Situação eleitoral de Pernambuco
4 posts · 3 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:39:15
Sentimento da audiência por candidato
Barras divergentes a partir de todos os comentários classificados nos posts deste tópico.
Posts neste tópico
“A eleição de governador é muito dura e é uma coisa indefinida”, analisa André Campos, ex-deputado estadual, sobre o cenário eleitoral em Pernambuco.
FOLHA POLÍTICA por @mbetania_santana 👉 Era 12 de junho de 2025, quando a família Coelho abria as portas do seu tradicional São João, em Petrolina, para abraçar o então prefeito do Recife e virtual candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB). ➡ Ao lado de outros líderes, desenhava-se ali a chapa majoritária para este ano. O arranjo incluía o gestor da capital e três potenciais nomes ao Senado: Miguel Coelho (União), Marília Arraes (Solidariedade, na época) e Silvio Costa Filho (Republicanos). 📌 De lá para cá, João e Marília permanecem no traçado original, embora ela tenha migrado para o PDT. Silvio Costa Filho disputará a reeleição para Câmara Federal, indicando o irmão Carlos Costa como pré-candidato a vice. 🤝 Já Miguel Coelho mantém o plano, mas agora no palanque oposto: o da governadora Raquel Lyra. E costuma repetir ter sido o primeiro a declarar apoio à então candidata, no 2º turno de 2022. A adesão rendeu frutos: Raquel Lyra saltou de 4.957 votos (2,85%), no 1º turno, para 89.757 votos (51,49%) em Petrolina. 📊 Nesta noite, caberá à governadora o espaço festivo outrora reservado a João Campos. Antes disso, ela inaugura o novo hangar do Centro de Operações Aéreas e a Central de Videomonitoramento do 5º BPM, e anuncia as obras do Armazém da Criatividade na cidade do Sertão do São Francisco. ❌ Apesar dos gestos, o futuro de Miguel Coelho depende de uma queda de braço com o deputado federal Eduardo da Fonte na Federação União Progressista e da escolha da própria governadora. 📍 O contraste temporal se completa no Recife. Há um ano, João Campos quebrava o protocolo ao trocar a abertura do São João da capital para prestigiar o reduto sertanejo. Hoje, cumpre o roteiro de quando era prefeito e entra no ritmo do forró do Sítio Trindade, em Casa Amarela, na Zona Norte. O tempo passa, os palanques giram. Leia a coluna #FolhaPolítica no #PortalFolhaPE (link nos stories) 📲 #pernambuco #política #raquellyra 📝: Betânia Santana/Folha de Pernambuco
Eduardo da Fonte (neutro)João Campos (neutro)Marília Arraes (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)A entrevista da governadora à CNN nesta terça – 09, serviu como um termômetro interessante para o atual momento político. Enquanto o PSB, através do deputado estadual e presidente do PSB em Pernambuco, Sileno Guedes, intensifica as críticas – tentando rotular a governadora como “indecisa” ou “pendular”, ora flertando com o apoio a Lula, ora mantendo distanciamento -, o que se observa na verdade é um jogo de paciência que incomoda a oposição. O Fator Tempo A estratégia da governadora parece clara: quem tem tempo, não tem pressa. A tática da oposição: a bancada do PSB aposta no desgaste pela crítica constante. Ao “malhar” a governadora, tentam forçar um posicionamento precoce, esperando que ela cometa um erro de cálculo sob pressão. Já a resposta governamental, que foi o silêncio ou a postura de “indefinição” funciona como uma blindagem. Enquanto o debate político se arrasta em suposições, a gestão ganha fôlego para trabalhar. O Papel de Sileno Guedes As falas recentes de Sileno Guedes mostram a urgência do PSB em tentar pautar a governadora. No entanto, essa insistência constante pode acabar, involuntariamente, confirmando que a governadora é o centro do tabuleiro eleitoral. O interesse do presidente estadual do PSB na “indefinição” da governadora apenas prova que ela se tornou a figura a ser batida – e observada – em 2026. Se puxarmos da memória a campanha de João contra a prima em 2020 vamos lembrar o quanto o PSB tem talento para baixar nivel de uma disputa e partir para um confronto de ofensa pessoal como fez contra Marília Arraes naquele ano. Por que a crítica pode ser um tiro no pé? 👉 confira a análise completa de Adriano no link da Bio @jornaldosertaope #políticainternacional #pernambuco #eleicoes
João Campos (negativo)Marília Arraes (neutro)Raquel Lyra (positivo)Em política, o tempo costuma ser tão valioso quanto os votos. E, se em 2025 era o então prefeito do Recife, João Campos, quem administrava uma fila de interessados nas duas vagas ao Senado de sua chapa, agora é a governadora Raquel Lyra quem se beneficia da mesma dinâmica. No ano passado, nomes como Marília Arraes, Miguel Coelho e Silvio Costa Filho circulavam ao redor do projeto da Frente Popular, atraídos pelo favoritismo de João nas pesquisas eleitorais. Com índices próximos dos 40 pontos de vantagem nas intenções de voto para o Governo de Pernambuco, o socialista era visto como o polo natural de atração para quem desejava disputar uma das cadeiras senatoriais. O cenário, contudo, mudou ao longo dos meses, alterando também a posição dos principais atores do tabuleiro. A virada começou a ganhar forma quando Silvio Costa Filho e Marília Arraes abriram negociações com Raquel Lyra. Miguel Coelho, por sua vez, já havia feito sua opção política logo após o Carnaval, migrando integralmente para o campo governista. Diante desse rearranjo, João Campos decidiu encerrar as especulações e definiu sua composição majoritária ainda em março. O ex-prefeito fechou acordo com Marília Arraes e Humberto Costa para as duas vagas ao Senado, além de confirmar Carlos Costa como pré-candidato a vice-governador. A movimentação trouxe previsibilidade ao palanque oposicionista e encerrou uma disputa interna que se arrastava desde o ano anterior. Ao mesmo tempo, transferiu para o campo governista a principal indefinição da eleição de 2026.
Humberto Costa (neutro)João Campos (neutro)Marília Arraes (neutro)Miguel Coelho (neutro)Raquel Lyra (positivo)
Sub-temas nos comentários (3)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- apoiadores firmes a Raquel Lyra18 comentários
"Apoio entusiasmado a Raquel Lyra."
- endosso entusiasmado a João Campos12 comentários
"Ironia evidente: a chile de que Pernambuco não quer João Campos é crítica à gestão e aos januários de João Campos, sugerindo rejeição à liderança de João Campos para governador."
- apoio entusiasmado à governadora17 comentários
"Apoio entusiasmado e repetido a Raquel Lyra, destacando aprovação de ações públicas e atuação da governadora em eventos como a Fenearte."