Plano Brasil Contra o Crime Organizado
5 posts · 7 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/05/2026, 07:22:59
Sentimento da audiência por candidato
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O Nordeste concentra o maior número de unidades prisionais que terão regras mais rígidas para ampliar o isolamento de líderes das principais organizações criminosas que atuam no País. O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) prevê investimentos em tecnologia e adoção de protocolos de segurança máxima, semelhantes aos adotados nos presídios federais. Das 138 unidades prisionais mapeadas, que concentram cerca de 80% das lideranças do crime organizado no País, 45 estão localizadas no Nordeste. Na sequência, estão o Sudeste (38), Norte (23), Sul (17) e Centro-Oeste (15). A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) não divulgou a lista com os nomes das unidades que receberão o reforço do projeto Padrão Segurança Máxima, que integra o programa Brasil contra o Crime Organizado - com promessa de R$ 11 bilhões em ações na segurança pública. Em nota à coluna Segurança, a pasta justificou que, neste primeiro momento, não serão divulgados detalhes específicos "em razão de questões estratégicas, operacionais e de segurança , tendo em vista a necessidade de preservação das ações e operações relacionadas ao projeto". Para as 138 unidades, o MJSP informou que já foram adquiridos 276 equipamentos de raio-X, com investimento de R$ 36 milhões. O planejamento prevê o envio de duas máquinas para cada presídio contemplado, com entregas previstas até o início do segundo semestre. Também foram adquiridos 138 scanners corporais, com valor de cerca de R$ 38 milhões. "As tecnologias ampliam a capacidade de detecção de materiais ilícitos e reforçam os mecanismos de controle e rigor no acesso às unidades prisionais. Na prática, as medidas buscam impedir que celulares e outros itens apreendidos nas operações retornem aos presídios", afirmou o ministério. Fotos: Senappen/Divulgação #Nordeste #Crime *colunaseguranca *carrossel *vv *digital
SEGURANÇA PÚBLICA ⚖ O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César, apresentou os eixos do novo programa para desarticular o crime organizado. 🤝 O Programa Brasil Contra o Crime Organizado articula investimentos, inteligência e a ação coordenada entre União, Estados e municípios. ➡ A ideia é combinar capacidade coercitiva qualificada e instrumentos de investigação para atingir não apenas a ponta armada, mas também, o andar de cima, o comando e a base econômica das facções criminosas. 🚨 No eixo de asfixia financeira, haverá a criação das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) nacional, para operações interestaduais de alta complexidade e o fortalecimento das atuais FICCOs estaduais. 🔎 Além da expansão do Comitê Integrado de Investigação Financeira e Recuperação de Ativos (CIFRAs), o uso de novas ferramentas de análise criminal e a ampliação da alienação antecipada de bens do crime organizado, com leilões centralizados no Ministério da Justiça e Segurança Pública. 👉 O cronograma prevê, entre abril e setembro, operações integradas mensais das FICCOs estaduais, operações da FICCO Nacional, instalação de CIFRAs nos estados, soluções tecnológicas para extração de dados de dispositivos móveis, como telefones celulares, e avanço da alienação antecipada de bens confiscados dos criminosos. Leia a matéria completa no Portal #FolhaPE 📲 #segurança #brasilcontraocrimeorganizado #brasil 📝: Estadão Conteúdo
🛡️ SEGURANÇA PÚBLICA: GOVERNO FEDERAL LANÇA OFENSIVA CONTRA O CRIME ORGANIZADO O Palácio do Planalto anunciou, nesta terça-feira (12), um conjunto de medidas para endurecer o combate à violência e às facções criminosas no Brasil. A estratégia une um aporte bilionário de recursos a mudanças rigorosas no sistema prisional. 💰 Plano de R$ 11 Bilhões e Foco Financeiro Com o programa Brasil Contra o Crime Organizado, o governo projeta investimentos de até R$ 11 bilhões. O foco central é a "asfixia" do poder financeiro das organizações, além do fortalecimento da segurança nos presídios estaduais. Empréstimos via BNDES: R$ 10 bilhões serão disponibilizados para que estados invistam em tecnologia e inteligência. Presídios de Segurança Máxima: A meta é transformar unidades estaduais seguindo o rigor dos protocolos federais. ⚖️ Rigor para Crimes Contra Policiais Em paralelo, o presidente Lula sancionou a lei que endurece o regime para presos condenados por homicídio de agentes de segurança, membros do Judiciário e do Ministério Público. Regime Disciplinar Diferenciado (RDD): A inclusão de suspeitos e condenados por esses crimes no regime mais rigoroso da lei poderá ser solicitada imediatamente. Presídios Federais: Condenados por ataques a policiais serão encaminhados preferencialmente para unidades de segurança máxima. O governo aplicou vetos a trechos que previam punições automáticas, alegando a necessidade de respeitar a individualização da pena e evitar que medidas excepcionais se tornem regras sem análise judicial. Acesse o Tribuna Online PE e entenda mais sobre as estratégias de combate ao crime organizado. O link do portal está na bio. Você também encontra o link direto da matéria pelos nossos Stories. 🔗
