Políticas para confecções do Agreste
5 posts · 2 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:28:01
Sentimento da audiência por candidato
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No Dia da Micro, Pequena e Média Empresa reforço meu compromisso, como deputado federal e presidente da Frente Parlamentar Mista de Ambiente de Negócios, com quem empreende, gera empregos e movimenta a economia do Brasil. O nosso país só avançará quando valorizar a educação, apoiar quem produz, criar regras estáveis e garantir um ambiente favorável para que os pequenos e médios empreendedores possam crescer e gerar ainda mais oportunidades. Seguiremos trabalhando para fortalecer quem faz o Brasil acontecer todos os dias. 🇧🇷
✅Apresentei emendas à MP da taxa das blusinhas com compensações reais: redução de PIS e COFINS e uma subvenção econômica para que as empresas nacionais de confecção e varejo consigam competir com as asiáticas, especialmente as chinesas. Sem isso, quem paga a conta é o trabalhador pernambucano. A indústria nacional precisa de igualdade de condições competitivas. Estou trabalhando por isso em Brasília.
Zerar imposto de produto importado sem reduzir a carga de quem produz no Brasil não é política econômica. É política eleitoral. Mais de 90% das empresas do Polo de Confecções do Agreste são micro e pequenos negócios. São os mais vulneráveis. E foram os primeiros a ser esquecidos nessa decisão. Cobrei compensação. Cobrei proteção. E vou continuar cobrando.
Conheço o Agreste. Sei o que representa uma fábrica aberta em cidades como Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Vertentes, Cupira, Brejo da Madre de Deus; o nosso Polo de Confecções. Não posso ficar quieto quando o Governo Lula zera a taxa das blusinhas sem apresentar nenhuma solução para a produção nacional. São mais de 32 mil empregos formais no Polo de Confecções. Mais de 6 mil indústrias. Mais de 90% delas são micro e pequenas empresas. Ou seja: as mais vulneráveis a qualquer desequilíbrio de concorrência. O consumidor tem o direito de buscar o melhor preço. Mas o governo não pode abrir a porta para o importado e deixar o produtor nacional do lado de fora, sem redução de imposto, sem política industrial, sem proteção. Cobrei medidas concretas. O Polo do Agreste não pode pagar a conta de uma decisão eleitoreira.
O deputado federal e presidente da Frente Parlamentar de Ambiente de Negócios, Mendonça Filho, cobrou do Governo Lula, nesta quarta-feira (13/05), um plano de proteção para as confecções e o varejo nacional contra concorrência desleal dos importados. “Zerar a taxa das blusinhas, sem reduzir impostos para as confecções e varejo nacional, apenas para atender interesse eleitoral, é punir quem produz, emprega e paga impostos no Brasil”, criticou Mendonça, destacando que Polo de Confecções de Pernambuco, no Agreste, será muito prejudicado, podendo fechar empresas e ter desemprego. Mendonça afirma que mais de 90% das empresas do Polo de Confecções no Estado são micro e pequenas empresas, negócios mais vulneráveis à concorrência externa. “O setor sustenta milhares de famílias e movimenta a economia de dezenas de cidades como Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Não podemos assistir ao desmonte de um setor importante da nossa economia, sem cobrar medidas efetivas do Governo”, afirmou, defendendo uma mobilização da bancada pernambucana no Congresso em defesa da produção e do emprego nacionais contra a concorrência desleal dos importados. O Polo de Confecções do Agreste gera mais de 32 mil empregos formais ligados à indústria da moda e confecção no polo, em mais de 6 mil indústrias de confecção só nos três principais municípios. Segundo Mendonça, a população tem direito a adquirir importados e buscar melhores preço, mas o Governo Lula não pode facilitar a entrada de importados no Brasil, sem apresentar soluções para produção nacional. “Quem vai defender os fabricos e as lojas que geram renda nessas cidades, pagam impostos e sustentam famílias? Quem vai proteger os pequenos e médios comerciantes da concorrência desleal? O Governo Lula tem que apresentar solução para o problema”, afirmou Mendonça, destacando que Lula criou a taxa das blusinhas com o intuito de arrecadar mais. “Agora, nas vésperas das eleições, zera a taxa de forma eleitoreira”, completou.
Sub-temas nos comentários (2)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
"Crítica irônica ao financiamento de campanhas envolvendo supostos recebimentos de Mendonça Filho, sugerindo favorecimento financeiro e corrupção no contexto da declaração de políticas para reduzir imposto de importação."
- apoio entusiasmado a candidatos locais9 comentários
"Apoio entusiasmado à atuação de Eduardo da Fonte."