Liderança do governo no Senado
14 posts · 2 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:32:51
Sentimento da audiência por candidato
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PODCAST 🎙Durante entrevista ao podcast Direto de Brasília, do jornalista Magno Martins, em parceria com a Folha de Pernambuco, nesta terça-feira (7), a ex-ministra do Planejamento e Orçamento do Governo Lula e pré-candidata ao Senado pelo estado de São Paulo, Simone Tebet (PSB), afirmou que o senador Jaques Wagner (PT-BA) demorou para entregar a liderança do governo no Senado. O legislador é investigado pela Polícia Federal como suspeito de receber vantagens indevidas para favorecer os interesses do Banco Master. 🗣“Primeiro, não foi o presidente (quem decidiu), foi o próprio líder que decidiu isso (entregar o cargo) depois de conversar com o presidente. E, a meu ver, fez tarde. Ele tinha que ter saído imediatamente, para dizer que isso não é verdade, que vai se afastar da liderança justamente para provar a inocência. Como qualquer pessoa, ele tem direito à ampla defesa, ao contraditório, seja de que lado for. Eu sou advogada, mas nós estamos falando de denúncias sérias e que precisam ser esclarecidas", disse. ➡Tebet também afirmou não acreditar que exista uma "contaminação" no governo de nomes ligados ao caso. Ela ainda atribuiu o escândalo a um plano arquitetado durante o Governo Bolsonaro. #politica #simonetebet 📝: Folha de Pernambuco
Jair Bolsonaro (negativo)Lula (positivo)O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse, nesta terça-feira (30/6), que a Advocacia do Senado deverá entrar com um pedido para entrar como parte no inquérito do Caso Master para defender o mandato do ex-lider do governo, Jaques Wagner (PT-BA). Sem citar nomes, Alcolumbre criticou decisões do Judiciário, que “estão diminuindo a condição do mandato do senador”, que foi alvo de buscas e apreensão autorizadas pelo relator no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça. “A Advocacia do Senado está preparado todas as peças jurídicas para que o Senado ingressar como parte dessa ação, solicitando ao Judiciario que possa restabelecer o bom e efetivo do mandato de sua excelência, o senador Jaques Wagner”, disse. Alcolumbre disse que falou com Jaques “longamente” na última semana, e disse que “restabeleceu a relação” que tinha com o petista, com quem estava distanciado desde 2025 por causa da indicação de Jorge Messias ao Supremo. O presidente do Senado disse que seu papel é defender as prerrogativas dos 81 senadores e voltou a criticar a “condenação” perante a opinião publica. 🎥TV Senado
O senador Jaques Wagner anunciou que deixará a liderança do governo no Senado Federal. Segundo ele, a decisão foi tomada em comum acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião realizada no Palácio da Alvorada. Em comunicado divulgado nas redes sociais, Wagner afirmou que sua prioridade no momento é comprovar sua inocência em investigação conduzida pela Polícia Federal, além de se dedicar às articulações políticas para as próximas eleições. A decisão ocorre dias após uma operação da PF cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador. Wagner nega qualquer irregularidade e afirma estar tranquilo em relação às apurações. 👉 Confira todos os detalhes da saída, o posicionamento do senador e os desdobramentos da investigação na matéria completa disponível nos nossos Stories. #JaquesWagner #Política #SenadoFederal #Lula #GovernoFederal #Bahia #PolíciaFederal #Notícias #Brasil #Atualidades
Lula (neutro)O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou na tarde desta quarta-feira (24) que está deixando a liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre após ele ser alvo da Polícia Federal por suspeita de receber pagamentos ligados ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. O comunicado foi realizado depois de reunião com o presidente Lula (PT). Em mensagem publicada nas redes sociais, Jaques Wagner diz que a decisão foi tomada em comum acordo com Lula. “Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, escreveu. O senador acrescenta na publicação: “Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil”. A saída de Jaques Wagner da liderança era dada como certa nos bastidores. Segundo a Polícia Federal, o senador teria sido o principal beneficiário de vantagens econômicas atribuídas a integrantes ligados ao banco. Os investigadores apontam uma proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e levantam suspeitas sobre a atuação do parlamentar em temas de interesse da instituição financeira, como propostas relacionadas ao crédito consignado, ao limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e à fiscalização da compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB). Durante a operação, a PF recolheu US$ 49 mil, equivalentes a cerca de R$ 253 mil, em um quarto do hotel Brasília Palace, onde Wagner costuma se hospedar na capital federal. Também foram apreendidos 33,5 mil euros e US$ 6,1 mil em um imóvel do parlamentar em Salvador. “A origem dos valores é lícita e comprovada. Parte é proveniente de diárias publicamente declaradas pagas pelo Senado para missões no exterior, e outra parte foi adquirida por meio de operações oficiais junto a instituição financeira, com registro regular. Não há nada a ocultar”, afirmou a defesa do senador.
Lula (neutro)O senador Jaques Wagner (PT-BA) deixou a liderança do governo no Senado dias após ser incluído entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Nesta quarta-feira (24), Wagner se reuniu por cerca de duas horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio da Alvorada. Após o encontro, anunciou nas redes sociais que, em comum acordo com o presidente, decidiu se afastar do cargo. Segundo o senador, sua prioridade agora é comprovar sua inocência e se dedicar às campanhas de reeleição de Lula, do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e à sua própria candidatura ao Senado, ao lado de Rui Costa (PT). Na última quinta-feira (18), endereços ligados a Wagner em Salvador e Brasília foram alvo de mandados de busca e apreensão. De acordo com a Polícia Federal, o parlamentar é apontado como “suposto beneficiário central” das vantagens econômicas investigadas, tendo sido o agente público em favor de quem teriam sido estruturados pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais. #jaqueswagner #lula #governolula
Lula (neutro)Jaques Wagner deixa liderança do governo Lula no Senado em meio a investigações do caso Master O senador baiano Jaques Wagner (PT) deixou a liderança do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado Federal em meio à crise provocada pelas investigações relacionadas ao caso Banco Master. A saída ocorre após dias de forte pressão política e de desgaste dentro da base governista, depois que o parlamentar passou a ser alvo da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. Considerado um dos principais aliados de Lula e uma das figuras mais influentes do Partido dos Trabalhadores, Wagner vinha sendo cobrado por integrantes do governo e por setores do próprio PT para se afastar do cargo enquanto se defende das acusações. A investigação apura suspeitas de recebimento de vantagens indevidas e possível influência em favor de interesses ligados ao Banco Master. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que seu patrimônio e suas movimentações financeiras estão devidamente declarados aos órgãos de controle. Nos bastidores de Brasília, a avaliação era de que a permanência de Wagner na liderança ampliava o desgaste político do governo em um momento de pré-campanha eleitoral. A expectativa já era de que o senador deixasse o posto após uma conversa com o presidente Lula, realizada nesta quarta-feira (24). A Operação Compliance Zero investiga um esquema que teria envolvido executivos do antigo Banco Master e agentes públicos. O caso ganhou grande repercussão nacional por atingir nomes influentes tanto da base governista quanto da oposição. As apurações estão sob supervisão do Supremo Tribunal Federal e seguem em andamento. A saída de Jaques Wagner abre uma nova disputa interna pela liderança do governo no Senado, cargo considerado estratégico para a articulação política do Palácio do Planalto junto ao Congresso Nacional. O governo ainda não anunciou oficialmente quem assumirá a função.
Lula (neutro)O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu nesta quarta-feira (24) deixar o cargo de líder do governo no Senado. Ele estava pressionado a sair do posto depois de ter sido alvo de operação da Polícia Federal por suspeita de ter recebido pagamentos ligados ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Wagner resistia à ideia de deixar a liderança do governo. Sua saída foi consumada depois de reunião de cerca de duas horas com o presidente Lula (PT). O chefe do governo estudava demitir seu aliado, mas preferia que o próprio senador tomasse a iniciativa de se afastar. 📲Leia mais na #Folha: https://mla.bs/3d6f806d68 📷 Waldemir Barreto/Agência Senado 📝 Catia Seabra, Mariana Brasil e Isadora Albernaz
Lula (neutro)Por Vera Rosa, do Estadão – A coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no caso Master já contamina o presidente. Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado. Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou. Em contrapartida, as descobertas da Polícia Federal sobre Wagner ressuscitaram no eleitorado a pecha de corrupção que marcou o PT nos escândalos do mensalão e do petrolão, nos governos Lula e Dilma Rousseff. Até a reunião do comando da campanha do presidente, Wagner não pretendia deixar a liderança do governo, sob o argumento de que isso seria uma confissão de culpa. O senador nega que tenha recebido propina do Master. A situação política, porém, é considerada insustentável pelo PT e pelo governo. Lula terá uma conversa definitiva com o senador nesta quarta-feira, 24, em Brasília. Até amigos de Wagner defendem agora o nome da senadora Teresa Leitão (PT-PE) para ocupar a cadeira de líder do governo no Senado. Argumentam que ela leva vantagem, pois não teria atuado para “derrubar” Wagner. MATÉRIA COMPLETA NO BLOG: https://www.blogtvwebsertao.com.br/2026/06/campanha-de-lula-ve-necessidade-de.html