O novo programa de segurança pública, detalhado nesta terça-feira (12) pelo governo federal, prevê forte investimento no sistema prisional brasileiro. Ao todo, 138 presídios estaduais terão padrão de segurança máxima. O número representa aproximadamente 10% das unidades espalhadas pelo País. O programa "Brasil Contra o Crime Organizado" prevê investimento de R$ 11 bilhões, com participação efetiva dos estados e municípios. "O ato de hoje não é apenas a criação de um programa. É um sinal para a gente dizer que o crime organizado, em pouco tempo, não serão mais donos de nenhum território. O território será devolvido ao povo brasileiro, de cada cidade e de cada estado", declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em solenidade no Distrito Federal. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou que um dos focos principais será o isolamento de lideranças das organizações criminosas para evitar a continuidade das ordens aos demais membros. "Diferentemente do passado em que as unidades prisionais eram apenas a ponta do iceberg, hoje o centro é o local onde tudo é formulado, de onde todas as ordens saem. Nós elevarmos 138 presídios à condição similar dos presídios federais é, de fato, um acontecimento extraordinário e todos da comunidade tem essa convicção", declarou. Wellington disse que 80% das lideranças das organizações criminosas catalogadas pelo ministério estão nesses 138 presídios. O secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, pontuou que, nas unidades mapeadas, estão 158 mil presos, algo próximo de 19% da população carcerária do País. "Nós precisamos focar nas lideranças, unidades consideradas mais sensíveis no sistema. Hoje existem presídios onde o chefe do tráfico comanda o bairro com o celular de dentro da cela. Ele gerencia orçamento, contrata advogado, lava dinheiro. Isso não é uma prisão, parece mais um 'escritório do crime', afirmou. Confira mais detalhes na coluna Segurança no JC.COM.BR Foto: G. Dettmar/CNJ *colunaseguranca *jk *card *digital
Com promessa de fortalecimento das ações de combate às organizações criminosas, o governo federal anuncia, nesta terça-feira (12), um novo programa de segurança pública. O investimento será superior a R$ 11 bilhões. O programa "Brasil Contra o Crime Organizado" será estruturado em quatro eixos estratégicos: asfixia financeira das organizações criminosas; fortalecimento da segurança no sistema prisional; qualificação da investigação e do esclarecimento de homicídios; e combate ao tráfico de armas. De acordo com nota enviada pelo governo federal, o programa foi construído em diálogo com os estados, especialistas e forças de segurança pública, e tem por objetivo desarticular as bases econômicas, operacionais e sociais das organizações criminosas. A adesão dos estados e municípios será fundamental para que recursos financeiros sejam disponibilizados pelo governo federal para implementação dos projetos. Do total do valor previsto, R$ 10 bilhões serão obtidos por meio de empréstimo do BNDES para os estados, enquanto cerca de R$ 1 bilhão faz parte do orçamento deste ano na área de segurança pública. O evento de lançamento do programa terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, que irá detalhar as ações previstas. A solenidade está prevista para 10h, no Salão Oeste do Palácio do Planalto, no Distrito Federal. Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo *colunaseguranca *jk *card *digital
Sub-temas nos comentários (7)
O que a audiência está dizendo dentro deste tópico.
- deboche de oposição e alianças políticas21 comentários
"Crítica irônica ao tom de endeusamento de figuras externas ao tema, indicando desacordo com Lula e Trump de forma agressiva e sarcástica."
- deboche da retórica de segurança do governo20 comentários
"Ironia Reversa: o comentário crítico sugere que o governo federal está discutindo prender a si mesmo, mantendo uma visão cínica sobre a eficácia das medidas de segurança pública e o uso de prisões como resposta ao crime."
- críticas irônicas ao Lula e ao governo15 comentários
Sem candidatos identificados nos comentários deste sub-tema.
"Crítica irônica a Lula, afirmando que ele é bandido e ladrão e deveria ser preso, em apoio à repressão criminal anunciada pelo governo para enfrentar o crime organizado."
- frustração com lentidão das reformas de segurança14 comentários
"Crítica irônica à seletividade de justiça: questiona quem prende juízes, políticos e autoridades corruptas, sugerindo conflito com a culpa de todos os males do país."
- crítica irônica à política de segurança pública11 comentários
"Crítica irônica à politização da segurança pública, vendo a chamada do governo federal como resposta ao crime organizado e questionando se a estratégia é eleitoral, sem endossar o governo Lula."
- ceticismo com uso de recursos públicos em segurança10 comentários
Sem candidatos identificados nos comentários deste sub-tema.
"Crítica irônica aos gastos do governo com segurança pública, sugerindo que os recursos são mal utilizados para prorrogar medidas caras sem benefício direto."
- crítica irônica ao discurso apenas no papel10 comentários
"Crítica mordaz à aposta de que o STF atrase/atrasar decisões para atrapalhar o governo federal, em meio ao lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado."