segundo Henrique Filho, a principal força da federação está justamente na capacidade de reunir lideranças em torno de um projeto comum para Pernambuco, respeitando os espaços de diálogo e as instâncias partidárias responsáveis pelas definições eleitorais. “O propósito da federação é unir forças, fortalecer nossas lideranças e construir um projeto político consistente para o Estado. As decisões mais importantes precisam passar pelo entendimento coletivo e pelo respeito às instâncias partidárias. É assim que se preserva a unidade e se fortalece o grupo para os desafios de 2026”, destacou. O deputado ressaltou, ainda, que a condução das definições eleitorais caberá à executiva da federação, que deverá avaliar os cenários políticos e construir os consensos necessários para a formação da chapa majoritária. Leia mais em www.blogdofinfa.com.br
Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)Henrique Filho fecha questão: Federação União Progressista não aceitará candidatura avulsa ao Senado O deputado estadual Henrique Filho, líder da bancada da Federação União Progressista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), defendeu que a definição da candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026 seja construída de forma coletiva e institucional. A manifestação ocorre após declarações do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que admitiu a hipótese de manter um projeto independente mesmo sem consenso interno. Para Henrique Filho, a federação composta por Progressistas e União Brasil foi criada para fortalecer a representação partidária e contribuir com o projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra. O parlamentar ressaltou que as decisões estratégicas e a escolha do nome para a chapa majoritária devem passar obrigatoriamente pelo entendimento coletivo e pelo respeito às instâncias partidárias da executiva. O líder da bancada enfatizou que o momento exige responsabilidade política e foco na unidade do grupo, descartando a possibilidade de candidaturas avulsas. Segundo o deputado, a preservação do diálogo institucional é fundamental para consolidar um projeto político consistente para Pernambuco e enfrentar os desafios do próximo pleito. Leia matéria completa no site blogdokennedylima.com.br Siga o @Blogkennedylima e fique por dentro dos bastidores da política pernambucana.
Miguel Coelho (negativo)Raquel Lyra (positivo)*Pedro Freitas pede reunião da executiva da União Progressista e afirma que o momento é de consenso em relação a definição da vaga para o Senado* O presidente da Amupe e prefeito de Aliança, Pedro Freitas (PP/UP), defendeu a convocação de uma reunião da executiva da Federação União Progressista para discutir e definir o nome que disputará o Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra. Para o gestor, a vaga pertence à Federação e sua definição deve ocorrer dentro das instâncias partidárias, com a participação das lideranças que integram o projeto político. “A União Progressista tem tamanho, representação e legitimidade para decidir seus rumos de forma coletiva. A candidatura ao Senado deve ser definida pela Federação. Não há espaço para candidatura avulsa ou decisões individuais em um tema tão importante”, afirmou Pedro Freitas.
Raquel Lyra (neutro)O vereador do Recife Alef Collins (PP/UP) defendeu a convocação de uma reunião da executiva da Federação União Progressista para definir o nome que disputará uma vaga ao Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra nas eleições de 2026. Para o parlamentar, uma decisão com impacto direto no futuro político de Pernambuco deve ser construída de forma coletiva, respeitando a estrutura da Federação e a participação de suas lideranças. “A Federação União Progressista é um projeto construído com diálogo, compromisso e unidade. Não aceitaremos candidatura avulsa nem iniciativas individuais para uma vaga que pertence ao conjunto da Federação. A definição do candidato ao Senado deve acontecer dentro da executiva, com a participação de todos os que fazem parte desse projeto”, afirmou Alef Collins.
Raquel Lyra (neutro)A estrada politica de Pernambuco, em ano de eleições, vive um momento de definições contrastantes para a Federação União-PP em Pernambuco. Enquanto o União Brasil, sob a batuta de Miguel Coelho, parece ter selado o destino ao decidir caminhar com a governadora Raquel Lyra, o Progressistas (PP) de Eduardo da Fonte continua mergulhado em uma indecisão que já começa a cobrar o seu preço. O Erro de Cálculo do PP Como antecipamos aqui no blog no início de março, aquelas movimentações de Eduardo da Fonte sinalizavam um risco alto. Naquela época, o “esticar de corda” com o Palácio do Campo das Princesas parecia uma estratégia de valorização, mas eu alertei e o tempo mostrou que foi um erro de leitura. Ao não definir um norte claro, o partido começou a sofrer um processo de desgaste interno e externo. A Rebelião Silenciosa na Base O grande problema para o comando do PP hoje não é apenas a relação com a governadora, mas a pressão que vem de baixo para cima. Não só os políticos com mandato, mas aqueles que anseiam por uma vaga na política, como pré-candidato deputado estadual ou como pré-candidato a deputado federal, também estão com as barbas de molho com a indecisão da cúpula do partido. A Caneta e as Obras Deputados estaduais da sigla têm bases eleitorais que dependem diretamente de convênios e projetos do Governo do Estado. Ficar na oposição ou em uma “neutralidade hostil” significa ver verbas para obras essenciais minguarem, o que é um suicídio político em ano que antecede grandes movimentações locais. Reuniões que Não Decidem A estratégia de marcar reuniões sucessivas sem um anúncio concreto está virando um “looping” perigoso. Enquanto o PP hesita, outros atores políticos ocupam os espaços vazios no governo. Eduardo da Fonte, conhecido por ser um exímio articulador, parece desta vez ter ficado preso na própria rede. 📲leia a análise completa de Adriano Roberto, acesse o link na nossa Bio @jornaldosertaope #politica #eleicoes #governodepernambuco #pernambuco
Eduardo da Fonte (negativo)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (neutro)
Sub-temas nos comentários (20)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- aliança estratégica entre partidos15 comentários
"Marilia Arraes e Humberto Costa aparecem apoiando a Frente Popular de Pernambuco, conforme comentário, destacando apoio a esses dois senadores."
