Lula e Trump: visita aos EUA
8 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:37:16
Sentimento da audiência por candidato
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Após afirmar durante a cúpula do G7, na França, que “nunca foi esquerdista” e que “o mundo é do caminho do meio”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viu seu governo ser convidado pelos Estados Unidos para participar de um encontro internacional contra o avanço do terrorismo de extrema esquerda. O convite foi encaminhado pelo governo de Donald Trump ao Itamaraty e prevê a participação do chanceler Mauro Vieira no evento marcado para 16 de julho, em Washington. A reunião, organizada pelo secretário de Estado Marco Rubio, deve reunir representantes de mais de 60 países para discutir formas de combater grupos extremistas de atuação transnacional. O Ministério das Relações Exteriores confirmou o recebimento do convite, mas informou que a participação brasileira ainda está sendo avaliada. A situação chamou atenção justamente após Lula tentar se afastar publicamente do rótulo de esquerda, apesar de sua longa trajetória política ligada ao PT e a movimentos progressistas. — Via É o Mundo.
Lula (neutro)O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um post nesta terça (2) sobre o encontro com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma das fotos, também aparece seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. "Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!", escreveu Trump, na Truth Social, a sua rede social. A mensagem é publicada no dia em que os EUA propuseram uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de práticas restritivas ao comércio americano. Lula responsabilizou família Bolsonaro pela taxação, relacionando-a à visita de Flávio à Casa Branca, no último dia 26. O pré-candidato afirmou em entrevista que pediu ao americano para não taxar o Brasil. Do G1
Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que acompanhou o chefe de Estado na comitiva a Washington, Lula foi praticamente ‘sabatinado’ pelo republicano durante a reunião privada que tiveram no Salão Oval da Casa Branca, no último dia 7 de maio. Na conversa que durou cerca de três horas durante a visita oficial de Lula aos EUA, Trump teria questionado o presidente brasileiro sobre a infância pobre que teve no interior de Pernambuco, segundo Durigan. O ministro relatou que o presidente norte-americano teria ficado “muito impressionado” com o convidado. “A conversa começa no Salão Oval com o Trump perguntando da vida do Lula. ‘Como é que foi sua infância pobre, você me disse que teve uma infância pobre. Como é que foi o seu tempo de presidente?’ Aí o Lula disse para o Trump: ‘você sabe que eu fui comer um pedaço de pão com 7 anos de idade?’ E aí isso mexeu com Trump”, disse Durigan, em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, na TV Brasil. Do @correio.braziliense 📸: Ricardo Stuckert /PR 🏛️ POLÍTICA COM HISTÓRIA, e vice-versa 🔗 Leia mais em: blogdovandeck.com.br 📍 Link na Bio e nos Stories
Lula (neutro)O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após encontro entre os dois nesta quinta-feira (7), na Casa Branca, em Washington. Veja no vídeo acima. Trump chamou Lula de “um bom homem” e “um cara inteligente” ao comentar a reunião. Segundo o presidente americano, o encontro foi “muito bom”. “Tivemos uma ótima reunião com o presidente do Brasil. Estamos fazendo muito comércio e vamos aumentar ainda mais esse comércio. Falamos sobre tarifas. Eles gostariam de algum alívio nas tarifas. Mas tivemos uma reunião muito boa”, afirmou.
Lula (positivo)Lula e Trump se reúnem na Casa Branca e discutem comércio e tarifas Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump concluíram, nesta quinta-feira (7), uma reunião na Casa Branca, em Washington, após mais de duas horas de encontros entre almoço oficial e conversa reservada no Salão Oval. O encontro marcou mais um capítulo das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos em meio às discussões econômicas e comerciais entre os dois países. Após o encerramento da agenda oficial, Lula deixou a Casa Branca e seguirá para a Embaixada do Brasil em Washington, onde deve conceder entrevista à imprensa ainda nesta tarde. A expectativa é de que o presidente brasileiro detalhe os principais pontos debatidos com o líder norte-americano e os encaminhamentos definidos durante a reunião. Em publicação nas redes sociais, Donald Trump classificou o encontro como “muito produtivo” e destacou a pauta econômica como prioridade nas conversas. O presidente dos Estados Unidos também elogiou Lula ao chamá-lo de “dinâmico”. “Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o dinâmico Presidente do Brasil. Discutimos diversos temas, incluindo Comércio e, especificamente, Tarifas. A reunião foi muito produtiva. Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, escreveu Trump. A reunião ocorre em um momento de atenção às relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, especialmente em áreas ligadas a tarifas de importação, exportações agrícolas e cooperação econômica. Integrantes das equipes diplomáticas e econômicas dos dois países devem dar continuidade às negociações nos próximos meses.
