Injúria racial em Petrolina
6 posts · 0 sub-temas nos comentários · atualizado em 26/07/2026, 06:38:16
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Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante na quinta-feira (24) por cometer injúria racial, desacato e outros crimes contra um comandante da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) durante uma confusão dentro de um estabelecimento comercial de Petrolina, Sertão de Pernambuco. “Localizada pela equipe, a suspeita resistiu à abordagem, ameaçou as vítimas e os policiais, proferiu injúrias raciais contra o comandante da guarnição e desacatou as ordens legais”, afirmou a corporação em nota. De acordo com a PMPE, agentes do 5º Batalhão foram acionados para uma ocorrência de depredação, no bairro Maria Auxiliadora. Ao chegarem no local, as vítimas apontaram que a mulher danificou objetos e arremessou copos de vidro contra os funcionários e proprietário do local após o atendimento da loja se encerrar. Já a Polícia Civil (PCPE) informou que a prisão em flagrante foi registrada pela Delegacia da 213ª Circunscrição de Petrolina. A detida foi autuada por dano/depredação, ameaça, injúria qualificada racial, além de desacato e resistência. Com informações da Folha de Pernambuco.
MULHER CHAMA PM DE “MACACO”, DEPREDA ESTABELECIMENTO COMERCIAL E É PRESA NO BAIRRO MARIA AUXILIADORA Uma mulher foi presa por dano e depredação a um estabelecimento comercial e pelo crime de injúria racial praticada contra um comandante da Polícia Militar em Petrolina (PE). O caso aconteceu na madrugada de hoje (23), no bairro Maria Auxiliadora. Segundo informações, a mulher fez um pedido na loja, mas o atendimento já havia encerrado. Revoltada, ela quebrou objetos, arremessou copos de vidro e ameaçou funcionários do local. Após serem chamados, os policiais abordaram a mulher que ameaçou matar os funcionários. Depois, desacatou o comandante o chamando de “macaco”. A mulher foi presa em flagrante. Fonte: Edenevaldo Alves
Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante nesta quinta-feira (23) em Petrolina, Sertão de Pernambuco, por dano e depredação, ameaça, injúria qualificada racial, desacato, resistência a um estabelecimento comercial e pelo crime de injúria racial praticada contra um comandante da Polícia Militar. O caso ocorreu no bairro Maria Auxiliadora. A mulher foi presa em flagrante e levada para a delegacia da 213ª Circunscrição de Petrolina para adoção das medidas cabíveis. A matéria completa está disponível no portal online g1 Petrolina e Região!
Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante nesta quinta-feira (23) em Petrolina, Sertão de Pernambuco, por dano e depredação, ameaça, injúria qualificada racial, desacato, resistência a um estabelecimento comercial e pelo crime de injúria racial praticada contra um comandante da Polícia Militar. O caso ocorreu no bairro Maria Auxiliadora. De acordo com informações preliminares, a confusão começou quando a mulher tentou fazer um pedido na loja, mas o horário de atendimento já havia acabado. Revoltada com o encerramento do serviço, ela danificou objetos e arremessou copos de vidro contra funcionários e o proprietário. A Polícia Militar foi acionada para conter a cliente. De acordo com a PM, a suspeita resistiu à abordagem, ameaçou as vítimas e os policiais, proferiu injúrias raciais contra o comandante da guarnição e desacatou as ordens legais. A mulher foi presa em flagrante e levada para a delegacia da 213ª Circunscrição de Petrolina para adoção das medidas cabíveis. G1
RECIFE / Um vídeo que vem circulando nas redes sociais mostra uma mulher protestando a prisão do marido. Segundo ela, a alimentação que estaria sendo servida aos detentos está estragada. As imagens rapidamente ganharam repercussão e geraram grande polêmica nas redes sociais. Enquanto algumas pessoas demonstram apoio à denúncia e cobram uma apuração dos fatos, outras criticam a manifestação. Qual a sua opinião?👇
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou um policial militar da reserva pelo crime de importunação sexual contra uma mulher. Segundo a investigação, o 3º sargento de 65 anos teria perseguido a vítima durante três anos numa academia localizada no Recife. A coluna Segurança teve acesso com exclusividade ao processo, que tramita na 17ª Vara Criminal da Capital. Para preservar a vítima, os nomes dos envolvidos e o local do crime não serão divulgados. A denúncia do MPPE afirma que o "denunciado passou a perseguir a vítima, desejando manter aproximação excessiva e inconveniente durante os treinos". Em um dos episódios relatados à Polícia Civil, a mulher contou que o acusado teria tocado nas nádegas dela simulando um ato acidental. A investigação, conduzida pela Delegacia de Jardim São Paulo, indicou que o denunciado, sempre que via a vítima na academia, "posicionava-se estrategicamente para observá-la enquanto fazia exercícios de maior exposição, tais como elevação pélvica e agachamentos, lançando olhares intimidatórios e constrangedores que violavam a privacidade e a liberdade dela". O MPPE citou ainda que as provas indicam a existência de conduta criminosa reiterada, com testemunhas relatando que o militar da reserva agia de forma persistente, durante os treinos na academia há pelo menos três anos. O juiz da 17ª Vara Criminal da Capital ainda vai decidir se aceita a denúncia do MPPE e o PM se torna réu. A coluna não conseguiu contato com o acusado, nem a defesa. O espaço segue aberto. A coluna também questionou se a Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS) instaurou procedimento administrativo em desfavor do policial, mas ainda não houve resposta. Foto: SDS/Divulgação *colunaseguranca *card *jk*digital
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