- apelo entusiástico a candidatura de Miguel Coelho14 comentários
"Apoio entusiasmado a Miguel Coelho para o Senado."
- deboche de alianças e liderança16 comentários
"Ironia sobre a aposta de que nenhum dos candidatos da federação será eleito, sinalizando ceticismo com relação aos nomes da chapa liderada pela governadora Raquel Lyra"
- apoio entusiasmado a alianças e liderança30 comentários
"Apoio entusiasmado a Eduardo da Fonte."
- crítica irônica à candidatura de Miguel Coelho27 comentários
"Crítica irônica ao comentário sobre Miguel Coelho estar sem partido, sugerindo que é inadequadamente desinformado sobre filiação."
- cobrança por desfecho de alianças15 comentários
"Ao comentar criticamente, o usuário aponta que Miguel Coelho mente ou engana sobre a ausência de consenso nas candidaturas majoritárias em Pernambuco."
- apoio massivo a candidato específico11 comentários
"Miguel Coelho recebe apoio mais forte e contínuo na disputa pela vaga ao Senado na chapa de Raquel Lyra, evidenciando força política do clã Coelho em Pernambuco."
- duas candidaturas em disputa pelo senado8 comentários
"Apoio a Eduardo da Fonte combinado com rejeição a Miguel Coelho (pedido de manter Eduardo da Fonte na Câmara para governabilidade do acordo da federação, questionando a dedicação de Miguel Coelho ao Senado)."
- endosso ao clã Coelho na chapa20 comentários
"Apoio entusiasmado de Miguel Coelho à ideia de candidatura ao Senado pela federação União Brasil-Progressistas."
- crítica irônica ao processo de federação19 comentários
"Crítica irônica à aliança entre os partidos União Brasil e Progressistas em Pernambuco, apontando que a federação gera conflitos internos, corrupção dos quadros e promessas sem transparência, com destaque para Mendonça Filho, Miguel Coelho, Eduardo da Fonte, Raquel Lyra, João Campos, Marília Arraes e demais figuras de linha bolsonarista no estado."
- endosso irônico à candidatura de João Campos11 comentários
"João Campos aparece como apoiando a ideia de que será governador do estado, usando o comentário para projetar uma candidatura futura, em tom de entusiasmo e marcação de apoio ao nome João Campos."
- crítica irônica a gestão de alianza entre entidades12 comentários
"A agressão a Raquel Lyra como alvo de crítica, insinuando que ela “puxou o tapete” de Miguel Coelho, reforça a crítica de que a gestão estadual beneficia aliados e evidencia intrigas internas da oposição."
- apreço à aliança de federação12 comentários
"Apoio a Miguel Coelho para o Senado combinado com crítica a Eduardo da Fonte pela posição no federado e pela neutralidade útil na chapa de Raquel Lyra."
- aliança eleitoral entre Lula e João Campos18 comentários
"Apoio a João Campos combinado com críticas ao desempenho de Lula e à condução do governo federal."
- apoio entusiasmado a candidato específico10 comentários
"Apoio entusiasmado a Miguel Coelho."
- crítica à disputa interna pela candidatura9 comentários
"Crítica irônica à ideia de federação entre União Brasil e Progressistas, sugerindo que a aliança pode falhar por interesses conflitantes e que o povo é inimigo da federação."
- endosso entusiasmado a João Campos10 comentários
"Apoio passivo a João Campos combinado com uma expectativa de ocupar espaço político no Palácio das Princesas."
- deboche de performances do clã Coelho23 comentários
"Apoio crítico a Miguel Coelho e Eduardo da Fonte combativo, destacando que o comentário sugere desconfiança em relação à corrupção envolvendo Petrolina e ao clã Coelho."
- endosso entusiasmado a João Campos11 comentários
"Apoio entusiasmado a Joao Campos pela liderança na capital, elogiando sua gestão e pedindo gás para Pernambuco."
- apelo entusiasmado a João Campos pela candidatura8 comentários
"Apoio entusiasmado a Lula e João Campos como dupla de gestão enquanto o comentário elogia a parceria entre Lula e João Campos para o crescimento de Pernambuco."