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quarta-feira (6) para Washington, onde terá um encontro oficial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcado para quinta-feira (7), na Casa Branca. A reunião é vista como uma oportunidade política para Lula, mas também envolve riscos. O encontro vinha sendo articulado desde janeiro e chegou a ser previsto para março, porém foi adiado em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio. A confirmação da nova data ocorreu de forma inesperada, sendo divulgada apenas na última segunda-feira (4), com poucos dias de antecedência — algo considerado incomum nos padrões diplomáticos. Segundo o analista político Brian Winter, editor-chefe da revista Americas Quarterly, o processo destoou do habitual. Ele afirmou que, em outras administrações, visitas desse nível costumam ser planejadas com grande antecedência e coordenação entre diversas áreas do governo. Neste caso, porém, a iniciativa teria partido diretamente de Washington. Apesar do contexto atípico, o momento pode ser favorável para Lula no cenário interno, marcado por tensões com o Congresso e oscilações nos índices de aprovação. A expectativa é de que o presidente brasileiro adote uma postura mais cautelosa durante o encontro, diferentemente de ocasiões anteriores com Trump. Ao mesmo tempo, a reunião pode abrir espaço para o Brasil tentar evitar medidas desfavoráveis, como novas tarifas comerciais ou eventuais interferências externas no processo eleitoral brasileiro. Especialistas apontam, no entanto, que o encontro também traz incertezas. O cientista político Oliver Stuenkel avalia que os resultados dependerão diretamente dos temas tratados. Entre os assuntos que devem entrar na pauta estão o sistema de pagamentos PIX, minerais estratégicos como terras raras, tarifas comerciais e cooperação no combate ao crime organizado — especialmente para evitar que facções brasileiras sejam classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Há ainda o risco de situações delicadas durante a agenda oficial. Analistas lembram episódios anteriores em que Trump protagonizou momentos constrangedores com líderes estrangeiros,
Lula (neutro)A Casa Branca confirmou apenas na noite desta terça-feira (5) a audiência entre Lula e Donald Trump, prevista para quinta-feira (7), em Washington. A confirmação de uma reunião entre chefes de governo somente na véspera foi tratada como sinal de desgaste diplomático. O governo brasileiro havia anunciado antes que o encontro estava nos planos, embora a própria Presidência admitisse que ainda se tratava de uma previsão. A pressa na divulgação ocorreu após uma audiência anterior ter sido cancelada em cima da hora pela Casa Branca, sob a justificativa de que Trump tinha compromissos urgentes. Lula e Trump já haviam se reunido oficialmente em outubro de 2025, durante a cúpula da Asean, na Malásia. Antes disso, cruzaram-se rapidamente no corredor da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, episódio lembrado pela “química” mencionada pelo presidente americano após o contato. A nova agenda marca a primeira reunião bilateral em território americano nesta etapa.
Lula (neutro)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca para os Estados Unidos nesta quinta-feira (7) para um encontro com o presidente americano Donald Trump. A confirmação da viagem, divulgada pela agência Reuters nesta segunda-feira (4), sinaliza um movimento da diplomacia brasileira para normalizar as relações comerciais, afetadas recentemente por incertezas e tarifas de importação. Além do foco econômico, o encontro entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos deve abordar a crise na Venezuela e parcerias estratégicas em minerais críticos e terras raras. Além das pautas econômicas, os líderes do Brasil e dos EUA devem debater temas de segurança regional, como a crise na Venezuela, e cooperação tecnológica em setores estratégicos, como a extração de minerais críticos e terras raras. A agenda internacional ganha peso extra diante do cenário político interno no Brasil. Na última semana, o governo Lula sofreu derrotas significativas no Congresso Nacional, incluindo a rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF e a derrubada do veto ao projeto da Dosimetria. Foto: @lulaoficial/Ricardo Stuckert/X #Lula #Trump *politica *brasil *mundo *jk *card *digital
Lula (negativo)
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