Lula (negativo)A permanência do senador Jaques Wagner (PT-BA) na liderança do governo no Senado parece ter chegado ao limite. Após dias de resistência e diante da escalada da crise provocada pela Operação Compliance Zero, aliados próximos do parlamentar passaram a defender que a saída do cargo o quanto antes seria a alternativa menos danosa para o governo e para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expectativa é de que Wagner comunique a saída aos dirigentes do partido e converse com o presidente, nos próximos dias, para formalizar a decisão. A avaliação é de que a manutenção do senador no posto transformou uma investigação individual em um problema político para o governo. Interlocutores do presidente afirmam que Lula acompanhou de perto os desdobramentos da operação e foi informado no fim de semana de que Wagner já havia se convencido da necessidade de deixar a liderança. A interpretação no entorno presidencial é de que o gesto pode ajudar a conter a crise e evitar que o caso continue monopolizando a agenda política. A repercussão das imagens da investigação divulgadas pela Polícia Federal e das suspeitas relacionadas a um apartamento de alto padrão em Salvador. Auxiliares palacianos relatam que o presidente teria se sentido surpreendido pelas revelações. Segundo interlocutores, Wagner havia assegurado em conversas reservadas que não havia elementos que justificassem uma ação da PF contra ele. A percepção no governo é de que os fatos tiveram impacto maior do que o inicialmente imaginado. Integrantes do entorno de Lula classificaram a estratégia de comunicação como equivocada e consideraram que a manifestação pública acabou ampliando o desgaste político. Embora Wagner sustente que os recursos apreendidos são provenientes de diárias de missões oficiais e negue qualquer irregularidade envolvendo o imóvel citado nas investigações, a avaliação predominante no Planalto é de que as explicações não conseguiram conter a repercussão negativa.
Lula (negativo)O senador Jaques Wagner (PT-BA) deve anunciar nesta semana que se afastará da liderança do governo no Senado após ser alvo da operação Compliance Zero. Uma conversa entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está prevista para ocorrer nos próximos dias. A CNN apurou que, após resistir à pressão de uma ala do Planalto e do PT, o senador foi convencido por aliados próximos da Bahia, neste final de semana, de que a permanência no cargo ampliaria o desgaste contra ele próprio e o governo, com risco especialmente à campanha à reeleição do presidente Lula. (CNN/Foto:reprodução CNN) #jaqueswagner #governolula #politica #brasil
Lula (neutro)Lula assume a Presidência do Brasil pela primeira vez em 2003. Para tratar de questões políticas, ele chama o amigo Jaques Wagner para ser seu Ministro de Relações Institucionais. Logo no primeiro mandato, Lula estava disposto a levar adiante o projeto da transposição do Rio São Francisco, mas se deparou com a greve do bispo da igreja católica, Dom Luiz Cappio. Lula escala Wagner para resolver esse problema. Jaques chega a Cabrobó em outubro de 2005 e meia hora de conversa com o bispo o convence a encerrar a greve. Com a missão dada pelo chefe e a missão cumprida pelo amigo, Jaques ganha posição de destaque na política e confiança de Lula. No ano de reeleição de Lula, o presidente precisava de alguém de sua confiança para enfrentar o todo-poderoso Antônio Carlos Magalhães na Bahia. O amigo Jaques Wagner foi acionado mais uma vez e, como bom amigo, aceitou o desafio. Paulo Souto tentava a reeleição e foi derrotado por Wagner já no primeiro turno; o amigo de Lula vence o amigo de ACM com quase 53% dos votos. Jaques Wagner saiu do Governo da Bahia em dezembro de 2014 e assumiu o cargo de Ministro-chefe da Casa Civil do segundo governo de Dilma. Nesse tempo, as investigações da Operação Lava Jato avançavam em direção ao então ex-presidente Lula; entra em cena mais uma vez a lealdade do amigo Jaques Wagner. Ele coloca o cargo à disposição da presidente Dilma Rousseff, para que ela possa evitar uma possível prisão de Lula, nomeando-o como ministro em substituição ao próprio Jaques Wagner. Agora, com os novos desdobramentos das investigações do escândalo do Banco Master, a amizade de Lula com Wagner vai ser colocada à prova para uma possível sobrevivência. Semana passada a Polícia Federal fez operação em imóveis do senador Jaques Wagner. Ele, além de amigo há quase 50 anos do presidente, é atualmente seu líder no Senado Federal. Wagner já deu sinais de que não pretende abrir mão da posição de líder; chegou a dizer que não acredita que o amigo vai abandoná-lo porque já esteve em situação pior. Matéria completa em: didigalvao.com.br
Lula (neutro)Uma entrevista concedida por Jaques Wagner horas depois de ser alvo de uma operação da Polícia Federal mudou o clima político em Brasília. A pressão pela saída do senador da liderança do governo no Senado aumentou nas últimas horas. A primeira avaliação no governo era de que qualquer mudança na liderança ocorreria de forma gradual, sem associação direta com as investigações do Caso Master. Mas uma entrevista de Jaques Wagner mudou o cenário. Auxiliares de Lula informam que o presidente ficou contrariado depois de prestar solidariedade a Wagner e ver o senador revelar a existência do telefonema. As informações são do Jornal da Record. Integrantes do governo afirmam que já houve a construção de uma saída honrosa para Wagner. Mas as declarações do líder criaram um constrangimento. A expectativa agora é de que o próprio senador coloque o cargo na liderança à disposição. O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, defendeu a aplicação da lei sem distinção política ao comentar a operação da Polícia Federal. Já a deputada e ex-ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse acreditar na inocência do senador, mas que ele deverá responder à justiça caso sejam comprovadas irregularidades.
Lula (neutro)O entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aliados e lideranças do PT (Partido dos Trabalhadores) pressionam o senador Jaques Wagner (PT-BA) a tomar a iniciativa de deixar a liderança do governo no Senado até a semana que vem. A avaliação é que o presidente resiste em demitir sumariamente ministros e auxiliares envolvidos em investigações, e que isso seria ainda mais difícil no caso do senador, de quem é amigo pessoal. As informações são da CNN. O receio, porém, é que o Jaques arraste o governo para o centro da crise do banco Master e não tenha autoridade para liderar o governo em articulações sensíveis. A entrevista do senador para a TV Bandeirantes da Bahia nesta quinta-feira, 18, foi criticada pelas fontes ouvidas pela CNN. Nela, Jaques disse que recebeu a “solidariedade” de Lula e que não deixaria a liderança. A pressão sobre o senador após a operação da Polícia Federal ganhou contornos públicos após o deputado Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, defender o afastamento em mensagem publicada nas redes sociais.
Lula (negativo)A operação que atingiu o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, criou um problema político para o Planalto ao atingir em cheio uma das principais narrativas do PT: a de que o caso Master seria um escândalo restrito a adversários da direita e do Centrão. Nos bastidores do governo, a orientação desde o início do dia era clara: Jaques Wagner precisava explicar os pagamentos sob investigação e colocar o cargo à disposição para evitar que o caso contaminasse o governo e o partido. A avaliação de integrantes do Planalto era de que o afastamento deveria ter ocorrido ainda no ano passado, justamente para impedir que a crise ganhasse novas proporções. As informações são do blog da Andréia Sadi. Por isso, causou perplexidade a declaração de Wagner de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria lhe pedido para “ficar firme”, por considerar que ele estaria sendo alvo de perseguição. Na avaliação de auxiliares do governo, a fala vincula diretamente o presidente à decisão e dificulta a estratégia que vinha sendo construída para separar o governo da situação do senador. A tendência agora é o PT tentar se descolar do caso e concentrar a responsabilidade na situação individual de Jaques Wagner. O cálculo político é preservar o governo e evitar que o escândalo comprometa ainda mais a agenda do Planalto. Do lado das investigações, porém, a mensagem da Polícia Federal e do ministro André Mendonça é de que a apuração seguirá avançando. Celulares apreendidos, depoimentos e o material já coletado pelos investigadores são considerados peças centrais da investigação. Entre investigadores e integrantes do Judiciário, a avaliação é de que o conteúdo reunido até agora ajuda a explicar tanto a pressão para enfraquecer a operação quanto a dimensão do escândalo. Nos bastidores, o caso é tratado como uma investigação de alcance suprapartidário, capaz de atingir personagens de diferentes campos políticos, da esquerda à direita.
Lula (negativo)
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- apelo ironico à impunidade15 comentários
"Crítica irônica aos apoiadores de Jaques Wagner que buscam justificar ligações entre Lula e Jaques Wagner no caso Master, sugerindo desinformação da PF."
- crítica à corrupção e apoio dúbio13 comentários
"Apoio cínico à retaliação política contra Lula e Jaques Wagner em meio a denúncias de corrupção, reforçando a crítica ao PT e à operação de combate à corrupção que acompanha a gestão do governo federal."